Cake!
É ou não é simples e absolutamente perfeito…? Love it!
Visto no The Natural Wedding Company, via The Wedding Chicks.
menos é mais! inspiração e os melhores fornecedores para o vosso casamento
É ou não é simples e absolutamente perfeito…? Love it!
Visto no The Natural Wedding Company, via The Wedding Chicks.
A completar a entrevista e o belo set de imagens do casamento da Joana + Tiago, temos imagens do trabalho da Inspirarte, mesmo antes da festa começar.
Pedi à Susana que nos falasse um pouco sobre o que foi pôr de pé esta bela festa!
“Quando nos procuraram, a Joana e o Tiago vinham já com ideias muito claras quanto ao ambiente que pretendiam recriar – algo “Old Hollywood”, 50´s Vintage.
Queriam um ambiente simples mas não simplório, minimalista e simultaneamente clássico. Uma daquelas festas “black tie” onde galãs e divas dessa época se pudessem apaixonar irremediavelmente e para sempre. E o sítio escolhido – a quinta da Camarinha – não podia ser mais indicado! Cercado por jardins magníficos está um casarão elegante, cheio de glamour e história, de tectos altos e trabalhados.
Como a certa altura nos disseram, queriam uma festa de passagem de ano que “por acaso” fosse o casamento deles!
Organizar um casamento no dia da passagem de ano é sempre um desafio! Acabada que está a azáfama do Natal… e voilá!
Fornecedores fechados ou de férias, encomendas que não chegam nos prazos previstos, emails cujas respostas tardam em chegar e preços a disparar (então nas flores…).
Tudo tem de ser tratado antecipadamente e, para que nada falhe, o controle tem de ser rigorosíssimo!
Para além de tudo aquilo que fazemos habitualmente, é nesta responsabilidade que a importância de se trabalhar com profissionais mais se reflecte.
O facto da Joana e do Tiago estarem sempre disponíveis e receptivos a sugestões e alterações, que inevitavelmente (e felizmente) acontecem, facilitou imenso a nossa tarefa.
Quanto a nós, quer pelo desafio como pela confiança, obrigada! Foi um prazer!”
E a rematar, esta citação do James Dean, um dos potenciais convidados desta festa, que reflectia bem a irreverência deste casal:
“Dream as if you’ll live forever. Live as if you’ll die today.”
Hoje temos para vos mostrar o casamento da Joana + Tiago, que escolheram a passagem de ano para casar.
O Tiago é nosso leitor há muito tempo e foi para ele que fizémos o primeiro Q&A (aqui e aqui), quando nos contactou a pedir algumas dicas para o seu casamento de inspiração Old Holywood.
Na altura frisámos a importância de ter um bom profissional a acompanhá-los nos preparativos, porque as semanas que antecedem são sempre intensas e a coincidir com o Natal, família e presentes, uff, já estão a imaginar, certo?
A escolha acertadíssima foi a Inspirarte, da Susana Abreu, e o resultado, lindo, lindo!
Venham comigo…
Como foi o pedido de casamento?
O pedido de casamento foi o verdadeiro epítome do não romântico. Fomos de férias, em road trip, para Barcelona, o anel de noivado esteve sempre à espreita, foram vários os momentos em que o pedido faria todo o sentido mas faltou a coragem para o levar adiante… Sendo assim, já numa área de serviço no regresso, o anel foi “escondido” numa mala e só quando já não estávamos sequer juntos é que fomos trocando mensagens com pistas e o anel foi finalmente descoberto….
Como se organizaram? Por onde começaram, com que antecedência?
Começámos com imensa antecedência para supostamente tratarmos de tudo atempadamente, mas a verdade é que o tempo passa muito depressa e a ideia de que “ainda falta muito tempo” é uma grande inimiga do planeamento. O nosso plano inicial era casar em Outubro (o nosso aniversário), mas depois surge a ideia peregrina de casarmos na passagem de ano e daí já não o mudámos mais. Com esta ideia de casamento/réveillon o primeiro passo foi, claro, a procura de um espaço. Queríamos algo completamente diferente e tentámos de tudo (desde museus e bibliotecas até hotéis, discotecas e bares) e a resposta foi sempre um rotundo “não”. