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Marta Ramos

O calendário 2018 do Simplesmente Branco já chegou

Quem nos acompanha há mais tempo já sabe é depois do Natal e das celebrações de Ano Novo que nós temos um presente para oferecer. E cá está ele: o calendário 2018 do Simplesmente Branco já chegou e, como sempre, temos 25 exemplares para vos enviar por correio.

Mas antes disso, vamos aos créditos: todos os anos desenvolvemos uma versão fresquinha do nosso calendário, com a colaboração de um designer convidado. A edição 2018 é assinada pela Joana Duarte, da Molde Design Weddings e está perfeita!

Gostamos de trabalhar de mãos dadas, assim como gostamos de calendários bem desenhados e impressos com rigor. São assim uma espécie de bússola para nos orientarmos ao longo do ano – e com a vantagem de nos obrigar a tirar os olhos de todos os ecrãs que nos rodeiam.

Ora bem, deixo-vos então apreciar este belo objecto mais uns instantes – de seguida já vos explico como é que podem receber um.

 

Calendário 2018 Simplesmente Branco

 

As primeiras 25 pessoas que deixarem um comentário neste post receberão um dos nossos calendários 2018 em casa. Só terão que cumprir alguns requisitos: serem seguidores da conta do Simplesmente Branco no Instagram e escreverem no comentário o vosso nome de utilizador do Instagram e o vosso email. Não se preocupem que estes comentários não vão ficar visíveis para os leitores do SB; apenas nós teremos acesso a esses dados. À medida que formos confirmando os felizes contemplados, vamos avisando cada um pelo email que nos indicarem.

Estamos combinados? Então, até já.

Susana Pinto

Tchim tchim!

Fechamos um ano em que fizémos muita coisa (novíssimos Simplesmente Branco e We are The Destination), mas que senti carregado de uma indiferença generalizada e transversal. Foi, em muitos sentidos, um ano esquisito, neutro, bege, sem grandes ligações ou emoções. Demasiado digital e pouco pessoal? Excesso de story telling e falta de life living? Certamente.

Nos últimos momentos do dia, façamos uma pausa para pensar, olhar para trás, ver o caminho feito e antever o caminho por fazer. Agradecer a quem nos fez companhia, relativizar o que não nos levou a lado nenhum. Um curto balanço, focado.

E a seguir, às doze badaladas, brindemos!

Olhos nos olhos, copo de espumante na mão, abraços apertados, beijos apaixonados, presentes no momento.

Bem-vindo, 2108!

 

 

Imagem via Design Love Fest.

Susana Pinto

Boas festas!

Fechamos hoje a porta devagarinho e vamos sossegar: beber um chá com os amigos, embrulhar os últimos presentes, preparar um suculento jantar e pôr uma bonita mesa, porque estes são dias de festa e de foco no amor e nos laços que no unem.

Regressamos em vésperas de 2018, com os nossos habituais desejos de ano novo, para os partilhar convosco.

Até já.

Boas festas!

 

Marta Ramos

Pacotinhos de histórias felizes

A Margarida entrou na igreja e «lá estava o Joaquim, lindo de morrer! Só me apetecia chegar ao altar o mais rapidamente possível e abraçá-lo!» O João pediu a Filipa em casamento num Starbucks:  «Eram dois cappuccinos, mas um deles trazia lá dentro apenas o anel e na parte de fora o pedido de casamento.» Já o Filipe pediu a mão da Rubina «em pleno deserto da Namíbia, num sítio lindíssimo chamado Dead Vlei». A Maria Edite e o Ricardo tiveram a sorte de escolher o mês de Março para casar: «Tudo se faz com mais calma, os fornecedores têm todo o tempo do mundo para nós, pois a azáfama dos casamentos começa nos meses seguintes.»

E a vossa história, qual será?

Esperamos vir um dia a contá-la. Entretanto, contamos-vos histórias felizes todos os dias, e de duas em duas semanas enviamos-vos um pacotinho cheio delas por email. Isso, claro, se subscreverem a nossa newsletter. Se ainda não o fizeram, é isto que andam a perder:

 

Newsletter Simplesmente Branco

 

Demorem-se pelos casamentos fresquinhos que temos publicado, acompanhem as novidades em vestidos de noiva e juntem-se connosco à conversa com os nossos fornecedores seleccionados – os vossos melhores aliados para conseguirem o casamento com que sempre sonharam.
E o que será um casamento de sonho? Quais serão as melhores escolhas? A nossa editora executiva, Susana Esteves Pinto, debruçou-se sobre o assunto e tem algumas reflexões para partilhar convosco. Porque saber é poder, aconselho-vos vivamente a ler!

 

Newsletter Simplesmente Branco

 

A terminar, convidamos-vos a dançar a valsa. Se ainda não deram com a nossa conta no Spotify, que já tem algumas playlists de fornecedores seleccionados SB da especialidade, esta é uma boa porta de entrada: conheçam a playlist ‘A menina valsa?’, criada pela Marta, que reúne uma hora de canções alternativas para uma primeira dança (ou muitas) em grande estilo!
O vestido de noiva é o grande protagonista desta newsletter: dedicámos um dos nossos artigos de wise words à tarefa da escolha do vestido ideal, e o resultado é um guia detalhado e muito útil, que vos ajudará certamente, costurado com a preciosa colaboração da Sara Silva, da Vestidus.
Por falar em guias: já planearam a vossa lua-de-mel? Nós e a I Go Travel temos o roadmap detalhado para que cheguem lá sem sobressaltos!

 

Newsletter Simplesmente Branco

 

Uma das nossas missões é descobrir coisas bonitas e bem feitas; outra, é partilhá-las convosco! Subscrevam a newsletter mais feliz do pedaço e recebam novidades fresquinhas, as melhores inspirações, boas ideias e conselhos verdadeiramente úteis. Tudo para que consigam organizar o casamento dos vossos sonhos, de forma tranquila e bem disposta.

Susana Pinto

Ready, set, go: o início da época de casamentos 2018

Setembro é o mês de pico a cada época de casamentos. Os dias continuam longos e dourados, ainda há férias para desfrutar e para quem já regressou ao quotidiano, há uma leveza boa que persiste nestes primeiros dias.

Por cá, a nossa rotina é feita em contraciclo. Mais próxima dos noivos, às avessas dos fornecedores.

Enquanto os nossos parceiros estão na recta final a fintar o cansaço e em contagem decrescente da última mão-cheia de casamentos, Setembro é, para mim, o início do novo ciclo, de mais uma aventura, de mais uma viagem. Antecipamos as ideias que se irão destacar, as tendências “must have“, as cores Pantone (mas alguém liga mesmo a isto?). Abrimos uma nova agenda de contactos, anotamos os talentos que temos debaixo de olho e alinhamos de forma mais consistente as ideias e projectos que planeamos para o Simplesmente Branco, nesta próxima volta ao sol.

Mas Setembro é também um momento de reflexão sobre a época anterior: que temas se destacaram, o que intuímos que está em mudança ou precisa de ser amadurecido e discutido, em termos de mercado. Quem foram os noivos de 2017, o que procuravam, o que escolheram, o que os fez felizes, que informação circulou neste vai-e-vem de contactos, orçamentos, planos, contas, festas e uniões, entre sites, redes sociais, plataformas e imprensa tradicional?

Parar para pensar sobre tudo isto trouxe-me alguma inquietação: a desinformação é cada vez maior e o Simplesmente Branco terá mesmo que ter uma voz forte e activa (sempre teve, mas terá que falar um pouco mais alto). Assumimos esse papel com o entusiasmo e a seriedade que nos caracterizam.

Parece que estamos a andar para trás: click bait, notícias que não são notícia, títulos que desinformam, “best of” que juntam bom e mau na mesma lista, “eu li, por isso é verdade”, tudo isto tira discernimento e inteligência ao debate e este verão teve um episódio em que batemos, colectivamente, no fundo. Como classe profissional, como players e influenciadores, como consumidores, deixámos que esta mensagem passasse.

