Decoração de casamento vintage: detalhes bonitos!
Decoração de casamento vintage é um tema muito querido e bem desenvolvido pelos nossos vizinhos anglo-saxónicos, sobretudo o contingente europeu, como o Reino Unido e a Irlanda. Se é um universo que apreciam, com os seus padrões florais, objectos que vêm da família, rendas e crochets, chaveninhas de chá em porcelana e tons pastel, vale mesmo a pena navegarem pelos blogues de casamento ingleses e irlandeses. Vão encontrar muitas imagens bonitas para se inspirarem!
Esta semana encontrei este casamento que está cheio de detalhes bonitos – reparem bem nos incríveis macarrons e nos cupcakes polvilhados com pétalas naturais, que delicadeza!
Um pormenor maravilhoso – em modo DIY e reciclável: o prato de sobremesa usado como marcador de mesa. É mesmo bonito, é original, e podem coleccionar pratos orfãos entre os vários membros da família, sem terem de os danificar (ou dar uma volta pelas feiras de velharias e lojas de tarecos em segunda-mão.) Basta colar os números em vinil recortado e, depois, remover com cuidado e lavar bem para remover todos os restos de cola.
Ah, e usar rosas cor-de rosa com fartura, é um must – será certamente a flor que mais sugere um ambiente vintage!
Tudo ultra-feminino, romântico e com ar caseiro, que são elementos essenciais numa decoração de casamento vintage. Os cupcakes são fofíssimos, com as pétalas e frutos frescos por cima e este bolo dos noivos – e o que lhe faz companhia – têm um aspecto absolutamente guloso!
Casamento vintage bonito, para ver com detalhe em duas partes (aqui e aqui), no One Fab Day.
My way, por ADORO
A Filipa e o Manuel casaram em Maio do ano passado e sabiam muito bem o que não queriam para o seu casamento, o que é um excelente ponto de partida. Ela não queria bouquet, por isso optou por encomendar uma bonita coroa de flores à Em Nome da Rosa; ele não queria usar gravata e escolheu um elegante papillon. A ADORO fotografou o grande dia e partilha hoje convosco alguns apontamentos: «Teve graça a roupa escolhida ser fiel à personalidade de cada um. Apesar do contraste entre os dois resultou numa perfeita harmonia no conjunto.» Um casamento mesmo à medida da Carla e da Sofia:
Na fotografia como na organização e desenvolvimento criativo, procuramos um olhar e abordagem reais, sempre em função do par. A estética e fotos do casamento têm que reflectir aquelas duas pessoas, e elas reverem-se nela.
A Filipa aplicou o mesmo rigor na escolha do vestido de noiva, e acabou por encontrar a sua segunda pele com ajuda da Sara, da Vestidus, experiente conselheira nestas questões: «Temos muitas noivas que nos agradecem por sugerirmos vestidos que à partida não fariam parte da sua escolha, mas que acabam por ser os eleitos.» Nesta delicada questão da escolha do vestido de noiva, é importante que tenham em conta aquilo que mais vos favorece, claro, e um bom especialista poderá aconselhar-vos mesmo antes de experimentarem seja o que for; o vosso conforto (afinal, vai ser um dia longo e muito activo); e aquilo que não vos transforme em algo que não são. Procurem ver no espelho um reflexo aprimorado de vocês mesmas – quando o encontrarem, estarão no caminho certo!
Perguntámos à Sara que vestido é este e ficámos a saber que é o modelo Ardourf, da Rembo Styling; e ainda está disponível para prova na Vestidus, por isso, se estas imagens fizerem clique, não hesitem e agendem um atendimento o quanto antes.






Vejam mais trabalhos da dupla ADORO e leiam atentamente a entrevista que a Carla e a Sofia deram à Susana. Também aconselhamos vivamente que se mantenham a par das novidades da Vestidus, e que escutem as wise words que vos trouxemos há dias sobre a escolha do vestido de noiva perfeito (com assessoria da Sara Silva, pois então). É um prazer ajudar-vos!
