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Susana Pinto

À conversa com: Alice Vicente Weddings – fotografia de casamento

Hoje a conversa é com a Alice Vicente, que assina como Alice Vicente Weddings, e faz fotografia de casamento.

O seu trabalho é etéreo, delicado e intemporal, um trio de adjectivos muito luxuoso e especialmente bonito.

Acompanho o trabalho da Alice desde o seu início e o caminho que tem feito é fantástico: consistente, focado, objectivo. Do ponto A ao ponto B, com muito trabalho pelo meio, e o resultado está à vista: é perfeito!

Venham conhecê-la melhor!

Defino-me como uma fotógrafa especializada em casamentos luxuosos e de grande requinte. Crio imagens delicadas e mágicas que refletem não só o meu lado mais artístico e criativo, mas também o quão vulnerável e perfeitamente imperfeita ambiciono ser. Congelo os momentos e trago ao de cima o melhor de cada um deles, transformando até o mais simples instante em arte. Sou conhecida pela forma natural e entusiástica de fazer as pessoas apaixonarem-se pelas suas próprias imperfeições, fazendo-as perceber que podem e devem ser quem realmente são.

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Desde muito nova que demonstrei uma paixão genuína pelas artes. Não só pela fotografia, mas também pintura, artes manuais e, mais recentemente, cerâmica. Sou uma criativa que necessita de se expressar e sinto que a fotografia me dá aquilo que mais preciso no dia-a-dia. Sempre fui muito indecisa sobre o que iria fazer, mas acabei por seguir fotografia na faculdade. Foi-me ensinado a fotografar em formato analógico, e foi aí que o meu gosto pela fotografia se intensificou. Comecei a ver uma tendência no tipo de imagens que me atraíam (eram todas fotografadas com máquina analógica) e foi aí que decidi dar o salto e comprar a minha primeira máquina analógica em médio-formato.

Sempre gostei muito de casamentos e decidi contactar alguns fotógrafos (muitos!) para me ajudarem e darem uma oportunidade para os ajudar nos seus casamentos. Acabei por trabalhar como segunda fotógrafa para uma fotógrafa nesse ano, e, no ano seguinte, já trabalhava sózinha.

Desde então que tenho vindo a aperfeiçoar esta arte, não só fotografando casamentos, mas também frequentando workshops de grandes fotógrafos de casamentos, quer portugueses, quer internacionais, desde San José na Califórnia a Paris, que foi o que me fez evoluir mais até chegar ao que cheguei hoje. Tenciono continuar a investir em educação e a evoluir para oferecer sempre um trabalho de excelência e de grande qualidade aos noivos que me contratam. Hoje em dia estou a finalizar a construção do meu atelier, que é o concretizar de um sonho desde há muitos anos!

 

Fotografia de casamento fine art, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art, por Alice Vicente Weddings

Há quanto tempo fotografa? E porquê casamentos?

Fotografo casamentos desde 2015 porque sempre adorei casamentos. É um dia que mais parece uma montanha russa de emoções e de sensações, e esses altos e baixos deixam-me de coração cheio! Posso ser criativa e ao mesmo tempo documentar o que se passa à minha volta. Tenho a liberdade de direcionar os momentos que acontecem à minha frente, que, pelas emoções envolvidas por si só já são bonitos, mas que através da minha direcção e olho consigo obter o melhor deles e criar imagens ainda mais bonitas para os meus clientes ficaram para o resto das suas vidas.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?