 

A revista Sábado contactou-me para opinar sobre casamentos low cost. Respondi, textualmente, isto:

“Não a posso ajudar – o termo low cost e casamentos não vão juntos, do nosso ponto de vista. É uma definição prejudicial para o mercado, que se quer sério, honesto e transparente, e desinforma o cliente, propagando uma ideia errada de que tudo é caro, sobre valorizado e que low cost é uma opção para gastar menos.

Não é. O bom caminho é gastar o que se tem, não mais. Se temos 5 mil euros, não fazemos planos como se tivéssemos 20 mil. E dentro desse número mágico que é o orçamento de cada casal, seja gordo ou frugal, fazer escolhas em conformidade. A poupança está em fazer boas escolhas, separar o essencial do acessório, não em comprar serviços baratos, de fraca qualidade.

Posso dar-lhe dois ou três exemplos rápidos – escolher flores da época e de produção nacional, ter apenas uma refeição (jantar) e um simpático cocktail de recepção, em vez de um almoço e um jantar e tudo o resto, ser criterioso com o número de convidados, comprar um bom fato, clássico e impecável, que será vestido muitas vezes e terá uma vida de pelo menos 5 a 10 anos, comprar uns sapatos que sigam o mesmo critério, procurar um vestido da colecção anterior ou até explorar as linhas de festa, que podem ser muito surpreendentes nos modelos e preços. Sempre sem comprometer a qualidade e o significado que o dia comporta.”

 

Disponibilizei-me para conversar com mais detalhe, a jornalista insistiu com o valor do orçamento: “o que deve fazer um casal quando tem pouco dinheiro para gastar, 1000 ou 3000 euros?“, juntou mais duas questões afins e perguntou se podia incluir as minhas respostas.

 

O resultado foi um artigo unilateral (a servir quem, exactamente?), que ignora o mercado e os seus profissionais, e dá voz de autoridade a escolhas muito particulares e pessoais. E aqui está o elefante na sala, a ideia profundamente errada que baralha toda a gente: casar custa uma fortuna.

Ora, para casar, são precisos, exactamente 220 euros, no mínimo, e 390 euros, no máximo, conforme as opções legais escolhidas. O resto? O resto é uma festa, apenas isso e é essa perspectiva sob a qual deve ser olhada e debatida.

A mensagem que passou, é que todo este mercado é um absurdo e que contratar um fotógrafo amador no Facebook e comprar um vestido numa loja chinesa são o caminho certo para domar o orçamento. Pois não é – isso é uma visão miserabilista de um dia memorável. Todos, noivos, família, amigos, profissionais, merecem melhor.

Nenhuma das minhas respostas integrou o artigo da Sábado.

 

 

Queridas noivas e caríssimos fornecedores, o meu melhor conselho é o mais simples de todos: saber é poder. A informação é o bem mais valioso, certifiquem-se de que estão bem informados, façam o vosso trabalho de casa com critério e discernimento. Perguntem, respondam. Sejam o vosso melhor, sempre que possível – sejam os melhores clientes para os vossos fornecedores, sejam os melhores profissionais para os vossos noivos. Parem para reflectir, não se deixem engolir pelo furacão das opiniões, pressões e aparências. Virem as costas ao absurdo, abracem o bom senso.

 

As melhores escolhas são as que são positivas para todas as partes envolvidas.

Elevem a fasquia.

Não percam o foco no que é importante.

 

Época de casamentos 2018: ready, set, go!

 

 

Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, escrevo sobre assuntos que me fazem pensar, num artigo de opinião a que chamo O fio da meada.

Querem discuti-los comigo? Seria um prazer! Acompanhem-me aqui.

 

 

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Susana Pinto

Desacelerar: o caminho para a felicidade

Esta é a semana em que fechamos a porta devagarinho, trabalhamos o dobro para vos entreter em modo leve e inspirado durante o mês de Agosto, e nos preparamos para o merecido descanso. Vamos a banhos!

Desacelerar é um assunto. É um bem precioso, que nos permite regressar, seja de onde for que tenhamos parado, com uma frescura de ideias, passo leve e entusiasmo. Vale para o nosso quotidiano de trabalho, onde procuramos trazer-vos sempre novidades valiosas e informação acertada, e sentimos o desgaste; e vale de igual forma para cada par de noivos que nos lê.

