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Marta Ramos

Wise words: votos de casamento

Na semana passada, falei-vos sobre a tradição dos discursos de casamento e sobre como poderão acrescentar palavras bonitas e sentidas a um dia de tantas emoções, compondo momentos que ficarão registados para sempre em imagens e, garantidamente, nas vossas memórias, assim como nas de todos os vossos familiares e amigos.

Os discursos são, na verdade, mais a pensar nos outros – ou seja, servem para vocês darem as boas-vindas a todos os convidados e para algumas das pessoas mais importantes das vossas vidas poderem deixar o seu testemunho na vossa festa.

As nossas wise words de hoje também falam de palavras, mas desta vez o foco incide apenas sobre vocês os dois, o casal: o que têm a dizer um ao outro no dia do vosso casamento? Não percam a oportunidade de dizê-lo – através de votos de casamento.

Nos casamentos religiosos, os votos obedecem a uma estrutura fixa. Em Portugal, os votos de casamento escritos pelos noivos são mais comuns nas cerimónias civis, como uma forma de personalizar o acto e dar-lhe outro encanto. No entanto, nada vos impede de dizer os vossos votos pessoais caso optem por um casamento religioso. Antes de mais nada, coloquem a questão junto do padre ou ministro da vossa igreja ou comunidade religiosa, de modo a averiguar se existe alguma possibilidade de incorporarem os vossos textos na cerimónia. Caso isso não seja possível, criem o vosso próprio momento especial na altura do dia que vos parecer mais adequada. Por exemplo, caso estejam a planear incluir discursos na vossa festa, os votos poderão ser o culminar dos discursos, o momento alto das emoções, antes de um brinde (com a abertura do bolo, porque não) e celebrado em grande estilo logo a seguir, na pista de dança.

São mais cantores do que oradores? Então cantem os vossos votos: poderão escolher uma música que vos seja particularmente agradável e substituir a letra por palavras vossas; ou então, havendo talento para tanto, compor a música de raiz. Se precisarem de ajuda, falem com a Caramelo!

Independentemente da forma, nos votos de casamento é o conteúdo que conta. Não há fórmulas mágicas para esta coisa das palavras de amor, como vocês bem sabem: é abrir o coração e deixá-lo falar por vocês. Pode haver, no entanto, uma certa metodologia que vos ajude a arrancar e a não entrar em pânico com a página em branco:

. Imaginem que estão a escrever uma carta de amor à vossa cara-metade, em que lhe transmitem como se sentem com a aproximação do grande dia e aquilo que mais desejam para a vossa vida a dois.

. Comecem por responder a meia-dúzia de perguntas, que reunirão material mais do que suficiente para descolar: ‘o que é que eu senti quando te conheci’, ‘quando é que eu soube que era amor’, ‘quais são as tuas características que me fazem querer ter-te ao meu lado para sempre’, ‘o que é que mudaste em mim’, ‘o que quero fazer por ti’, ‘como nos imagino daqui a dez anos’… Esta amostra dará um bom ponto de partida.

. Usem auxiliares: ouvir as vossas músicas, rever as vossas fotografias e relembrar alguns dos presentes que já trocaram, por exemplo, trará as emoções à superfície.

. Não tenham receio de pedir palavras emprestadas àquela canção especial, ao livro que não esquecem ou ao filme que parecia estar a contar a vossa história. Vale tudo, desde que seja de coração!

. Por fim, treinem a leitura. Há palavras e construções frásicas que resultam muito bem no papel mas que depois se atrapalham na oralidade. Simplifiquem e clarifiquem. E pronto!

Para terminar, deixo-vos o vídeo do casamento da Marta e do Luís, os fotógrafos da Lounge, que retrata bem a emoção e o brilho dos votos de casamento. Espero que seja uma boa fonte de inspiração! Vejam, respirem fundo, e ponham mãos à obra.

Boa escrita!

 

 

vídeo: Henrique Cepeda

Marta Ramos

Wise words: organizar os discursos de casamento

A tradição dos discursos de casamento é muito mais acentuada nos países anglo-saxónicos do que entre nós, mas como é precisamente desses países que vem muita da inspiração que todos nós consultamos na hora de organizar o casamento, também este hábito tem vindo a tornar-se cada vez mais comum por cá. Eu sou particularmente apreciadora de discursos e de votos de casamento. Ao contrário de outros hábitos que dispensaria de boa vontade, pormenores meramente folclóricos, por exemplo, acrescentar palavras bem medidas e anda mais bem sentidas num dia de tantas emoções parece-me uma combinação extremamente feliz.

Assim sendo, recomendo que considerem introduzir discursos de casamento no vosso grande dia – é sobre eles que falam as nossas wise words de hoje. Brevemente o assunto será os votos de casamento, outro dos meus temas preferidos.