Normalmente o meu primeiro recurso é o Pinterest. Sempre que tenho uma ideia guardo o máximo de imagens possíveis que possam ampliar essa ideia numa pasta para mais tarde lá voltar. Mas, no entanto, a minha inspiração pode vir de qualquer lugar. Ultimamente tenho-me inspirado muito na decoração de interiores, mais especificamente em camas desarrumadas com lençóis de linho de cores neutras e em quartos brancos e luminosos. O minimalismo e o conceito japonês “Wabi-Sabi” também me inspiram bastante. Peças de cerâmica tortas ou notoriamente feitas à mão deixam-me nas nuvens! Fico muito inspirada também quando sinto a essência de um lugar. Por exemplo, em Lisboa especificamente, inspiro-me só por viver no centro da cidade. Gosto de ouvir o movimento das pessoas na rua e de estar em casa no meu cantinho, dando espaço à minha mente para vaguear e criar da forma que me apetecer naquele momento. A inspiração atinge-me em especial quando já é de noite e estão todos a dormir. Suponho que seja algo típico nos artistas?

 

Como construiu a sua assinatura, como se define?

A minha assinatura foi construída através de uma reflexão de dois anos sobre o que é a minha marca e onde me quero posicionar.

Defino-me como uma fotógrafa especializada em casamentos luxuosos e de grande requinte. Crio imagens delicadas e mágicas que refletem não só o meu lado mais artístico e criativo, mas também o quão vulnerável e perfeitamente imperfeita ambiciono ser. Congelo os momentos e trago ao de cima o melhor de cada um deles, transformando até o mais simples instante em arte. Sou conhecida pela forma natural e entusiástica de fazer as pessoas apaixonarem-se pelas suas próprias imperfeições, fazendo-as perceber que podem e devem ser quem realmente são.

Não procuro a perfeição, apenas a beleza do natural e imperfeito.

 

Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings

Acha que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhe fotografar e como o faz, a narrativa que constrói, é diferente das escolhas que vê num trabalho de um profissional masculino?

Penso que é tudo uma questão de quem somos, o que nos atrai e a nossa experiência. Não acredito que tenha tanto a ver com ser mulher ou homem.

 

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?

Primeiramente guardo o telefone e, ou pinto sem um resultado em mente, ou simplesmente saio com amigos para desanuviar a cabeça. Quando me sinto cansada mentalmente tento desligar das tarefas do dia-a-dia para dar uma pausa à minha cabeça.

 

O mundo em Lisboa ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Todos os casamentos são diferentes e especiais. Cada casal tem a sua história e ligação. No entanto uma diferença inegável é o jantar antes das 20 horas, o que leva a que a própria organização e planeamento do dia seja totalmente diferente e a que o casamento acabe com uma maior antecedência que o dos portugueses.

 

Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings Fotografia de casamento fine art em Lisboa, por Alice Vicente Weddings

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação com os seus clientes?

Normalmente o primeiro contacto acontece através de e-mail. Acabamos por marcar uma reunião onde nos conhecemos e partilhamos um pouco sobre cada um e por fim sobre os planos do dia, onde dou uma pequena ajuda com o planeamento e horário. Não só gosto de partilhar conselhos para ajudar na organização do dia, como também gosto de sentir uma ligação com os clientes, o que por fim resulta numa química natural durante o dia do casamento.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de fotografar?

Gosto de todos os tipos de casamentos. Dos casamentos um pouco mais pequenos porque acabam por ser mais calmos e relaxantes. No entanto adoro as festas de arromba dos casamentos maiores que me deixam sempre com um sorriso nos lábios de tão divertidos que são! Mas penso que o mais importante é a ligação entre o casal e o fotógrafo.  Claro que se estiver visualmente decorado com gosto, é a cereja no topo do bolo!

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Para mim o mais gratificante é poder criar arte, sabendo que os noivos terão aquelas fotografias tiradas com tanto carinho e atenção para mostrar aos seus filhos, netos e bisnetos. É a adrenalina e felicidade quando capto um momento emocionante e acaba por resultar numa imagem intemporal.

O mais desafiante é tudo aquilo que envolve gerir uma empresa sozinhos. No fundo passo apenas 10% do meu tempo a fotografar. O restante é passado à frente de um computador ou telemóvel a gerir todo o negócio, que acaba por passar por despercebido para quem não sabe o que envolve ser um fotógrafo de casamentos. Mas não mudava nem uma vírgula! Adoro o desafio de ultrapassar as dificuldades e de encontrar soluções para os problemas e quando alcançamos os nossos objetivos é quando sentimos que todo o esforço vale a pena.

