Um trio perfeito!
Esta semana andei a sonhar com a primavera, pois claro! Ainda tanto inverno pela frente (mais de metade!), e já tão farta de frio e chuva e cinzento…
Assim que vi estes fofíssimos (literalmente!) donuts em forma de coração, pensei: “que lindos para um casamento ao ar livre, em forma de piquenique: fazem a vez do bolo dos noivos!”.
Vai meia-dúzia polvilhada com açúcar em pó para cada convidado? Grandes, pequenos e até alguns mais marrecos, mas doces e fofinhos, a fazer companhia a um delicioso mazagran cheio de gelo e limão, servidos num cone de papel kraft?
Pois a mim soa-me lindamente esta versão ligeira e descomprometida de bolo dos noivos, bite size e pronta a levar para casa também! Não têm problemas com o calor (nada de cremes e ingredientes sensíveis) ou com o transporte (podem dar uma cambalhota no seu recipiente, que ficam óptimos na mesma) e comem-se com as mãos (e lambem-se as pontas dos dedos no fim)… Só vantagens!
E como estamos em modo piquenique, ar livre, relva e piso irregular, uns sapatos de noiva rasos são mandatórios… E estas sabrinas de cetim nude fazem a festa, oh se fazem! A tirinha de brilhantes acrescenta o bling brincalhão e faz o upgrade para a festa (sim, porque mesmo que seja um casamento piquenique descontraído tal e tal, há que estar à altura da ocasião – e estes são os sapatinhos para isso!).
Rematamos com um bouquet de noiva com uma bela mistura: as magníficas dálias Café au lait, do tamanho de uma mão, rosas de jardim da mesma cor e folhagem verdinha e fresca… acreditam que este belo bouquet foi feito pela noiva, mãe e amigas?
Donuts pequeninos em forma de coração (com receita incluída), via Frau Zuckerstein.
Sabrinas de cetim nude com fita de strass, 79 euros, na Üterque.
Magnífico bouquet, visto no Green Wedding Shoes: merece que passem por lá para ver o resto deste casamento, que é para lá de bonito (e quase tudo feito pelos noivos, família e amigos!).
Bom domingo!
Raquel + Mário: um casamento intimista ao ar livre
Bom dia! Estreamos hoje mais uma das pequenas mudanças que vamos implementando devagarinho, até ao grande final que será o novo layout.
Decidimos refrescar as nossas peguntas que contam as histórias dos noivos desde 2010 (!!!), e a estreia coube à Raquel + Mário, que escolheram a Quinta da Boeira, em Gaia, e o mês de Julho para criar o seu casamento intimista e ao ar livre.
Deixem-se levar pelas palavras dos dois e pelo vídeo lindo da Vanessa+Ivo Handmade Films (prestem atenção ao bouquet Pinga Amor!).
Trabalho bonito resulta da soma das partes: as ideias e vontades dos noivos, o talento criativo dos fornecedores e a capacidade (e vontade) de todos de se ajustarem e fazerem mais e melhor para que o dia seja o mais bonito dos dias!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Nós sempre imaginámos o nosso dia como uma cerimónia bonita, intimista e familiar. Nunca colocámos a hipótese de um casamento com muitos convidados e sempre preferimos algo simples, mas que refletisse o nosso amor e as nossas personalidades. Quando o “sim” ecoou no ar, começámos logo a pensar qual seria o melhor local para reunir os nossos amigos e familiares mais próximos. Nunca quisémos ir pela tradicional quinta de casamento e, para dizer a verdade, conseguir com que todos os factores mais importantes para nós estivessem alinhados (localização central, dentro do orçamento, com bonitos espaços ao ar livre e completamente personalizável), não foi particularmente fácil. Como vivemos em Londres, tivemos de fazer tudo à distância e de forma planeada. Antes que conseguíssemos reunir uma mão cheia de locais que pudéssemos ir visitar de uma vez, todas as nossas pesquisas e contactos foram feitos pela internet. Não é tarefa fácil, sobretudo para um país que não está tão habituado a comunicar apenas por email. Casar ao ar livre no meio da natureza, era a nossa ideia. Sempre soubemos que não queríamos casar pela igreja e que a cerimónia e a recepção seriam num cenário natural. Nunca pensámos que sair da ideia tradicional de casar numa quinta, fosse tão difícil. Quando somámos os orçamentos para deslocação de material, mobiliário e catering para o meio do monte, vimos que era totalmente insustentável. Tentámos dar a volta a este modelo de casamento através de uma solução que melhor se adaptasse ao que queríamos e tentámos encontrar um sitio que nos permitisse personalizar o mais possível e usar os seus jardins como envolvente. Queríamos algo único, só nosso, feito para nós e para os nossos convidados onde as regras de organização seriam coordenadas por nós. Tivemos sorte de termos encontrado a Quinta da Boeira e de eles terem entrado no nosso desafio com a mesma ambição.