Parabéns: o legado Simplesmente Branco
Hoje completamos nove anos online. E neste universo digital, é uma vida!
Em 2010 não havia Pinterest, não havia smartphones, não havia Dropbox. O Facebook dava pequenos passos e o Instagram não respirava.
Havia revistas em papel e um site americano que me fazia suspirar.
Em 2010 o mercado de casamento estava numa fase sem graça: os mais velhos estavam acomodados, sem desafios de maior, e os mais novos não se interessavam por este assunto. Os noivos estavam sozinhos. Faltava entusiasmo, frescura, inspiração, sobrava desencanto.
Eu queria uma casa digital para mostrar os meus convites de casamento: uma casa à minha escala, alinhada com a minha visão. Uma casa para mim e para os meus pares. Uma casa para os meus noivos. Um sítio fresco, inspirado, gentil, generoso. Um sítio nosso, à nossa medida.
Como não existia, construí-o. O Simplesmente Branco foi a faísca e a gasolina de uma nova geração de profissionais, de uma nova tribo de noivos, de um novo mercado de casamento.
De “foleiro”, passou a “giro”, de estagnado passou a vibrante e, hoje, é com orgulho que alguém diz “sou fotógrafo de casamentos” e muitos querem fazer parte desta aventura.
Ligámos quem procurava, sem saber que existia, a quem oferecia, sem as mesmas certezas.
Em números, o Simplesmente Branco é, hoje, um monstro feliz!
Temos mais de 10 mil visitas mensais, mais 6 mil posts publicados, mais de 30 mil seguidores no Facebook e mais de 640 mil visualizações mensais no Pinterest. Editámos 7 revistas digitais, bilingues, com uma média de 215 páginas cada uma. Pusemos de pé 11 showcases, organizámos uma conferência internacional e uma conferência nacional. Publicámos um livro e desenhámos 9 calendários anuais. Mantemos uma centena de fornecedores seleccionados, lançámos vários talentos e demos novo fôlego a negócios tradicionais e tímidos na sua comunicação. Fazemos reflexões frequentes sobre o que observamos e sobre o que queremos. Mudámos de casa 4 vezes. Publicámos mais de 500 casamentos bonitos.
Estabelecemos um standard de qualidade e um modo de fazer. Trabalhamos, todos os dias, para um mercado melhor, duradouro, estável, são, justo.
Este é o legado Simplesmente Branco.
Em 2019, o mundo é incrivelmente diferente. Tudo é mais imediato, menos profundo, mais artificial. Quem grita mais, é validado com mais audiência, é esse o nome do jogo, independentemente da veracidade ou qualidade intrínseca da mensagem.
Styled shoots ganham o nome de casamentos, manequins profissionais são promovidos a noivos, criam-se decorações impossíveis de concretizar na vida real, preço e experiência nem sempre andam ligados, brochuras de 20 páginas afinal são revistas, e que importância tem não distinguir destination wedding de wedding destination ou enxovalhar a gramática e vocabulário ingleses a toda a hora? O importante parece ser viver fast and furious, para o instante, sacando ao máximo com o mínimo de investimento, enquanto a onda rola.
Não somos isso, não acreditamos nisso, não queremos isso. Não validamos isso.
Preferimos a nossa visão gentil, generosa, discreta, constante.
Preferimos partilhar e trabalhar a realidade, de forma honesta, transparente e celebrar, convosco, o mais bonito dos dias.
Estes nove anos são feitos de resiliência e de produção de conteúdos de qualidade e vida longa. Não há prova melhor do que a primeira edição da S Magazine, que celebrou o primeiro aniversário do Simplesmente Branco, em 20111, e permanece intemporal, oito anos depois. Faz-me sorrir e deixa-me muito feliz.
É esta a nossa posição, consistentemente, mesmo que pareçamos andar às arrecuas do momento: tornarmo-nos relevantes no tempo, investir na aura e na intemporalidade, o coração do Simplesmente Branco, aquilo que é a nossa missão:
Oferecer inspiração fresca e bonita, e informação fundamental e fidedigna aos leitores mais exigentes, que acreditam que o seu casamento pode e deve ser um dia único e inteiramente desenhado à sua medida; guiá-los no caminho até ao mais bonito dos dias; garantir que encontram os fornecedores que são a sua cara-metade.
Identificar o talento e promovê-lo; ajudar os profissionais mais criativos e consistentes a crescer com a projecção que merecem, e acompanhá-los nessa viagem; garantir que encontram os clientes que são a sua cara-metade.
