Casamento rústico na Quinta de Sant’Ana: Ana + Bennie
Fechamos esta semana com um casamento rústico na Quinta de Sant’ana, fotografado de forma delicada e intimista pela dupla Menino conhece Menina: sempre tão bonito…
É a festa da Ana + Bennie, portuguesa e holandês, com todos os amigos e família internacionais. As escolhas destes noivos são especiais do princípio ao fim, como vão poder ler, e entre os fornecedores escolhidos, para além dos seleccionados pelo Simplesmente Branco, estão dois projecos de que sou muito fã. Pela qualidade que têm, pela frescura de ideias, pelo humor e pela singularidade neste mundo tão global: os cadernos da Beija-Flor, da Susana Gomes, que já passou por aqui, precisamente numa sexta-feira, e a Oupas! Design, que cria peças em volume em papel e cartolina.
Fiquem com estas imagens singulares e cheias de intimidade, e deliciem-se com o caminho até ao mais bonito dos dias, contado pela Ana.
Fechar a semana assim é um luxo!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Quisemos que fosse um dia passado com a família e amigos mais chegados. Um casamento pequeno, muito descontraído, sem protocolos (salvo os procedimentos legais), sem tradicionalismos e com bastante “espaço” para que todos pudessem interagir uns com os outros. Tínhamos também a particularidade do Bennie e a família serem holandeses, muitos dos nossos amigos serem eles próprios também estrangeiros, outros a viverem fora de Portugal, e de nós próprios morarmos na Suécia. Ia ser à partida, um dia de diferentes costumes, línguas e sotaques! Era importante para nós que todos se entendessem, e que houvesse pequenos pormenores que falassem dessa mesma mistura. Nesse sentido, e sendo outra coisa que queríamos desde inicio, tentámos envolver os nossos familiares e amigos ao máximo, para que, ao recordarmos o dia, tivéssemos essa sensação de termos feito parte de algo que juntou e envolveu o trabalho de gente tão diferente. Pode ser tolice, mas é das melhores recordações que tenho do nosso dia. Só alguns exemplos, o meu bouquet e as flores do noivo e dos nossos pais foram feitos pelo irmão do Bennie que é florista, e os confettis da cerimónia, que eram na verdade folhas de oliveira, foram “colhidos” pelos nossos sobrinhos. As nossas alianças foram feitas pela nossa querida amiga Filipa Oliveira que é joalheira, e os botões de punho do Bennie foram feitos pelo companheiro da Filipa, o Nuno Borges, também ele joalheiro.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
(ler com alguma ironia!) Estávamos perfeitamente preparados claro, desde o sim em Roma até ao segundo sim em Portugal íamos ter mais de um ano, tempo mais do que suficiente para preparar tudo mesmo estando fora do país, não é?
Só que não, houve alturas em que os nervos realmente vieram um pouco ao de cima, mas tivemos muita sorte em termos uma “equipa” fantástica de amigos e fornecedores que ajudaram a fazer com que ficasse tudo à nossa maneira.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Podíamos dizer que houve dois momentos «é mesmo isto». Um em relação à logística: local da cerimónia, transportes/alojamento da família no local, etc. Assim que isso ficou resolvido soubemos, «é mesmo aqui». O outro seria em relação à parte visual, e esse demorou um pouco mais, visto que durante um ano houve imenso tempo para escolher, repensar, duvidar de tudo, desde o vestido às cores dos convites, tipo de letra, tipo de flores, etc… Mas assim que vimos tudo junto a ganhar forma as dúvidas passaram!
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
As ideias iniciais acabaram por se ir alterando ligeiramente com o tempo, evoluindo, para algo que fosse mais prático, mais fazível. Mas tentámos ao máximo mantermo-nos fieis à nossa ideia inicial de que não queríamos nada que não fosse realmente necessário, é fácil perdermo-nos em detalhes e acessórios, há sempre aquela tendência de “isto também era capaz de la ficar bem”, e para além disso tentámos também desde início manter uma certa coesão em tudo o que envolvesse a parte gráfica. Portanto, nesse sentido, o resultado foi exatamente o que tínhamos antecipado. Mas sim tivemos ajuda, claro. Contámos com a infinita paciência da Susana Gomes, da Beija-Flor para as ofertas aos convidados, da Paula da Quinta de Sant’Ana, que organizou tudo no dia, e do Bennie que, coitado, teve de ver, ler, rever os menus e outros materiais que eu ia refazendo de cada vez que tinha uma ideia nova!
