Um cake topper giro!
Para mim, como sabem, as ideias são como as cerejas, atrás de uma vem outra e mais outra!
Quando vi estes belos papercuts (e porque uma das leitoras do SB tinha acabado de me enviar um email a pedir sugestões para um caketopper menos “fofinho”), achei-os maravilhosos e únicos… Com o nome, a data ou uma frase especial, numa moldura bonita, ficam irresistíveis.
São da Kyleigh, uma designer inglesa, e podem ser vistos e encomendados aqui. Para funcionarem como caketopper, basta juntar uma destas molduras do Ikea (seguramente um best of em qualquer casamento!), e colocar o recorte entre duas folhas de acetato, para ficar à transparência.
Perfeito, leve e com escala para funcionar como caketopper num momento, e depois, trocando para uma moldura a sério (como as da Mool), para guardar por muitos e bons anos!
“Um real wedding por dia…”: magia boémia!
Há sempre algo muito mágico e encantador num casamento de Verão. A luz, as cores, as flores… e o casamento de Natalie + Kelly não é excepção. O ambiente boémio, orgânico e descontraído deste dia de Verão não podia ser mais especial.
Coroas de flores, bouquets singelos, mesas corridas para uma refeição ao ar livre e debaixo das estrelas. Tudo aqui flui de uma forma encantadora e natural. Tudo aqui nos faz querer ter estado lá e partilhar estes momentos maravilhosos!
Estas imagens são apenas uma amostra pequenina. O resto está guardado aqui e é mesmo imperdível!
Fotografia de Charlene Schreuder, via The Pretty Blog.
Uma escolha Amor às Riscas.
“Simplesmente Branco é…”
Sunday shoes
Adoro! Azul escuro, que é tão ou mais chic do que preto, clássicos com um twist para quem está a prestar atenção…!
São da Zara e custam 59,95 euros.
Cake!
Barbara + Ricardo, “may the force be with you”!
Hoje temos um casamento giro, giro!
Nas palavras dos noivos, “minimalista fofinho com um toque de absurdo”. Curiosos? É que é mesmo bom!
Fiquem com a Bárbara + Ricardo, fotografados pela Glimpse.
Como foi o teu pedido de casamento?
Catártico. Há meses que se falava em casamento, mas o noivo tinha mil perguntas e medos – como é que se pede? Como é que eu compro um anel? O anel já é a aliança de casamento? Mas como é que eu sei o tamanho? Mas e que anel é que gostas? E quando é que é o momento certo? Como é que se fazem compras pela internet?
Com isto se passaram uns meses de conversas sobre o assunto e de espera agri-doce, até que no dia em que fazíamos 2 anos de viver juntos (e 2 e meio de namoro, ao minuto), o Ricardo fez um jantar especial em nossa casa para celebrar. Mas por mais um azar do destino, aquele tinha sido um dia negro no trabalho e os ânimos estavam em baixo. Muito em baixo. Deu-se o jantar, menos romântico do que se esperava, mas no fim, depois de tudo falado, estávamos contentes de estarmos ali e nos termos um ao outro. Por isso eu disse: “Vá, pede lá”. Ao que ele respondeu: “É? É que eu já fui arrumar o anel…”
Eu disse que sim, ele foi buscar o anel, pôs-se com um joelho no chão na nossa sala de estar, fez a pergunta, e eu disse que “sim”.
Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?
Começámos por marcar a data. Apesar do noivo estar cheio de pressa, a data natural seria para exatamente dali a 6 meses, no dia do nosso 3º aniversário de namoro. A matemática desta relação fascina-me. A partir daí, foi intuitivo – eu e o Ricardo sempre estivemos sintonizados e metemos os dois as mãos à obra. Queríamos uma coisa simples, com pouca gente mas com pinta – por isso foi começar a recolher referências, pensar no vestido, no local, comprar as espadas… o normal.
Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?
Minimalista-fofinho com um toque de absurdo. A receita foi muito simples: encontrar um lugar onde desse para fazer tudo no mesmo sítio sem cortejos a atravessar a cidade; fazer uma lista de convidados curta, só com pessoas próximas; e juntar influências fifties-rockabilly-star wars. Diversão para toda a família!
A opção “feito por ti” surgiu porquê?
