Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva é feito de tons nude e creme, quase dourado.
Há sempre uma sofusticação inerente a esta paleta de cores, discreta e sumptuosa. Valem bem a pena a sua consideração para um casamento que seja mais clássico e tradicional, mas nunca aborrecido ou expectável.
Escolhi um bolo dos noivos igualmente clássico, apenas dois andares, coberto de fondant, com uma camada de textura geométrica e delicada. A rematar, é decorado com hortências a florir, em tons blusn, nude, creme e dourado… Não é tão delicado?
Para combinar na perfeição, umas sandálias de tacão são a minha proposta de sapatos de noiva. A cor nude (que linda que é…!) é mesmo bonita, pede este verniz ou este nos dedinhos dos pés. O tacão largo ajuda à estabilidade (e umas palmilhas de gel tornarão o dia mais leve), e o look final é cheio de classe!
Fechamos com um belo bouquet de noiva, feito de rosas no seu pico de maturação e alguns ramos mais outonais. O remate com fita de seda ou uma versão rica como veludo largo, é só perfeito.
Estas escolhas podem ser totalmente apropriadas para um casamento mais outonal, em Outubro, em que ainda há temperaturas amenas, mas já estamos a antecipar o aconchego dos dias mais curtos e dos tons mais dourados.
Imaginem esta combinação de tons e ideias num salão de tactos dourados: é perfeita para um casamento dentro de portas e uma ode ao outono, feita com muito estilo. Parece-vos bem?
De cima para baixo, bolo dos noivos com duaas camadas, textura geométrica e decoração com flores naturais, de Nine Cakes; sapatos de noiva com tacão alto, na Mango, por 39,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas e ramagens de outono, de Plenty of Petals, via Style me Pretty.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento na Casa do Ribeirinho: Mariana + Miguel
Hoje trazemos um doce casamento na Casa do Ribeirinho: é o mais bonito dos dias da Mariana + Miguel, captado de forma talentosa pelo César Sousa, da We Love Film, nosso fornecedor seleccionado desde 2015!
Sintam-se contagiados pelo enorme e permanente sorrido da Mariana, e pela felicidade e alegria palpáveis nestes 3.16 minutos de imagens em movimento.
Festejemos o amor, a chegada da primavera e o Dia Mundial da Poesia: uma semana em cheio!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Como ainda não vivíamos juntos na altura em que o “sim” foi dito, ansiávamos pela vida após o casamento do que propriamente a celebração do dia. À medida que íamos planeando a festa, sabíamos que queríamos a nossa família e amigos juntos, com muita música, risos, emoções fortes. Queríamos também que o ambiente fosse descontraído, informal e primaveril.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Mais do que preparados! Nunca mais chegava o dia, mas sim, as duas últimas semanas, principalmente os dois dias anteriores, sentimos muito stress. Não pelo compromisso que íamos fazer um com o outro, mas pelos elementos que faltavam terminar e outros tantos pormenores, alguns deles que só davam mesmo para tratar alguns dias antes. Como não tivemos wedding planer, tínhamos que ser nós a pensar em tudo. E chegou a um ponto que já não bastava que o dia fosse giro, queríamos que fosse perfeito.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quando escolhemos o local da boda. Vimos vários (muitos!) locais e embora conseguíssemos adaptar as nossas ideias aos espaços, apenas na Casa do Ribeirinho é que houve um encaixe perfeito. Era mesmo aquilo que queríamos, como se tivessem conseguido tornar realidade o que estava só na nossa imaginação.
Ao tomarmos algumas decisões simples, como: o plano das mesas e como as decorar, que pratos e talheres preferíamos, a prova da comida, do bolo… coisas simples, mas foi aí que “caiu a ficha” e o entusiasmo crescia. This is it!
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Em retrospetiva, consideramos que as nossas ideias iniciais se mantiveram. Usamos muito o Pinterest e Instagram como inspiração. Ao passarmos as ideias à prática, procurámos ter em conta os nossos interesses pessoais, para tentar manter a nossa essência.
Tivemos imensa ajuda do responsável pela Casa do Ribeirinho, o Sr. João, que nunca nos disse “não” a nada! Mesmo quando achávamos que alguma ideia iria ser impossível de realizar, ele estava sempre pronto a dar alternativas e teve imensa paciência connosco. Eternamente ocupado, mas sempre disponível.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
O mais importante para nós era que os nossos convidados se divertissem e que passassem um bom dia. O que tinha menos importância era seguir os protocolos tradicionais, o que queríamos era que tudo fluísse naturalmente.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
A preparação da celebração na igreja foi o mais fácil. O Miguel já participou e dinamizou várias celebrações de casamentos, o que facilitou quando se tratou do nosso. O mais difícil foi a seleção das músicas para alguns momentos da festa! Gostamos de tantas e de estilos tão diferentes… escolher apenas uma foi complicado.
A escolha do vestido também foi uma aventura, dava um livro!
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Foi a celebração na igreja. As palavras ditas, os textos escritos por nós, as músicas escolhidas e cantadas, e o envolvimento dos convidados connosco. Sentimos tudo!
E o pico de diversão?
Gargalhámos muito com as surpresas que nos fizeram (o jogo do sapato e o vídeo do Dr. do Amor – o labrador retriever do Miguel). Mas o momento de dançar é sempre sinónimo de diversão!
Um pormenor especial…
Um pormenor especial que nos deu prazer ao fazer… um “jogo” que criámos baseado no nosso convite. Em vez do típico “vamos casar” quisemos usar uma expressão caraterística portuguesa que servisse de sinónimo. Vamos dar o nó? Vamos juntar os trapinhos? Acabámos por escolher o último, com uma imagem alusiva à frase. Para o jogo voltámos a usá-la, ao desafiar os convidados a encontrar “os trapinhos”, espalhados pela casa do Ribeirinho.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Nada!
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Saboreiem o dia, sintam o momento, vivam a VOSSA história. Parece tão genérico, mas é tão isto.
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos e ofertas aos convidados: Abílio Vieira – publicidade, design e fotografia;
espaço para casamento, catering e decoração: Casa do Ribeirinho;
bolo: Physalis Cake;
fato do noivo e acessórios: fato e botões de punho Encanto; suspensórios Cortefiel, laço Blue River;
vestido de noiva e sapatos: vestido Bianco Evento, sapatos Aldo;
maquilhagem: Pretty Exquisite Consultoria de Imagem;
cabelos: Marisa Rocha Cabeleireiros;
bouquet de noiva e boutonnière: Isabel Castro Freitas Arte Floral;
fotografia: José Crispim Photography;
vídeo: We love Film – Wedding and Lifestyle Filmmakers;
luzes, som e Dj: Party & Sound – Produção e Animação de Eventos.
À conversa com: Alice Vicente Weddings – fotografia de casamento
Hoje a conversa é com a Alice Vicente, que assina como Alice Vicente Weddings, e faz fotografia de casamento.
O seu trabalho é etéreo, delicado e intemporal, um trio de adjectivos muito luxuoso e especialmente bonito.
Acompanho o trabalho da Alice desde o seu início e o caminho que tem feito é fantástico: consistente, focado, objectivo. Do ponto A ao ponto B, com muito trabalho pelo meio, e o resultado está à vista: é perfeito!
Venham conhecê-la melhor!
Defino-me como uma fotógrafa especializada em casamentos luxuosos e de grande requinte. Crio imagens delicadas e mágicas que refletem não só o meu lado mais artístico e criativo, mas também o quão vulnerável e perfeitamente imperfeita ambiciono ser. Congelo os momentos e trago ao de cima o melhor de cada um deles, transformando até o mais simples instante em arte. Sou conhecida pela forma natural e entusiástica de fazer as pessoas apaixonarem-se pelas suas próprias imperfeições, fazendo-as perceber que podem e devem ser quem realmente são.
Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.
Desde muito nova que demonstrei uma paixão genuína pelas artes. Não só pela fotografia, mas também pintura, artes manuais e, mais recentemente, cerâmica. Sou uma criativa que necessita de se expressar e sinto que a fotografia me dá aquilo que mais preciso no dia-a-dia. Sempre fui muito indecisa sobre o que iria fazer, mas acabei por seguir fotografia na faculdade. Foi-me ensinado a fotografar em formato analógico, e foi aí que o meu gosto pela fotografia se intensificou. Comecei a ver uma tendência no tipo de imagens que me atraíam (eram todas fotografadas com máquina analógica) e foi aí que decidi dar o salto e comprar a minha primeira máquina analógica em médio-formato.