O caminho até ao mais bonito dos dias é feito de tensões, decisões complexas com custos elevados, vontade de agradar a todos e um esforço imenso para não perder o leme e a própria visão do que se quer. Há discussões, há dúvidas a mais, há cansaço que se soma aos nervos e esse  não é o mind set com que queremos entrar na semana que antecede o casamento.

A minha forma de ultrapassar esta montanha de emoções e cansaço é desacelerar.

Parar, respirar fundo, desligar e sair do momento. Menos estímulos exteriores, mais paz de espírito interior. Menos ruído, mais sossego. Trocado por miúdos, é tomar a rédea ao tempo e re-alinhar as prioridades, de forma consciente – não apenas o que é mais importante de forma genérica, mas o que é mais importante para nós, neste momento, que nos vai permitir chegar ao destino que queremos.

Os dias que antecedem o vosso casamento serão sempre intensos, esse é o cenário natural. Entre os preparativos profissionais que antecipam a vossa ausência por umas semanas (certamente semelhantes aos nossos!), as últimas corridas, recolhas, compras, pequenas decisões e pontas para rematar, assegurem-se de que guardam tempo para os dois, a dois (façam-no também durante o caminho até aqui, namorem muito e relembrem-se, várias vezes, do que vos trouxe até este dia). Vão ao cinema, vão à praia, durmam até tarde, marquem uma massagem, recuperem alguma rotina pré-casamento (já nem se devem lembrar de como era…!) ou vão, simplesmente, aparvalhar com os amigos, sem tocar no assunto casamento. Vale tudo o que vos faça encher o peito de ar e rir livremente, dar abraços e beijos e sorrir generosamente.

 

 

 

 

No dia, acordem devagar e tomem, juntos (porque é tão doce…) ou separados (porque a antecipação pode ser deliciosa), um maravilhoso pequeno-almoço – será, ainda mais que o habitual, a refeição mais importante do dia: completo, guloso e saudável, vai ser o vosso combustível.

Cerquem-se das vossas pessoas queridas e especiais (e possuidoras de uma tranquilidade contagiante!), nomeiem um braço direito/mestre de cerimónias e passem-lhe todas as informações fundamentais, será o “frente de casa”, a pessoa que resolve tudo, sabe tudo e antecipa tudo, para que não vos chovam perguntas a cada três minutos e consigam, tranquilamente, in the moment e envoltos numa bolha de amor e conforto, preparar-se. Reservem uns minutos rápidos para um first look: avisem apenas o vosso cúmplice que sabe de tudo e o vosso fotógrafo, e fujam por uns instantes para este momento que é só vosso. A carga emocional é electrizante e as imagens que vão guardar deste encontro fugaz serão as mais incríveis.

Et voilá, estes são os nossos conselhos para abrandar e entrar na zona. Para absorver a onda de amor. Para guardar, de forma palpável, todos os momentos mágicos que enchem o dia. Para celebrar o caminho feito. Para dar início à próxima viagem.

Vou pegar nos livros volumosos que me piscam o olho todos os dias, pacientemente, à minha espera e no meu querido rapaz, e vamos espreguiçar a mente e o corpo, com vista para o mar. Desacelerar é o caminho para a felicidade!

 

Imagens via Jessica Comingore; The home made haus; Sunday Suppers.

 

Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, escrevo sobre assuntos que me fazem pensar, num artigo de opinião a que chamo O fio da meada.

Querem discuti-los comigo? Seria um prazer! Acompanhem-me aqui.

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Susana Pinto

Do SB com amor: 1% do vosso orçamento

O mais bonito dos dias é, na sua essência, a união e partilha do amor.

O formato que toma, seja uma festaça para 200 ou espumante e bolo para 10, acaba por ser um detalhe na grande ordem das coisas. Como dizemos sempre por aqui, o fundamental é que seja à vossa medida, a vossa cara, o vosso reflexo.