Lapela Fotografia, um fornecedor Simplesmente Branco
A Lapela Fotografia tem dois pontos de vista, resultantes da amizade de dois companheiros de trabalho e andanças: André e Miguel. No início, nunca pensaram em fotografar casamentos, receosos de que a responsabilidade do momento se sobrepusesse ao prazer de fotografar livremente mas, ao serem desafiados por amigos, renderam-se à evidência e nunca mais pararam. Hoje permanecem com a mesma vontade de captar as emoções e momentos de intimidade: querem que o vosso coração pare por um breve instante quando olham para uma imagem registada por eles, que mostra a beleza que reside nas relações humanas.
A Lapela é uma forma de voyeurismo consentido do que vos vai lá dentro. Do que vos une. Do que vos move. É a decantação das emoções que vos consomem, traduzidas em fotografia.
Escolheram trabalhar nesta área porque adoram fotografar pessoas em contextos felizes. Porque o casamento é um dia cheio de emoções e momentos muito interessantes de se fotografar, que lhes possibilitam registar imagens únicas, em lugares únicos e irrepetíveis. Porque cada casamento é sempre um novo desafio, que requer muita criatividade e concentração, trabalhoso, mas super recompensador no final, quer para os fotógrafos, quer para os clientes… Numa palavra, apaixonante!
Orgulham-se muito de serem genuínos no que fazem, de serem fieis a si mesmos, uma dupla de fotógrafos que adoram o que fazem e que gostam de conhecer novas pessoas, envolvendo-nos no seu ambiente e conseguindo retirar o melhor deles. Consideram-se pessoas simples, e orgulham-se de tratar os seus clientes como amigos no final.
Vão procurar inspiração às próprias pessoas, no que elas nos mostram em cada momento. Também à natureza, às relações humanas, ao mundo gráfico que os envolve. Acompanham o trabalho de grandes fotógrafos nacionais e internacionais e mantêm-se a par das tendências, mas procurando um caminho pessoal a partir daí.
Olhando para o futuro, vêem-se a fotografar noutro tipo de cenários fora do Sul do país, a fotografar apenas casais que lhes dêem total liberdade para criar.
Há dias, a Susana sentou-se com o André e o Miguel para uma agradável conversa – leiam a entrevista para ficar a saber ainda mais sobre esta dupla algarvia de fotógrafos que quer que o vosso coração pare por um breve instante quando olham para uma imagem registada por eles, uma imagem da beleza que reside nas relações humanas.




ACOMPANHEM OS POSTS que vamos publicando acerca do trabalho da Lapela Fotografia e contactem-nos para falar sobre o vosso dia, aquilo que imaginam, e qual o mood em que gostariam de ver o vosso casamento registado. Encontrarão todos os contactos e informações relevantes na ficha de fornecedor seleccionado.
Lapela Fotografia: SB aprova!
À conversa com: Sílvia Pontes – encadernação personalizada
Hoje conversamos com a doce Sílvia Pontes, que cria, manualmente, os bonitos livros de honra e álbuns fotográficos que vos chegarão às mãos nos próximos meses.
Eu e a Sílvia conhecemo-nos há uns 10 anos (pelo menos!), através de uma cliente comum. Eu fiz-lhe os convites, a Sílvia, o livro de honra. Na altura, para que o trabalho ficasse perfeito e a pedido da nossa noiva, pusemo-nos em contacto. Eu enviei-lhe a ilustração do convite e mais algumas indicações sobre a fonte e as cores usadas, e a Sílvia criou de raiz um livro de honra lindo, incorporando esses elementos no seu trabalho. A cliente ficou deliciada.
