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Marta Ramos

Wise words: como desenhar o orçamento do casamento

Por onde é que se começa a fazer contas? Já decidiram casar, já contaram às pessoas que vos são mais chegadas, já confirmaram de quanto dinheiro é que dispõe para esta aventura e já sabem que contribuições poderão encaixar dos familiares, se for esse o (sempre simpático) caso. Está na hora de pôr tudo preto no branco. A bela e difícil arte de orçamentar é o tema das nossas wise words de hoje.

Neste assunto, como em tantos outros, uma das dúvidas costuma ser por onde começar. É fácil: definam o número máximo de convidados. Este valor irá crescer ou diminuir ao longo do processo, mas comecem com um número estável, redondinho e próximo da realidade.
Por esta altura, também já deverão ter tido umas belas conversas sobre a festa que querem, e algumas ideias já estarão mais fechadas e afinadas, como o ambiente desejado, extensível a toda a linha condutora do casamento.

 

Não se prendam a estilos, nesta fase, concentrem-se na visão geral, e definam genericamente o local: uma quinta em pleno campo, um restaurante à beira mar, um hotel de design contemporâneo e muito urbano, uma bela pousada, a casa de família no Alentejo? As escolhas são ilimitadas, mas o orçamento disponível encarregar-se-á de vos manter de pés bem assentes no chão. Atenção à geografia, que é um factor curioso, já que balança para os dois lados: fora dos grandes centros os valores são bem mais competitivos, mas cuidado com os custos associados e invisíveis (as necessárias deslocações frequentes, o desconforto para os convidados e menos oferta são alguns exemplos).

 

Com estas três ideias assentes – número de convidados, tipo de festa e de local – é o momento de reservar um bocado de tempo, pôr uma música simpática a tocar, pegar no Excel, na máquina de calcular e no caderno de notas.
Esta é a fase em que a clareza será uma imensa mais valia – cabeça fria e discernimento serão os vossos melhores companheiros. O que têm e o que podem gastar, se bem definidos, serão o vosso suporte nos momentos de dúvida, stresse e alguma frustração.  A melhor maneira de saborear o processo e de se divertirem na companhia dos queridos ajudantes, ou de desfrutarem da sábia contratação do vosso wedding planner, é estarem preparados e conscientes do que querem e do que têm. Encontrado o número mágico, reservem 10% do vosso orçamento para imprevistos. Se este valor vos sobrar no final, depois de fechadas todas as contas, pois então estarão de parabéns! E como prémio por bom comportamento, marquem uma escapadinha a um sítio simpático!

 

Mitt Fotografia - fotografia de casamento Mitt Fotografia - fotografia de casamentoMitt Fotografia - fotografia de casamento

Ora bem, então e como cortar as fatias do bolo? A sabedoria popular diz que 50% do orçamento do casamento deve ir para o espaço e comida, e que o resto deve ser devidamente distribuído de acordo com as prioridades.
A nossa sugestão é que listem as várias rubricas principais com algum detalhe: catering e espaço, decoração e flores, fotografia, vídeo, noiva, noivo e outros, e que definam, à frente de cada uma, o máximo a gastar.
Este acto tão simples tem uma importância fundamental – esta é a vossa “conta-ordenado”e convém que nada fique abaixo da linha de água, como dizem os comentadores da Bolsa. À medida que forem tendo respostas aos pedidos de orçamento e fechando os contratos, anotem tudo e confiram que, na soma final, nada fica a vermelho.

Tudo se começará a encaixar de forma harmoniosa e orgânica, sem grande esforço.

Importante: estabeleçam prioridades e limites no orçamento: o que é fundamental e o que é acessório; e detalhem o mais possível as várias parcelas, sem generalizar. Podem nomear um ‘árbitro’ com experiência, com bom senso e em quem ambos confiem plenamente, para os casos em que não estejam de acordo. Porque eles vão surgir, acreditem. E, vistos à distância, são pormenores insignificantes, mas na hora de pôr números definitivos tudo assume proporções gigantescas, com todo o stresse associado – de que vocês não precisam mesmo nada.