Reconhecendo que existe uma tradição e um figurino no que respeita aos discursos, irei abordá-los, mas, como em tantos outros aspectos da organização do vosso casamento, a palavra de ordem é «vosso». Adaptem, moldem, ajustem à vossa vontade e à vossa realidade. O que importa verdadeiramente é que possam todos ouvir as palavras de algumas das pessoas mais importantes para o casal, momentos que ficarão registadas para sempre em fotografias e vídeo. Garantidamente alguns dos minutos mais preciosos que ficarão para sempre nas vossas memórias, assim como nas de todos os presentes.

Convencionalmente, os principais oradores são o padrinho do noivo e a madrinha da noiva, os pais dos noivos e, claro, o próprio casal. Agora, estamos a falar do padrão. Os discursos decorrem pelo final da refeição, momento propenso a brindes, e quem abre o palco, digamos assim, é o anfitrião. Lá está, tradicionalmente este papel cabe aos pais da noiva, mas se são vocês os responsáveis máximos pela festa, então deverão ser vocês os primeiros a falar. A ideia é celebrar a união das duas famílias, agradecer a presença dos convidados e dizer algumas palavras simpáticas sobre os recém-casados. Passa a palavra para o padrinho do noivo, seguido da madrinha da noiva e, a finalizar, fala o noivo (ou ambos). Padrinhos e madrinhas contam, normalmente, histórias divertidas sobre o casal, rematando com algum sentimentalismo. E a vocês cabe-vos fechar o microfone com agradecimentos generalizados, algumas respostas aos desafios deixados nos discursos anteriores, e palavras doces para a vossa cara-metade. Podem finalizar com o convite para o corte do bolo, por exemplo.

Este é o croquis de base. A partir daqui, risquem e reescrevam o que for necessário para terem um plano que seja a vossa cara. Se precisarem de ajuda, qualquer wedding planner experiente saberá como vos organizar este momento tão sensível e tão bonito.

 

 

 

 

Algumas regras para que tudo corra sobre rodas:

. Convidem as pessoas que gostariam que discursassem no vosso casamento com muita antecedência, isso dar-lhes-á tempo de sobra para se prepararem, para vencerem alguma resistência inicial, para comporem o seu texto e para praticarem, caso sintam necessidade.

. A quem tiver muita dificuldade em falar em público, sugiram a leitura de um texto pré-escrito (pode até ser uma peça literária); ou, no limite, façam-lhe a gentileza de dispensar os seus serviços e peçam-lhe que recomende outro orador para falar no seu lugar.

. Organizem bem a sequência dos discursos e informem cada interveniente acerca dessa mesma sequência: quando falarão, quem falará antes e depois, durante quanto tempo deverão discursar.

. Informem previamente os vossos fotógrafos e videógrafos do quando e do quem, para que estejam a postos.

. Estabeleçam um limite: não é à toa que uma canção ronda os três minutos de duração. Entre três e cinco minutos deverá ser o tempo ocupado por cada discurso ou brinde. Não tenham receio de deixar isso bem claro, para que não haja grandes desequilíbrios entre os diversos intervenientes e também para que toda a gente consiga manter a atenção do público do início ao fim.

. Façam a ponte entre os vários intervenientes, de modo a que possam trocar impressões entre si: por exemplo, para acertarem o tom de cada discurso, para confirmar se não irão repetir histórias, para esclarecer o que é que pode e deve ser mencionado e o que é que deve ficar de fora.

. Nomeiem alguém da vossa inteira confiança para articular tudo isto no dia: um padrinho ou uma madrinha, a pessoa que vos pareça mais indicada para ir regendo a orquestra e para garantir que tudo acontece nos timmings previstos.

. Last but not least… tenham lencinhos à disposição, porque há sempre quem não aguente as lágrimas nestes momentos.

Tchim tchim!

Fotos: Menino conhece menina

Marta Ramos

Wise words: decoração do casamento DIY

Na semana passada, dedicámos as nossas  wise words às vantagens de contratar um decorador para o casamento. Mas sabemos que, com tanta informação disponível hoje em dia, com tanta inspiração fantástica e tanta gente competente a partilhar o seu conhecimento, é natural que muitos de vocês já tenham ideias muito precisas acerca do ambiente que pretendem para o vosso casamento e se sintam com vontade de criar o cenário desejado pelas vossas próprias mãos.
Assim sendo, as nossas wise words de hoje falam a todos os que estejam a contemplar a decoração do casamento DIY.

