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Susana Pinto

Leituras de verão…

…ou um par perfeito!

 

“The Wedding Dress: 300 Years of Bridal Fashions” é o catálogo que acompanhou a magnífica exposição do Victoria & Albert, que terminou em Janeiro:

“This sumptuous book draws on wedding garments in the V&A’s collection, photographs, letters, memoirs, newspaper accounts and genealogical research to explore the history of the wedding dress and the traditions that have developed around it since 1700. It focuses on the white wedding dress, which became fashionable in the early nineteenth century and is now chosen by women across the world. The book considers the way couturiers and designers have challenged and refreshed the traditional white dress and the influence of the wedding industry, whose antecedents lie in the commercialization of the wedding in Victorian Britain. The Wedding Dress is not only about costume, but also about the cultivation of the image of the bride. This book is a glorious tribute to an exquisite, stylish, glamorous gown, the romance of its evolution and the splendour of its design.”

 

 

Está tudo dito, certo? Podem encontrá-lo na minha loja online favorita (com portes grátis), a Book Depository, por 32,45 euros.

 

Para lhe fazer companhia, este “Penguin’s Poems for Weddings”, pareceu-me mais do que perfeito… Até as capas ficam bonitas juntas, partilham a mesma atmosfera delicada e etérea.

“This is a wonderful anthology of wedding poems, filled with surprising, curious, unorthodox and charming poems about love and the public commitment to love. For the many thousands of readers who have been delighted by Laura Barber’s earlier anthologies, this wonderful new book is filled with surprising, curious, unorthodox and charming poems about love and the public commitment to love. It is a book to be referred to constantly and, like Penguin’s Poems for Love, it belongs on the short shelf of truly essential anthologies. For the many thousands of readers who each year go through the complex mix of thrill and trauma that is the planning of a marriage ceremony, Laura Barber’s anthology is the answer to a prayer, with a wonderfully generous and unusual selection of poems suitable for reading out loud and which celebrate and encapsulate in all our bewildering diversity how we wish to express our deepest feelings.”

 

 

Também na Book Depository, com o simpático preço de 17,55 euros.

Não vão tão bem juntos?

 

Susana Pinto

Célia + Daniel, o amor é sábio!

Hoje fechamos a semana com a festa feliz da Célia + Daniel, fotografados luminosamente pela dupla R2Arte.

Maravilhosa, a calma sabedoria da Célia, leiam com atenção que são só bons conselhos.

Novamente o mesmo mote de simplicidade, amor e partilha. São estas as mais bonitas festas, digo eu!

Venham ver como foi!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

No nosso caso não houve pedido de casamento!

Eu sei que não é muito convencional, mas nós também não o somos.

O Daniel pediu-me em namoro… O casamento foi uma ideia que foi crescendo nas nossas mentes. Quando comprámos casa e estávamos a planear a nossa vida em conjunto decidimos que fazia sentido festejar com todos a nossa felicidade e o amor que nos une.

 

 

 

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Não sou uma pessoa muito organizada, pelo que me decidi a arranjar uma agenda do casamento… com timings a cumprir nas escolhas, lista de fornecedores que escolhi e contactos.

Começamos a tratar de tudo em Outubro sem grande pressa! O que fizemos primeiro foi escolher os locais (igreja e quinta) e como não havia nenhuma data determinada, funcionou bem porque tivemos flexibilidade ao escolher.

Depois, antes de começar a decidir os pormenores, fiz uma pesquisa em blogs para perceber o que gostava e o que não gostava e como podia personalizar o nosso dia especial!

 

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

A prioridade foi que tudo fosse familiar e confortável. Desde a escolha da Igreja, pequena e próxima de casa, até à escolha da Quinta que nos lembrava o campo e nos dava espaço e privacidade para fazer a festa! Eu sou natural de Caminha e tenho uma família muito numerosa, por isso era importante um ambiente que não fosse muito distante das minhas origens. Uma quinta de vinhos pareceu-nos a escolha perfeita.

O tema para o dia fomos nós e a nossa história de amor… queríamos dizer às pessoas que já somos muito felizes e que o casamento era uma celebração disso mesmo. Por isso mesmo a música “Happy” tornou-se o hino do dia!

 

 

 

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque sou uma pessoa criativa e gosto de tomar decisões e ir à procura das coisas… Foi um desafio muito giro ser a minha própria wedding planner. Não me arrependo porque adorei tratar de tudo. Mesmo os pequenos obstáculos foram importantes porque criaram oportunidades para pensar outside the box.