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Nunca houve muitos nervos e sempre tivemos preparados e confiantes. Claro, que no grande dia há sempre alguns nervos, sobretudo quando a família ainda não está pronta e a noiva está quase a sair pela porta. Mas acho que faz parte do processo, um casamento sem uns nervos à mistura deve ser quase impossível. No nosso casamento, como houve muito trabalho da nossa parte na organização da decoração do espaço e de todos os pormenores, Há sempre um nrvoso miudinho permanente, com receio que algo falhe.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Como vivemos fora de Portugal, decidimos voar uma semana antes do casamento para organizar tudo de uma forma mais relaxada. No entanto, já eram 5 da tarde do dia anterior ao casamento e ainda estávamos nós na Quinta da Boeira a montar tudo para o dia seguinte. Julgamos que foi só no dia anterior que conseguimos perceber que tínhamos tudo pronto para o grande dia. Olhando agora para trás, vemos que foi muito cansativo, mas adorámos todos os momentos. Sem dúvida que todos esses momentos de preparação antes do grande o dia, vão fazer parte da nossa memória para sempre.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado foi tal e qual como imaginámos. Escolhemos um tema que ambos gostávamos, romântico, vintage e ligado à natureza e espaços verdes. Conseguimos o mais importante, que era uma cerimónia e recepção ao ar livre, a mesa corrida sobre uma ramada de luzes mágicas que deixou todos os nossos convidados deliciados. Tudo foi preparado por nós a nível gráfico e de ideias. Houve muito trabalho de arts and crafts feito pela mãe e irmã da noiva que ajudou a compor o espaço de uma forma deliciosa. Houve todo um processo criativo que até passou pela criação de um website onde colocávamos todas as últimas notícias sobre o nosso casamento, e que permitiu actualizações periódicas com dicas e vídeos para manter os nossos convidados a par das nossas preparações para o grande dia. Queríamos que eles também pudessem fazer parte do nosso casamento a longo prazo e não só no próprio dia. Depois houve o trabalho da parte da Anica – a decoradora da Quinta da Boeira – que criou todos os arranjos florais e completou o espaço com alguns objectos e pormenores essenciais. A equipa do catering foi incansável e espectacular. O sr. Francisco da Grandes Encontros tem uma equipa muito profissional e disponível, que fez com que o nosso dia corresse sem qualquer problema. Um serviço 5 estrelas e comida deliciosa!
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Um dos nossos principais requisitos era fazer um casamento ao ar livre e a única coisa que nos podia demover disso seria a chuva. Como casámos no Verão, estivemos mais descansados quanto a isso e fizemos de tudo para planear o nosso grande dia no exterior, em mesa corrida debaixo do cenário mais maravilhoso que encontrámos. Nós nunca fomos a favor de mesas redondas, até por julgamos que não funcionam muito bem e acabam por segregar os convidados em pequenos grupos. Como o nosso casamento foi mais pequeno e familiar, a mesa corrida resultou muito bem e todos os nossos convidados interagiram uns com os outros de uma forma mágica. Era fundamental que tivéssemos completo controlo sobre a decoração e organização e que todo o ambiente fosse decorado de forma sofisticada, mas simples e intimista.
Como não tínhamos um orçamento muito alargado, decidimos fazer muitas coisas pelas nossas próprias mãos, mas se houve algo que não podíamos abdicar foi da nossa equipa de fotógrafos e videógrafos. Olhando agora para todo o trabalho envolvido e o resultado final, podemos dizer que ter alguém em quem confiar para registar o dia para sempre, é fundamental.