Antes de mais nada, vamos a contas: calculem detalhadamente o dinheiro e ao tempo (vosso e dos vossos ajudantes) que irão gastar (atenção às parcelas invisíveis, como gasolina, deslocações, compras avulso, etc.), pois a decisão de assumir a decoração do vosso casamento poderá não resultar na poupança que imaginaram. Se, à parte disso, querem mesmo fazê-lo por questões de personalidade e gosto, estas são algumas das sugestões que achamos importante partilhar.
Considerem bem os timmings e as tarefas necessárias. Para além do vosso tempo livre, a maior parte delas terá de acontecer na véspera e no próprio dia (montagem e desmontagem), que são os dias mais intensos e ocupados. Certifiquem-se de que os ajudantes estão disponíveis e devidamente informados. Deleguem e confiem, preparem-se bem e não deixem nada ao sabor do improviso, que o tempo será sempre curto e o factor stresse estará, mesmo para os mais optimistas, inevitavelmente presente. É aqui que a falta de experiência poderá pesar mais.
Se optaram por comprar jarras, jarrinhas, copos, velas, molduras, têxteis e um sem fim de acessórios e miudezas, pensem antecipadamente no que irão fazer a todo o material posteriormente. Uma boa solução para que esta questão nem se ponha, é o aluguer. Façam a vossa pesquisa com tempo e poderão ter boas surpresas.
Escolham flores da época e nacionais, mais acessíveis e resistentes, e deleguem a tarefa na amiga com mais jeito e tempo para ensaiar. Fazer um arranjo bonito requer mais talento e paciência do que parece; fazer vinte na véspera do casamento e transportá-los e montá-los no dia seguinte é só para quem tem nervos de aço, capacidade de organização e gestão de tempo, e bons ajudantes!

Podem comprar as flores nos grandes distribuidores e produtores, por grosso, reservando um dia ou dois para as limpar e preparar, acomodando-as sempre em local fresco e escuro: se casam num sábado, encomendem-nas numa terça-feira e vão buscá-las na quinta-feira. A probabilidade de haver surpresas é grande quando são encomendas de espécies que vêm de fora; por isso, joguem pelo seguro, sem grandes invenções, e apostem no que é nacional e robusto.
Depois de feitos os arranjos, não se esqueçam de acomodar devidamente o seu transporte dos arranjos: pouca água – preenchem com mais já no local -, tudo colocado em caixas, bem travado, e uma condução delicada. Em alternativa, podem levar a matéria-prima para o local e contar com tempo para fazer lá os arranjos. Muito tempo, para evitar dissabores.

Conselho final, sempre válido em todas as situações desta grande aventura que é organizar o vosso casamento: cuidem bem da relação com a equipa que vos receberá no espaço em que irá decorrer a vossa festa. Apresentem todas as pessoas envolvidas (os vossos ajudantes e os responsáveis no local) e partilhem ideias e contactos, para que tudo corra sem solavancos – e, caso os haja, para que sejam resolvidos de modo ágil, simpático e com boa vontade. – Queres casar comigo?

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Agora que já estão a par deste lado mais operacional, vamos abraçar o processo criativo. Ferramentas: Pinterest, caderno de notas (ou ferramenta digital equivalente) e folha de orçamento (sempre!).
A inspiração é muita, há milhares de imagens disponíveis com cenários lindos de morrer, mesas fantásticas, bouquets de perder a cabeça, e é natural que passem por uma fase de indecisão, mesmo que já tenham alinhavado generosamente as vossas pastas do Pinterest. Não se preocupem: haverá um fio condutor a emergir naturalmente: um conjunto de cores que é constante nas imagens seleccionadas, ideias e elementos decorativos que se repetem, flores e formas que estão sempre presentes. Escolher uma paleta de cores como base é um óptimo ponto de partida; definir um estilo que funcione com o espaço é outra parcela importante da equação.

A decoração tem o dom mágico de transformar um espaço sem interesse em particular num local acolhedor e bonito, preparando-o para ser o cenário perfeito do vosso casamento, presente em todas as imagens registadas ao longo do dia. Às vezes é preciso um grande investimento, mas muitas vezes nem por isso, apenas olho clínico para definir os pontos que farão a diferença.
Peguem nas vossas notas e revejam os pontos fortes e fracos do espaço escolhido. Com isto em mente, acertem um estilo e definam o ambiente que querem ter, a tal paleta de cores, o tipo de iluminação e os detalhes, incluindo o design floral. Se há uma regra a respeitar, é esta: espaço e ambientem devem estar em sintonia. Se escolheram um sítio com cariz histórico, dificilmente funcionará com uma decoração contemporânea ou demasiado descontraída: façam escolhas simples e elegantes, tirem partido da grandiosidade e história do local. Para amaciar o ambiente austero, a solução é uma decoração floral à séria, elegante, sofisticada: brancos e pastéis, ou apenas uma cor, e, para um toque romântico,  muitas e muitas velas (nada de luzes frias e gerais).
Se optaram por um espaço sem características que saltem à vista, direccionem a atenção para as mesas. Cor e um ambiente caloroso são as palavras de ordem, com flores de cores fortes e detalhes bonitos. Para tornar a sala mais interessante, trabalhem a entrada com arranjos florais, escolham um ou dois recantos, adicionem uns sofás, flores de dimensões generosas e velas de tamanho XL. A transformação será enorme!
Se houver espaço no orçamento, peçam copos coloridos (para dar um ar da sua graça à loiça básica que compõem o serviço).
Dispensem luzes fortes e mesas de acrílico, não são estes elementos que irão acrescentar valor a este tipo de espaço, apenas acentuar os defeitos e adicionar alguma frieza: aqui a regra é tornar o ambiente caloroso através da cor e limar as arestas com cantinhos simpáticos.

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Romã Eventos - organização de casamentos

 

Vão casar ao ar livre? Que bom e que desafio! Terão certamente espaço com fartura e muitas dúvidas acerca de por onde começar. Uma regra básica é orientar as mesas para uma zona pouco ventosa e com sombra. Para o catering, é importante que estejam perto da casa principal; e, com isto em mente, é só desenhar o resto do plano. Se possível e se têm arvoredo em quantidade razoável, dispensem a tenda e apostem em toldos ou velas penduradas entre as árvores, é suficiente para criar zonas de sombra. Se optaram por jantar, deixaram de ter um problema! Troquem as mesas redondas por quadradas ou rectangulares, corridas (ou ambas), e toalhas simples de algodão – se os tampos estiverem em condições e forem bonitinhos, um runner de linho ou papel será suficiente. Juntem loiça branca ou desemparelhada, idem para os copos, somem arranjos florais com uma bonita mistura, descomplicada e harmoniosa, e terão um resultado boémio e chique.
Não se esqueçam da sinalética útil e bem desenhada e de um quadro de distribuição de lugares, ementa e programa da festa verdadeiramente bonitos, que ajudam a criar e completar o ambiente. Apliquem a mesma fórmula às mesas de buffet: cavaletes e tampos, um arranjo floral campestre de dimensões generosas e umas lanternas grandes farão o feito.
Preparem uma sala de estar ao ar livre, para que os vossos convidados desfrutem verdadeiramente do campo e do ambiente romântico que se instala ao pôr-do-sol: sofás confortáveis, movéis de rattan ou colchões com pés (ou sobre paletes), com tecidos bonitos; não se esqueçam de mesinhas de apoio, uns leques para o calor, chapéus para quem veio desprevenido (e protector solar disponível na casa de banho), cinzeiros e mantinhas leves para a noite, assim como alguns repelentes de mosquitos, orgânicos e de cheiro aceitável. Para rematar, luzinhas de feira ou de natal e uma pista de dança feita com mosaico de madeira, comprado, em peças de 1m2, nas lojas de bricolage: evita a poeira, o desgaste do relvado e o desalinho do terreno.

E pronto: que comece a festa! Certamente que não cobrimos aqui todas as variantes possíveis de uma decoração DIY – mas partam deste esquema e acrescentem-lhe os vossos toques. É importante haver uma boa base de planeamento para que possam ver tudo no papel antes de meterem mãos à obra – provavelmente, irão cortar coisas redundantes nesta fase. Fundamental, nunca será demais repetir, é ter sempre o orçamento actualizado ao cêntimo. E, claro, divertirem-se muito no processo!

 

 

Fotos: Romã Eventos

Marta Ramos

Wise words: contratar um decorador para o casamento

Com tanta informação disponível hoje em dia, com tanta inspiração fantástica e tanta gente competente disponível para partilhar o seu conhecimento, é natural que muitos de vocês já tenham ideias muito precisas acerca do ambiente que pretendem para o vosso casamento e se sintam com vontade de assumir a decoração vocês mesmos. Falaremos mais sobre isso em breve.
As nossas wise words de hoje pretendem salientar as vantagens de contratar um decorador para o casamento. Podem aplicar-se a vocês, que têm essas ideias muito precisas e vontade de pô-las em prática, mas reconhecem que não conseguem fazer tudo e preferem delegar; podem aplicar-se a quem esteja completamente perdido; e podem aplicar-se a quem saiba aquilo de que gosta mas não seja capaz de fazê-lo acontecer.

Quando se contrata um profissional, não é apenas o serviço de execução e a logística, são ideias, conceitos e criatividade, é experiência e conhecimento, capacidade de execução e de vos levar do ponto A (um espaço “qualquer”) ao ponto B (um dia mágico), de modo feliz e eficaz: a decoração está presente em todos os detalhes e cenários, confere ambiente e deixa toda a gente feliz (incluindo o fotógrafo!). – Queres casar comigo?

Então, por onde começar? Avaliar o portefólio e experiência do fornecedor são fundamentais, assim como o feedback de outros clientes. A capacidade de saber fazer e resolver representam o valor deste profissional e o seu custo; estes são factores de decisão mais importantes que um conjunto de imagens bonitas. A realidade no terreno é bem diferente de uma sessão fotográfica promocional onde há tempo para tudo, a luz é perfeita e o arranjo final (apenas um e não 20 ou 30) está ao serviço do enquadramento que se quer obter. Trabalhar a contra-relógio com imprevistos, pessoal pouco colaborativo, condições atmosféricas inesperadas e problemas afins é um cenário comum e só corre bem quando o fornecedor é valente e muito capaz.
Perante todas as imagens maravilhosas que vocês vão encontrando na Internet, mantenham os pés bem assentes na terra: não se esqueçam da vossa escala e realidade (número de mesas, pontos focais, outros detalhes e orçamento disponível) e inquiram sobre a viabilidade da vossa “decoração de sonho” e sobre o custo que isso poderá ter.