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
A questão principal sempre foi como fazer com que um grupo tão diferente estivesse junto durante umas horas e no final do dia se fossem embora a sentir-se como família. Pelas reacções, acho que conseguimos, no mínimo, por toda gente à vontade! Sem importância era ir ao encontro de tradições e da expectativa do que normalmente é o dia do casamento.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Mais fácil foi decidir acerca do local e dos fotógrafos. Fazer uma seleção de quem queríamos ter connosco foi, sem dúvida, o mais difícil em todo o processo.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Os discursos durante o jantar. Não estávamos a contar que tanto os meus pais, que são bastante reservados, como a família do Bennie fizessem algo, mas foi sem dúvida muito especial. O Bennie tinha levado com ele um livro tipo “pop-up” feito pelo Oupas! design, que eu lhe tinha oferecido como presente de casamento, e que usou no discurso dele para contar a nossa “história” e agradecer aos convidados.
E o pico de diversão?
A “discoteca” no final do dia.
Um pormenor especial…
Difícil escolher só um… Já fui dando alguns exemplos, mas talvez um que gostei particularmente de fazer foram os “postais” que deixámos aos convidados como “last minute words” e que viriam a ser o “guest book”. Fiz para que parecessem postais, completos com a nossa morada e um selo antigo Sueco, que comprei ao peso numa feira. No final carimbei com um carimbo feito pela Beija-flor com a data e o local, o mesmo que tínhamos previamente usado nas lembranças para os convidados e nos pacotes de confettis.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Acho que não mudava nada. As decisões que tomámos foram as melhores/possíveis na altura, mas em retrospetiva tentaríamos relaxar mais durante o dia!
Algumas words of advice para as próximas noivas…
É difícil aconselhar, cada pessoa reage de modo diferente. Há quem seja muito bom a delegar e nesse sentido talvez tenha um pouco mais flexibilidade em planear. Se esse for o caso, aconselho, porque se não, requer bastante tempo e paciência a contactar os fornecedores, etc.. Talvez o conselho que deixo para quem esteja fora e queira casar no civil em Portugal com um cidadão estrangeiro, é que se informe atempadamente dos documentos/traduções/carimbos que ele(a) precisa, porque a burocracia envolvida no processo e a falta de clareza podem ser muito frustrantes em certas alturas.
Os fornecedores envolvidos:
convites e materiais gráficos: convites pela Tankerville Press; materiais gráficos: Beija-flor, Oupas! Design e os noivos;
espaço, decoração, catering e bolo: Quinta de Sant’Ana;
fato do noivo e acessórios: Oscar Jacobsson, Tiger of Sweden, Fillipa K, botões de punho feitos pelo amigo dos noivos;
vestido de noiva e sapatos: Laure de Sagazan, SwedishHasbeens. Gancho de cabelo da Maison Guillemette;
maquilhagem: Sara Kruss da Make U Over Makeup;
cabelos: amigas da noiva;
bouquet: feito pelo irmão do noivo;
ofertas aos convidados: cadernos com agradecimento a cada convidado, feitos por Beija-flor;
fotografia: Menino conhece Menina;
luzes, som e Dj: som e luzes Bully (Quinta Sant’Ana) e Dj amigo dos noivos.
À conversa com: Amor à Portuguesa, convites de casamento
Hoje conversamos com a dupla Amor à Portuguesa, Sara Sá Faneco e Pedro Cardoso, que desenham maravilhosos convites de casamento, sempre bem feitos e verdadeiramente originais.
A primeira vez que me cruzei com o seu trabalho, foi amor à primeira vista: design bonito é, para mim, impossível de resistir. Averiguei, namorei, e fiz a pergunta: “gosto muito do vosso trabalho e gostava que estivessem no Simplesmente Branco. Aceitam?” Quando a resposta foi sim, imaginam o resto! Tem sido uma bela viagem.
Calhou esta conversa ser no dia dos namorados, o que nos parece muito apropriado, porque como nos conta a Sara, o convite é a capa do livro que conta a vossa história de amor. Fiquem a saber mais sobre o seu processo de trabalho e o conceito que dá vida à bela denominação da marca.
Todos os criativos gostam de ser estimulados e dá-nos bastante prazer quando do outro lado está alguém receptivo às nossas ideias. Mas no final de contas, é fundamental que o produto final cumpra os nossos padrões de qualidade e, mais importante ainda, as expectativas dos noivos.
Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional, do design gráfico para o universo dos casamentos. Como é que aconteceu, foi um caminho natural ou uma situação específica que o apontou?