Isto é o coração pulsante do Simplesmente Branco.
Ali em cima falei de legado. Fizémos um caminho imenso, mudámos o nosso mundo, mas há ainda coisas, imensas, desafiantes, que faltam fazer: construir uma comunidade e criar uma associação profissional. Conto celebrá-las no 10º aniversário!
Fecho com um imenso agradecimento a todos os que estão comigo, sempre. Esta viagem não se faz sozinha e a vossa companhia é valiosa. Parabéns!
Esta imagem sou eu, fotografada pelo André Castanheira (que definiu de forma mais hilariante e certeira o Simplesmente Branco: “uma ostra com pérola num mar de berbigão com areia), para a primeira edição da S Magazine, no Centro Cultural de Vila do Conde.
À conversa com: PortoFesta – animação de eventos
Hoje conversamos com a PortoFesta, uma conceituada empresa de animação de eventos que anda a fazer gente feliz desde 2007, segundo as palavras do DJ Tiago Baptista.
Falamos do seu percurso e do que faz uma bela pista de dança num evento – e as diferenças entre momentos de trabalho e momentos de lazer.
Juntam-se a nós?
Uma pessoa com experiência de leitura de pista num espaço nocturno tem muito mais bagagem para interpretar as reacções das pessoas, os seus gostos e para que direcção deve encaminhar o percurso musical da festa.
Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?
Comecei a pôr musica aos 13 anos de idade. Um amigo da família tinha uma empresa de som e luz e com ele comecei a desenvolver o gosto pela música e pela técnica. Na altura comprei uns giradiscos Technics Profissionais, que só algumas discotecas tinham, que eram para fazer as edições de audio para as passagens de modelos e esse foi o meu primeiro contacto com esta área, teria uns 12 anos. Entretanto comecei a pôr musica num bar que existia no Foco, no Porto, o Bib’ó Porto, e assim nunca mais parei, trabalhando em algumas das discotecas mais conceituadas do Norte incluíndo no percurso a gravação de um CD duplo que foi disco de prata juntamenten com dois conceituados DJ’s da nossa praça.
Animação noturna e casamentos – sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?
Pode não ser, mas considero que, obviamente, uma pessoa com experiência de leitura de pista num espaço nocturno tem muito mais bagagem para interpretar as reacções das pessoas, os seus gostos e para que direcção deve encaminhar o percurso musical da festa.
O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?
É quase impossível separar. Inevitavelmente, até quando estou numa esplanada, se ouço um tema que me agrada, adiciono ao arquivo. Tento ouvir um bocado de tudo, não tenho preconceitos musicais.
Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?
Prefiro ouvir mas também gosto de dançar. Normalmente mantenho-me actualizado a partir da plataformas digitais.
Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?
O vibe da festa é diferente, algumas pessoas, em ambiente profissional e com colegas de trabalho, não se desinibem totalmente estão sempre condicionadas pelo que os outros possam pensar. Num ambiente familiar tudo é diferente.
O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?
Em primeiro lugar a música, depois, no caso de um casamento, os convidados, e numa discoteca, os clientes.
Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?
No caso da Portofesta, em que já estamos implantados no mercado há 12 anos, os pedidos surgem maioritariamente por “passa a palavra”, clientes satisfeitos que passam o nosso contacto a amigos. É claro que plataformas como o Simplesmente Branco nos ajudam a divulgar o nosso trabalho e aumentam a nossa visibilidade.
Normalmente, os noivos contactam-nos, expõe as suas necessidades e, em função das mesmas, apresentamos um orçamento.
Na fase seguinte marcamos uma reunião onde normalmente são discutidos todos os pormenores.
Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?
Normalmente pedimos uma lista dos temas e bandas preferidas dos noivos, assim como alguns temas que os tenham marcado. Existe um trabalho prévio na preparação dos temas para os momentos especiais e da playlist para o baile, tentamos fazer a melhor junção possível de músicas que sabemos que à partida podem funcionar com aqueles sugeridos pelos noivos, juntando assim o útil ao agradável, criando um cocktail explosivo de diversão.
Se se casasse, com que música abria a pista?
Como elas é que mandam, deixava a noiva escolher!
Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?
Dancing Queen, dos ABBA.
Contactem a Paula Gomes, da PortoFesta, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática da Paula Gomes.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
Como guardar e preservar o bouquet de noiva? Assim!
Como guardar e preservar o bouquet de noiva? Pois assim é uma forma muito bonita!
Há dias tropecei no belíssimo trabalho de Tegan Sturmer, que borda num pequeno bastidor, réplicas de bouquets de noiva.