Nós não demos importância a convites de casamento, porque decidimos fazer tudo online (website e pagina de Facebook) e criar uma plataforma que pudesse interagir com os nossos convidados de uma forma mais directa e regular. Com isso também conseguimos cortar alguns custos associados com a impressão e envio a que os convites de casamento normalmente obrigam.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais fácil foi encontrar um tema e inspirações para o nosso casamento. Hoje em dia é possível encontrar muita informação pela internet e para pessoas criativas como nós, encontrar um fio condutor de ideias foi relativamente fácil. O resto foi só pôr as mãos à obra. Os cones de arroz, vasos, frascos decorados para velas, a árvore de família com fotos espalhadas pelo jardim, o photobooth e a mesa do livro de convidados foram pensados e feitos por nós e por membros das nossas famílias.
O mais difícil foi gerir as expectativas do que pretendemos com a realidade, numa posição à distância. É muito difícil organizar tudo via email e houve muito trabalho da nossa parte na coordenação com o espaço e a decoradora. Se não tivéssemos nervos de aço, paciência, mas também alguma compreensão, teria sido uma situação muito stressante para quem tenta organizar tudo sem a ajuda de uma wedding planner.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
O pico sentimental do dia foi a nossa leitura de votos. Todos ficaram emocionados.
E o pico de diversão?
Foi quando mostrámos aos nossos convidados um vídeo que preparámos exclusivamente para eles durante o nosso casamento. Foi muito emotivo e divertido.
Um pormenor especial…
A nossa mesa corrida. Tivemos imenso cuidado com tudo o que se colocou na mesa, incluíndo o tipo de flores e arranjos, a marcação das mesas, cadeiras, atoalhados, arranjo dos menus e guardanapos. A iluminação da mesa acrescentou um toque especial à medida que anoitecia, o que ajudou a recriar um ambiente familiar e inesquecível. Outro pormenor especial foi o carimbo que mandámos fazer com um design nosso e com as nossas iniciais. Com isso conseguimos personalizar muitos pormenores e acrescentar aquele toque diferente sobretudo nas ofertas aos nossos convidados.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Como o nosso dia correu tão bem podemos dizer que não mudávamos nada.
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Para as noivas de Portugal que planeiam organizar o seu casamento à distância com um orçamento limitado, posso dizer que é preciso encarem todo o processo como um desafio e um projecto unicamente vosso, um pouco como uma pequena grande missão. É um caminho cheio de perseverança, de frustrações, mas também cheio de satisfação à chegada do grande dia e da meta final. Para quem não quer seguir o tradicional ou o normal, ainda é difícil encontrar serviços que estejam preparados sem que os noivos rebentem o orçamento. Para quem quer fugir das habituais quintas e planear algo mais seu e personalizado, é preciso fazer algumas cedências. Mas com esforço e preserverança (e as tradições já não são totalmente o que eram), o mercado vai mudando todos os dias um bocadinho e casar já não é apenas o dia em que a noiva vai de branco.
Os fornecedores envolvidos:
convites e materiais gráficos: feitos pela noiva Raquel;
local: Quinta da Boeira;
catering e bolo: Grandes Encontros Catering (o melhor bolo de noiva de todos os tempos!);
fato do noivo e acessórios: fato Ben Shermann, sapatos Ted Baker, laço Mrs. Bow Tie;
vestido de noiva e sapatos: vestido White One by Pronovias, sapatos Charlotte Mills e Converse All Star, acessórios de cabelo Britten Weddings e jóias de família;
maquilhagem: Bárbara Brandão;
cabelos: Vanessa Campos Hairstyle;
bouquet: Pinga Amor;
decoração: feita pelos noivos e família em coordenação com Ana Magalhães Queiroz e Sara Castro, da Quinta da Boeira;
ofertas aos convidados: abre caricas em forma de chave vintage com caixinha de cartão para rebuçados Bola de Neve e carimbo personalizado pelos noivos;
fotografia: Memories Fotografia;
vídeo: Vanessa&Ivo Handmade Films;
luzes, som e Dj: MusicBox Porto.