O design gráfico já faz parte da minha vida há 10 anos, mas sempre muito ligado ao marketing. Foi quando eu e o Pedro nos conhecemos e, mais tarde, em 2013, decidimos casar, que começámos a ficar mais atentos e entusiasmados com este universo dos casamentos. Fazer a imagem gráfica do nosso casamento foi uma das partes mais divertidas de todo o processo! Depois do nosso casamento, e até criármos o projeto, foi tudo muito natural. Acho que gostámos tanto de organizar todos os detalhes do nosso dia que quisemos partilhar esse entusiasmo com os outros noivos.
Há quanto tempo trabalham nesta área? E porquê este universo dos casamentos?
O Amor à Portuguesa nasceu há cinco anos, em 2013, no ano em que nos casámos, mas eu sempre trabalhei na área criativa, entre algumas experiências na pintura, artes plásticas e artesanato. O universo dos casamentos foi um passo natural na evolução da nossa vida e que ainda hoje continua a fazer muito sentido. Acabamos por nos rever muito nos noivos que nos procuram. As histórias de amor são o que mais nos encanta. Termos a oportunidade de concretizar o que os noivos sonharam para o dia do casamento é uma tarefa de grande responsabilidade, mas também de muito orgulho e satisfação.
Como construíram a vossa assinatura, como a definem?
A nossa marca nasceu da nossa paixão pelo o que é português. Nós nascemos os dois em Lisboa, mas as nossas origens estão muito ligadas à tradição portuguesa. Eu, por exemplo, tenho raízes em Ovar, terra dos azulejos e de varinas (já para não falar do pão de ló!). Já a família do Pedro é da Nazaré, onde o mar e os pescadores contam a história da vila. Acho que é por isso que estes elementos estão tão presentes na nossa imagem e temos tão enraizado o gosto pela tradição portuguesa.
Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheram para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Faz parte do ADN, sem dúvida. Portugal está cada vez mais na boca do mundo e, se por um lado, o público estrangeiro tem cada vez mais curiosidade em conhecer o nosso país, por outro, os portugueses estão também cada vez mais orgulhosos das suas origens e com vontade de consumir a nossa cultura. Sempre que os nossos noivos nos procuram com uma ideia que viram no Pinterest ou num blogue estrangeiro, tentamos sempre não só tornar essa ideia realidade, como também, se fizer sentido, tornar a ideia mais ligada à sua própria história e ao nosso país.
As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait divers?
Sem dúvida que gostamos de nos manter informados e estar a par do que se faz tanto cá dentro como fora de Portugal. Até porque a maioria dos noivos chegam até nós com uma ideia, e essas ideias são um bocadinho disso: a tendência da estação. No final do dia, o que é realmente importante para nós é que o trabalho seja realizado com bom gosto, qualidade e acabamentos excepcionais para que os noivos se revejam nele.
Ter o controle das decisões é importante? Têm uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como querem que o vosso trabalho seja consumido ou é o prazer de discutir ideias, de criar, que vos interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?
Discutir ideias e sem dúvida essencial e felizmente temos tido a sorte de encontrar noivos que estão sempre receptivos às nossas recomendações. O nosso principal objetivo é ouvir e guiar os noivos na tomada de decisões! Nós não trabalhamos com modelos pré-definidos. Criamos sempre uma nova imagem à medida de cada um, mantendo um diálogo aberto entre ambas as partes. Isso torna tudo mais entusiasmante e nada monótono! Todos os criativos gostam de ser estimulados e dá-nos bastante prazer quando do outro lado está alguém receptivo às nossas ideias. Mas no final de contas, é fundamental que o produto final cumpra os nossos padrões de qualidade e, mais importante ainda, as expectativas dos noivos.
Existem fórmulas vencedoras que aplicam, ou cada convite ou produto é pensado totalmente de raiz?
Cada convite é pensado de raiz, totalmente feito à medida dos noivos. Quando lançámos o projeto ainda nos passou pela ideia fazer algumas linhas gráficas pré-definidas, mas rapidamente percebemos que não era esse o caminho. E ainda bem! Só assim conseguimos construir o portefólio que hoje temos e de que muito nos orgulhamos. Temos o privilégio de estimular todos os dias a nossa criatividade, conhecer novas pessoas, ouvir e partilhar histórias. O que oferecemos é um serviço totalmente personalizado, com o qual ficamos a conhecer muito bem os nossos noivos e com alguns deles ainda hoje mantemos uma relação de amizade.
Onde buscam inspiração para cada nova temporada de trabalho?
Sabemos que é um pouco clichê, mas a nossa inspiração vem mesmo daquilo que encontramos todos os dias à nossa volta. Gostamos de nos manter atualizados e é inevitável todos os dias consumirmos conteúdos visuais, mas muitas as ideias surgem quando menos esperamos: no caminho para o trabalho, nas redes sociais, num passeio ao fim de semana, nas conversas!
Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?
O melhor reset de todos é parar o tempo por instantes e olhar à nossa volta. Ver o meu filho a brincar, o meu cão a correr, olhar para mim, para o Pedro e sentir que está tudo a acontecer. Às vezes o melhor mesmo é sair da rotina, viajar, dançar, olhar para o horizonte do mar e amar muito.
Qual é a importância do convite de casamento (e respectivo conjunto de estacionário), na grande lista de itens e afazeres?
Quando os noivos chegam até nós já têm um conjunto de decisões tomadas em relação ao casamento, nomeadamente aquelas que são mais urgentes e que consomem a maior parte do orçamento, como o espaço, o fotógrafo e o vídeo. A juntar a isso, ainda existe muito a ideia de que o convite é apenas uma formalidade, um “tem que ser”, mais do que propriamente algo essencial para que o dia aconteça. Mas a nossa percepção é completamente diferente. Isso traduz-se na forma como trabalhamos e no empenho que pomos em cada projeto. Normalmente é através do convite ou do save the date que os convidados têm o primeiro contacto com aquele que vai ser um dos dias mais especiais da vida dos noivos! É um bocadinho como a capa de um livro, não é? E a história que esta dentro desse livro é a própria história dos noivos!
O vosso trabalho não se fica pelos convites: qual é a amplitude do vosso portefólio?
No Amor a Portuguesa fazemos o estacionário completo para o casamento: desde o convite aos menus, seating plan, etiquetas, entre outros. Para além disso, trabalhamos também com tecidos, na confecção de almofadas para alianças ou lembranças para os convidados, e ainda outros suportes rígidos como a madeira e o acrílico para sinalética, cake toppers, cartazes, entre outros. Acreditamos que é nestes detalhes que os noivos conseguem marcar realmente a diferença e tornar o seu casamento único.
Como é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?
Achamos que e muito importante conhecer os noivos pessoalmente sempre que possível, caso contrário marcamos uma chamada por Skype. Depois, tentamos sempre procurar saber mais sobre a sua história, como se conheceram, o que fazem, de onde vem, como idealizam o dia, aquilo que não querem de todo. Muitas vezes é nos detalhes mais inesperados que encontramos o fio condutor para desenvolver a linha gráfica do seu casamento. A partir daí é afinar pormenores até os noivos estarem 100% satisfeitos com o resultado final.
Qual é a melhor parte de criar convites de casamento, ser o primeiro capítulo visível da história que leva ao grande dia? E o mais desafiante e difícil?
A melhor parte acho que é mesmo quando chegamos a um produto final e vemos os noivos satisfeitos com o nosso trabalho! Seja quando entregamos convites ou montamos os menus ou os seating plans no próprio dia do casamento. E uma sensação de missão cumprida. O mais desafiante é talvez a primeira conversa, pois partilhar a sua história pode tornar-se um bocadinho pessoal e muitos não se sentem à vontade para isso. Felizmente tanto eu como o Pedro temos conseguido quebrar o gelo e no fim estamos todos a rir e a partilhar as aventuras extraordinárias.
Escolham o convite de que mais gostam do vosso portfolio, e contem-nos porquê:
Temos muitos convites de que gostamos, felizmente. Existem alguns que nos dão maior de satisfação, pois sentimos que superamos as expectativas dos noivos em relação a um elemento que muitas vezes é subestimado. Depois existem aqueles em que os noivos nos dão liberdade criativa porque confiam a 100% no nosso trabalho, identificam-se com o nosso estilo e aceitam as nossas recomendações. E muito gratificante quando isso acontece.
Gostámos especialmente de fazer o estacionário da Joana e do Pedro. Usámos uma técnica e um formato fora do habitual para o save the date e os convites que foram serigrafados a dourado. Os menus foram impressos nos próprios guardanapos, o seating plan numa placa de acrílico, os números das mesas em madeira cortada a laser. No total, acompanhámos os noivos do princípio ao fim e o resultado foi muito gratificante.
Os contactos detalhados da Amorà Portuguesa, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, maravilhem-se com os seus filmes de casamento e contactem-nos directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Esta semana continuamos de branco: o trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva desta semana tem esta cor como fio condutor, mas não só. O detalhe que faz a ligação de todas as peças do puzzle é a textura!
Encontrei estes sapatos de noiva maravilhosos (e com um imenso potencial de desconforto, lamento, meninas…, mas são tão irresistíveis!) na Asos e nem hesitei. São muito elegantes, vertiginosos e pedem um vestidaço de linas simples e tecido estruturado. Talvez um daqueles clássicos Rosa Clará, de mikado e com bolsos, ou algo anos 60, bem ao estilo de Jackie Kennedy.