Sempre gostei muito de casamentos e decidi contactar alguns fotógrafos (muitos!) para me ajudarem e darem uma oportunidade para os ajudar nos seus casamentos. Acabei por trabalhar como segunda fotógrafa para uma fotógrafa nesse ano, e, no ano seguinte, já trabalhava sózinha.
Desde então que tenho vindo a aperfeiçoar esta arte, não só fotografando casamentos, mas também frequentando workshops de grandes fotógrafos de casamentos, quer portugueses, quer internacionais, desde San José na Califórnia a Paris, que foi o que me fez evoluir mais até chegar ao que cheguei hoje. Tenciono continuar a investir em educação e a evoluir para oferecer sempre um trabalho de excelência e de grande qualidade aos noivos que me contratam. Hoje em dia estou a finalizar a construção do meu atelier, que é o concretizar de um sonho desde há muitos anos!
Há quanto tempo fotografa? E porquê casamentos?
Fotografo casamentos desde 2015 porque sempre adorei casamentos. É um dia que mais parece uma montanha russa de emoções e de sensações, e esses altos e baixos deixam-me de coração cheio! Posso ser criativa e ao mesmo tempo documentar o que se passa à minha volta. Tenho a liberdade de direcionar os momentos que acontecem à minha frente, que, pelas emoções envolvidas por si só já são bonitos, mas que através da minha direcção e olho consigo obter o melhor deles e criar imagens ainda mais bonitas para os meus clientes ficaram para o resto das suas vidas.
Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?
Normalmente o meu primeiro recurso é o Pinterest. Sempre que tenho uma ideia guardo o máximo de imagens possíveis que possam ampliar essa ideia numa pasta para mais tarde lá voltar. Mas, no entanto, a minha inspiração pode vir de qualquer lugar. Ultimamente tenho-me inspirado muito na decoração de interiores, mais especificamente em camas desarrumadas com lençóis de linho de cores neutras e em quartos brancos e luminosos. O minimalismo e o conceito japonês “Wabi-Sabi” também me inspiram bastante. Peças de cerâmica tortas ou notoriamente feitas à mão deixam-me nas nuvens! Fico muito inspirada também quando sinto a essência de um lugar. Por exemplo, em Lisboa especificamente, inspiro-me só por viver no centro da cidade. Gosto de ouvir o movimento das pessoas na rua e de estar em casa no meu cantinho, dando espaço à minha mente para vaguear e criar da forma que me apetecer naquele momento. A inspiração atinge-me em especial quando já é de noite e estão todos a dormir. Suponho que seja algo típico nos artistas?
Como construiu a sua assinatura, como se define?
A minha assinatura foi construída através de uma reflexão de dois anos sobre o que é a minha marca e onde me quero posicionar.
Defino-me como uma fotógrafa especializada em casamentos luxuosos e de grande requinte. Crio imagens delicadas e mágicas que refletem não só o meu lado mais artístico e criativo, mas também o quão vulnerável e perfeitamente imperfeita ambiciono ser. Congelo os momentos e trago ao de cima o melhor de cada um deles, transformando até o mais simples instante em arte. Sou conhecida pela forma natural e entusiástica de fazer as pessoas apaixonarem-se pelas suas próprias imperfeições, fazendo-as perceber que podem e devem ser quem realmente são.
Não procuro a perfeição, apenas a beleza do natural e imperfeito.
Acha que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhe fotografar e como o faz, a narrativa que constrói, é diferente das escolhas que vê num trabalho de um profissional masculino?
Penso que é tudo uma questão de quem somos, o que nos atrai e a nossa experiência. Não acredito que tenha tanto a ver com ser mulher ou homem.
Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?
Primeiramente guardo o telefone e, ou pinto sem um resultado em mente, ou simplesmente saio com amigos para desanuviar a cabeça. Quando me sinto cansada mentalmente tento desligar das tarefas do dia-a-dia para dar uma pausa à minha cabeça.
O mundo em Lisboa ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?
Todos os casamentos são diferentes e especiais. Cada casal tem a sua história e ligação. No entanto uma diferença inegável é o jantar antes das 20 horas, o que leva a que a própria organização e planeamento do dia seja totalmente diferente e a que o casamento acabe com uma maior antecedência que o dos portugueses.
Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação com os seus clientes?
Normalmente o primeiro contacto acontece através de e-mail. Acabamos por marcar uma reunião onde nos conhecemos e partilhamos um pouco sobre cada um e por fim sobre os planos do dia, onde dou uma pequena ajuda com o planeamento e horário. Não só gosto de partilhar conselhos para ajudar na organização do dia, como também gosto de sentir uma ligação com os clientes, o que por fim resulta numa química natural durante o dia do casamento.
Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de fotografar?
Gosto de todos os tipos de casamentos. Dos casamentos um pouco mais pequenos porque acabam por ser mais calmos e relaxantes. No entanto adoro as festas de arromba dos casamentos maiores que me deixam sempre com um sorriso nos lábios de tão divertidos que são! Mas penso que o mais importante é a ligação entre o casal e o fotógrafo. Claro que se estiver visualmente decorado com gosto, é a cereja no topo do bolo!
Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?
Para mim o mais gratificante é poder criar arte, sabendo que os noivos terão aquelas fotografias tiradas com tanto carinho e atenção para mostrar aos seus filhos, netos e bisnetos. É a adrenalina e felicidade quando capto um momento emocionante e acaba por resultar numa imagem intemporal.
O mais desafiante é tudo aquilo que envolve gerir uma empresa sozinhos. No fundo passo apenas 10% do meu tempo a fotografar. O restante é passado à frente de um computador ou telemóvel a gerir todo o negócio, que acaba por passar por despercebido para quem não sabe o que envolve ser um fotógrafo de casamentos. Mas não mudava nem uma vírgula! Adoro o desafio de ultrapassar as dificuldades e de encontrar soluções para os problemas e quando alcançamos os nossos objetivos é quando sentimos que todo o esforço vale a pena.
Escolha uma imagem favorita do seu portfolio e conte-nos porquê:
Escolho esta fotografia porque representa muito bem aquilo que quero transmitir no trabalho que faço.
Imagens delicadas, bonitas e mágicas.
Contactem a Alice Vicente Weddings através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a Alice Vicente directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva é feito de tons mais escuros, com uma piscadela de olho ao Vinho do Porto e camadas suaves de tons de rosa.
Encontrei estes sapatos de noiva em camurça, com salto médio e uma cor fantástica. Um tom de rosa quase gelado de morango, mas mais seco e por isso, mais discreto e elegante.
E com um salto deste tamanho, até acreditamos que dão para dançar toda a noite, certo?
Vamos ao bolo dos noivos! Já repararam bem nestas bolachas com creme de caramelo e framboesas frescas?
Que show stopper, é o que vos digo! O que vos parece esta opção de porções individuais, absolutamente incríveis, como substituto do tradicional bolo dos noivos, servido às fatias? Os olhos também comem e este gesto individual é, claramente, um luxo e um sinal de total dedicação à arte de bem receber e surpreender os convidados mais sofisticados.
Fechamos com um belo bouquet de noiva, com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus. Orgânico, despenteado, e com umas cores muito inesperadas, mas perfeitas.
De cima para baixo, bolo dos noivos em porções individuais, com bolacha de caramelo, mousse de caramelo e framboesas frescas, de Maja Chocolat; sapatos de noiva em camurça em tons de rosa e salto médio, na H&M, por 49,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus, de Ava Flora.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento em Viana do Castelo: Sandie + Ricardo
Fechamos esta semana com assomos de primavera, com um casamento em Viana de Castelo, fotografado pela Diana Nobre e filmado pela equipa The Breeders.
É o mais bonito dos dias da Sandie + Ricardo, cuja cerimónia aconteceu no incrível Santuário de Santa Luzia, com todo aquele cenário épico e vista para o rio Lima e o mar, que tão bem conhecemos.
O resto é uma história de amor doce e um dia para lá de bonito, cheio de emoção e festa. Pelo meio, palavras sábias da Sandie e um vestido que é mesmo muito bonito e tão fresco!
Vamos a isto? Bom fim-de-semana!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
O Ricardo é uma caixinha de surpresas e consegue surpreender-me sempre. Organizou e planeou tudo ao pormenor: esperou pelo dia 12 de Outubro, quando eu ia completar trinta anos.
