Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Bom dia! As nossas escolhas de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva de hoje seguem por caminhos mais delicados, ao contrário da semana passada!
Cores suaves e neutras, materiais nobres e muita textura ligam os três elementos e aproveitamos para fazer uma ligação às tendências de que falámos também esta semana.
Comecemos pelo bolo dos noivos, um semi-naked com dois andares e decorado com flores naturais. Esta opção é um pouco mais elegante e formal, já que a cobertura tem um ar mais composto e finalizado, com um pouco de textura que lhe dá um ar natural e apetitoso. A decoração, na medida certa, é feita com flores naturais de tons muito suaves e delicados e com muita textura – logo, mais interessante para os sentidos. Aproveito para reforçar esta ideia, de que já falámos por aqui, que é a importância de usar apenas espécies comestíveis e de produção biológica, sem pesticidas – isto é de extrema importância para a segurança e saúde de todos, por isso certifiquem-se de que este assunto é discutido com o vosso fornecedor de bolos dos noivos!
A este bolo bonito, juntamos uns sapatos de noiva fantásticos, em veludo azul claro (outro grande must da nova estação), com um tacão coberto de glitter: haverá versão Cinderela mais moderna e cool do que estes belos sapatos? A maciez do veludo dá algumas garantias de conforto e o tacão largo, a estabilidade necessária para dançar umas horas. Umas palmilhas de gel podem ser um acrescento perfeito e a pista é vossa!
Fecho com um bouquet de noiva bastante desarrumado, mas ainda assim uma doçura. A combinação de flores é surpreendente: sempre vivas brancas (de seu nome científico, helipterum), dálias e flor de cera, e uma mistura imensa de texturas e variações de tom, entre brancos e rosas muito suaves. Não é tão inesperado e bonito?
Uma ode à delicadeza romântica!
De cima para baixo, bolo dos noivos semi naked decorado com flores naturais, de Sweet Bakes; sandálias de noiva em veludo azul claro, com tacão de glitter, da H&M, por 24,99 euros; bouquet de noiva com sempre vivas, dálias e flor de cera, de Outside this Room.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento no Monte do Ramalho: Patrícia + Sérgio, que festaça!
Hoje trazemos um casamento que é uma ode palpável ao amor!
Patrícia + Sérgio casaram no Monte do Ramalho, no coração do Alentejo e no mais gentil dos meses de verão. Foi em Setembro, num dia de luz dourada e paisagem sem fim.
Organizaram-se à distância, a partir de Londres, com o suporte da Amor e Lima e escolheram casar no campo, rodeados de amigos e família vindos dos quatro cantos do mundo. O cenário rústico do Monte do Ramalho, com o seu altar civil à sombra de uma figueira centenária, as suas mesas corridas ao ar livre, luzes de arraial e a eira que se transforma em pista de dança, foi o local perfeito para celebrar este amor tão generoso.
Juntem-se a nós, venham ver este dia para lá de bonito!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
O Sérgio pediu-me em casamento em Dezembro de 2016, de uma forma muito sua, na Chef’s table do Petrus em Londres. Disse imediatamente que sim mas ambos sabíamos que o casamento tinha que esperar quase dois anos porque eu estava grávida da nossa filha Maria Luísa que ia nascer em Agosto de 2017. Portanto tivemos bastante tempo para programar e organizar o nosso dia. Mas imaginar, já o tínhamos imaginado e ambos estávamos de acordo sobre como seria. Sabíamos que teria que ser ao ar livre, de preferência debaixo de árvores e com luzes de arraial. A cerimónia queríamos que fosse também ao ar livre, com fardos de palha a servir de bancos, e que tivesse um toque pessoal porque tínhamos muito receio da impessoalidade de um acto civil. Queríamos fugir de hotéis e procurar o campo e sabíamos que seríamos rodeados de oliveiras ou de vinhas. Ganhou a primeira!