Daqui seguimos para o bolo dos noivos, branco e puro, com a surpresa da textura floral que quase conta uma história: flores, frutas e pássaros que anunciam a primavera. Não é glorioso?
Fechamos o trio com requinte romântico.
Um bouquet de noiva em tons de branco e verde, sempre fresquíssimo e intemporal, com rosas, jasmim, ranúnculos, gardénias (palpita-me!), e folhagem. Volumoso, ligeiramente desestrutrado e clássico, uma combinação que é universalmente vencedora!
Uma combinação romântica, clássica e com classe. Concordam comigo?
De cima para baixo, bolo dos noivos com cobertura de pasta de açúcar branca e decoração texturada, via Viva la tarta; sapatos de noiva brancos com flores aplicadas, na Asos Outlet, por 21,62 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas, ranúnculos e jasmim, via Snippet & Ink.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Um casamento inspirado em Veneza: Clara + Jorge
Hoje trazemos um casamento inspirado em Veneza, a cidade romântica da neblina e das mil pontes, onde o Jorge pediu a Clara em casamento.
O resto é um dia igualmente bonito e romântico, cheio de detalhes criteriosos e perfeitos, saídos das mão da talentosa Alexandra Barbosa, que assina como A Pajarita: o bouquet da noiva, a boutonnière do noivo, os convites, os detalhes gráficos, as lembranças para os convidados…
Peço a vossa atenção, depois de verem tudo, para os magníficos sapatos da Clara: favoritos cá de casa, escrevemos sobre eles várias vezes e vimo-los nos pés das meninas noivas outras tantas. O bom gosto é uma coisa irresistível!
Toca a espreitar! Bom fim-de-semana.
Quando a resposta foi “Sim”, como é que imaginaram o vosso dia?
O momento do “Sim” foi, com toda a certeza, dos dias mais importantes e felizes da nossa vida. Imaginar o nosso dia foi algo sempre presente nos nossos pensamentos diários, nos nossos sonhos. Passava tudo por um dia único e inesquecível, uma cerimónia elegante e ao mesmo tempo emotiva, uma festa carregada de boa disposição entre amigos e familiares e sobretudo repleta de muita alegria e diversão. Sempre imaginámos olhar em nosso redor naquele dia tão esperado e sonhado e ver a expressão do brilho, da magia e felicidade a contagiar os nossos convidados tal e qual como estávamos a sentir, a vibrar.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Podemos dizer, e afirmar até, que foi toda uma preparação para o grande dia, calma, ponderada, bem pensada, elaborada e acima de tudo com muita inspiração. Só mesmo próximo da data é que realmente começou a nascer aquele “friozinho na barriga” de ansiedade que se começava a fazer sentir em nós.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, “é mesmo isto”?
Honestamente consideramos que o sentimento de “é mesmo isto” esteve sempre presente em nós, não houve um momento isolado. Foi sempre algo certo em nós e com uma profunda convicção.
O resultado é fiel ás ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado final foi acima das nossas expectativas, foi esplendoroso, absolutamente inspirador e muito elegante tal e qual como desejávamos. Contámos desde o primeiro momento com a ajuda preciosa da Alexandra Barbosa , de A Pajarita, na qual depositámos a nossa total confiança. Podemos dizer que houve uma química muito grande com ela desde que a conhecemos. Tivemos o cunho e o toque dela em tudo e o resultado ficou à vista!
Foi um trabalho absolutamente lindo, de uma elegância e originalidade únicas, já para não falar do amor que ela deposita em tudo o que que faz. É uma verdadeira inspiração o maravilhoso trabalho desenvolvido por ela, ficámos completamente rendidos.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Era fundamental garantir que o nosso casamento reflectisse a nossa imagem, um casamento único, inspirador, original, elegante e que não seguisse os padrões mais comuns dos casamentos. Queríamos um dia marcante, que pautasse por pormenores diferentes e inovadores, mas sempre ao encontro dos nossos gostos pessoais. Sem importância não tivemos nada, até porque consideramos que todos os momentos na elaboração do nosso casamento foram essenciais.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais fácil foi entregarmos a elaboração do nosso dia tão especial à Alexandra Barbosa. Foi tão fácil porque confiámos na seriedade dela, nos seu bom gosto na elegância do seu trabalho. Sabia exatamente aquilo que pretendíamos e em momento algum duvidámos que não fosse capaz de nos brindar no dia com algo majestoso. O mais difícil foi para nós a distribuição dos 300 convidados pelas respectivas mesas!
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
O pico sentimental foi, sem sombra de dúvida, toda a cerimónia na igreja, com um discurso surpresa do meu noivo a dado momento da celebração. Foi uma cerimónia carregada de muita emoção, lágrimas de alegria de felicidade do início ao fim. Ver naquele dia a igreja completamente cheia foi algo arrebatador para os nossos corações. Ainda hoje nos arrepiamos só de relembrar.
E o pico de diversão?
O pico de diversão foi desde que chegamos à quinta, até ao final. Foi tão gratificante ver a alegria estampada no rosto dos nossos convidados, a entrega total deles, durante toda a festa (pularam, sorriram, dançaram, etc.). Foi único.
Um pormenor especial…
Tivemos um momento muito especial, o nosso baile de máscaras que aconteceu logo após as entradas na quinta. O nosso tema de casamento foi Veneza, uma vez que foi nessa linda e romântica cidade que fui surpreendida com o pedido de casamento.
Assim com a imensidão de todos os nossos convidados dançámos perante o olhar atento deles e com as nossas máscaras e todas as outras para os respetivos convidados. Abrimos o nosso baile de máscaras com uma música particularmente especial e simbólica para nós, que tem uma história engraçada que passo a explicar: um dia, após já ter sido pedida em casamento, o Jorge estava a ouvir a Rádio Comercial, onde passava a rubrica do Nuno Markl e João Só, intitulada “As baladas do Dr. Paixão”, para onde os ouvintes ligam a contar as suas histórias de pedidos de casamento. O jorge ligou, contou a a história do seu pedido e a dupla gostou tanto que o João só compôs uma música.
Esta música ficou a fazer parte da nossa história de amor!
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Não mudaríamos nada, foi tudo mais do que perfeito, foi um dia avassalador e muito marcante nas nossas vidas. Estamos de coração cheio, será um dia eternamente recordado.
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos, lembranças para os convidados, decoração, bouquet de noiva, acessório de cabelo e boutonnière: A Pajarita;
local: Quinta da Pia;
catering: Banquete A. Duarte;
fato do noivo e acessórios: fato e acessórios Prassa; sapatos Miguel Vieira; pulseira Naturnavega;
vestido de noiva e sapatos: vestido Borsini; sapatos Uterqüe; brincos Tea & Oatcakes;
maquilhagem: Infinity Beauty Studio by Lia;
cabelos: Vanessa Campos Hair Makeup e Beauty;
fotografia e vídeo: Rita Rocha Photography;
luzes, som e Dj: Music Beats/ David Moutinho.
À conversa com: FullCut, filmes de casamento
Hoje sentamo-nos com a dupla FullCut, que faz filmes de casamento e tem um tabalho muito bonito, como vão ver.
Conheci o Hugo Teregeira e o João Ramos, pessoalmente, quando lhes pedi que fizessem um pequeno vídeo do evento de lançamento do nosso livro “Queres casar comigo? – guia prático para um dia muito feliz”. Dei-lhes um briefing muito singelo, porque foi uma gentileza da parte deles fazê-lo sem custos, que apenas registassem o momento, da forma que entendessem. Era, para mim e para a Maria João Soares, uma ocasião de festa e de partilha, junto das nossas pessoas que nos acompanharam nesta aventura, mas também um momento profissional, que queríamos celebrar e mostrar a toda a gente. Chegaram com quase uma hora de avanço, apresentámo-nos, falámos um breve minuto sobre o que era preciso e o que se queria, e foram à sua vida, fazer repérage do local. Não dei mais por eles, absorvida pelo momento e pela quantidade de amor na sala, engolida pelos abraços apertados dos amigos, da família, dos clientes. Uns dias depois, quando me chegou o pequeno vídeo, estava, tão só, perfeito. O Hugo e o João tinham captado a essência do momento, o que era valioso e especial, a energia da sala, os sorrisos contagiantes. Sem nos conhecermos, sem conhecerem o sítio, sem conhecerem a dinâmica da ocasião, sem conhecerem as pessoas. Esta foi a minha experiência com eles e resumo-a a uma palavra: talento. Se não bastasse, são simpáticos e tranquilos.
Estas são qualidades essenciais do e para o serviço que prestam. Fiquem agora a conhecê-los pelas suas próprias palavras (e imagens). Merecem, muito, o vosso tempo.
A melhor parte sobre ser um videógrafo de casamento é ser capaz de criar imagens que se tornarão heranças familiares para os outros, através da nossa visão. Sentimo-nos realmente afortunados por fazer parte de um dos dias mais importantes para as pessoas e testemunhar tanta felicidade.
Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, ao video de casamento.
O Hugo tem o curso de edição de vídeo e composição de imagem da Etic e motion design da Restart, o João tirou pós-produção de vídeo na Restart e desenvolvimento de produtos multimédia no Iade, tal como música e novas tecnologias igualmente na Etic.
