Cake!
Vermelho sempre foi uma das minhas cores favoritas (sempre me disseram que a primeira roupa que vesti, acabadinha de nascer, na gloriosa década de 70, foi um vestidinho vermelho de pintinhas brancas!), é quando está misturado com rosa blush e, para mim, uma combinação gloriosa e muito feliz.
Esplendoroso!
Via Style me pretty, feito por Movable Feast Catering, com fotografia de KT Merry Photography.
Espreitem o artigo completo, a inspiração é uma delícia!
Telma + Nuno, epicamente singelo!
E viva o verão!
Fechamos a semana e o mês com as magníficas fotografias da dupla Menino conhece Menina, no casamento da Telma + Nuno, num formato muito especial e pouco habitual: uma pequena maravilha!
Vamos a isto?
Como foi o teu pedido de casamento?
Quem fez o pedido de casamento foi o Nuno. Estávamos de férias no verão, e o pedido foi sobre uma prancha de surf no meio do mar da praia da Arrifana e com o pôr-do-sol a fazer de testemunha. Lindo e de pôr a perna a tremer, sobretudo vindo de um homem que nunca quis casar!
Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?
Quando o pedido foi feito, na verdade não tivemos pressa em casar de imediato. Mas também não queríamos que nos tomasse muito tempo. Até começarmos a planear o que fosse, passou um ano desde o pedido.
Começámos a planear o casamento com um ano de antecedência, acreditando que nos iriamos casar em Maio de 2015, mas quando começámos a tratar do espaço e do catering, havia sempre algum aspecto que não se adequava as nossas necessidades, e acabávamos sempre por voltar à estaca zero. O tempo passava e com isto decidimos antecipar o casamento para Dezembro, após o Natal, porque a minha mãe, não vivendo em Portugal, viria no Natal e proveitávamos a estadia dela.
Com isto estou a dizer que planeámos tudo em 2 meses e a primeira coisa a ser decidida foram os fotógrafos (porque esses, de alguma forma, já estavam escolhidos há muito tempo) sendo de seguida escolhido o local e comida.
Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?
Para nós, o casamento significou sempre o momento de partilha com amigos e família. Até porque nós já vivíamos juntos e todos já nos consideram “casados”. Este dia foi a continuidade da nossa vida a dois, mas com mais uns pózinhos mágicos.
Queríamos uma pequena festa, descontraída e informal, num ambiente elegante e recheado de pequenos detalhes que para nós faziam sentido.
Casámos pelo civil apenas, no restaurante que escolhemos. Tem uma sala linda, carregada de espelhos antigos e cadeiras todas diferentes entre si… e para nós fez sentido que ali fosse. E era bem no centro do Porto. Por onde estudámos, namorámos e passeámos tantas vezes numa de apenas usufruir da cidade. Foi tão natural, escolher um restaurante e não uma quinta. Embora, acreditem, não tivesse sido planeado.
A opção “feito por ti” surgiu porquê?
O feito por mim faz parte da minha vida (mais do que da do Nuno)… sempre gostei de fazer coisas com as mãos e de ter controlo total sobre o que se faz. E mais do que isso, o “feito por nós” é bem mais do que poupar dinheiro, para nós, pensar em cada um à medida que fazíamos as coisas foi importante, alias, o início do nosso casamento fez-se nestes preparativos.
Tiveste ajuda?
Na verdade não, fizemos e decidimos tudo sózinhos – mas também sempre quisemos dessa forma.
O que era o mais importante para ti?
O mais importante foi sempre “criarmos” um dia para nós. À nossa semelhança e com o qual nos identificássemos. Um evento honesto, lindo e despretensioso. E com isto rodeados de todos o que fazem sentido na nossa vida: amigos e família.
E secundário?
Nunca quisemos luxos, extravagâncias e exageros. E com isto cingimo-nos ao básico. Porque para sermos felizes não é preciso muito e o nosso casamento foi assim!
Onde gastaste mais dinheiro?
Num casamento ou numa festa, acredito que onde se gasta mais dinheiro é na comida e no espaço e connosco confirmou-se isso. Em proporção devo dizer que o Bolo foi uma “boa fatia” do orçamento.
Onde gastaste menos?
Para o que me apercebo no que é habitual, onde provavelmente gastámos menos, foi na roupa de ambos. Queríamos estar “lindos” mas com roupa normal e que pudesse ser usada depois. No meu caso apenas o que não posso usar no dia-a-dia é a saia.
O que foi mais fácil?
A escolha dos fotógrafos e a nossa roupa. Sabíamos muito bem o que queríamos!
O que foi mais difícil?
Difícil, na verdade, foi começar. Tínhamos em vista fazer um casamento mais “tradicional” no início – pois na verdade acaba por ser mais fácil… o civil, a quinta, sobretudo quando é muita gente… mas as coisas acabaram por não seguir esse rumo e ainda bem.
O que te deu mais prazer criar?
Devo confessar que tudo nos deu prazer. Foi um dia simples, mas carregado de muito amor. E o amor estava em tudo. Nos amigos que vieram de fora, nas flores que tinham de ser aquelas e que foram especialmente encomendadas para este dia, nas toalhas, velas e jarras compradas especialmente para nós… uma imensidade de detalhes, convertida em amor.
O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?
As cedências fazem parte da vida, acredito que fizemos, sim, mas nada de muito significativo. Pois resultou e sem dúvida foi a nossa cara!
Um pormenor especial?
Houve tantos… mas menciono alguns:
Na ausência do meu pai, quis que a minha companhia de entrada fosse a minha afilhada e entrámos a dançar até chegar ao Nuno. Hoje ele diz que este momento de eu dançar, para a frente e para trás, o deixou mais nervoso do que todo planeamento. Pela ausência física de algumas pessoas queridas, tínhamos misturado na decoração peças pertencentes a estas pessoas. Ainda que estas estivessem no coração, para nós foi importante criar esta ligação visual também.
E por último, todas as decorações de flores, inclusive o meu bouquet, tinham uma flor que mandámos vir da Holanda, ramos de oliveira que vieram da quinta dos pais no Nuno (seria a agregação à minha nova família), eucalipto redondo que veio de casa do meu melhor amigo (seria a amizade indispensável na nossa vida), e tinha pedacinhos de uma árvore de casa dos meus pais (que seriam as minhas origene)… tudo isto nos representava no passado, presente e futuro.
Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?
Não seria uma mudança, mas face ao número de convidados, precisávamos de mais uns metros quadrados extra. Teria sido mais simpático. De resto não mudávamos nada.
Algumas words of advice para as próximas noivas?
O lado racional num casamento é importante, e aqui sugiro que o orçamento seja estipulado logo no início, pois não vai ser um entrave, vai ser antes uma ajuda. E depois aproveitar cada momento, cada escolha, cada conquista… e sempre a dois. Assim se constroem memórias.
Os nossos fornecedores:
convites e materiais gráficos: desenhado pela noiva, feitos pelos dois
local e catering: Restaurante 3C
bolo: T Bakes
fato do noivo e acessórios: calças, casaco e cachecol, Decenio; camisa Vicri; sapatos Camper
vestido de noiva e sapatos: saia em seda selvagem desenhada pela noiva; sapatos Haiti; top e bolero de malha Stefanel; casaco de pele Massimo Dutti
brincos e colar da noiva: TelmaDA
cabelos: Michele Cabeleireiros
flores: Melinha Florista
Ofertas aos convidados: Uma andorinha pintada à mão pela noiva e uma fotografia dos dois
fotografia: Menino conhece Menina
Ode ao verão: bem-vindo!
Que já fazia falta!
Tchim tchim!
Sangria de Marraquexe, receita de Gabriel Cabrera, do bonito Artful Desperato. Leva uvas geladas, licor de flor de sabugueiro, figos, rosas e muita hortelã fresca.
A receita completa está no Front + Main.
Imaginem o sabor exótico e fresco… hum hum hum!
Amor global
A imagem não tem uma qualidade óptima, mas a ideia é maravilhosa, sobretudo nestes dias globais, em que os amigos e a família estão espalhados pelo mundo, que melhor forma de celebrar a diversidade?
Recomendo ajuda profissional na concretização: isto é uma peça de fundo, e pêras, e para que se mantenha bonita por várias horas, só mesmo feita por quem sabe… E que fotografias bonitas daqui saem!
E se o orçamento for demasiado alto para as vossas contas, considerem ainda duas opções, uma meio kitsch e divertida, com uma piscadela de olhos aos gloriosos filmes de Pedro Almodóvar, feita com flores artificiais, ou então, para mãos hábeis e serões bem acompanhados, uma versão com origamis ou flores de papel: garantimos um final feliz!
Imagem via Pinterest.
Wow factor, por Diana Nobre
Topos de bolo, em modo pixel!
Estas pequenas continhas têm uma versatilidade imparável… servem para miúdos e servem para graúdos, e o resultado, dependendo da capacidade criativa de cada um, tem sempre graça.
Ora encontrei, no simpático Something Turquoise, esta versão casalinho-de-noivos-topo-de-bolo: e que piada tem!
Fazê-los, é do mais fácil, encontrar material, também, do Ikea à Tiger, basta procurar por Hama Beads.
Sigam as instruções e entretenham-se a desenhar!
Uma ode ao “feel good”
Comecei por parar no vestido: moderno, elegante, fantástico. A seguir, foi a “normalidade” e a descontracção, como se fosse um dia normal, mas amped up: foi assim o casamento de Sarah + Brad.
O plano era simples e claríssimo: que este grande dia fosse a cara deles (ora bem…!) e que todos os convidados desfrutassem de um belo dia (confere!). Não queriam nada demasiado tradicional, apenas elegante e pouco formal, acompanhado de boa comida e boa bebida.
A escolha apontou para um restaurante bonito que acolhesse eventos e com uma boa carta gastronómica – o que é fácil na Austrália!
Com um vestido tão clean, Sarah tirou partido das flores – e que flores, a coroa, desenhada por Cecilia Fox, é muito fantástica (mesmo que deixe de ser tendência, este será sempre o meu acessório favorito!):
“I felt very feminine and beautiful in the dress but mum had some concerns that I might regret not having a ‘wedding dress’. It was a lovely, stress-free experience and not once throughout the planning or the day did I regret buying something off the rack. Having something so classic and simple also allowed me to have some fun with the colour of my flowers with worked out perfectly!”
Terminamos com um conselho clássico – aliás, todo este casamento é quase um cliché no seu discurso (uma festa que fosse a cara dos noivos e em que todos se sentissem lindamente, boa comida, contemporâneo, elegante e pouco formal), mas nem por isso menos glorioso na sua forma: moderno, vibrante, feliz e único! Não é preciso re-inventar a roda ou forçar a diferença, basta fazê-lo à nossa medida:
“Choose vendors that you like as people as well as liking what it is that they do. We were honestly so comfortable with everyone that we had helping to organise our day that it just made all of the meetings, emails and on the day interactions so much easier. Everyone felt like a part of the occasion and that helped us both to relax and enjoy ourselves.”
Fotografias de Love Katie and Sarah, via Hello May.



















































