Vestidos de noiva brilhantes!
Foi amor à primeira vista, esta minha relação com a marca inglesa Needle & Thread. Acho que nos conhecemos no Net-a-Porter, através de um top e de uma saia e daí para uma paixão fulminante e respectiva relação longa, foi um pulinho inevitável!
Subscrever as suas newsletters tem destas coisas: semana sim, semana não, chega-me um rebuçado guloso e açucarado… sempre estes vestidos, tops e saias incrivelmente bordados sobre tule, que vão conhecendo a companhia de novas peças como bomber jackets, jardineiras, calções, jumpsuits e um belo sobretudo de ganga (têm de ver, porque a descrição não lhe faz justiça!).
A juntar a esta maravilhosa mistura de trabalho artesanal com desenho contemporâneo, há o factor preço: todas estas peças são inesperadamente acessíveis, como podem ver (e comprar) no site da marca.
As opções para vestidos de noiva são muitas e estes são alguns dos meus favoritos:
De cima para baixo, Supernova midi dress, por 475 libras; Floral Border gown, por 225 libras; Floral Border dress, por 185 libras; Starlit midi, por 285 libras; Ditsy Scatter gown, por 375 libras (acho que é o meu favorito); Dragonfly Garden midi dress, por 325 libras e Prairie Rose gown, por 300 libras.
E se estes têm mais ar de vestidos de madrinhas e convidadas, prestem atenção à Colecção Bridal Spring/Summer 2017:
Os preços são mais robustos, mas vestidos de noiva são dignos de um conto de fadas!
Querem um conselho…? Subscrevam a newsletter para doses generosas de vestidos bonitos, dos que fazem suspirar!
Wow factor, por Golden Days Photography
Golden days, sem qualquer dúvida! Felicidade banhada a ouro, pela lente do Rui Gaiola, aka Golden Days Photography.
Guava: sapatos de veludo e dias de festa!
Hoje trazemos as novidades da Guava, em dose dupla: novo modelo de botins e uma inauguração.
A Inês Caleiro acha que os sonhos são feitos de veludo e já que é o assunto da saison, desenhou uma versão macia para os seus conhecidos e bests sellers botins peep toe, em tons de rosa e ruby.
Este ano a marca chega ao seu 6º aniversário (parabéns!) e, em modo celebratório, quis enriquecer a sua Essentials Collection com a utilização de novos materiais em modelos já conhecidos e amados pelos clientes e seguidores.
“Já queria há muito incluir veludo na coleção”, conta Inês Caleiro, head designer da marca. O botim peep toe foi todo revestido em veludo, à excepção do salt, o que se manteve em acrílico envernizado.
“Acreditamos que quem calça Guava pode conquistar o mundo e a escolhas destes dois tons foi pensada como representativa da complexidade feminina. Todas as mulheres têm um lado mais suave, que associamos com o tom pastel, e um lado mais sexy que alinhamos com uma cor mais forte como o vermelho”.
A colecção Essentials e os novos modelos Pink Blush e Ruby Velvet ja estão disponíveis no site da marca, e custam 275€.
Um charme, estes botins, não? Com o vestido certo, de manga comprida, está o modelito perfeito e modernaço!
E se as acham bonitas e fotogénicas, que tal verem-nas ao vivo?
Pois parte dos festejos do 6º aniversário, que prometem um ano recheado de desafios e surpresas boas, é a abertura do novo showroom no Porto, na Rua Augusto Rosa, nº 39, agora em Fevereiro.
No novíssimo edifício District, o novo espaço de negócios e comércio do Porto com 3 amplos pisos e as mais variadas empresas, lojas e marcas, as pessoas podem comprar e experimentar toda a colecção da marca ou apenas ficar a conhecer a equipa que está por detrás da Guava. e que o acompanha.
A inauguração é dia 1 de Fevereiro, e o horário será das 9h às 19h, de segunda a sábado.
Quem vai visitar?
Que dias bonitos: obrigado!
Já recuperámos dos dois domingos de festa, em Lisboa e no Porto: You+Us=Fun!, edições nº9 e nº10, foram um sucesso!