 

Até aqui, tudo bem? Óptimo, porque agora começa a parte divertida: vamos começar a procurar os fornecedores ideais. Se o vosso plano é encontrar bons fornecedores, do outro lado saibam que também se aprecia e procura os bons clientes. Este é um negócio muito exigente, com desgaste físico e grande investimento financeiro, sempre com nervos e emoções à flor da pele. Proporcionar com gosto e competência uma bela festa (da parte do fornecedor) e respeitar o custo e profissionalismo de quem executa (da parte dos noivos) são as duas faces da mesma moeda; quanto melhor e mais saudável for esta relação, mais perfeito será o dia, para todos. Vamos debruçar-nos sobre este assunto em detalhe para a semana.

Até lá, boas contas!

 

As fotografias deste artigo são da autoria do nosso fornecedor seleccionado Mitt Fotografia.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Para o nosso trio de bolo dos noivos, bouquet de noiva e sapatos de noiva de hoje, continuamos a dar as boas vindas ao outono, devagarinho.

Como os dias continuam amenos e calorosos, mesmo que um bocadinho mais curtos, mudamos a paleta de cores para tons mais secos e alinhados com as mudanças naturais da paisagem.

 

À procura de uns sapatos de noiva, encontrei estas sandálias compensadas, de camurça, no mais bonito dos tons – um nude queimado, café com leite, que, sugerindo dias mais frios, combina lindamente com tudo e é totalmente intemporal. Possivelmente pedirão umas boas palmilhas de gel, e ficam prontas para dançar toda a noite. Quanto a vernizes, sugiro o Indian Pink de Tom Ford, ou o Coralium, da Chanel: tons coloridos, mas suaves.

 

Passamos para o bolo dos noivos: a escolha de hoje é um bocadinho mais dramática, já que este bolo não tem qualquer tipo de decoração. No entanto, com a sua austeridade singular, prende-nos o olhar. Primeiro estranha-se, olha-se uma segunda e terceira vez, e acabamos por ficar fascinados.
Este bonito bolo de dois andares vive da textura e da cor cremosa – não será para todos os gostos e pede um cenário que o complemente de forma mais rica. Ainda assim, é um show stopper!

 

Fechamos com um bouquet de noiva muito campestre, que segue a tendência da estação: uma mistura de flores naturais com flores secas, todas na mesma paleta de cores, que vai do branco marfim ao ferrugem, com todos os meios-tons de rosa pelo meio.

É muito delicado e especial e, possivelmente, poderá ser conservado de forma bonita durante muitos anos.

 

Bolo dos noivos simples e moderno. Sapatos de noiva compensados em camurça nude. Bouquet de noiva campestre.

O que acham disto tudo, meninas? Agrada-vos este tipo de paleta mais delicada e menos vibrante, mas com muitas texturas e meios-tons?

 

De cima para baixo, bolo dos noivos texturado com dois andares sem decoração, de Jasmine Rae Cakes; sandálias de noiva em camurça nude, compensadas e com tacão alto, da Uterqüe, por 89 euros; bouquet de noiva campestre com mistura de flores naturais e flores secas, de Hart Floral Design.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

Susana Pinto

Casamento na Quinta da Quintã: Daniela + Miguel, sorrisos sem fim!

Hoje mostramos um casamento na Quinta da Quintã: é o mais bonito dos dias da Daniela + Miguel, que casaram num belo dia de verão.

 

Este dia foi pensado com muita dedicação e carinho, para que fosse perfeito – e foi! Há muitas festas, muitos sorrisos, dois patudos fofíssimos e, sobretudo, muito carinho a flutuar no ar.
As fotografias bonitas são do Pedro Lopes Photography e todo o cenário, organização, comida deliciosa e decoração são da responsabilidade da equipa fantástica da Quinta da Quintã.

 

Deliciem-se!

 

Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Sabíamos que queríamos construir um dia que espelhasse a nossa essência. Da igreja à Quinta, foi tudo pensado ao pormenor, para tornar o dia especial não só para nós, mas para todos os nossos convidados.