A opção “feito por nós” sempre esteve lá. Não haveria outro caminho, e não tem nada a ver com o dinheiro. É o nosso casamento, a nossa festa, há coisas que por muito que se procure, só nós sabemos como são exatamente perfeitas. Ou pelo menos gostamos de acreditar que sim.
Tiveste ajuda?
Claro, a minha melhor amiga e madrinha foi incansável e muito tolerante em relação às minhas “particularidades”. O meu pai e a minha sogra também merecem todos os beijinhos do mundo.
O que era o mais importante para ti?
Não dá para não dizer clichés nesta pergunta: éramos nós e as pessoas de quem gostamos. A missão principal do dia era termos uma festa com a nossa cara, e que toda a gente se sentisse à vontade e se divertisse.
E secundário?
Se houve alguma coisa secundária era tão secundária que já nem me lembro.
Onde gastaste mais dinheiro?
Eu gastei no cabeleireiro, mas só porque o pai da noiva e a mãe do noivo nos abençoaram com o vestido e o jantar para aquela gente toda, respetivamente J
Onde gastaste menos?
Os convites, que foram feitos por nós e oferecidos por um “colegamigo”.
O que foi mais fácil?
Escolher a fotógrafa. Quando já se conhece alguém tão bom como a Maria João, para quê procurar mais?
O que foi mais difícil?
Para mim foi assumir a escolha dos meus sapatos perante o mundo. Foram a primeira opção, mas o facto de parecerem saídos da versão “adulta” do Feiticeiro de Oz fazia-me ter medo que ninguém me fosse compreender. Mas afinal há mais gente que compreende, e só recebi elogios.
Para o noivo o mais difícil foi acertar no design dos convites, nas palavras dele: “foi um pavor”. Ele fez e refez tudo montes de vezes mas, como em tudo, foi tão incansável quanto dedicado e acabaram por ficar absolutamente perfeitos.
Ah, e conseguir fazer chegar os sapatos do noivo dos Estados Unidos foi coisa do demo.
O que te deu mais prazer criar?
A ementa. Ir à Casa da Dízima fazer um almoço de degustação com mais de 10 pratos deliciosos à escolha foi a loucura.
O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?
Houve coisas que não correram como planeado, claro, mas na verdade isso também é a nossa cara. As cedências e os azares fazem parte e dão histórias mais giras para contar.
Um pormenor especial?
Os pins “noivo” e “noiva” feitos por nós, as espadas do Star Wars, as minhas Doc Martens e casaco de cabedal, as lembranças de convidados personalizadas, o colega de universidade da noiva que fez questão em ser o “menino” das alianças. Já é mais que um?
Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?
Só uma coisa que me ficou atrás da orelha – porque é que eu não tirei as palmilhas brancas dos sapatos antes de serem fotografados?!
Algumas words of advice para as próximas noivas?
Façam o que vos apetecer (a noiva e o noivo, claro). Por muitos conselhos que as pessoas à nossa volta gostem de dar, elas também gostam de ser surpreendidas e vocês vão ficar mais felizes por isso.
Os nossos fornecedores:
convites e materiais gráficos: impressão convites 9imagem e envelopes Visualmail
local e catering : A Casa da Dízima
fato do noivo e acessórios: calças Hugo Boss, camisa e gravata Zara, pin DIY e sapatos Bass Burlington
vestido de noiva e sapatos: Rosa Clara e sapatos Asos
anel de noivado, alianças e brincos: anel de noivado de acrílico ByAmt, alianças Ouro Vivo, brincos velhinhos
adereços: véu da Sublime Handmade
maquilhagem: Lea, da Griffe Hairstyle
cabelos: Sofia, da Griffe Hairstyle
flores: não houve, mas as espadas foram compradas na Amazon.
lembranças para os convidados: DIY pelos noivos
fotografia: Glimpse
Extravaganza… chic & cheap! (parte 3)
E terminamos a extravaganza de hoje, acima dos 100 euros, ma non troppo! Até podemos não lhes chamar vestidos de noiva, mas são seguramente preciosos para casar (todos!)…
Vestidos da Asos, Asos, Asos, Asos, Asos, Asos, Asos Asos, Mango, Mango e Asos.





