O nível de detalhe, numa circunferência com 12cm (o tamanho mais pequeno), é fantástico e o rigor das cores, espécies e formas, também.
A Tegan tem uma loja no Etsy, com o nome de Muted Rose Embroidery, onde podem fazer as vossas encomendas e ver o seu trabalho com mais detalhe. Não envia para Portugal, mas… podem entrar em contacto com ela, colocar as vossas questões e tenho a certeza de que uma destas bonitas peças cá chegará.
Os valores começam nos 60 euros e aumentam em função do tamanho do bastidor e complexidade do bouquet de noiva. Nas últimas semanas, ela tem estado a oferecer uns descontos simpáticos, por isso passem pela sua página do Facebook para ir ficando a par das novidades.
Garanto-vos que este trabalho é de uma delicadeza fantástica e merece toda a vossa atenção.
Não vos parece uma forma mais do que perfeita de preservar a memória do vosso bouquet de noiva de forma permanente? Este é um daqueles objectos que merece ser passado de mães para filhas, não só pelo objecto cheio de significado que é, mas também por ser tão bonito e delicado. Forma e função em perfeita sintonia!
O que acham vocês?
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva insiste no branco!
Se na estação passada namorávamos todos os tons de nude, 2019 trouxe uma abundância de sapatos de noiva brancos e dourados, definitivamente os tons dominantes para os próximos meses. Parece-vos bem? Eu acho muito interessante e com um potencial quase ilimitado, tanto de resultado como de uso posterior (o tal smart saving de que falamos tantas vezes).
Esta semana, escolhi umas sandálias de noiva brancas, de inspiração indiana e muito boho. São rasinhas, mesmo boas para dançar, bem adornadas e, portanto, interessantes e com muito estilo, sem nenhuma adição de cor – apenas texturas e volumes. Um verniz de cor elevará todo o conjunto e eu ando totalmente encantada com este tom coral da Chanel.
Umas sandálias assim pedem um vestido equivalente: fluido, esguio, leve, com um bocadinho de detalhes texturados (como um vestido de noiva Mad Bridal, por exemplo). Um par perfeito para dançar toda a noite!
Passamos ao bolo dos noivos e, claro, mantemos este espírito minimalista boémio e orgânico: três andares, cobertura de fondant (mas podia ser cremosa), e decorado apenas com duas belas folhas verdes de xanadu e aspidistra, com um pé de frésia branca e muito perfumada – bonito, não é?
Fechamos com um bouquet de noiva de inspiração tropical, com antúrios e próteas brancas (estes tons maravilhosos, entre o creme e o verde muito claro), ornithogalum e folhagem verde variada. É um facto que é uma peça bastante volumosa, e será também pesada (as próteas são flores massiças), mas também será resistente.
É um bouquet de noiva incrível, não é?
Paletas de cor cuja base é branco e verde serão sempre clássicas, frescas e leves. Em que cores estão a pensar para a vossa decoração?
De cima para baixo, bolo dos noivos com três andares, com cobertura em fondant e decorado com folhas naturais, de Ma Petite Maison Cake Design; sandálias de noiva boho, rasas, na Zara, por 39,95 euros; bouquet de noiva tropical, com proteas, antúrios, ornithogalum e folhagem verde, por Flor Mimo.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento no Palácio Fronteira: Lara + David
Hoje é dia de casamento no Palácio Fronteira, no coração de Lisboa.
Mostramos o mais bonito dos dias da Lara + David, filmado pelo Dado Nunes, da Every Heart Films. Juntaram-se à festa uma mão cheia de fornecedores seleccionados Simplesmente Branco: organização, decoração e detalhes da Amor e Lima, fotografia da dupla D10Photo, e animada pista de dança com o talento e serviço impecável da Jukebox.
Deixem-se levar pelas imagens emocionantes!
No início pode parecer que tudo está contra nós, com a presença de alguns contratempos, mas com o passar do tempo e com o foco centrado naquilo que realmente desejam, o vosso dia vai ser fantástico, porque no fim vai ser o melhor de todos os casamentos. Aproveitem o dia ao máximo, porque ele vai passar a correr e é um momento singular!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Muitas coisas passaram pela nossa cabeça, visitámos espaços, não muitos, mas queríamos evitar o aspecto quinta, a nossa ideia foi sempre poder reunir aqueles que mais gostamos e proporcionar, tanto a eles como a nós, um dia inesquecível e diferente. Como um de nós é apaixonado por História da Arte, pensámos num local com história, e outro gosta dos aspectos estéticos e de natureza. Alguns espaços poderiam ser opção, mas sem dúvida que encontrámos o local ideal!