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Sim, bastante preparados e com poucos nervos. Tanto eu como o Sérgio não éramos “marinheiros de primeira viagem” e já tínhamos casado antes. Acho que tínhamos claro o que imprescindível e o que era dispensável, e isso ajudou bastante na preparação e organização. Houve, sim, alguns nervos por causa das distâncias e pelo facto de termos escolhido casar fora de um lugar comum para qualquer um dos nossos convidados. Acrescenta-se o facto de cerca de 50% dos convidados virem de fora do país (Angola, Estados Unidos, Dubai, Espanha), o que criou alguns constrangimentos adicionais porque tentámos sempre ajudar na logística e arranjar solução para tudo.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
No meu caso, Patrícia, creio que só tomei consciência “é mesmo isto, vai acontecer” quando embarquei no Voo TP286 com destino a Lisboa no dia 1 de Setembro. Organizar um casamento à distância tem destas coisas. Acabamos por não estar tão emocionalmente próximos do evento e do eventual stress que a organização possa causar. Como confiávamos em pleno na Maria Villar, isso também ajudou. Quanto ao Sérgio, acho que foi quando começámos a ensaiar a dança para abertura da pista, depois da nossa amiga Huila a ter coreografado. Recordo dele dizer várias vezes: “Amor, isto está mesmo a acontecer, temos que ensaiar para sair perfeito, mas mais que tudo quero-me divertir a fazê-lo”.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado final foi totalmente fiel às ideias iniciais. Queríamos um casamento pequeno, muito simples, em que os pormenores escolhidos fossem sentidos e recordados pelos presentes e fizessem realmente a diferença.
Contámos com a ajuda preciosa da Amor e Lima, mais precisamente da Maria Villar. A Maria foi incansável e crucial durante todo o processo, não só ajudando-nos a manter-nos fiel ao plano e nossos desejos, como em manter um fio condutor do conceito do casamento que começou com o Save the Date e terminou com a execução de todos os detalhes do dia do casamento.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Era absolutamente fundamental que o casamento fosse fiel aos nossos princípios e transmitisse os nossos gostos. Queríamos muito que fosse simples e despretensioso, mas com significado. Queríamos muito, mas muito, aproveitar o dia e não chegar ao fim com a sensação que passou a correr e conseguimos. Era absolutamente fundamental que os nossos filhos tivessem uma atenção especial, de forma a que nem eles se sentissem esquecidos nem nós culpados por não lhes estar a dar atenção, ou a estar a dar atenção de mais e não aproveitar aquele dia único nas nossas vidas. Com a ajuda da Maria Villar conseguimos. Não sei se conseguimos identificar coisas que não tinham importância, porque as excluímos logo de início. Creio que não tinham importância muitas formalidades, dar lembranças desnecessárias e sem significado às pessoas, e olhar para o relógio.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Eu e o Sérgio dividimos responsabilidades. Ele ficou com o catering e a música e eu com o conceito do casamento, decoração, site e logística. O mais fácil e que disfrutámos imenso foi mesmo a escolha, tomar decisões, provar pratos, ver material de decoração, imaginar bouquets, entre tantas outras coisas. Mesmo tendo separado as responsabilidades, havia aspectos que se tocavam. Por exemplo, tive que solicitar outra opção de pratos/louça à Maria Villar porque o Sérgio dizia que não evidenciavam as qualidades do prato principal do jantar. Coisas de chef, mas acabei por concordar e dar razão, ajustando assim algo que tinha decidido. O mais difícil foi a questão logística e a gestão do alojamento para todos. Por coincidência houve um casamento no mesmo dia num hotel próximo e as opções de alojamento, que já eram limitadas, tornaram-se mais limitadas ainda. Ainda que me custasse imenso, houve convidados nossos a dormir a mais de 15 kms do Monte, que era a distância limite que inicialmente tinha definido.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Os discursos! O do Sérgio, que oscilou entre os momentos de choro e de riso e terminou com todos os presentes (exceptuando os estrangeiros) a cantar uma das nossas músicas. O meu, que foi improvisado e surpreendeu muitos dos convidados, e o do meu irmão André, que cumpriu o papel que estava destinado ao meu pai, que infelizmente nos deixou há três anos e não pode viver este dia connosco.
E o pico de diversão?
A noite anterior já foi um pico de diversão. Oferecemos um churrasco alentejano aos familiares, padrinhos e madrinhas, e por ter sido tão descontraído, foi diversão espontânea. No próprio dia, foi também a parte da festa, que começou com a abertura da pista connosco a dançar uma música coreografada por uma amiga que é bailarina e professora de dança, e a partir daí contámos com a ajuda de muitos convidados para garantir que a diversão se mantinha até as forças acabarem.
Um pormenor especial…
As placas que estavam nas nossas cadeiras na mesa de jantar em que a minha dizia: Cozinhas para mim? e a do Sérgio dizia: Para sempre! Já que este pormenor é alusivo à nossa história e ao que nos uniu. Adicionalmente a leitura do poema que foi feita por uma das minhas madrinhas antes da troca das alianças, E por vezes, de David Mourão Ferreira, que imprimiu um significado especial à cerimónia pelo significado das palavras e o que significa para nós, sem dúvida personalizando o momento e fazendo com que todas as pessoas reflectissem sobre a importância de um abraço e do aproveitar do Presente.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
No cômputo geral não, mas se analisarmos o dia com todo o detalhe é impossível não identificar um outro pormenor que precisasse de melhoria ou alteração. Por exemplo, na cerimónia deveríamos ter salvaguardado que as duas primeiras filas eram reservadas aos padrinhos e não alertámos a wedding planner sobre isso. Uma delas efectivamente foi, a outra não e as madrinhas da noiva acabaram por ficar de pé muito perto dos noivos. Por outro lado, o Sérgio deveria ter feito um teste de som com o Filipe dos LBond para ter a certeza que não havia interferência com ele a falar com a música que escolheu para acompanhar o discurso.
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Os melhores conselhos que posso dar são: keep it simple, porque é mesmo verdade que menos é mais e só no meio da simplicidade é que os detalhes entoam e se enaltecem. Definam um conceito e procurem ser fiéis ao mesmo, da mesma forma que definam um budget racional e exequível e procurem igualmente não o exceder. Tenham bem claro o que é imprescindível e dispensável, e o que pode estar. A dada altura da organização de um casamento parece que tudo é pouco, a comida é pouca, a bebida é pouca, não vai haver diversão suficiente, precisamos de mais detalhes ou acontecimentos no dia, e isso são muitas vezes as inseguranças e o stress a falar. Nessa altura é importante respirar fundo em conjunto e voltar a analisar o conceito e o rácio imprescindível vs dispensável. E por último, lembrem-se que o casamento é vosso e é o vosso dia, se vocês se divertirem e o aproveitarem com as pessoas presentes, nada os vai deixar mais alegres e felizes que essa partilha de sentimentos.
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos, decoração e bouquet de noiva: Amor e Lima;
local: Monte do Ramalho;
catering e bolo dos noivos: Encontrus;
fato do noivo e acessórios: Alfaiataria San Giorgio, sapatos Armando Silva e botões de punho Cartier;
vestido de noiva e sapatos: vestido Laure de Sagazan e sapatos Manolo Blahnik;
maquilhagem: Lea Magui Louro;
cabelos: Ana Fernandes, Fhair Organic Studio;
ofertas aos convidados: para as senhoras, protectores de saltos da Lelle e echarpes à noite, da Amor e Lima. Para os senhores charutos e cigarrilhas Monte Cristo e José de la Piedra;
fotografia: Madalena Tavares;
vídeo: Fullcut;
luzes, som e Dj: LBond.
Tendências para os casamentos de 2019
Acabou de sair o novíssimo Wedding Trend Report para 2019 e vem cheio de surpresas!
E o que é isto das tendências e que impacto real têm na nossa vida ?
Algum, é a resposta certa. Há uma cena genial do filme O Diabo veste Prada, em que Miranda (Merryl Streep) explica a Andrea (Anne Hathaway) porque é que a camisola que traz vestida é azul. Um ou dois anos antes, Oscar de la Renta desenhou uma colecção de vestidos em azul cerúleo, tom que foi replicado por Yves Saint Laurent e que, por fim, desceu pela cadeia alimentar até às marcas menores e vida comum das pessoas.
É isto: uma decisão maior, propagada até ao infinito, chega ao nosso quotidiano, a seu tempo.
Mas vamos às novidades!
A grande tendência, generalizada, é a abordagem eco-friendly, com foco na diminuição da pegada ecológica. Já tínhamos dado conta de algumas mudanças subtis, como a inclusão regular de ementas vegetarianas, diferentes escolhas no menu (menos quantidade, mais qualidade), menos desperdício, escolha de produtos da estação e locais. Em 2019 estará em força, o que é uma bela notícia.
Outra grande novidade, é o regresso das cores fortes, os jewel tones. Verde esmeralda, rosa fúcsia, beringela, azul petróleo e, não necessáriamente em conjunto, o regresso triunfante do amarelo, em todas as suas tonalidades, do mostarda ao ovo cozido. Isto vale para a decoração, para as flores, para o estacionário e até para detalhes no vestido de noiva.
Quanto a materiais, o veludo vai estar em alta, na decoração (e nós passámos o ano a falar de sapatos de noiva neste material!), e os grandes padrões florais também. Juntam-se-lhe os metálicos, desta vez em prateado e estanho.