O engraçado disto tudo, é que não tivemos qualquer formação de como captar imagem, somos completamente autodidatas neste campo.
Trabalhámos em diversas empresas de ramos completamente distintos desde que acabámos os nossos cursos, sempre ligados ao audiovisual, até que finalmente os nossos caminhos acabaram por se cruzar, num dos sítios que ainda hoje guardamos com muito carinho por diversas razões, e foi lá que começámos a filmar, com muito medo e nervosismo.
Nunca pensámos em filmar casamentos, até que um dia o Hugo recebeu uma proposta de trabalho de um estúdio de fotografia, para edição de fotos. Nessa altura, começámos a perceber que esta área tinha muito potencial e que havia espaço para criar, desenvolver e, principalmente, explorar a nossa criatividade. Começámos assim a dar os primeiros passos e, naturalmente, nasce a Fullcut.
Há quanto tempo filmam? E porquê casamentos?
Filmamos há cerca de 6 anos. Achamos que a vida ganha mais cor com desafios. E realmente começou por ser isso mesmo, um desafio que acabou por se transformar em algo muito maior.
Hoje em dia é algo muito mais profundo e como muito mais significado, podemos dizer que o prazer e oportunidade de estarmos presentes neste dia e, principalmente, fazer parte da magia do dia, significa tudo para nós.
O vosso trabalho junta os pontos de vista de cada um de vocês. Como convergem?
Trabalhar como dupla é sempre muito interessante, tal como conciliar formas diferentes de olhar as pessoas e o amor. Convergimos duma forma muito natural, gostamos muito de ir experimentando novos métodos e explorando diferentes formas de fazer as coisas, trazendo o máximo de ideias possível a bordo.
“Crescendo errando”- Somos apologistas de que devemos experimentar o máximo de coisas, mesmo que no final o resultado não funcione da forma que esperávamos.
Como construíram a vossa assinatura? Como é que a definem?
A assinatura é algo em que pensamos muito, é a razão de ser de todo o projecto. A nossa assinatura remete-nos para um cenário figurativo, se as nossas lentes fossem um convidado todo o seu movimento e a sua observação seriam orgânicos e reais, é desse estado que nos tentamos aproximar. Para que este lado orgânico transpareça, exploramos o conceito de simplicidade no que toca a recursos materiais, usando o mínimo de equipamentos no dia.
Uma outra analogia que revela a nossa assinatura, é a forma como recordamos as memórias de momentos. Normalmente lembramo-nos de momentos de uma forma aleatória e não sequencial, e dessa forma tentamos também explorar esse conceito no vídeo.
Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?
Ambos vemos muito cinema e documentários, para além disso, o Vimeo é também uma óptima plataforma, onde podemos encontrar projectos muito interessantes de variados campos. Não podemos esquecer a fotografia, que sempre foi uma grande inspiração para nós. Gostávamos também de salientar que as melhores ideias vêm sempre de momentos inesperados, uma conversa, algo que acontece no caminho para o escritório, uma música, ou um momento de diversão.
Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?
Somos ambos muito ligados às nossas famílias e ao convívio, e gostamos de passar o máximo tempo possível junto de quem mais gostamos. Fora isso, o João passa algum tempo, sempre que pode, a tocar guitarra ou a cozinhar, e o Hugo a pedalar ou a fazer yoga. O facto de termos um escritório e de termos um horário, ajuda bastante na altura de desligar do trabalho.
De Lisboa para o mundo, ou o mundo em Lisboa: filmar fora do país é diferente de filmar cá dentro?
Não vamos negar que conhecer sítios novos é totalmente inspirador e revitalizante. Aliar isso ao nosso trabalho é fantástico, diferente e, sem dúvida, uma enriquecedora experiência, no entanto gostamos muito de voltar para o nosso abrigo, junto de quem gostamos.
Hoje em dia com tantos “ destination weddings “ em Portugal não sentimos assim tanta necessidade de filmar fora do país.
Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?
As ligações aos clientes são muito importantes, por isso achamos necessário que exista uma conversa inicial, para que possamos conhecer o casal e ajudá-lo no que precisa.
Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de registar?
Gostamos de todos os tipos de casamentos, mas preferimos, realmente, os mais pequenos porque sentimos que conseguimos ter uma maior conexão com um maior número de pessoas, o que facilita bastante o nosso trabalho.
Qual é a melhor parte de ser videógrafo de casamentos? E o mais desafiante e difícil?
A melhor parte sobre ser um videógrafo de casamento é ser capaz de criar imagens que se tornarão heranças familiares para os outros, através da nossa visão. Sentimo-nos realmente afortunados por fazer parte de um dos dias mais importantes para as pessoas e testemunhar tanta felicidade.