 

Escolha uma imagem favorita do seu portfolio e conte-nos porquê:

Fotografo de casamento fine art em lisboa: Alice Vicente Weddings

Escolho esta fotografia porque representa muito bem aquilo que quero transmitir no trabalho que faço.

Imagens delicadas, bonitas e mágicas.

 

Contactem a Alice Vicente Weddings através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a Alice Vicente directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

Marta Ramos

Country style, por Diana Nobre

Hoje vamos passear até ao campo, a convite da fotógrafa Diana Nobre e da equipa que se lhe juntou para criar um editorial muito especial. A Cátia, blogger, e o seu namorado, o Miguel, assumiram os papéis principais nesta fantasia em tons terra e com uma piscadela de olho aos gostos pessoais da fotógrafa:

Eu sou uma apaixonada pelos tons terra em fotografia, adoro fotografar noivas com um ar country, mais alternativos, grunge, adoro os tons laranjas, castanhos, tijolo, e todo o conjunto é algo que ainda é difícil de apanhar em trabalho aqui em Portugal, porque a moda ainda não chegou cá; então vou-me divertindo assim, planeando sessões com alguns fornecedores com quem me identifico, e vou sendo feliz a fotografar estilos de casamentos que tenho constantemente a pairar na minha cabeça.

Apesar de ter sido um dia logisticamente desafiante, o espírito que prevaleceu foi o da descontracção, uma vez que todos os envolvidos estavam empenhados em divertir-se, em usufruir da liberdade criativa de estarem a criar algo de raiz, sem terem que cumprir expectativas de terceiros. E o resultado é um belo mosaico em tons terra, que servirá certamente de inspiração para quem partilhar deste gosto com a Diana Nobre – quem sabe se em breve não a convidam para fotografar um casamento assim?

 

 

Créditos:

 

fotografia: Diana Nobre
flores: Isabel Castro Freitas
maquilhagem: Bárbara Brandão
vestido: Micaela Oliveira
bolo: Minimi Cake Party

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Diana Nobre para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ela,  contem-lhe as vossas ideias e aquilo que gostavam de ver imortalizado em imagens. Se há coisa de que a Diana gosta é de um bom desafio.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Blush Events!

As boas-vindas de hoje são dadas à Sofia Morais e à Isabel Costa e à sua Blush Events!

A Blush Events nasceu em 2017 e Sofia e Isabel estão muito orgulhosas do sucesso que têm alcançado.  Tudo começou quando as duas amigas se juntaram para organizar o casamento de Isabel. Sofia já trabalhava com flores mas tinha vontade de se dedicar aos eventos e Isabel era apaixonada pela atmosfera dos casamentos. A experiência foi tão gratificante que decidiram frequentar um curso de wedding planner na Universidade de Madrid, assim como outras formações em decoração floral, e criar esta empresa que se dedica à decoração completa de casamentos e à criação do bouquet e de acessórios: «Ver os nossos noivos felizes e ajudar a proporcionar o dia com que sempre sonharam é a nossa missão.»
Escolheram esta área porque adoram trabalhar com flores, criar cenários personalizados, interpretar emoções e realizar sonhos. O seu objectivo é poder dar um selo de autenticidade a cada casamento que realizam: «Todos os sonhos, desejos, necessidades e expectativas precisam de ser exprimidos. Por isso, orgulhamo-nos de que a BlushEvents seja conhecida pela sua discrição e abordagem colaborativa com cada casal. Quando reunimos é hora de sonhar!»
Para se inspirarem, recorrem não só a conteúdos ligados directamente à decoração, como também a materiais de arquitectura e design; às viagens, às paisagens, às próprias flores e, sem dúvida, à história de cada casal que têm o prazer de conhecer.

A partir de agora, acompanhem também os nossos posts acerca do trabalho da Blush Events.