 

 

 

 

Como em todas as outras áreas, o nosso método recomendado para escolherem as pessoas que vão trabalhar convosco para concretizar o vosso casamento é o seguinte: seleccionem três fornecedores cujos portefólios vos tenha agradado particularmente e preparem um simpático email. Se possível, mencionem já o espaço escolhido, incluindo o endereço do site, para que o fornecedor se possa situar. Não receberão orçamentos na volta do correio – este é um assunto que precisa e merece uma conversa prévia (existem muitas variantes e um valor genérico pouco ou nada terá a ver com o orçamento final). Receberão, isso sim, um pedido de marcação de reunião. E não queiram saltar esta parte: «Hoje comunica-se demasiado através do email e de outras plataformas digitais. Por vezes contactam-me apenas para pedir um orçamento sem querer agendar uma reunião presencial», diz-nos Susana Abreu, da Inspirarte. «Na minha opinião, é uma forma bastante redutora de fazer uma triagem. Tem que haver empatia, tem que se “captar” a essência do projeto que está a ser proposto, tem que se gostar dos materiais que o profissional tem disponíveis… Acima de tudo, tem que se perceber o que é que realmente esse profissional poderá oferecer. E isso não se consegue por email.»
Façam o vosso trabalho de casa – os boards do Pinterest, as anotações e a folha de orçamento – e reúnam com os vossos profissionais preferidos, com tempo e disponibilidade. Conversem sobre a festa que esperam ter, o tipo de convidados (e as suas necessidades), o que é fundamental, o que é acessório e ideias que gostariam de pôr em prática, e deixem que o fornecedor inicie o seu processo criativo. Quer tenham uma visão bem definida ou uma ideia vaga, confiem no decorador. Não o considerem um mero executante, mas um criativo capaz, cujo objectivo é prestar-vos o melhor serviço possível. Se sentirem que há imposição de gostos ou modelos (novamente, a importância da empatia!), desistam e passem ao próximo contacto. É provável que não obtenham uma proposta completa e detalhada no fim deste primeiro encontro. Desenhar um projecto de decoração de raiz e orçamentá-lo é um processo criativo e aritmético, é necessário tempo para pensar, pesquisar e orçamentar, e esse investimento por parte do fornecedor espera um compromisso da parte do cliente; por isso, o mais natural é uma proposta simplificada e uma baliza de valores. Se estiver dentro do que têm em mente (ideias e custos), é sinal para avançar. Contactem os outros fornecedores não seleccionados e informem-nos da vossa decisão, libertando-lhes a data, previamente acautelada com o primeiro contacto.

Definida a escolha, é altura de combinar uma visita conjunta ao espaço onde decorrerá o vosso casamento (as deslocações do fornecedor deverão estar por vossa conta). Aproveitem a oportunidade para apresentar os diversos profissionais uns aos outros, avaliem as várias intervenções necessárias e estejam disponíveis para algumas sugestões. Desta visita sairão os dados que faltavam para um projecto e orçamento detalhados e é altura de assinar o contrato. Contem com uma adjudicação ou sinal (pelo menos 20%), que dá início ao processo de trabalho, e com possíveis alterações de última hora, desde que aconteçam com o vosso acordo. Deverá ser-vos também facultada uma lista de todo o material fornecido (do qual passam vocês a ser os responsáveis), que deverão partilhar com os profissionais do catering e do espaço, para que tudo retorne a quem de direito, e um valor de caução, para as peças que se extraviarem, que forem levadas por convidados mais entusiasmados ou simplesmente que se estraguem.
Atempadamente, peçam uma prova da mesa completa, se possível no local – é uma boa oportunidade de analisar a qualidade dos têxteis, o estado das cadeiras, a categoria da loiça. Para o restante ambiente, confiem no portefólio que viram, no feedback divulgado por anteriores clientes, nas conversas que tiveram e na empatia criada.

Ao fim de umas centenas de casamentos, o know how que tenho soluciona-me muitos problemas e dissipa muitas dúvidas e receios. Fazer os meus noivos entenderem que por vezes as ideias que têm em mente não resultam, e demonstrar-lhes isso, é dos desafios mais interessantes do meu trabalho. Digo-lhes sempre que quando procuram um verdadeiro profissional desta área têm de se sentir confiantes – porque 1) sabemos o que estamos a fazer e porque 2) mais do que ninguém, queremos que o resultado do nosso trabalho seja fantástico aos olhos de todos! – Susana Abreu, da Inspirarte

 

 

 

 

Terminamos com esta ressalva: um decorador não é um wedding planner. Não esperem dele competências organizacionais, de gestão de equipas, de resolução de problemas maiores ou que saiam do restrito âmbito da decoração. Se concluírem que vos faz falta esse apoio profissional, contratem-no. Há quem disponha de ambos os serviços e essa especificação deverá estar devidamente mencionada e contratualizada e terá o seu custo adicional.
No próprio dia, desfrutem. Haverá sempre alguma coisa que não ficou exactamente como se pensou, mas também algumas surpresas boas, cortesia de um bom profissional com brio no que faz, atento ao detalhe e especialista em criar cenários especiais para dias especiais.
 
