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Susana Pinto

Nádia + Pedro, e os seus!

Hoje trazemos a doce e oh so very special festa da Nádia + Pedro, na bonita Quinta do Hespanhol, com fotografias do Pedro Taborda.

 

É só amor e carinho em doses industriais, venham ver…!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi no dia em que fizemos 4 anos de namoro, depois de um jantar incrível, bem no meio do Miradouro de São Pedro de Alcântara, num dia de chuva miudinha.

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Penso que começámos a pensar no sítio logo na semana a seguir ao pedido de casamento… Tínhamos sete meses para preparar tudo, por isso pusemos logo mãos-à-obra. Eu sou muito organizada, por isso pensei no que queria que fosse o dia e fui criando pastas de imagens com ideias para o vestido, para o ambiente, para os pormenores especiais…

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Queríamos um ambiente romântico e rústico, mas também muito divertido, descontraído e, essencialmente, que fosse a nossa cara. A cor que escolhemos, o verde água, ajudou a dar o ar fresco que queríamos.

Eu sei que a maior parte das pessoas pensa nisto – em criar algo à sua medida – mas o que nós queríamos, além disso e mais ainda, era que todas as pessoas se sentissem parte do dia, que todos se sentissem especiais e incluídos.

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Era um imperativo. Tenho um gostinho especial por pôr as mãos na massa e organizar eventos e festas, por isso o nosso casamento tinha de combinar as duas componentes – deixar-me fazer e ser um reflexo de nós.

 

 

 

 

 

O que era o mais importante para ti?

Penso que o mais importante era tornar uma cerimónia de quase 200 pessoas num evento íntimo, participativo, nosso. Que tivéssemos recordações incríveis (fotográficas – e, nessa medida, o fotógrafo era obviamente importante – e da participação de todos), que pudéssemos ter a oportunidade de mostrar às pessoas de quem gostamos e que gostam de nós o que sentimos por elas e um pelo outro, que tivéssemos oportunidade de nos celebrarmos e a nossa relação de uma maneira única e inesquecível.

Havia um milhão de pormenores que queria tornar realidade e para isso tive a ajuda especial de uma amiga (criadora, em conjunto comigo, dos convites e do resto dos elementos gráficos do casamento) e ajudas de outras amigas que têm uma imaginação que não acaba e que me enviavam imagens inspiradoras que ajudavam a concretizar o que tinha imaginado.

 

 

 

 

 

E secundário?

Secundário era que tudo corresse exatamente como planeado, tim tim por tim tim. Não estivemos preocupados com as horas e com a programação ao minuto, embora este sentimento tenha resultado de um exercício de preparação (muitas horas a pensar: “não stressar, não stressar”).

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No local da festa, definitivamente.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos?

Não sei exatamente… Era preciso um sem número de páginas para descrever a quantidade de pequenas coisas que havia no nosso casamento (pequenos apontamentos especiais que criámos) e alguns deles foram inteiramente criados por nós e impressos em casa – logo, sem nenhum custo.

 

O que foi mais fácil?

Escolher o noivo! O mais fácil foi saber que o espaço era aquele, que a decoração era aquela, e que queríamos que todo o casamento fosse cheio de surpresas e animação. Saber que queríamos que fosse sobre nós e com os nossos.

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Conseguir fazer tudo no tempo que tínhamos – não é fácil gerir fornecedores, ideias, gráfica, a expectativa dos familiares, a nossa própria expectativa e ainda continuar a trabalhar e a viver nos intervalos!

 

O que te deu mais prazer criar?

Deu-me muito prazer preparar a minha surpresa para o Pedro (cantei para ele). Os ensaios tiveram sempre o nervoso miudinho de imaginar como ia ser no próprio dia. E adorei escrever, à mão, um postal personalizado para cada um dos meus convidados – loucura, eu sei – que ficaram a identificar os lugares nas mesas. Foram bons momentos de pausa, a pensar no que cada pessoa significa para mim e a imaginar a cara dessa pessoa enquanto o lia. Foi especial.

 

 

 

 

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Totalmente. Nós somos pessoas dinâmicas e animadas e não me lembro de ter visto tanto dinamismo num casamento. Houve tanta gente a querer participar – discursos, músicas, vídeos – que aqueles que não tinham preparado nada quiseram também levantar-se e dizer alguma coisa. Foi melhor do que alguma vez podíamos ter imaginado.

 

Um pormenor especial?

A nível material, os postais personalizados e os noivos de cartão em tamanho real. E apresentarmos o vídeo do dia (feito incrivelmente e no local pela equipa do Pedro Taborda) antes de abrirmos a pista foi ótimo – é um momento em que todos paramos para ver o que já aconteceu e em que ainda estamos ali, presentes. É mesmo incrível, aconselho a qualquer pessoa.

A nível sentimental, os discursos dos nossos pais. E dos amigos. E dos chefes. E nós a cantar (onde parar? Foi tudo especial!)!