 

Blush Events, um fornecedor Simplesmente Branco

Decoração floral de casamentos no Porto, com Blush Eventos

Decoração floral de casamentos no Porto, com Blush Eventos

   Decoração floral de casamentos no Porto, com Blush Eventos

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Blush Events para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com a Isabel: ela está à vossa espera para, juntamente com a Sofia, dar asas aos vossos sonhos!

Sofia e Isabel, bem-vindas ao Simplesmente Branco!

Marta Ramos

Wise words: a banda sonora do dia do casamento

As nossas wise words de hoje são musicais. A música é um dos principais ingredientes de qualquer festa que se preze, quanto mais de um casamento – até porque, neste caso, estamos a falar de uma banda sonora, com todo o compromisso que isso implica. O vosso dia terá vários momentos distintos, com mais ou menos formalidade, com mais ou menos emotividade, com mais ou menos intensidade. E claro que vão querer que a música seja adequada a cada um deles.

Assim sendo, não deixem este aspecto deslizar demasiado para o fim da lista de assuntos a tratar. Os bons profissionais de animação para casamentos têm a agenda bastante carregada, por isso vão querer começar a contactar os candidatos com antecedência; e, mesmo depois de feita a vossa escolha, há muitos pormenores a definir, pelo que convém começar o quanto antes.

E começar por onde? Pela pesquisa, aconselha a Jukebox, o nosso fornecedor seleccionado designado para nos guiar neste assunto: «Antes de dirigirem um pedido de informação aos profissionais que estão a considerar, façam uma pesquisa sobre os mesmos. Ao fazer a abordagem, demonstrem algum conhecimento e refiram precisamente quais foram os aspectos que despertaram o vosso interesse neste ou naquele projecto. Comuniquem de forma clara e objectiva quais são as vossas expectativas em relação à colaboração dos profissionais em questão na vossa festa.»

Estamos a falar de uma actividade complexa e específica, rodeada de termos técnicos e de nuances – como os horários de participação dos profissionais numa festa, o tipo de equipamentos que têm disponíveis, o grau de alinhamento prévio da prestação do serviço versus os pedidos de última hora. A primeira coisa a fazer será, então, pesquisar, conhecer os diversos tipos de serviços existentes e dominar algum do vocabulário associado.

E a segunda? Definir exactamente aquilo que vocês querem. Um coro clássico na igreja, o trio de jazz a receber os convidados na festa, uma pista de dança a ferver pela noite dentro? E a abertura da pista? E o corte do bolo? Desenhem cada momento e visualizem (ou, melhor, ouçam com atenção) a música que os acompanhará na perfeição.

Há ainda um outro aspecto que devem acautelar previamente: os valores. Façam um pequeno estudo de mercado, perguntem a quem tenha casado recentemente, contactem alguns profissionais apenas com a indicação de que precisam de conhecer as balizas dos orçamentos que se praticam nos dias de hoje para se poderem guiar. Só assim estarão verdadeiramente equipados para reagir aos números que os vossos preferidos vos apresentarem.

Está então na altura de fazer os contactos. Já sabem que o nosso conselho é sempre no sentido de afunilar. Não adianta nada enviar emails impessoais a vinte fornecedores, porque nem eles serão capazes de vos responder cabalmente sem informações detalhadas nem vocês poderão avaliar o grau de adaptabilidade, de sintonia e de empenho do lado de lá. Por isso, pesquisem, peçam referências, vejam vídeos, leiam testemunhos de clientes e fixem uma mão cheia de eleitos. E, desses, contactem os três primeiros da lista com um email atencioso e bem explicadinho. Por exemplo, se não incluírem a data e o local no primeiro contacto, os fornecedores não poderão garantir-vos a sua disponibilidade. Apresentem os factos e a vossa ideia para o dia e, idealmente, agendem uma reunião presencial: «Tendo em conta que haverá certamente muito vocabulário técnico nas trocas de impressões, uma boa solução pode passar por solicitar o agendamento de uma reunião e pedir ao profissional que explique, em linguagem comum, o que representam todos os aspectos da prestação de serviços.»