Depois do “sim!” emocionado e muito feliz, depois das borboletas na barriga só a dois, depois de contada a novidade e depois de marcada a data, começa esta viagem longa, tensa, divertida também, e muito desafiante. Toda a gente à vossa volta terá uma opinião, uma ideia genial, um direito devido, uma sugestão irrecusável.  Saber gerir estas forças que puxam para direcções que são diferentes entre si e que são diferentes da vossa, de forma delicada mas também assertiva, é um processo e uma aprendizagem, feita de ponderações várias, cedências com importâncias relativas (menos para um dos lados, muito mais para o outro) e firmeza no essencial e inquestionável.

Diria mesmo que, juntamente com a gestão totalmente cerebral do orçamento (a única forma de o fazer!), são os faróis para navegar durante meses, entre decisões complexas e valores elevados, em direcção a um dia muito feliz e leve: o melhor dia da vossa vida.

 

Porque sentimos que também nós fazemos parte do vosso círculo de amigos próximos, é claro que também temos uma opinião, e também temos uma ideia, e também temos um conselho que achamos ser o melhor de todos!

 

Permitam-me a audácia de saber o que é melhor para vocês, porque juntamos razão e coração neste gesto e mensagem.

A ideia que quero partilhar convosco é simples, valiosa e com impacto, e resume-se a um número singular: 1%.

Tomem nota deste valor, que explico a seguir: 1% do vosso orçamento.

1% do vosso orçamento.

Gentileza é um dos nossos valores essenciais. É algo que pratico de forma discreta, em público e em privado, à minha maneira, pela minha cabeça, em sintonia com o meu coração. Estender a mão, de forma real ou em sentido figurado, quando alguém precisa (seja de uma informação ou de uma ajuda mais real e concreta), é um pouco como respirar, é um bem essencial e natural. Se o podemos fazer, parece-me sempre tonto não o fazermos, de facto.

Nesta remodelação imensa que o Simplesmente Branco atravessou, pusemos à vista esta nossa vontade: sermos gentis.

E fizémo-lo de forma estruturada e intencional, escolhendo um conjunto singelo de parceiros fazedores de imensa diferença no quotidiano de quem está menos bem. Se passamos os dias a celebrar a felicidade alheia, vamos alocar uma pequena parte dessa festa a um objectivo igualmente especial, não?

A nossa resposta é: claro que sim! E assim chegamos ao número mágico lá de cima…

Considerem doar 1% do vosso orçamento a uma instituição à vossa escolha (é isso mesmo, unzinho!), como substituto das lembranças para os convidados.

É uma ideia genial, acreditem! Acabam com a pegada ecológica, facilitam alguma logística, ajudam quem precisa, à medida da vossa generosidade, sensibilizam os vossos convidados e amigos e podem, com isso, gerar  toda uma cadeia de partilha de conhecimento e valor para com a instituição que escolheram, de forma pública, informada e, com uma dose de optimismo, viral (e que bonito que isso pode ser…!).

As que sugerimos na nossa lista, partem de escolhas pessoais, minhas e da Marta: porque conhecemos pessoas envolvidas de ambos os lados (quem lá trabalha e quem foi ajudado), e por contactos profissionais que vamos tendo – todos estes projectos são valiosos e muito importantes nas comunidades que servem, e revemo-nos neles. Já o dissemos – é a nossa parte favorita do novo Simplesmente Branco.

 

Nenhum é a vossa cara ou causa? Não há problema, façam a vossa ligação directa e mantenham a nossa ideia de génio (Simplesmente Branco knows best, party people!) em mente: 1% do vosso orçamento. Têm amigos que vão casar? Pois opinem sobre as lembranças, com um tom sábio e bem humorado: vão convencê-los de certeza, porque as boas ideias  são luminosas e as ideias bonitas são irresistíveis!

 

1% do vosso orçamento, singelo ou generoso. É só isto.

 

Lembranças para os convidados: 1% do vosso orçamento

 

 

Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, escrevo sobre assuntos que me fazem pensar, num artigo de opinião a que chamo O fio da meada.

Querem discuti-los comigo? Seria um prazer! Acompanhem-me aqui.

 

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