Criámos uma ligação imediata: partilhamos uma ética de trabalho e forma de estar, temos cabeças parecidas e um imenso respeito pelo trabalho de cada uma. Ver o caminho feito e os passos certeiros, tanto em termos de gestão de negócio como no design de novos produtos e linhas, tem sido muito entusiasmante, e é um prazer imenso receber a Sílvia no nosso showcase anual: é garantido que trará peças novas incrivelmente bonitas e que fez o seu trabalho de casa de forma muito profissional, com muitos visitantes à espera para conversar, marcar reuniões e ver de perto o seu trabalho único.
O tempo é sempre pouco para pormos a conversa em dia – e nem de propósito, enquanto estão a ler esta entrevista eu estou de visita a Guimarães para beber um café com a Sílvia!
Experimentaste várias áreas antes de chegar ao que fazes hoje. De onde vem esta tua paixão pela manufactura e detalhe?
Experienciei muitas coisas, mas nenhuma em contacto directo com esta área. Surgiu do somatório de percurso, venho de uma linhagem de artesãos, do saber fazer e isso dá-nos vantagem.
Passei grande parte da infância com a minha avó, uma excelente costureira. Aprendi a paciência e a perícia. Marcar os tecidos, cortar pelas linhas de contorno, depois cosê-los à mão, leva tempo… Eu ficava com as “xitinhas”, as sobras da obra dos clientes que aproveitava para fazer os vestidos das minhas bonecas.
A primeira aventura séria aconteceu por volta dos 11 anos, quando entrei para o Conservatório de Piano. Trabalhei a sensibilidade, delicadeza e dureza dos dedos e mãos, como assim o próprio piano o exige.
Como gostava muito de desenho livre e era criativa, aos 17, os meus pais incentivaram a inscrever-me na Escola Profissional Academia de Moda – Artes e Técnicas, do Porto. Muita da bagagem que uso hoje é resultado dessa experiência. Ainda não existiam computadores nas escolas, todas as ilustrações, planificações, portefólios eram feitos manualmente, muitas vezes com recortes, colagens e letras de decalque. Não tinha acesso a grandes formatos de materiais para fazer as capas de dossiers, portanto o desafio colocava-me à prova.
Mais tarde fiz formação em desenho técnico e tive oportunidade de viver o dia-a-dia em gabinetes de arquitectura. Desenvolvi o rigor, a perfeição.
Depois de saltear várias experiências, senti que seria mais feliz se fosse dona do meu próprio tempo, juntei todos os ingredientes que tinha até então e segui em frente, sem medo. Tudo que sei e disponibilizo hoje como serviço, aprendi-o com o apoio de livros e muitas horas com as mãos na massa. O álbum de casamento dos meus pais serviu de cobaia e foi desfeito para analisar o processo. Há uns tempos, comprometi-me e ofereci-lhes um novo e a dívida foi saldada!
O teu trabalho é, essencialmente manual. Como é que esse compasso lento convive com a velocidade e imediatismo do mundo digital? Um serve o outro ou chocam de frente?
Assim como o próprio trabalho, educar o público nesse sentido levou tempo. Remei contra a maré muitas vezes e ainda não é tudo um mar de rosas, mas felizmente existem seres humanos que se identificam com esta forma de estar e de fazer. São clientes com gostos específicos que valorizam a qualidade, a essência e a forma tradicional como ainda se fazem estas coisas nos dias de hoje. Cada pormenor tem um traço pessoal e isso torna as peças únicas e especiais para quem idealizou cada detalhe por medida. O processo é lento e aprimorado e, para essas pessoas, são objectos como pedras preciosas. Para mim, é um prazer servir esses desejos.
Hoje, em geral sinto que existe respeito e um grande carinho para comigo. É um público simpático, compreensível e aguarda pacientemente. É bom sentir que temos esta liberdade para dar mais e melhor.
Cada pormenor tem um traço pessoal e isso torna as peças únicas e especiais para quem idealizou cada detalhe por medida. O processo é lento e aprimorado e, para essas pessoas, são objectos como pedras preciosas. Para mim, é um prazer servir esses desejos.