Fotos: Inspirarte

Marta Ramos

Wise words: e se o tempo mudar de repente?

Estamos a dois dias do Verão e ainda há dois ou três dias parecia Inverno. Se há ano que nos põe a duvidar da estabilidade das estações, é este! O que levanta uma questão preocupante em relação ao vosso casamento: e se o tempo mudar de repente? Para ficarem descansados, falámos com Joana Coelho, da Quinta da Quintã, que tem conselhos muito valiosos para vos dar – até porque a Quinta da Quintã tem um “plano de chuva” para que nenhuma surpresa climatérica possa estragar o brilho do vosso dia!

Hoje em dia, e cada vez mais, é complicado prever em antecipação o tempo que se vai fazer sentir na data escolhida com tanta antecedência para um evento. Mesmo os meses que costumavam ser garantia de dias de sol e noites agradáveis, já não são de fiar. – Joana Coelho

«O meu primeiro conselho para os noivos é que, na procura do local para a recepção, ponderem esta questão e escolham com alguma cautela um espaço que ofereça alternativas convenientes para um serviço ‘dentro de portas’, caso seja necessário. Espaços cobertos distintos para os vários momentos da festa, em que os convidados se sintam confortáveis, possam circular e mudar de cenário ao longo do dia (ou da noite, se for o caso), com boas condições térmicas e em que o espírito da festa que idealizaram seja penalizado o mínimo possível caso não possam depender do exterior.»

Assegurado este ponto, e se a previsão meteorológica não for favorável, Joana Coelho recomenda que se desenhe um plano B nas reuniões de planeamento do evento – «o que chamamos na Quinta da Quintã de “plano de chuva”» – para todos os momentos originalmente idealizados no exterior. O facto de se definir este plano com antecedência, e de se comunicar o mesmo aos intervenientes no evento, vai reduzir a tensão no dia e vai permitir que tudo se desenrole com a fluidez desejada. No caso de haver alguns serviços extra contratados exclusivamente para o exterior (como é o caso de fogo de artifício, sparklers, etc.), também é conveniente confirmar com antecedência quais as condições que os respectivos fornecedores oferecem para se alterarem ou até cancelarem os planos feitos. Assim, garante-se que não haverá dissabores no dia em que tudo se quer perfeito

«No caso de haver crianças na vossa lista de convidados, estas não deverão ser esquecidas no planeamento do dia. Pode ser desafiante organizar jogos, brincadeiras e dinâmicas que não necessitem de tanto espaço quanto o que as crianças, quando estão todas juntas, exigem. A melhor forma será contratar animadores infantis que ajudem nesta tarefa e que os orientem ao longo do dia, e pensar num recanto giro para os acomodar. Para os mais pequeninos recomendo um berçário onde os pais possam refugiar-se de vez em quando ao longo da festa e que permita aos mais novos dormir uma sesta longe da confusão.»

Outro ponto que Joana Coelho considera muito importante, senão o mais importante, é a atitude dos próprios noivos, os anfitriões da festa: «É essencial que se mentalizem de que o tempo é um factor que ninguém pode controlar e que não permitam que isso vos arruíne o dia. Antes pelo contrário, devem abusar da criatividade e boa disposição e tentar usá-lo como um ponto charneira para redefinir a festa e torná-la – porque não? – num casamento “de inverno” maravilhoso (os eventos de inverno são especialmente charmosos, acreditem!). Estou certa de que uma atitude positiva dos anfitriões perante a obrigatória mudança de planos vai ajudar e muito a que a festa seja um sucesso e a que os próprios convidados não sintam que se penalizou de alguma forma o plano original. Isto vai valer a recordação de uma festa fantástica, com uma excelente energia e algumas histórias divertidas de como o improviso tornou este e aquele momento ainda mais especial.»

 

Quinta da Quintã - espaço para casamentos

 

Quinta da Quintã - espaço para casamentos

 

 

Este improviso refere-se a alguns detalhes ou apontamentos que se podem acrescentar à última hora e que podem contribuir bastante para um evento inesquecível, como por exemplo:
– contratar hospedeiros para receberem e acompanharem os convidados com guarda-chuvas até ao interior. Este detalhe vai conferir um toque extra de requinte à festa e os convidados vão sentir-se especialmente mimados;
– oferecer guarda-chuvas giros aos convidados e fazer com eles uma fotografia fantástica de grupo à chuva, ou mesmo desafiá-los para um ou outro momento no exterior;
– disponibilizar mantinhas que ajudam a contornar o frio num momento especial que se queira no exterior (Joana Coelho assegura, por experiência própria, que os convidados gostam mais das mantinhas do que dos chinelos de praia para o baile!);
– prever alguns aquecedores de exterior junto a conjuntos de sofás ajuda a criar recantos confortáveis de esplanada e a alargar o leque de espaços possíveis nos dias em que não chove mas está frio;
– por último, não há nada como exagerar na quantidade de velas dos centros de mesa para enaltecer o charme de um jantar brindado com a chuva que cai lá fora.