 

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Uma das variáveis que encontrarão neste tipo de serviços é a do horário de presença dos profissionais na festa. Isto é importante? Para a Jukebox, sim: «Em Portugal, dependendo de uma série de factores, um casamento terá cerca de 12 horas de período útil, ou seja, 12 horas de aproveitamento real pelos anfitriões e convidados. Tendo isto em mente, faz sentido estabelecer os períodos de participação e as fases em que se inserem os diferentes fornecedores, acautelando os tempos de cada um. E o facto de se ter um período acordado com um limite previamente definido pode até potencializar o melhor aproveitamento desse serviço, saindo assim valorizada a prestação dos vossos fornecedores e, em última análise, a vossa festa.»

Faz sentido, de facto. Estamos a falar de pessoas, logo, de recursos de energia limitados. Não adiantará grande coisa contratarem um serviço sem limite de horas se depois os profissionais estiverem exaustos e se tornarem mecanizados ou repetitivos. Planeiem o vosso dia tal como querem que aconteça, articulem com o espaço a questão dos horários (até que horas é possível ter uma pista de dança a bombar) e apresentem essa informação devidamente organizada aos profissionais de animação com que forem reunir. Não se esqueçam de incluir as vossas preferências musicais e a caracterização do conjunto dos vossos convidados. Quanto mais informação transmitirem aos profissionais, melhor eles poderão ajustar o seu alinhamento ao perfil da festa que vocês desejam.

Este esforço de planeamento é recompensado com tranquilidade, no dia do casamento. Quanto mais detalhado for o trabalho prévio, quanto mais sintonizados estiverem os animadores com as vossas expectativas, mais se poderão libertar de preocupações no grande dia e serem simplesmente os anfitriões simpáticos e felizes. O resto rola por si.

Preparem com esmero a primeira dança, dando o devido relevo ao momento – seja qual for o vosso gosto musical! Façam-se anunciar e ao fim de alguns momentos, chamem os convidados à pista, envolvam-nos de forma feliz e divertida. Que tal combinar com o DJ uma música para os pais, outra para os padrinhos e ainda para os amigos? Façam as devidas introduções e convites para dançar e apresentem-nos com umas palavrinhas simpáticas. – Queres Casar Comigo?

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Paulo Castro: otógrafo de casamento Norte

Os detalhes, claro! Ficou para o fim mas não é de todo um assunto menor. É apenas aquele a que se poderão dedicar com atenção, depois de contratado o vosso profissional de eleição e de definidas as guidelines para a animação musical de todo o dia. Se um de vocês quiser surpreender o outro com uma canção; se andaram a ensaiar uma dança de arrasar para surpreenderem tudo e todos na abertura da pista; se têm uma memória bonita de um filme e querem reproduzir o mesmo ambiente numa ocasião que seja importante para vocês, como a entrada na igreja ou o corte do bolo; se gostavam de surpreender os vossos pais, convidando-os para dançar ao som da música ‘deles’… Vale tudo para que o sonho se concretize. Planeiem, planeiem, planeiem – improvisos de última hora e interrupções do alinhamento dos profissionais não são boa ideia para ninguém. Mas, com tudo devidamente arrumado com antecedência, o céu é o limite!

Uma última ideia, que não tem a ver com estes profissionais especificamente mas sim com a noção de banda sonora do vosso dia: não se esqueçam de conversar com os vossos videógrafos sobre o estilo de música a escolher para o vosso filme. Afinal, essa banda sonora é mesmo para sempre.

Ainda se lembram do primeiro passo? Pesquisar: e é aqui que devem começar.

 

As imagens que ilustram este artigo são do nosso fornecedor seleccionado Paulo Castro Photography. Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva é feito de tons mais escuros, com uma piscadela de olho ao Vinho do Porto e camadas suaves de tons de rosa.