O mais desafiante é, sem dúvida, corresponder às expectativas do cliente na mesa de edição, e o mais difícil são as dores de pernas e costas ao final do dia!
Escolham um filme favorito do vosso portfolio e contem-nos porquê:
Todos os casamentos são diferentes e olhamos para os vídeos com muito carinho, por isso não conseguimos dizer qual o melhor ou os melhores, conseguimos apenas explicar que cada vídeo tem a sua própria magia e faz-nos recuar no tempo, e esse sentimento de nostalgia faz-nos sorrir, dando-nos força para continuar esta caminhada carregada de emoções.
Os contactos detalhados da FullCut Wedding & Lifestyle Films, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, maravilhem-se com os seus filmes de casamento e contactem-nos directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
A beleza das coisas simples
A febre dos photobooths e altares civis esteve em grande há uns anos – até nós nos sentimos contagiadas, por altura da primeira S Magazine.
As grandes instalações de flores de papel, fitas e tudo o que fosse muito fora da caixa e muito artístico e criativo (com o seu expoente máximo a partir dos blogs Oh happy Day e The House that Lars Built), foram saindo devagarinho de moda e substituídas por arranjos florais elegantes, mais ou menos clássicos, mais ou menos ricos, mais ou menos sérios. Esse lado divertido, colorido e enérgico, verdadeiramente surpreendente foi arrumado a um canto, sem contemplações de maior.
Eu tenho pena. Há uma componente de alegria despretensiosa que casa muito bem com a festa do casamento e enche o espaço de graça.
Como este fundo, glorioso, vibrante e so much fun… Se os vossos amigos forem como os meus, não haverá fotografia de grupo ou a solo que escape e será o spot da festa! Meio anos 70, meio disco, meio outra coisa qualquer, a mim faz-me sorrir e apetecer lá estar. Não é esse o objectivo?
Até o mais sisudo dos convidados se sentirá tentado!
Encontrei-o no sempre referscante Nouba, e foi o altar civil transformado em photobooth do casamento (lindo e muito moderno) de Fenella + Lee. É da Bangin Hangins.
Vão lá espreitar tudinho, que é digno de ser visto e apreciado em cada detalhe. Inspiração da boa, tudo, do véu cor-de-rosa, ao fato bordeaux com a gravata colorida, ao espaço moderno. Tudo em bom!
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Hoje o trio perfeito de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva é assumidamente de inspiração moderna e muito contemporânea. Verdadeiramente diferente e muito interessante, o que é sempre uma boa ideia.
Encontrei estes sapatos rasos no site da Mango, acabadinhos de chegar. De início, nem lhes liguei, mas depois de dois ou três olhares mais contemplativos, pensei… Têm potencial, precisam é da companhia certa – que é claramente moderna, como este jump suit ou um destes vestidos (este, este ou este)-, que lhes complete o mood e ficam perfeitos! Além disso, têm a seu favoro facto de serem uns sapatos de noiva rasos, garantia de horas a fio na pista de dança!
Seguindo esta linha editorial minimalista e moderna, pois o parceiro certo para bolo dos noivos é um misterioso e tão enigmático macarron negro. Estes são clássicos, com corante feito de carvão vegetal, o que lhes dá a cor densa sem alterar o sabor, com recheio de chocolate branco e uma ginga em calda bem no meio. Que bela surpresa, e só de imaginar o contraste de texturas (o crocante exterior e a stickiness interior) e de sabores (o doce do chocolate branco com o ácido da ginga em calda), eu estou a salivar… e vocês?
Fechaos o trio bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva de hoje de forma épica, bem como eu gosto.
Com este glorioso bouquet de noiva branco e preto, feito de anémonas, dálias e jarros de um rubi escuríssimo e denso, quase selvagem e muito romântico. Uma maravilha!
Moderno e progressivamente romântico, minimal e progressivamente faustoso, esta é uma combinação de contrastes.
E não é que fica tudo tão perfeito?
De cima para baixo, macarrons com recheio de chocolate branco e ginga em calda, via Fancy Factory; sapatos de noiva brancos, rasos e modernos, na Mango, nova colecção, por 39,99 euros; bouquet de noiva orgânico com anémonas, dálias e cala lillies, de Flower Power Productions, via Mod Wedding.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!

















































































