Aqui, abrem-se dois grandes caminhos: um regresso ao estilo clássico e mais minimalista, com paletas neutras e ambiente romântico, e outro glorioso, colorido, quase excêntrico e muito festivo.
Nos vestidos de noiva, confirmam-se as apostas que a Sara Silva, da Vestidus, tem vindo a fazer: o regresso aos vestidos de princesa, com cada vez menos foco no estilo boho-chic, e a grande novidade, muito comentada, os fatos de macaco ou jumpsuit. Menos coroas de flores, mais acessórios metálicos e geométricos.
Aparentemente, é o fim dos naked cakes (com grande pena minha), e no seu lugar, chegam os semi-naked, com cobertura e muita cor, e os bolos de autor, que parecem obras de arte.
Terminamos com algumas ideias gerais, e interessantes: é factual o impacto que os dois casamentos reais tiveram e estão a ter, no mercado. A abordagem orgânica, o seu estilo mais singelo e natural vai ecoar durante muito tempo.
O estilo rústico, vintage e boho está de saída, e entram ambientes mais clássicos, com grande investimento em boas peças de decoração (sofás, mesas, têxteis, diferentes texturas e padrões).
As escolhas andam à volta do conceito de “experiência”, da vivência do dia, que deve transmitir de forma clara a visão dos noivos (e, por isso, tudo é fortemente personalizado). Há pequenas grandes mudanças com muita graça, como as mesas colectivas, eliminando a mesa do casal, misturando tudo e todos numa grande mesa comum, um genuíno momento de partilha. Também o momento de corte do bolo, com os habituais sparkles, tem tendência a desaparecer do roteiro do dia, sendo esse tempo aproveitado para estar e conversar com as pessoas.
Mudanças interessantes, diria eu, outras muito surpreendentes! O que acham disto, meninas, entusiasmadas com os vossos planos? Irão discutir estas tendências com os vossos fornecedores?
Queremos saber!
Imagens via Happy Wed, Brides, Style me Pretty, Intimate Weddings, Junebug Weddings.
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Regressamos aos trios de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva, e escolhemos um festim de cores para começar o novo ano!
Parece-vos bem? Então vamo a isto!
Comecemos pelo bolo dos noivos, que tem qualquer coisa de Henri Matisse ou de Júlio Resende – gosto muito desta ideia de ilustração ou pintura à mão livre, como se o a cobertura do bolo fosse a folha em branco ou a tela. Não é tão bonito e surpreendente?
Passamos para os sapatos de noiva: um raio de sol neste Janeiro frio! Sabrinas em pele amarela, confortáveis para dançar, macias para não magoar e um detalhe muito risonho a espreitar por baixo do tule. Parece-me muito bem!
Fechamos com um bouquet de noiva que é qualquer coisa! Tem quase de tudo e em várias cores. Sem ser confuso, é colorido e muito festivo. Tem peónias cor-de-rosa, tem rosas de jardim cor de pêssego, tem eustomas, tem ranúnculos, tem perpétuas e folhagem variada num verde denso… que bonito que é!
Que cores festivas, meninas!
De cima para baixo, bolo dos noivos coberto de fondant e pintado com ilustração floral, de Sweet Bakes; sabrinas de noiva em pele amarela, da Zara, por 29,95 euros; bouquet de noiva com peónias cor de rosa, rosas de jardim, ranúnculos e eustomas, de Bird Dog Wedding.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento na Quinta do Hespanhol: Filipa + Francisco
Damos as boas vindas ao novo ano e retomamos as histórias de amor que contamos às sextas-feiras.
Hoje partilhamos o mais bonito dos dias da Filipa + Francisco: um casamento na Quinta do Hespanhol, fotografado pela Rita Santana Photography, com bouquet de noiva pelas mãos da Teresa Gonçalves, da Flor de Laranjeira.
Juntam-se a nós?
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Queríamos simplesmente que fosse um dia com significado.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Sim, sentimo-nos sempre preparados. Houve momentos de cansaço devido às nossas vidas profissionais, mas sempre soubemos que era o nosso caminho.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Dias antes, quando falámos com o nosso Padre.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
É muito mais que fiel, superou as expectativas. E sim, tivemos muita ajuda.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Era fundamental que todo o casamento tivesse um significado simbólico, senão não valeria a pena casar. Para nós todo o pequeno detalhe teve a sua importância.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Decidir o espaço para o copo de água. Decidir a indumentária também foi, no geral, muito fácil e rápido. De resto, todas as escolhas tiveram o seu quê de dificuldade na escolha: menu, convites, missais, decoração da sala de copo d’água, leituras da cerimónia… Distribuir os convidados pelas mesas também não foi fácil.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A preparação e o pós. Foi uma grande descarga emocional.