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Os momentos de ansiedade ficaram algo dispersos durante os preparativos, os nervos chegaram no dia do casamento, quando “caiu a ficha” do “isto vai mesmo acontecer”. Desde o início tivemos a ajuda da empresa de wedding planning, do catering e do responsável pelo palácio (Dr.Filipe) que nos elucidavam sobre realidades passadas e do que era possível fazer no espaço.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Durante todo o percurso da organização estivemos preocupados com os mais pequenos pormenores, só pela segunda visita ao espaço, com todos os elementos da organização presentes, conseguimos ter a certeza que a nossa ideia se poderia concretizar.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado foi superado relativamente ao espectável, contámos sempre com a ajuda da nossa wedding planner Raquel Melo, da Amor e Lima, e também com a pessoa responsável pelo catering e gestão do espaço, Ana Moura, da Silva Carvalho Catering.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Para nós o importante era que não existisse qualquer tempo morto! Que fosse tudo aproveitado do início ao fim do casamento pelos presentes, por esse motivo tivemos a ideia de ter uma cerimónia mais tardia e aproveitar tudo ao máximo. Não tivemos qualquer necessidade de incluir um animador na festa, unicamente o DJ, com o nosso perfil musical. A música ao vivo foi um momento que não queríamos abdicar e que correu na perfeição, de tal modo que a maioria dos convidados queria prolongar a festa por muito mais tempo.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Foram meses de muita ansiedade, com a noção de realidade um pouco alterada. As ideias de “será que vai acontecer?” “será que as pessoas vão gostar?”. Todo o planeamento foi feito com menos de 8 meses da data da cerimónia e queríamos que tudo fosse ao encontro das nossas ideias. Tentámos fazer tudo o mais personalizado possível deste os convites, as lembranças, a lista de das músicas e a ordem das mesmas. Mas para nós o mais difícil, por compromissos profissionais e pela gestão de tempo, foi conseguir ensaiar a dança!
A leitura dos votos foi, sem dúvida, o pico sentimental do dia! Sendo o casamento civil, sem qualquer motivo religioso, conseguimos expressar aquilo que sentimos um pelo outro por palavras nossas e foi muito intenso.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A leitura dos votos foi, sem dúvida, o pico sentimental do dia! Sendo o casamento civil, sem qualquer motivo religioso, conseguimos expressar aquilo que sentimos um pelo outro por palavras nossas e foi muito intenso.
E o pico de diversão?
O pico da diversão aconteceu na pista de dança onde todos os convidados participaram e se divertiram. Poucos eram os que não estavam a dançar. Como está supracitado foi com muita pena que terminou “cedo”.
Um pormenor especial…
Achamos que o que marcou a diferença, foi o seating plan, foi diferente, dedicámos algum tempo a pensar nele e foi algo que todos os presentes gostaram, conseguindo também dessa maneira arranjar uma forma de oferecer as lembranças do casamento.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Possivelmente prolongaríamos ainda mais o momento de que todos gostaram (a pista de dança), mas de resto, foi um dia perfeito.
Algumas words of advice para as próximas noivas…
No início pode parecer que tudo está contra nós, com a presença de alguns contratempos, mas com o passar do tempo e com o foco centrado naquilo que realmente desejam, o vosso dia vai ser fantástico, porque no fim vai ser o melhor de todos os casamentos. Aproveitem o dia ao máximo, porque ele vai passar a correr e é um momento singular!
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos, bouquet de noiva e ofertas aos convidados: Amor e Lima;
espaço de casamento: Palácio Marqueses de Fronteira;
catering: Silva Carvalho Catering;
bolo: Pims Cake Design;
fato do noivo e acessórios: fato Massimo Dutti; sapatos Yucca;
vestido de noiva e sapatos: vestido Pronovias; sapatos Aldo;
maquilhagem de noiva: Joana Moreira;
cabelos: Anabela Miguel, cabeleireira e mãe da noiva;
decoração: Amor e Lima e Silva Carvalho Catering;
fotografia: D10Photo;
vídeo: EveryHeart Films;
luzes, som e Dj: Your Jukebox.
Uma paleta de cores inesperada: café com leite e amarelo limão
Há dias encontrei este editorial primaveril. Estávamos em plena época das mimosas e posso dizer-vos que adoro estes pequenos pompons amarelos, fofinhos, volumosos e com um aroma delicado.