Encontrei estes sapatos de noiva em camurça, com salto médio e uma cor fantástica. Um tom de rosa quase gelado de morango, mas mais seco e por isso, mais discreto e elegante.
E com um salto deste tamanho, até acreditamos que dão para dançar toda a noite, certo?

Vamos ao bolo dos noivos! Já repararam bem nestas bolachas com creme de caramelo e framboesas frescas?
Que show stopper, é o que vos digo! O que vos parece esta opção de porções individuais, absolutamente incríveis, como substituto do tradicional bolo dos noivos, servido às fatias? Os olhos também comem e este gesto individual é, claramente, um luxo e um sinal de total dedicação à arte de bem receber e surpreender os convidados mais sofisticados.

Fechamos com um belo bouquet de noiva, com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus. Orgânico, despenteado, e com umas cores muito inesperadas, mas perfeitas.

Bolo dos noivos com framboesa

Sapatos de noiva rosa

Sapatos de noiva rosa

Bouquet de noiva em tons de vinho

De cima para baixo, bolo dos noivos em porções individuais, com bolacha de caramelo, mousse de caramelo e framboesas frescas, de Maja Chocolat; sapatos de noiva em camurça em tons de rosa e salto médio, na H&M, por 49,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus, de Ava Flora.

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

Susana Pinto

Casamento em Viana do Castelo: Sandie + Ricardo

Fechamos esta semana com assomos de primavera, com um casamento em Viana de Castelo, fotografado pela Diana Nobre e filmado pela equipa The Breeders.

É o mais bonito dos dias da Sandie + Ricardo, cuja cerimónia aconteceu no incrível Santuário de Santa Luzia, com todo aquele cenário épico e vista para o rio Lima e o mar, que tão bem conhecemos.

O resto é uma história de amor doce e um dia para lá de bonito, cheio de emoção e festa. Pelo meio, palavras sábias da Sandie e um vestido que é mesmo muito bonito e tão fresco!

Vamos a isto? Bom fim-de-semana!

 

CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
O Ricardo é uma caixinha de surpresas e consegue surpreender-me sempre. Organizou e planeou tudo ao pormenor: esperou pelo dia 12 de Outubro, quando eu ia completar trinta anos.
Esse dia,para além de ser o meu aniversário, ficou marcado como sendo o meu último jantar académico. Sempre fomos muito ligados à vida académica, mas a nossa vida estava prestes a mudar e os nossos planos levar-nos-iam para outro destino. Estava na hora de largar a cidade onde tudo começou.

Trajada, de capa traçada, fui chamada ao palco, à frente de tudo e de todos. Cantaram-me os parabéns, soprei as velas e… logo de seguida vejo o Ricardo a segura-me na mão. Olhou para mim, pronunciou algumas palavras, exibiu uma caixa e pediu-me em casamento. A emoção foi tanta que demorei até expressar o “Sim” mais certo a minha vida.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Falávamos sobre o assunto há algum tempo. Na altura, estávamos juntos há 8 anos e achámos que seria especial marcar a data do casamento quando estivéssemos prestes a festejar 10 anos de vida em comum. E assim foi! Tivémos um ano e meio para preparar, com calma, um dos dias mais felizes das nossas vidas.

 

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Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quisemos escolher o espaço e a igreja rapidamente. Somos pessoas muito decididas e fomos visitar apenas um espaço. Era um espaço que eu já conhecia e, assim que entrámos, não tivemos dúvidas de que era ali que iríamos viver um marco. Para a igreja foi, precisamente, a mesma coisa. Sempre idealizei o Santuário de Santa Luzia, posicionado no cimo do monte, com vista panorâmica sobre Viana e o mar. É lindíssimo e único.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Completamente fiel! O resultado final reflectiu totalmente a nossa personalidade.
Tomámos decisões a dois, sempre. Sabíamos perfeitamente o que queríamos: um ambiente elegante e sofisticado mas que, ao mesmo tempo, fosse simples. Queríamos que todos os pormenores e decisões tomadas retractassem, de alguma forma, a nossa personalidade.