Esse dia,para além de ser o meu aniversário, ficou marcado como sendo o meu último jantar académico. Sempre fomos muito ligados à vida académica, mas a nossa vida estava prestes a mudar e os nossos planos levar-nos-iam para outro destino. Estava na hora de largar a cidade onde tudo começou.
Trajada, de capa traçada, fui chamada ao palco, à frente de tudo e de todos. Cantaram-me os parabéns, soprei as velas e… logo de seguida vejo o Ricardo a segura-me na mão. Olhou para mim, pronunciou algumas palavras, exibiu uma caixa e pediu-me em casamento. A emoção foi tanta que demorei até expressar o “Sim” mais certo a minha vida.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Falávamos sobre o assunto há algum tempo. Na altura, estávamos juntos há 8 anos e achámos que seria especial marcar a data do casamento quando estivéssemos prestes a festejar 10 anos de vida em comum. E assim foi! Tivémos um ano e meio para preparar, com calma, um dos dias mais felizes das nossas vidas.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quisemos escolher o espaço e a igreja rapidamente. Somos pessoas muito decididas e fomos visitar apenas um espaço. Era um espaço que eu já conhecia e, assim que entrámos, não tivemos dúvidas de que era ali que iríamos viver um marco. Para a igreja foi, precisamente, a mesma coisa. Sempre idealizei o Santuário de Santa Luzia, posicionado no cimo do monte, com vista panorâmica sobre Viana e o mar. É lindíssimo e único.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Completamente fiel! O resultado final reflectiu totalmente a nossa personalidade.
Tomámos decisões a dois, sempre. Sabíamos perfeitamente o que queríamos: um ambiente elegante e sofisticado mas que, ao mesmo tempo, fosse simples. Queríamos que todos os pormenores e decisões tomadas retractassem, de alguma forma, a nossa personalidade.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Ao longo de toda a organização tivemos sempre o cuidado de pensar no bem-estar dos nossos convidados. Fazia sentido, para nós, que as pessoas se sentissem confortáveis e felizes nesse dia. Articulámos tudo dessa forma, mesmo os alojamentos, de modo a simplificar a deslocação de todos. Enquanto noivos, era fundamental que nos sentíssemos confortáveis e elegantes. Tínhamos de nos sentir bem e sem limitações.
Não demos muita importância ao momento de atirar o bouquet! Optámos pelo formato tradicional.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
A igreja e o local da festa. O vestido e o fato. A decoração e o ramo. Tivemos ano e meio para pensar naquilo que não queríamos e quando chegou a hora de escolher… foi tudo muito fácil. Somos organizados e decididos.
Por outro lado, levei imenso tempo a encontrar as sandálias que idealizei! Sabia, exactamente, o que queria e, por vezes, isso pode dificultar-nos a tarefa. No meio de tanta procura e persistência consegui. Consegui as sandálias de sonho. Foi a única loucura que cometi, no meio de tantas escolhas, confesso.
O plano de mesa, também, não foi assim tão complexo! Requer alguma atenção mas foi simples de se fazer. No entanto, a gestão da lista dos convidados é bem mais complicada. É muito mais difícil priorizar e perceber quem é realmente essencial!
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A igreja. É impressionante a emoção que sentimos quando entramos na igreja. Ali estavam todos os que nos são queridos. Muitos viajaram horas para poderem estar presentes. O amor e estima que sentimos são imensos. Mas o momento em que nos olhamos, no altar, é o pico. Não há nada igual. É mágico e único.
E o pico de diversão?
Sem dúvida, a festa. A música e o ambiente festivo que todos proporcionaram. Nunca largámos a pista. Foram horas a dançar, a rir, a abraçar, a chorar e a brindar. Houve vários momentos surpresas, tal como a venda da liga (uma tradição que vem da família e do país onde nasci), o vídeo surpresa e um pedido de casamento! É verdade… se tinha de acontecer, tinha de ser no nosso casamento!
Um pormenor especial…
Foram vários mas, o facto de ter sido penteada pela minha mãe no dia do meu casamento, foi muito especial. Penteou imensas noivas mas, nesse dia, estava a pentear a filha. Foi um momento só nosso.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Mudávamos. Lamentámos a atitude de um dos nossos fornecedores, num dia tão importante para nós. Tivemos de lidar com uma situação muito complicada e difícil de gerir emocionalmente. Mas… após algumas lágrimas e reconforto, por parte de alguns amigos, continuámos a festa!