Olhamos para trás e o caminho feito é bastante diverso… começámos em 2011, no Porto, no antigo Externato Lumen, na Rua da Boavista. Muito DIY, algumas atribulações hilariantes e uma experiência rica de partilhas e de momentos novos. Chegámos ao fim cansadíssimos, mas estava tudo tão bonito, tinha sido tão fixe, falámos e recebemos muita gente, tudo uma novidade.
Fizemos uma revista, a S Magazine #3, sob o título auspicioso de “Less”, tão bonito e especial foi o registo do dia!
Seguiu-se a Casa do Alentejo, em Lisboa, tivemos espumante e pipocas e um salão glorioso e decadente, cruzámo-nos com os bailes de fim-de-semana da comunidade alentejana e com os visitantes curiosos àquele que foi o primeiro casino de Lisboa.
No ano seguinte, voltámos a dar um pulinho ao Porto, e escolhemos o Clube dos Fenianos, bem no coração da cidade: fizémos a festa em tons de azul e ouro, e voltámos a ter um dia cheio de visitas e conversas.
Temos fotografias bonitas da dupla estreante, Um dia de Sonho e Arc Fotografia.
Para a 4ª edição, épica e inesquecível, instalámo-nos no incrível ballroom do Ritz Four Seasons: enchemos o tecto com mais de 600 andorinhas douradas feitas em origami e vimos o salão encher-se de gente: assim tão bom! Estarmos aqui, neste sítio luxuoso e gentil, significou chegar ao topo da montanha. Tudo o que fizémos levou-nos até ali, em nome próprio, com consistência, trabalho bonito e uma simpatia a toda a prova.
Vejam as fotos da Lounge Fotografia, da Inspirarte e da One Love Photography.
Voltámos ao Porto, para a 5ª edição: calhou à magnífica Casa Allen receber-nos: Passámos duas tardes a fazer flores de papel para um enorme logotipo que ficou à entrada: uma delicadeza só e um prazer para quem, como nós, gosta tanto de criar e fazer coisas com as mãos. Pegámos no Paper to Petal, da Rebeca Thuss e seguimos a inspiração para as nossas próprias flores.
Vejam imagens lindas da dupla Um dia de Sonho, Lounge Fotografia, Inspirarte e Momento Cativo.
Mais uma voltinha, e nova edição em Lisboa, por onde ficámos nos anos seguintes. Regressámos ao Ritz, para a 6ª edição, e fomos até Cascais para a 7ª, em 2015.
Vejam as imagems da One Love Photography, da Adriana Morais e da Inspirarte, em Lisboa, e da One Love Photography, da Atmosfia e da Inspirarte em Cascais
Por esta altura, tínhamos muitas dúvidas sobre este nosso formato: continuava a ser muito especial, mas sentíamos um claro desajuste com o público. Menos visitas, menos entusiasmo, menos ligação. Pensámos e decidimos parar, até encontrar, novamente, a fórmula certa. Queríamos voltar à alegria e energia do Ritz, a esse dia tão incrível. Calhou tropeçarmos no charmoso Palacete Gomes Freire e, em 3 semanas, decidimos e concretizámos mais um evento: pequenino, literalmente de bolso, com pouco mais de uma dezena de fornecedores, mas tão intimista e especial. Deixámos a decisão de repetir, no ano seguinte, em aberto.
Vejam as imagens lindas do Hugo Coelho, da Atmosfia, da One Love Photography e da Mariana Megre.
Este ano regressámos para esta nossa casa de Lisboa, onde abrimos as portas à 9ª edição: é o sítio onde somos sempre tão bem recebidos, com uma luz maravilhosa que entra pelas salas adentro, e podemos criar um evento íntimo, doce, acolhedor, carinhoso.
Rumámos ao Porto, para o Clube Universitário do Porto: festejámos a 10ª edição e ficámos com a clara sensação: também encontrámos a nossa casa no Porto.
Pensámos em algumas novidades de valor acrescentado: um goodie bag giro, com um caderno, vouchers variados, postais e o nosso calendário de parede para 2017, levámos o nosso “Queres casar comigo? – guia prático para um dia muito feliz” a preço simpático, juntámos 2 workshops para noivos, com o b-á-bá precioso, informativo e bem-disposto (falámos de orçamento, preparativos, escolhas, contratos, etc.) e agarrámos as pessoas pelo estômago, com cocktails deliciosos e bem servidos.