 

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Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Nós preparámos tudo com bastante antecedência e contámos com profissionais de elevada qualidade em todo este processo, mas claro que há sempre receio que falhe alguma coisa. É um dia no qual investimos muito do nosso tempo e dedicação, mas a certeza do que estávamos a fazer foi-nos dando sempre muita calma e confiança.

 

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Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

O momento que nos fez sentir “é mesmo isto” foi o dia do Wedding Weekend da Quinta da Quintã. Foi aí que vimos como poderia ser a decoração, conhecemos alguns dos fornecedores que depois acabámos por contratar e tivemos uma ideia de como poderia resultar o ambiente no dia do nosso casamento.

 

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O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado ficou acima das nossas expectativas! Sentimos que tudo foi feito com muito carinho e bom gosto. Para este sentimento, em muito contribuiu a nossa equipa de wedding planners da Quintã, a Joana Coelho e Tânia Almeida, que nos deram sempre uma preciosa orientação nas nossas escolhas.

 

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O que era fundamental para vocês? E sem importância?

A parte da celebração religiosa foi muito importante: escolhemos o padre, as leituras e as músicas com especial carinho.

Depois, achámos importante pontuar a festa com alguns detalhes que sabíamos que poderiam divertir os nossos convidados, mas sem que fosse algo forçado, sempre de uma forma subtil e natural.

 

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O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Bom, tudo requer muita ponderação, mas talvez a escolha dos fotógrafos e dos videógrafos tenha sido o mais fácil, até porque já acompanhávamos o trabalho deles desde os tempos da faculdade. O mais difícil foi sem dúvida a escolha do vestido de noiva, e o seating plan dos nossos convidados.

 

Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Na igreja, depois da entrega do ramo à Nossa Senhora, fomos entregar um ramo às nossas mães. Foi um momento muito emotivo, não só por ter sido surpresa para todos, mas também pelas palavras que o padre dirigiu nesse momento.

Na Quinta, fomos surpreendidos com um vídeo feito pela minha irmã, com imagens nossas e dos nossos amigos, acompanhados de músicas que sempre nos foram especiais.

 

E o pico de diversão?

Talvez o momento em que pegámos no microfone e fomos para o meio da pista agradecer aos nossos convidados por estarem a viver aquele dia connosco. Depois disso começámos a dançar, mas como não ensaiámos nada, nem sabemos se correu bem ou mal, só podemos dizer que estávamos muito felizes e apenas a disfrutar aquele momento!

 

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Um pormenor especial…

Humm… um é pouco! A oferta aos convidados foi uma caixa com macarrons, carinhosamente confeccionados e embalados pela irmã da Daniela. Durante a refeição tivémos a atuação do Trio Town & Country que deu um toque muito especial ao jantar.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não, nada. É sem dúvida um dia muito especial para ser vivido, recheado de muitas coisas boas e a única coisa que dá vontade de mudar é o facto de já ter passado!

 

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Casamento na Quinta da Quintã, com fotografia de Pedro Lopes Photography

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Bem, pensem no que é essencial nesse dia: que todos estejam presentes, felizes e divertidos (incluindo os noivos)!

Para isso, devem deixar todo o stress na altura dos preparativos, para que no dia estejam calmos e serenos para conseguirem aproveitar todos os detalhes que escolheram com tanto carinho, divertirem-se e partilharem o amor com todos os que escolherem para estar presentes!

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites, materiais gráficos, espaço, decoração, catering e bolo dos noivos: Quinta da Quintã;

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss;

vestido de noiva e sapatos: vestido Pronovias, sapatos feitos pelo pai da Daniela e jóias Barbara Goyri Jewellery;

maquilhagem: Daniela Reis Makeup Artist;

cabelos: Natália Moreira Cabeleireiros;

bouquet de noiva e decoração em casa: Florista Casa Orquídea;

decoração da igreja: Horto Flor do Campo;

ofertas aos convidados: Pão-de-Law (irmã da noiva);

fotografia: Pedro Lopes Photography;

vídeo: Edgar Félix Videos;

luzes, som e Dj: Dj Fi (André Montenegro) e Trio Town and Country.