Apesar de tudo, no que diz respeito ao resultado final, não temos nada a apontar.
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Keep it simple and keep calm… Sejam fiéis a vocês. Façam as vossas escolhas consoante o que idealizaram. É um dia que não se volta a repetir. No dia, deixem os pormenores de fora porque ninguém vai reparar neles, a não ser vocês. Aproveitem, ao máximo, a presença de todos. O dia é vosso!
A escolha dos fornecedores é muito, muito importante. Esclareçam tudo e tenham tudo muito bem definido e escrito, de forma a salvaguardarem-se em situações complexas.
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos e lembranças para os convidados: DialReset;
espaço para casamento e decoração: Quinta Santo André:
catering e bolo dos noivos: Banquetes António Duarte;
fato do noivo e acessórios: Kapital (Homem);
vestido de noiva e sapatos: vestido Noiva Lusa e sapatos Guess;
maquilhagem: Márcia Dinora Makeup;
cabelos: Bia Cabeleireiras;
bouquet: Florista Bibela;
fotografia: Diana Nobre;
vídeo: The Breeders;
luzes, som e Dj: NR85-Wedding&Events.
Open day na Quinta da Casa Grande: estão todos convidados!
É já este sábado, entre as 15h e as 21h, que a Quinta da Casa Grande, em Melres, Gondomar, abre as suas portas e dá as boas vindas à Primavera e a todos os noivos de casamento marcado.
Este open day irá apresentar os novos menus do Palace Catering, dar a conhecer o espaço, com design de interiores de Paulo Lobo, e mostrar o trabalho bonito dos parceiros habituais.
Das 15h às 21h, vão poder degustar algumas das especialidades do Palace Catering, conhecer o seu serviço e ver propostas de decoração dos fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, como a Inspirarte, Por Magia, Romã Eventos e Jardin d’Époque, o trabalho fotográfico da dupla Lounge Fotografia e o fantástico serviço de iluminação de ambientes da Porto Festa.
Também vão estar presentes a Pilar Eventos, Crachá Wedding Agency, Saiotes, Sweet Soul, Music Beats, Jesus Peiro, Alecrim Flores e 50:50 Partytecture.
Resumindo, uma oferta de qualidade top num espaço a descobrir, com vista para o rio Douro. Prevê-se um dia cheio de sol, a entrada é livre, por isso, não deixem de passar por lá – vai ser óptimo!
À conversa com: Pedro Filipe Fotografia – fotografia de casamento
Hoje a conversa longa é com a dupla Pedro Filipe Fotografia, a Cátia e o Pedro.
Falamos sobre o seu trabalho, como chegaram a este assunto da fotografia de casamento e o que os move nesta grande aventura de captar o mais bonito dos dias de cada casal.
Procuramos ser e agir como se fôssemos convidados do casamento e registar os momentos e emoções com a maior fidelidade e naturalidade possível. Mas queremos dar sempre um toque de fine art ao nosso trabalho, que deve ser fiel, mas também artístico e único.
Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.
Desde cedo estive ligado à arte, mais concretamente à música. Estudei violino desde os sete anos até entrar para a faculdade. Frequentei o curso de engenharia mecânica enquanto a Cátia fazia o mestrado de engenharia civil. Para a tese da Cátia foi necessário registar umas fotografias de uma igreja e como não tínhamos máquina, pedi a velhinha Canon 300D ao meu irmão. Desde esse momento decidi não voltar a pousar uma DSLR. Talvez a combinação do espírito de engenheiro com o background da música tenha feito com que quisesse ver e aprender mais e mais. Depois de algumas experiências, rapidamente apareceu uma oportunidade para trabalhar como segundo fotógrafo, e daí a perceber que queria criar o meu percurso, foi um ápice. A Cátia juntou-se a fotografar no nosso primeiro casamento como Pedro Filipe Fotografia com uma 20D usada e que foi comprada uns dias antes desse casamento. A partir daí e até ao dia de hoje atingimos um crescimento e uma visibilidade que não estava na nossa mente nem nos nossos melhores sonhos.
Há quanto tempo fotografam? E porquê casamento?
Este ano de 2019 será o nosso quinto ano como fotógrafos de casamentos.