Gosto de tudo nestas imagens e a paleta de cores é absolutamente moderna e inesperada. Amarelo limão e café com leite, neutros com uma injecção de cor que funcionam tão bem.
Imaginem toalhas de linho cor de areia, o seu tom mais natural, louça em tons cremes e com aquele vidrado sarapintado, meio japonês, talheres dourados (que ficam sempre bem) e muitas flores amarelas e cremes – talvez algumas secas também. Juntem umas velas de cera em tom natural (aquele amarelinho quase mostarda), et voilá!
O equilíbrio que resulta destes extremos, um vibrante e um neutro, é muito sofisticado e presta-se a um casamento moderno e urbano.
O que acham vocês desta paleta?
Imagens via 100 Layer Cake. Passem por lá para ver tudo em detalhe – só coisas bonitas!
À conversa com: Rituais – animação, audiovisuais e produção de eventos
Hoje conversamos com o Luís Alves, da Rituais – animação, audiovisuais e produção e eventos.
Falamos sobre como ter uma bela e animada pista de dança que dá vida à vossa festa e sobre as diferenças entre os eventos profissionais e sociais – é sempre interessante!
Juntem-se a nós e descubram o trabalho deste fornecedor seleccionado Simplesmente Branco!



Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?
O gosto pela música já vem de raízes familiares. O meu pai é saxofonista e, desde cedo, habituei-me a estar em palcos com ensaios, montagem de equipamentos de som, luz, instrumentos , convivendo com artistas e o mundo dos espectáculos.
Aos catorze anos o meu cunhado era DJ e comecei a aprender a trabalhar com ele com os pratos technics e cassetes. Aos dezasseis, iniciei a actividade como DJ em festas de escolas, passando pelas universidades e em bares e discotecas. Aos dezoito iniciei, paralelamente com os espaços onde trabalhava, o trabalho de DJ em casamentos.
Hoje em dia faço a gestão de vários DJ’s da Rituais para os nossos eventos e pessoalmente alguns trabalhos em cocktails, sunsets e festas da Rádio Remember.
Animação nocturna e casamentos – sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?
O tipo de trabalho nocturno em discotecas é completamente diferente dos casamentos, normalmente está associado a um tipo de música e de público especifico.
Inevitavelmente a animação nocturna é uma boa escola para os DJ’s fazerem a ponte para os casamentos, que na minha óptica são mais exigentes devido a trabalharmos com públicos completamente diferentes, quer na classe social, idade, gosto e disposição para dançar. Temos que ser mais flexíveis, ter um vasto conhecimento musical e disponibilidade física e mental para estarmos imensas horas a trabalhar.
O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?
Oiço um pouco de tudo, depende do espírito no momento, adoro música e tem que estar sempre presente, quer no escritório, carro ou em casa. Soul, funk, soulful e deep house, passando pela música tradicional cubana, reggae e também na rádio online que temos – Remember anos 70, 80 e 90’s os hits destas décadas.
Separo na medida em que quando estou a trabalhar estou concentrado no que estou a fazer, analisando a pista de dança e em lazer apenas quero relaxar com a música que passa na rádio ou no Spotify da Rituais.
Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?
Apesar de gostar de dançar, prefiro ouvir música.
Em diversos canais, como por exemplo rádio, charts internacionais, internet em sites de compra de música, entre outros.
Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou o vibe da festa é muito diferente?
A música quando devidamente tocada é bem recebida por todos os públicos, no entanto no universo corporativo é mais selectivo e discreto no início da pista de dança, mas rapidamente o público começa a descontrair e ter a mesma vibe do cliente particular.
O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?
Uma boa selecção musical e saber ler a pista de dança.
Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?
Através da Rituais que promove o meu trabalho e que faz todo o processo comercial com os clientes.
Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?
Há sempre um trabalho prévio preparando e adequando o estilo musical ao tipo de evento e cliente. No decorrer da festa também percebemos a vibe da pista de dança e improvisamos com alguns temas que nos vão pedindo.
Se se casasse, com que música abria a pista?
“September”, Earth, Wind & Fire
Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?
Normalmente não repetimos músicas que já foram tocadas, só em situações especificas em que o cliente nos pede para o fazer.
Uma das músicas de eleição para repetir e apesar de oldie é “Show me love”, de Robin S.
Contactem a Rituais através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias, feita de belas imagens e vídeos, e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática do Luís Alves.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!








