Marta Ramos

Ela disse «sim», por Thisisyourday | Denis Erroyaux

Quando o Jack telefonou a Denis Erroyaux, no final de Junho, muito entusiasmado, o fotógrafo ficou encantado com o que ouviu: Jack queria que Denis o acompanhasse num passeio em Belém e fotografasse o pedido de casamento que estava, secretamente, a preparar… Depois de alguma pesquisa, Denis encontrou um trajecto mais livre de turistas para que o casal pudesse fazer a sua sessão tranquilamente e, claro, viver o grande momento com o máximo de privacidade possível:

E então, a magia aconteceu diante dos meus olhos! Vou lembrar-me toda a minha vida da voz de Grace a perguntar «isto é a sério, Jack, é a sério, mesmo a sério?» Sinto-me abençoada por ter feito parte disto, enquanto tentava ser o mais invisível possível.

 

Pedido de casamento em Lisboa - Foto de Thisisyourday by Denis Erroyaux

Denis Erroyaux nasceu em Charleroi, Bélgica, e divide o seu tempo entre Lisboa e Bruxelas. Gosta de ver os filhos a brincar, de fazer palhaçadas com Aurélie, a sua mulher, e de fotografar casamentos. Para isso, criou a marca Thisisyourday, que apresenta assim: «É estar em todo o lado e ser invisível ao mesmo tempo, ser empático mas manter a distância, capturar o efémero. Acima de tudo, é possibilitar o reviver o infinito de momentos felizes. É o meu trabalho, a minha paixão, o que me define.» 

Não deixem de consultar a sua ficha de fornecedor seleccionado para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com o Denis, ele gostava de saber mais sobre o vosso dia especial: o casamento, um grande momento, ou algo que queiram guardar para sempre.

Marta Ramos

As flores do Outono, por KCKliKO

Chegámos às portas do Outono e começamos a sentir a transformação da paisagem. A natureza é generosa durante o ano inteiro, pelo menos no nosso clima, pelo que há sempre coisas bonitas para apreciar, mesmo que estejamos já longe da exuberante Primavera. E as flores não são excepção. Diz-nos a Albane, da KCKliKO, com o que poderemos contar durante os próximos meses em termos florais:
«O Outono pinta de ferrugem as hortênsias verdes, para condizer com as folhas roxas da ameixeira. É a estação que revela os pigmentos amarelo e vermelho escondidos nas folhas das árvores. As bagas violetas de phytolacca, as graciosas anémonas-do-japão com o seu coração amarelo e o eryngium azul dão cor à estação.
Os amarantos caiem para realçar os ramos românticos e nostálgicos, cheios de rosas aromáticas de jardim. A folha quase prateada da cinerária, a hera manchada de branco e as flores do trevo, como uns flocos de neve, parecem anunciar o frio que está a chegar…»

 

Flores de outono, por KCKliKO

A KCKliKO tem nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.

Susana Pinto

À conversa com: Hugo Coelho – fotografia de casamento

Hoje conversamos com o Hugo Coelho, fotógrafo de casamentos, que assina como Hugo Coelho Fotografia.

 

Com a chegada de Setembro, retomamos a série de conversas longas com os fornecedores seleccionados Simplesmente Branco. Posso dizer que é uma das minhas rúbricas favoritas, porque é sempre fascinante conhecer o percurso de cada pessoa, as suas escolhas, a visão que tem sobre o seu trabalho e sobre o mundo, e como mostra tudo isso, naquilo que é a sua assinatura.

E é, também, uma óptima forma de vocês os ficarem a conhecer melhor e balizarem as vossas escolhas de fornecedor – feita esta primeira apresentação, o contacto que se segue já não será tão impessoal e estarão mais sabedores daquilo que gostam no seu trabalho.

 

Gosto muito da forma como o Hugo Coelho conta a história de cada casal, como constrói a narrativa do dia e nos passeia por ele, como se lá tivéssemos estado. Quando vejo as imagens que escolhe captar, para as preparar para a edição de um artigo, a selecção é sempre uma tarefa difícil, que exige tempo e desapego, mas faço-o com um imenso entusiasmo e expectativa, porque o ponto de vista do Hugo Coelho é fortíssimo e todos os elementos são essenciais e têm o seu lugar, não há uma hierarquia, nem uma formatação prévia, mas sim uma magnífica soma das partes: uma narrativa. Não há festas feias nem festas bonitas. Há pessoas, uma história, intuição, trabalho e talento.