As tendências – como a cor Pantone do ano, por exemplo – têm influência no teu trabalho ou a sua existência é intemporal e exclusiva da tua cabeça?
Às vezes influencia, mas damos a volta da melhor forma que nos é possível. Como se utilizam bastante fitas de cetim, tentamos encontrar a tonalidade mais aproximada para que se inclua um pormenor e é o suficiente. Às vezes imprimimos as guardas dos livros e dos álbuns, e aí utilizamos o pantone desejado. Noutras situações, as cores dos tecidos são intemporais e então é fácil ultrapassar as tendências.
Conta-me como é o teu dia de trabalho…
Os bastidores são um autêntico jogo de cintura. Atender os pedidos que vão chegando e conciliar atendimento ao cliente, criação, produção, timings de entrega, etc., exige uma logística complexa, mas não transparece para fora quanto realmente o é. Dedicação extrema e disciplina a todos os níveis para ter sucesso é o ponto chave, e isso é contínuo. Existem dias previsíveis e outros que nos pregam algumas surpresas e podem ser boas ou menos boas, mas fazem sempre parte do ofício e da evolução. Diariamente tenta-se ao máximo seguir todos os requisitos e garantir que cada encomenda vai ter o tempo dedicado que merece.
De tudo o que fazes, de que é que gostas mais? E o que é mais desafiante e difícil?
Adoro quando tenho tempo extra (o que não tem sido fácil!) para pôr ideias em prática e fazer experiências com novos materiais. Adoro um bom desafio e quando há oportunidade de sair do padrão. Claro que nem todos os dias é possível ter bons desafios, porque sigo formatos de modo a simplificar ambas as partes (a maior fatia de encomendas surge à distância) e ter um bom fluxo de funcionamento, mas quando há essa possibilidade, abraço-a com grande prazer. Dá-nos orientação e combustível para continuar.
O mais difícil é conciliar tudo que já aprendemos, com toda a evolução e mudança constante a nível global. Acompanhar a informação, digerir e tentar melhorar a cada dia, se queremos manter-nos dentro da carruagem. Estar em equilíbrio com todas as adversidades que se cruzam connosco e ter a capacidade de nos ajustarmos constantemente.
Onde vais buscar inspiração?
A Internet é um universo ilimitado onde nos podemos mover livremente entre ideias, mas acima disso, sigo sempre a minha essência e tento ser fiel ao traço pessoal. Às vezes sai de forma espontânea. À parte da área profissional, sempre que possível, gosto de procurar e de me pôr a par de outras áreas para alargar horizontes e trazer outros ingredientes. Relaxar na natureza é também um fluir de ideias luminosas.
E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?
Quando acontece, a melhor forma de refrescar é fazer a mala, fechar a porta por uns dias e dar uma volta por lugares desconhecidos. Quanto mais longe melhor!
Em casos extremos, só me curo em contacto profundo com a natureza. Adoro pequenos refúgios onde me permito desligar de todo o ruído mental. É o melhor revigorante e energizante. Quando regresso, venho com ideias a fervilhar e volto a arregaçar mangas e a bulir.
Estás instalada num hub criativo e o teu atelier é um espaço maravilhoso, à tua imagem. Essa mudança teve impacto no teu quotidiano de trabalho, nos teus produtos e serviços?
É um espaço magnífico! A luz natural e a paz que se sente é incrível e são factores cruciais para o workflow de qualquer criativo. Há liberdade de movimentos e espaço para crescer. Deu-me impulso, mais visibilidade e transmite uma imagem profissional e mais credibilidade.
Os teus álbuns guardam de modo físico as memorias do mais bonito dos dias, atravessarão gerações. Pensas nisso alguma vez?
Muitas vezes.
Há alegria e amor nessas memórias. Tudo passa pelas minhas mãos e é algo que se sente ser especial para aquelas pessoas, mesmo à distância. É o meu contributo para tornar o momento ainda mais feliz e isso dá um grande alento.