O início foi um bocadinho por acaso e uma série de eventos levou-nos a ter a nossa primeira oportunidade profissional num casamento. Já tinha feito vários casamentos como segundo fotógrafo e na altura também tinha um Trio para música de cerimónia de casamentos, por isso, era um mercado que já conhecia bastante bem e que gostava. Tal como tantos outros fotógrafos, vou fazendo algumas experiências noutras áreas da fotografia, mas sem a dedicação e a paixão que temos pela fotografia de casamento.
Fotografar casamentos é uma experiência incrível. É verdade que trabalhamos horas e horas a fio, mas o que obtemos de um casamento é tão enriquecedor. Temos a sorte enorme de conhecer tantas pessoas novas e incríveis, de ver em tempo real histórias de amor e famílias a serem criadas, de ver sorrisos, choros, gargalhadas e ainda somos pagos para isso. Não é uma sorte incrível? Mas é, também, uma sorte que dá muito trabalho a manter.
Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?
Vivemos num tempo de informação constante e a toda a hora. Conseguimos ver e ter acesso às imagens e trabalhos de outros profissionais e isso é incrível. Vemos tanta coisa boa e tanta coisa má e recolhemos informação e inspiração em ambos os lados. Toda esta globalidade faz uma concorrência natural em que só há um caminho a seguir. O de não parar. O de criar alianças. O de aprender e ouvir com os melhores. A verdade é que procuramos inspiração um bocadinho em tudo o que nos rodeia. Vemos muitas imagens dos nossos colegas que têm criado e construído trabalhos tão bons. Vemos filmes e séries. E viajamos muito! Sempre que podemos, vamos viajar. Quando chegamos de uma viagem vimos sempre mais ricos. Trazemos connosco as pessoas, as cores, a luz, os cheiros, a cultura e muitas fotografias que nos ajudam a avivar a nossa memória. Toda esta riqueza humana e experiencial ajuda-nos muito e inspira-nos a fazermos mais e melhor.
Como construiram a vossa assinatura, como a definem?
A nossa assinatura não está nem nunca estará efectivamente terminada. Até porque não achamos que tenhamos de a ter para sempre. Vamo-nos moldando com o nosso gosto e com a própria globalidade em si.
Gostamos muito de ser fotojornalistas de casamento. Por um lado, porque temos personalidades muito discretas e por outro porque adoramos a genuinidade deste tipo de fotografia. Procuramos ser e agir como se fôssemos convidados do casamento e registar os momentos e emoções com a maior fidelidade e naturalidade possível. Mas queremos dar sempre um toque de fine art ao nosso trabalho, que deve ser fiel, mas também artístico e único. Somos descontraídos, calmos e entregamo-nos por completo a cada casamento e julgo que é aqui que colocamos a nossa assinatura muito própria. Queremos que as nossas imagens mostrem aquilo que gostamos: naturalidade, luz, genuinidade, sorrisos e amor.
Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?
Depois de uma temporada com vinte e cinco casamentos sem parar, de aniversários perdidos e de tantos “Não podemos…” para jantar com os amigos, a verdade é que de vez em quando precisamos de fazer um reset ou uma pequena hibernação de casamentos. A prioridade sempre que possível é viajar. Quer seja para fora de Portugal ou mesmo cá. O que importa é ir e conhecer novas pessoas e novos locais, adoramos comer e beber um bom vinho.
Oura coisa que fazemos sempre que possível é ir ver concertos. Maioritariamente de música clássica, mas também de outros géneros musicais.
Ambos também gostamos de jogar ténis e o desporto também ajuda a libertar a mente.
Da Costa Norte para o mundo, ou Portugal de lés-a-lés: fotografar casamentos estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?
Cada vez menos sentimos essa diferença. Hoje em dia vivemos num mundo global e os nossos noivos também o são e vão buscar informação a todo o lado. Os nossos casais são cidadãos do mundo e se há alguns anos havia o estigma de que os portugueses estavam na cauda da Europa, a verdade é que hoje em dia não sentimos isso. Fazendo uma rápida análise dos nossos casais deste ano de 2019 vemos que quase todos eles ou trabalham ou trabalharam durante vários anos fora de Portugal. Praticamente todos viajam regularmente e são pessoas informadas. Em quase todos os casamentos temos convidados de outros países. Juntando tudo isto e falando do nosso caso em concreto, não vemos grandes diferenças entre os nossos casamentos estrangeiros e os nacionais.
Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação aos clientes?
Actualmente, quase todos os nossos primeiros contactos são feitos via email. A partir daí fazemos questão de ter sempre uma reunião, preferencialmente presencial e caso não seja de todo possível, via Skype ou WhatsApp ou qualquer outra forma de comunicação por vídeo chamada. Esta parte é fundamental, porque a empatia tem de existir. Os nossos casais têm de nos conhecer e ter total empatia connosco. Afinal vamos passar todo o dia do casamento com eles (desde que se começam a preparar até já não aguentarem estar em pé), mais o tempo que já estivemos juntos em reuniões, sessões e afins e ainda o tempo que estaremos depois para preparar álbuns e entregas. Sem empatia isto seria terrível, e por isso tem de ser um sentimento mútuo. Se não a sentirmos, como poderemos entregar e documentar o dia do casamento de forma genuína e fiel?
A nossa ligação aos nossos casais é feita de forma constante durante todas as etapas do casamento, mantendo contacto permanente e esclarecendo todos os passos a dar. Afirmamos com muito orgulho que mantemos contacto com os nossos noivos mesmo depois da entrega do trabalho. Temos casais em que já documentámos o casamento, a sessão de gravidez e baptizado.
Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de fotografar?
Essa pergunta é de difícil resposta, vamos por partes…
Nacionais ou estrangeiros para nós é totalmente indiferente. O que interessa é que o nosso casal esteja a disfrutar cada segundo do seu casamento. Que estejam tranquilos e a divertirem-se.
Também não temos preferência por uma cerimónia emotiva ou festa de arromba O que realmente gostamos é que seja genuína. Que transmita a realidade e que seja fiel aos noivos.
Casamentos grandes ou pequenos? Neste caso confesso que preferimos casamentos mais pequenos, porque conseguimos uma maior aproximação aos noivos. As emoções tendem a dispersar-se por menos pessoas e como tal, tudo fica mais concentrado e intenso. Sentimos que conseguimos contar a história de forma mais eficaz, mais próxima e ainda mais fiel.
Qual é a melhor parte de ser fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?
Julgo que o mais desafiante é não ceder à tentação de usar sempre a mesma fórmula. Temos que procurar sempre mais e melhor e entregar sempre um trabalho com a nossa marca, mas personalizado para cada casal. É por isso que nunca paramos para saborear feitos ou sucessos. Para nós, apenas servem de motivação para continuar a inovar a buscar inspiração.
O mais difícil é sabermos que vamos estar com um casal no dia mais importante e feliz das suas vidas e não podemos falhar. Não podemos falhar imagens e não podemos falhar ao obter o melhor do dia do casamento. Esta dificuldade traz também o melhor de sermos fotógrafos de casamentos. A oportunidade de documentar um dia único e irrepetível. Enquanto fotografamos de casamentos é-nos concedida uma confiança absolutamente inacreditável e até viciante. Cabe-nos a nós contar cada bocadinho daquela história através das nossas imagens. Imagens essas que além de serem documentos fotográficos de um dia, são também obras de arte criadas por nós. Cada imagem registada por nós é uma obra nossa e feita através da nossa inspiração, arte e empenho. É um privilégio, não acham?
Escolha uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê…
Ui… Escolher uma imagem favorita é muito complicado para mim. A forma como trabalhamos é de entrega total a cada casamento para conseguirmos contar a história de forma muito próxima e fidedigna e isso faz com que as nossas imagens favoritas acabem por ser aquelas que estamos a trabalhar no momento.
Mas tendo de escolher uma, esta saltou-me ao olhar. E por várias razões… Porque me lembro perfeitamente como foi um ambiente tão porreiro que tivemos com este casal na Serra da Freita, porque adoramos a luz e a descontracção da fotografia e porque olhamos para este casal e nos lembramos da boa onda e do amor profundo que ambos nutrem um pelo outro e que nos continua a inspirar.
Contactem o Pedro Filipe através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a dupla Pedro Filipe Fotografia directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!




























