 

Tem sido um imenso prazer ver o Hugo Coelho a traçar o seu rumo, em nome próprio. Aguardo os resultados desta época com imensa expectativa – serão sempre bonitas histórias de amor, tenho a certeza!

 

Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho FotografiaFotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Estudei fotografia durante três anos na ETIC e quando terminei o curso fui estagiar para a Global Imagens, do grupo Diário de Notícias. Na altura não era bem a minha paixão, mas acabei por me deixar levar pelo fotojornalismo que se tornou uma boa base para o que faço hoje: documentar histórias bonitas.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Sempre fotografei e gostei de fotografia de reportagem, trabalhei como fotojornalista e talvez daí tenha vindo a paixão pelos casamentos. Lembro-me de que, no jornal, era raro o serviço que fazia em que as pessoas quisessem ser fotografadas. Num casamento é diferente, todos estão lá para um propósito e os convidados gostam ser fotografados. Com esta premissa, é mais fácil trabalhar.

Este é o meu sexto ano a fotografar casamentos a tempo inteiro!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Quando comecei a fotografar, via muitos blogs, participava em grupos de fotografia e consumia muita fotografia de casamento, mas acabei por me distanciar um pouco e ganhar espaço para não pensar em trabalho ou pontos de comparação (que nos fazem sempre duvidar do nosso trabalho). Penso que isso é o mais importante para mim. Gosto muito de pintura, de ver exposições e cinema (em casa e sem pipocas a estalar nos ouvidos), gosto de andar de mota e encontrar sítios perdidos para fotografar e, claro, a família e os amigos, são a melhor inspiração.

 

Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia

O teu trabalho tem sempre uma narrativa e um ponto de vista que eu acho muito especial. Como construíste essa tua assinatura?

Acho que não inventei nada, apenas descobri uma fórmula que resulta para mim, que me faz sentir mais realizado e que tem sentido para mim enquanto fotógrafo. Tento dar a perspectiva de um convidado muito próximo do casal, que está em todos os momentos importantes do dia. Não procuro uma fotografia “sem palavras”, procuro uma história contada em imagens que seja coerente e agradável de ver.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Boa pergunta, o pequenino cá de casa faz as delícias para uma boa pausa no trabalho. Observar uma criança a explorar e sentir coisas pela primeira vez é um bom passatempo!

 

De Lisboa para o mundo, ou o mundo em Lisboa: fotografar fora do país é diferente de fotografar cá dentro?

Existem tradições diferentes e isso é um dos pontos fascinantes neste assunto, mas acima de tudo penso que sejam os locais, adoro viajar e conhecer novos sítios! Por vezes estar sempre a ver a mesma coisa por mais bela que seja atrapalha a (minha) criatividade!

 

Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia

Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia Fotógrafo de casamento em Lisboa: Hugo Coelho Fotografia

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

Tento ser o mais sincero naquilo que faço e como consequência,  o tipo de clientes que vêm ter comigo são os que se revêem nas minhas fotografias. Acho que essa é a melhor maneira de criar uma primeira ligação.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Prefiro os casamentos mais pequenos, são mais intimistas. Tenho vindo, cada vez mais, a fotografar sozinho e acaba por ser mais difícil fotografar eventos grandes. Cerimónias emotivas são genuínas, a minha fotografia vai muito em busca disso e duma boa festa, claro!

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte, sem dúvida, é conhecer outras pessoas e estar em sítios novos. O mais difícil é perder alguns momentos com aqueles de quem gostamos. Cada vez mais tento fazer um bom equilíbrio entre estes dois planos, pessoal e profissional.

 

Não procuro uma fotografia “sem palavras”, procuro uma história contada em imagens.

 

Os contactos detalhados do Hugo Coelho Fotografia estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, com o seu trabalho mais recente e contactem directamente o Hugo Coelho através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

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