 

Obrigada, Joana! Sentem-se mais bem preparados agora? Claro que sim! Lembrem-se disto: se correr alguma coisa mal no vosso dia – ou se acontecer alguma coisa fora dos planos, como chuva, por exemplo – não é isso que vai definir as memórias que ficarão. O que as definirá será a forma como vocês lidarão com isso! Um pouco de preparação e muita boa disposição farão milagres.

Não deixem de consultar os nossos restantes artigos de wise wordsque vos ajudarão a sentir-se os anfitriões mais prevenidos do mundo! E se tiverem alguma dúvida, falem com a Quinta da Quintã. Eles são especialistas em fazer com que tudo corra maravilhosamente bem.

Marta Ramos

Wise words: 5 regras para gerir as redes sociais no vosso casamento

Este ano, a RTP emitiu um programa de conversas amenas filmado em casa do escritor Miguel Esteves Cardoso, com Bruno Nogueira e diversos convidados. Um deles foi a actriz Rita Blanco, que proporcionou uma das trocas de ideias mais interessante e pertinente de toda a série, e um dos assuntos mais abordados nesse dia foi a boa educação (ou a falta dela). Numa sucessão de raciocínios muito inteligente e abrangente, chegou-se à conclusão de que a vida em sociedade seria muito mais agradável, muito mais funcional e muito mais fácil se todos nos recordássemos das regras básicas da boa educação e da cortesia nos pequenos gestos quotidianos.
As redes sociais e a interacção na Internet em geral são bons espelhos disto mesmo. Digamos que não são exactamente as boas maneiras a nortear o comportamento da maioria das pessoas que, neste momento, está a umas teclas apenas de se exprimir online.

Lembrámo-nos de trazer esta questão para as nossas wise words agora que estamos a entrar em plena época de casamentos. Provavelmente ainda não vos teria ocorrido que este pode ser um assunto sensível, tanto para vocês como para os vossos convidados – normalmente as susceptibilidades relacionadas com publicações em redes sociais só se anunciam depois das coisas estarem à vista do mundo. Pois bem, para evitar situações desagradáveis e manter o espírito bom da vossa festa por muito tempo, o melhor é definirem as regras da gestão das redes sociais no vosso casamento de antemão – e partilharem-nas com todos os envolvidos, de forma clara e simpática.

Regra número um: se prevêem que haja algum buzz nas redes sociais durante os preparativos para o vosso casamento, seja da vossa parte, seja da parte dos vossos familiares e amigos, criem um site próprio e privado, acessível apenas a utilizadores convidados – ou então um grupo no Facebook, se quiserem simplificar. O que importa é que contenham a onda. Exprimam-se livremente e deixem que os outros também o façam, mas dentro de ‘quatro paredes’, onde só quem faz parte da festa terá acesso ao que é dito e partilhado.

Regra número dois: não usem as redes sociais para fazer comunicados importantes, como, por exemplo, anunciar o casamento, convidar pessoas ou transmitir informações acerca do grande dia. Para ir actualizando os vossos convidados acerca do programa da festa, usem o canal próprio referido no ponto anterior. Mas tudo o resto deverá seguir o protocolo estabelecido, que torna tudo muito mais bonito e emocionante.

Regra número três: decidam de antemão, entre os dois, se vão querer que os vossos convidados partilhem fotos do vosso casamento nas redes sociais próprias. Comuniquem a vossa decisão atempadamente a toda a gente, com delicadeza (sobretudo se quiserem pedir às pessoas que não o façam). Caso não tenham nada contra, então escolham uma hashtag e partilhem-na com todos, para que seja sempre associada às imagens divulgadas nas diferentes redes sociais. Assim, poderão todos divertir-se a revê-las mais tarde.

Regra número quatro: deixem claro o que pode e o que não pode ser partilhado. Por exemplo: fotos da noiva antes do sim? Não! Imagens potencialmente constrangedoras para alguém? Também não. Bom senso, acima de tudo, bem temperado com muito respeito.

Regra número cinco: há uma margem temporal razoável para partilhar fotografias do casamento, após o grande dia. É evidente que é um momento único e fabuloso das vossas vidas e que vos apetece prolongá-lo indefinidamente, mas deixem as memórias para os aniversários, por exemplo, e celebrem antes as pequenas alegrias do vosso novo quotidiano a dois. A festa não acabou ali, naquela data, continua todos os dias!

 

redes sociais no casamento

 

Se tiverem muitas dúvidas em relação a estas pequenas questões protocolares, falem com um wedding planner, que vos poderá aconselhar com clareza. Há tempos, reunimos 15 perguntas frequentes sobre a organização do casamento (e as respectivas respostas) – leiam o artigo, que poderá ajudar-vos a limar algumas arestas. E para receberem os vossos convidados com toda a hospitalidade que eles merecem, consultem as nossas dicas sobre aquilo que devem fazer para que no dia do casamento tudo corra sobre rodas.