E o pico de diversão?
Durante a cerimónia e durante o copo d’água.
Um pormenor especial…
Recriámos um “tie the knot”, e foi o próprio Padre que o entrelaçou nas nossas mãos.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Nada!
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Relaxem e aproveitem toda a preparação do casamento. É um dia muito feliz, e é um dia para vocês desfrutarem com o vosso futuro marido. É normal haver dúvidas e toda a preparação ter picos de stress, mas faz parte e, sem isso, o dia não teria tanto sabor.
Bonito, não é?
Passem pela casa da Rita Santana para ver o resto das imagens bonitas deste dia!
Os fornecedores envolvidos:
convites e materiais gráficos: feitos por um amigo nosso, Manuel Barbosa de Melo;
espaço, catering e decoração: Quinta do Hespanhol;
fato do noivo e acessórios: alfaiate em Coimbra;
vestido de noiva e sapatos: vestido e véu Laure de Sagazan, sapatos Kendal & Kylie;
maquilhagem: Andreia de Almeida;
cabelos: Patz Hair and Makeup;
bouquet: Flor de Laranjeira;
ofertas aos convidados: Muguet Bem Casados;
fotografia: Rita Santana Photography;
luzes, som e Dj: Paulito Rodrigues Dj.
Tchim tchim!
Fechamos o ano de forma singela e contente: foi bom.
Obrigado a todos os noivos que partilharam connosco o mais bonito dos dias (mais de meia centena, acreditam?). É nossa responsabilidade estarmos à altura da vossa imensa generosidade e confiança, e é também um prazer fazê-lo, com leveza e elegância.
Deste lado, acreditamos que a nossa presença discreta, inspirada e sempre com palavras certeiras e gentis, é o melhor apoio que vos podemos dar, e é isso que nos entusiasma, uma e outra vez.
Fechamos esta porta, inspiramos fundo e abrimos a que se segue, com a mesma atenção ao detalhe, visão, cuidado, empatia e optimismo que definem o Simplesmente Branco.
Brindemos ao novo ano, com amor, saúde e gentileza: tchim tchim!
Via The Sunday Chapter.
Boas festas, queridos leitores!
Interrompemos as nossas publicações diárias e sintonizamos esta época de festas, família e alguns mimos.
Recolhemos a casa e damos início aos preparativos de Natal.
O nosso, é em nossa casa – e o vosso?
Por estes dias, afino a ementa do jantar: um audacioso carré de borrego, com puré de cheróvias e, se encontrar, ervilhas de quebrar, doces e estaladiças. De sobremesa, ouvi dizer que haverá um prato de Eton Mess, com ginjas em calda.
Quanto a presentes, ao longo das duas semanas que passaram, foram chegando vagarosamente por correio aos seus destinatários (os da família são entregues em mão, depois do jantar). Cerâmica da Patrícia Lobo Ceramics, cadernos, postais, ilustrações e calendários da Beija-Flor, chás da Companhia Portuguesa do Chá (Saudades de Kobe e Chandor), espumante nacional (para celebrar coisas bonitas), sabonetes Tobee, um raspador de citrinos profissional (ora pois!), e vodka e gin Nikka para os meus partners in crime.
Desligo agora o meu computador e deixo-vos inspirados com as imagens das novas sobremesas da querida Doce Maria: uma versão de tronco de chocolate, em formato de bolo, coberto de brigadeiro e frutos vermelhos, fotografado pela Daniela Sousa, com dedo meu no styling (e em cena!).
São imagens gulosas e poéticas, perfeitas para abrandar e comtemplar. Boas festas, queridos leitores, regressamos para a semana!











































































































































































