Tivemos, nestes dois domingos, casa cheia, and some.
Vejam as imagens de tudo tão bonito, captadas pela Atmosfia, One Love Photography e MC Photography em Lisboa, e pela dupla Menino conhece Menina e Inspirarte, no Porto.
Talvez os editores da Monocle tenham razão (costumam ter…!): é tempo de sair da bolha digital e conversar e estar com as pessoas. É tempo de proximidade, de olhar para cima, para a frente, para o que está à nossa volta, em vez de para baixo, é tempo de absorver e apreciar, de tocar, em vez fazer um scroll apressado entre um semáforo vermelho.
O formato que sempre pensámos, por ser de proximidade, cara a cara, com um sorriso e papel, flores, imagens e bolo nas mãos, que sentimos escapar-nos pelos dedos com alguma desolação, voltou a ser a escolha certa: estamos aqui, queremos tratar-vos pelo nome e mostrar o que fazemos melhor, para que o vosso dia seja o mais bonito dos dias.
Aos visitantes, aos clientes que participaram (e aos que não participando, ajudaram na propagação do evento), aos amigos, aos novos contactos, aos convidados, aos fantásticos anfitriões, aos fotógrafos generosos que registam e partilham estas imagens felizes e memoráveis, aos clientes generosos que facilitam, agilizam e propiciam a beleza que este evento é (já falei da comida? Que delícia!), à Inês, ao Alberto e ao Pedro que me acolhem sempre com amor, abraços, deliciosa comida e liberdade na Rua Oliveira Monteiro, à Ana e ao Mike, sempre os meus braços direitos portuenses, e à Maria João, o meu (sempre paciente) braço direito Lisboeta:
Obrigado!
Voltamos no próximo ano. Tchim Tchim!
A fotografia é do Miguel Cachapa, MC Photography.
Um trio perfeito!
E devagarinho vamos desvendando as mudanças que vamos trazer com o novo site.
Os domingos passam a ser feitos de 3 em 1: as rúbricas Cake!, Sunday Shoes e Um belo Bouquet… passam a mostrar-se juntas, n’ Um trio perfeito!
Já sabem que eu gosto de sapatos, muito! Não uso saltos no quotidiano (e muito raramente nas ocasiões especiais), mas tenho a minha colecção de sapatos especiais e entre ténis modernaços, rasos com charme e saltos possíveis e suficientemente fancy, terei umas boas dezenas de pares… o que faz desta busca domingueira uma tarefa muito aprazível.
Se para cada magnífico par encontrado fôr preciso ir à procura de um doce bolo a condizer e um belo bouquet, triplica o diversão, porque emparelhar coisas bonitas é sempre um prazer: é uma espécie de caça ao tesouro!
E estas são as nossas escolhas de hoje: rosa blush e dourado, duas cores infalíveis que combinam sempre tão bem.
Comecemos pelo bolo dos noivos, belíssimo, não? Clássico, um bocadinho audacioso e cheio de wow factor, o que me parece uma combinação totalmente na mouche, sobretudo para casamentos antes dos dias quentes e festivos do verão. Inverno, Outono e até uma Primavera tímida, quando a festa dentro de portas é mais acolhedora.
Encontrei-o no Style me Pretty. Feito por Elegantly Iced, com fotografia de Charlie Juliet.
Já os sapatinhos… ufa! São perfeitos (e existem também em veludo azul escuro!), totalmente Cinderela dos tempos modernos, on trend e aconchegantes para um dia frio (e fotogénicos, também…!)
São da Uterqüe.
Fechamos com o bonito bouquet de rosas blush e orquídeas… que delicadeza! Inspirado no bouquet original da mãe da noiva (este formato em cascata, tão típico da época), foi actualizado por Tiger Lily Weddings, e fotografado por Sean Money + Elizabeth Fay Photography. Encontrei-o no Ruffled.
Bom domingo!



