 

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O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Ao longo de toda a organização tivemos sempre o cuidado de pensar no bem-estar dos nossos convidados. Fazia sentido, para nós, que as pessoas se sentissem confortáveis e felizes nesse dia. Articulámos tudo dessa forma, mesmo os alojamentos, de modo a simplificar a deslocação de todos. Enquanto noivos, era fundamental que nos sentíssemos confortáveis e elegantes. Tínhamos de nos sentir bem e sem limitações.

Não demos muita importância ao momento de atirar o bouquet! Optámos pelo formato tradicional.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
A igreja e o local da festa. O vestido e o fato. A decoração e o ramo. Tivemos ano e meio para pensar naquilo que não queríamos e quando chegou a hora de escolher… foi tudo muito fácil. Somos organizados e decididos.

Por outro lado, levei imenso tempo a encontrar as sandálias que idealizei! Sabia, exactamente, o que queria e, por vezes, isso pode dificultar-nos a tarefa. No meio de tanta procura e persistência consegui. Consegui as sandálias de sonho. Foi a única loucura que cometi, no meio de tantas escolhas, confesso.
O plano de mesa, também, não foi assim tão complexo! Requer alguma atenção mas foi simples de se fazer. No entanto, a gestão da lista dos convidados é bem mais complicada. É muito mais difícil priorizar e perceber quem é realmente essencial!

 

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Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A igreja. É impressionante a emoção que sentimos quando entramos na igreja. Ali estavam todos os que nos são queridos. Muitos viajaram horas para poderem estar presentes. O amor e estima que sentimos são imensos. Mas o momento em que nos olhamos, no altar, é o pico. Não há nada igual. É mágico e único.

 

E o pico de diversão?
Sem dúvida, a festa. A música e o ambiente festivo que todos proporcionaram. Nunca largámos a pista. Foram horas a dançar, a rir, a abraçar, a chorar e a brindar. Houve vários momentos surpresas, tal como a venda da liga (uma tradição que vem da família e do país onde nasci), o vídeo surpresa e um pedido de casamento! É verdade… se tinha de acontecer, tinha de ser no nosso casamento!

 

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Um pormenor especial…
Foram vários mas, o facto de ter sido penteada pela minha mãe no dia do meu casamento, foi muito especial. Penteou imensas noivas mas, nesse dia, estava a pentear a filha. Foi um momento só nosso.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Mudávamos. Lamentámos a atitude de um dos nossos fornecedores, num dia tão importante para nós. Tivemos de lidar com uma situação muito complicada e difícil de gerir emocionalmente. Mas… após algumas lágrimas e reconforto, por parte de alguns amigos, continuámos a festa!
Apesar de tudo, no que diz respeito ao resultado final, não temos nada a apontar.

 

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Algumas words of advice para as próximas noivas…
Keep it simple and keep calm… Sejam fiéis a vocês. Façam as vossas escolhas consoante o que idealizaram. É um dia que não se volta a repetir. No dia, deixem os pormenores de fora porque ninguém vai reparar neles, a não ser vocês. Aproveitem, ao máximo, a presença de todos. O dia é vosso!
A escolha dos fornecedores é muito, muito importante. Esclareçam tudo e tenham tudo muito bem definido e escrito, de forma a salvaguardarem-se em situações complexas.

 

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Os fornecedores envolvidos:

 

convites, materiais gráficos e lembranças para os convidados: DialReset;

espaço para casamento e decoração: Quinta Santo André:

catering e bolo dos noivos: Banquetes António Duarte;

fato do noivo e acessórios: Kapital (Homem);

vestido de noiva e sapatos: vestido Noiva Lusa e sapatos Guess;

maquilhagem: Márcia Dinora Makeup;

cabelos: Bia Cabeleireiras;

bouquet: Florista Bibela;

fotografia: Diana Nobre;

vídeo: The Breeders;

luzes, som e Dj: NR85-Wedding&Events.