 

Tiveste ajuda?

Simmm! A família e os amigos não me faltaram, fartei-me de delegar tarefas e de pedir opiniões.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti? E secundário?

O mais importante era fazer um dia à nossa imagem, descontraído e sem muitos protocolos! Resolvi não entrar em stress porque no fundo não existem escolhas erradas, as coisas iriam combinar desde que fossemos fiéis ao que gostamos. Resultou bem e tudo se foi encaixando. Desde o convite aos pormenores da mesa, passando pelas lembranças que fizeram furor com os convidados. Tudo foi muito espontâneo e sem ensaios, isto incluíu a entrada na sala ao som do Happy… foi inesquecível poder olhar e ver todas as pessoas de quem gostamos, aplaudirem e dançarem connosco!

 

 

 

 

Onde gastaste mais dinheiro?

O maior gasto foi sem dúvida com a quinta e o catering.

 

Onde gastaste menos?

Nos convites e nos centros de mesa.

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil?

Contar aos amigos e família que íamos casar…

 

O que foi mais difícil?

Por incrível que pareça foi a escolha do menu… é difícil agradar a toda a gente! Sem falar na distribuição das mesas, que também foi um esforço tentar agrupar as pessoas de forma coerente!

 

 

 

 

O que te deu mais prazer criar?

Toda a parte dos marcadores de mesa, quadro com o distribuição dos lugares e as ofertas. Foi como voltar as aulas de trabalhos manuais…

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Olhando em retrospectiva acho que acertámos em cheio. Foi tudo feito à nossa imagem e ritmo… Não ficou nada de fora que fosse realmente importante!

 

 

 

 

Um pormenor especial?

É difícil escolher só um:

Usei os “brincos de rainha” da minha bisavó, típicos de Viana do Castelo

Os noivos do bolo foram feitos por uma amiga… ficaram perfeitos e muito diferentes, mesmo a nossa cara!

Esqueci-me de escolher e reservar um meio de transporte. No inicio da semana do casamento apercebi-me disso quando uma amiga me perguntou! Num golpe de sorte consegui o contacto da carrinha pão de forma. Muito confortável e prática, com espaço para o vestido, por isso não podia ter sido melhor.

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Honestamente não mudava! Aproveitamos cada minuto e foi mesmo um dia muito feliz.

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

O essencial é organizar tudo com tranquilidade e não entrar em pânico porque tudo tem solução! Importante, se a vossa cara metade nunca se interessou por flores e pormenores decorativos é bem provável que não vá ter um interesse súbito nesses temas agora… Nada melhor do que lhe dar a escolher outras áreas.

Nos dias que antecedem o casamento foi muito bom delegar tarefas e poder beber uns copos com os amigos. Escolhi o meu irmão como grande responsável pela resolução de problemas no grande dia e proibi toda a gente de me ligar nessa manhã… foi muito tranquilo, dormi que nem uma princesa e acordei sem olheiras e super bem disposta.

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: design da noiva e execução “caseira” com ajuda de amigos e família

espaço e catering: Quinta Catralvos

fato do noivo e acessórios: Hugo Boss

vestido de noiva, sapatos e acessórios: vestido, Jesus Peiró; sapatos, Eureka; brincos da minha bisavó

maquilhagem e cabelos:  maquilhagem MAC;  cabelo DX Concept (Almada)

flores: bouquet, Em nome da Rosa; decoração do espaço e da igreja, O Cacto (Azeitão)

Ofertas aos convidados: compradas numa feira em Ponte do Lima e personalizadas com fitas em tecido

fotografia: R2Arte

vídeo: Conta-me Estórias

luzes, som e Dj: amigo dos noivos

 

Susana Pinto

Delírio floral

Acompanho trabalho da fotógrafa australiana Luisa Brimble desde que tropecei na primeira imagem deste género.

Esta nova série é também tão feliz, tão de Verão, que me deixa um sorriso na cara – e acho que o melhor a fazer, é partilhá-lo convosco, para que seja verdadeiramente contagiante.

Deliciem-se com 5 segundos de pura beleza e felicidade! Diz que fotografa comida… imaginem se fotografasse flores!

 

 

 

 

 

 

 

Podem ver o trabalho bonito da Luisa Brimble no seu site, estas imagens fazem parte de uma entrevista no site The Green Gallery.