Não se preocupem: tal como sublinhava Rita Blanco no programa que referimos no início deste artigo, não há nada que não se resolva se tivermos as nossas melhores maneiras à mão!

Marta Ramos

Wise words: receber convidados de quatro patas

Já têm a lista de convidados fechada, a maior parte das pessoas até já confirmou a sua presença, a data aproxima-se e tudo parece estar a compor-se para que o grande dia seja perfeito. E no entanto há ainda uma questão por resolver que vos preocupa: o que fazer em relação aos vossos melhores amigos de quatro patas? Custa-vos excluí-los de um dia tão especial, afinal são membros de pleno direito da vossa família! Mas como gerir as necessidades e os temperamentos de um ou mais cães num dia tão carregado de emoções?

Hoje vimos aliviar-vos desta preocupação. Falámos com o Tiago Simões, da Sóanimarte, e com a ajuda da experiência dele e da sua equipa compusemos estas wise words dedicadas aos vossos convidados caninos. Isto porque a Sóanimarte dispõe de um inovador serviço de DogSitting:

Sim! Wedding DogSitting, ou seja, babysitting de cães. Os patudos são cada vez mais os filhos da relação e queremos que se sintam assim no dia mais feliz das vossas vidas. Agora já podem levar o vosso amigo mais fiel para a festa do vosso casamento. – Tiago Simões

Como é que isto se processa? O serviço da Sóanimarte é sobretudo direccionado para os cães dos noivos – mas pode ser aberta uma excepção para algum patudo demasiado próximo da família para ser deixado de fora num dia tão importante: «Tivemos, por exemplo, um DogSitting no Clube Universitário do Porto com quatro cães», conta-nos o Tiago. «Os dois cães dos noivos mais dois da mãe da noiva. Como já se conheciam todos, foi super tranquilo.»

Para que as coisas corram bem, há uma série de regras a cumprir e de precauções a tomar. O objectivo é garantir o bem-estar dos ‘patudos’, pelo que a Sóanimarte disponibiliza uma ou duas pessoas responsáveis e capazes de acompanhar os cães, garantindo que estes estejam atentos aos momentos-chave do grande dia. Mas o trabalho de casa começa antes do casamento propriamente dito. «É muito importante, e por isso obrigatório, conhecermos o cão antes do dia (e o cão conhecer-nos a nós!), para avaliarmos o seu nível de stress e para nos podermos todos acostumar uns aos outros, claro.» No caso de os vossos bichinhos estranharem sítios novos, sempre que possível deverão levá-los também a conhecer previamente o espaço onde decorrerá a festa. «Não excluímos nenhuma raça à partida, mas reforçamos sempre junto dos noivos, que conhecem o seu patudo como ninguém, que é importante manter toda a gente em segurança (convidados, o Dogsitter e o próprio cão). Se um cão demonstrar algum índice de agressividade, um tipo de evento desta envergadura só poderá potenciar essa tendência, pelo que aconselhamos os noivos a ponderar bem a sua presença.»

Cumpridos estes passos, chega a hora de preparar o cenário. Antes de mais nada, certifiquem-se sempre, junto dos responsáveis dos espaços onde decorrerá o vosso dia, se vos é dada permissão para levar cães convosco. No espaço da festa, será preparado um cantinho especial onde os animais se sintam mais do que em casa e ultra-mimados. Para tal, é importante que os donos levem os objectos pessoais dos cães: a cama ou manta preferidas, um ou outro brinquedo e a sua comida habitual.

Este serviço é disponibilizado num pacote de dez horas (que pode ser prolongado, mediante ajuste no orçamento, caso necessário). Podemos ir buscar o patudo a casa e devolvê-lo também a casa ou a um hotel, no final do dia. Ou podemos começar a nossa intervenção apenas na igreja ou no local da festa. Tudo isso será ajustado de acordo com a vontade dos noivos.

Por norma, o serviço inclui uma pessoa – apenas nos casos de mais do que um cão de porte médio ou grande é que a Sóanimarte sugere que estejam duas pessoas sempre presentes. E os DogSitters estarão sempre atentos às necessidades dos animais, quer seja protegendo-os do ‘assédio’ dos convidados, para que não se enervem, quer seja proporcionando-lhes momentos de passeio e mudanças de ambiente, sempre que sintam que há necessidade disso.

 

 

 

 

Há ainda alguns detalhes com uma graça extra: podem disponibilizar a trela e a coleira dos vossos amiguinhos à Sóanimarte para que sejam personalizadas, de acordo com as cores ou o tema da vossa festa; e existe também a possibilidade de, através de uma câmara GoPro, obterem um registo do vosso casamento como se fosse pelo olhar do vosso bichinho de estimação. Esta última oferta ainda está em fase de testes, mas estamos desejosos de ver os primeiros resultados.

Se se inscrevem na categoria de donos de patudos incapazes de deixá-los de fora de um momento tão marcante nas vossas vidas, falem com a Sóanimarte e combinem com eles todos os pormenores. Com a correcta preparação prévia e a articulação de todos, a vossa festa poderá ficar ainda mais completa – ainda mais feliz!