 

 

 

 

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Acho que só mudava uma coisa: fazia com que o noivo se virasse mais cedo na igreja do que se virou. Não o avisaram que eu já ia a entrar e ele acabou por não ver toda a minha entrada. Sem ser isso (que agora vamos corrigir vendo o vídeo até à eternidade), não mudava uma vírgula.

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Deixem-se ir; parem de vez em quando para ver, para observar, para absorver todo o processo; estejam com as pessoas que mais vos dizem; se precisarem de ajuda, peçam ajuda; aproveitem os bocadinhos para abraçar o maridão; se for um casamento católico, escolham bem o Padre (vai ser uma peça essencial); escolham bem o fotógrafo; e pensem naquilo que é mesmo importante para vocês no dia, naquele pormenor ou momento que vos deixaria mesmo felizes. Mas, acima de tudo, nunca nunca nunca se preocupem em excesso, não tentem controlar o incontrolável. Deleguem as preocupações do dia (se tiverem uma wedding planner que possa lá estar no dia, melhor). Não há nada como olhar para trás e ver que não houve uma chatice e que todas as pessoas se sentiram parte da nossa união. Rir muito, esquecer que há fotógrafo, aproveitar as pessoas que vos adoram todas reunidas num espaço. Vão ver que, como eu, repetiam aquele dia todos os dias.

 

 

 

 

 

Os nossos fornecedores:

 

convites e materiais gráficos: Constança Soromenho

local, catering e bolo: Quinta do Hespanhol

decoração: pensada pelos noivos, concretizada pela Quinta do Hespanhol

fato do noivo e acessórios: fraque Dielmar, lapela Loja das Meias, cinto e meias Hugo Boss, botões de punho Carolina Herrera, gravata El Corte Inglès,

vestido de noiva e sapatos: véu e vestido pensado por mim e feito em costureira (Elitza Ivanova), acessório da cabeça do casamento dos pais (usado pela mãe), sapatos New Look, brincos da bisavó, pulseira da sogra to be

maquilhagem: Sónia Godinho

cabelos: Dora Mendes

bouquet e coroa de flores: Graça O’Neill

ofertas aos convidados: Narizes da Operação Nariz Vermelho, raspadinhas e charutos

fotografia  e video: Pedro Taborda

luzes, som e Dj: DJ Gonçalo Portela

 

Susana Pinto

Josefinas no País das Maravilhas

As bonitas Josefinas já não são novidade por aqui e para este Inverno, a Filipa Júlio inspirou-se na fantástica Alice no País das Maravilhas e traz-nos esta colecção deliciosa: Alice, Rainha de Copas, Opium, Gato Cheshire e Coelho Wonderland.

 

GERAL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Conta-nos a Filipa:
“Alice no País das Maravilhas” não representa apenas uma viagem à memória do quão fantástico é descobrir um universo onde nada é impossível. É mais do que uma história para crianças – é uma lição de vida. Este conto diz-me muito, não só porque é uma história que me acompanha desde criança, mas porque relembra que as mulheres devem ser irreverentes na perseguição e conquista dos seus sonhos.
A única forma de chegar ao impossível é acreditar que é possível.
A inspiração veio das suas 5 personagens de eleição: Alice e o seu vestido azul, a Lagarta Misteriosa, o Coelho atrasado, o sorridente Gato Cheshire e a Rainha de Copas.

Com um twist ao modelo original das Josefinas, desta vez temos um botim e experiências felizes
com texturas e padrões.
“No mundo do Wonderland e na viagem que é a vida, nada é impossível. Basta acreditar!”

 

E também há um video delicioso:

 

 

Para mais detalhes, basta passar pelo site!

 

Susana Pinto

Chá de Inverno, por Catarina Batista

Até ao fim da semana, a Catarina Batista, designer de interiores, apresenta o seu trabalho no CASALISBOA 2014, e convida-nos para uma visita.

 

 

 

 

 

 

 

Conta-nos a Catarina:

 

“O conceito geral do evento é realização de um Concept Hotel e o resultado final ficou uma verdadeira delícia. O espaço escolhido foi o Palácio Iglésias, no Largo da Academia Nacional de Belas Artes, em Lisboa e estará aberto ao público com entrada livre até ao dia 23 de Novembro. 

Chá de Inverno, é o espaço ideal para conviver com os seus amigos, na troca de boas conversas e óptimas ideias para este Natal. O ambiente frio e austero no exterior, faz com que os visitantes encontrem na nossa Sala de Chá o aconchego que precisam para relaxar e terem vontade de desfrutar deste espaço tranquilo e acolhedor de cores neutras e inspiradoras.

Esta sala foi pensada para ser a sala de chá que se espera de Boutique Hotel onde os clientes podem descansar ao final do dia uma vez que garante todas as características de conforto de uma habitação quer pela zona de leitura junto da lareira assim como na área de refeições. É um espaço de Inverno que apela aos sentidos de forma geral e estimula, em particular, o sentido de reunião tão característico desta quadra natalícia.”

 

Até dia 23 de Novembro, das 12h30 às 22h30. Nós já lá fomos e gostámos muito!

As fotos são da Grão Photography.