Como guardas as tuas fotografias? Confirma-se o ditado, “em casa de ferreiro, espeto de pau”?
Bela pergunta! Acho que conseguem adivinhar a resposta. Não sou diferente do que diz o ditado, e a agravá-lo, aqui em casa há um fotógrafo! Mas estou a tentar fazer progressos. No mês passado assinalei um momento pessoal especial e tenho o projeto em agenda, por isso este não escapa. Vai ficar giro e digno de exibi-lo aqui numa prateleira!
O trabalho impecável da Sílvia Pontes – encadernação personalizada pode ser visto com detalhe na galeria da sua ficha de fornecedor. Para além das imagens bonitas, podem contactá-la directamente, através do nosso formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão resposta atenciosa da Sílvia Pontes.
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Summer fun, ou a manicure para as férias!
Segue o verão a todo o vapor, as férias estão mesmo quase a chegar e isso é sinónimo de liberdade absoluta: de espírito, de obrigações e até de códigos de indumentária.
No que toca a verniz das unhas e manicures, eu fujo dos extremos de cores esquisitas (verdes, amarelos, azuis) e das cores sem cor (nude, francesa, branco leitoso), e gosto mesmo é de todos os tons de vermelho, rosas, ocres, escuros e claros. Também tenho um fraquinho generoso por glitter e metálicos, é um facto, e por isso, estas são as minhas sugestões de manicure de verão ou de lua-de-mel: divertidas, bem cuidadas e sem qualquer seriedade, apenas design e uma certa sintonia com a silly season!
Ah, e combinam tão bem com cocktails gelados cheios de lima e hortelã! Espreitem aqui a nossa colecção e confirmem, são pares perfeitos!
Girls just wanna have fun! De cima para baixo, versão moderna e colorida de manicure francesa, via Unistella; versão arte moderna, via Pinterest; versão pincelada a pastel, via Olive and June; versão meia lua e glitter, via Unistella; versão a cheio e glitter, via Pinterest; versão pintas coloridas, via Ink 361 (a minha favorita!); versão nude e ananás, super divertida, via Pinterest e versão Pollock, via Hillery Sproatt.
Inspiradas, meninas?
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Frágil, por Maria Imaginária
Quando nós travámos conhecimento com o trabalho da Maria Imaginária, o Pedro Verde e o Nuno Matos ainda estavam 100% focados no vídeo. Já depois de terem subido a bordo do Simplesmente Branco, recebemos essa boa notícia de que tinham abraçado também a fotografia. Sempre soubemos que esta dupla tinha um olhar especial, uma capacidade notável de catalogar beleza nas cenas mais improváveis, e ficámos, claro, muito satisfeitas por saber que os nossos leitores passariam a poder contar com eles para registar os seus momentos felizes também em fotos.
Desde então, temos alternado publicações de vídeos e fotografias com a sua assinatura – e é sempre um gosto trazê-los até vocês.
Hoje, o convite é para um passeio no cais palafítico do porto da Carrasqueira, em Alcácer do Sal. Sabemos que o casamento foi depois uns quilómetros mais a norte, mas foi esta obra-prima da arquitectura popular que os franceses Romina e Thomas elegeram para uma e-session tranquila e extremamente cinematográfica.
Se não conhecem o sítio, fiquem a saber que é uma das atracções da zona que mais visitantes recebe. Construído nos anos 1950/60, este cais em estacas de madeira de aspecto irregular e aparentemente instável (mas só aparentemente) é único na Europa e continua a cumprir a sua missão de facilitar o acesso dos pescadores aos seus barcos, quando a maré está baixa.
Um belo cenário, não acham?



















E agora, um desafio para os olhares mais atentos: o que é que a primeira e a última imagem têm de diferente em relação às restantes?
Vejam e revejam as fotos e os vídeos que já aqui publicámos da Maria Imaginária – e falem com eles.



























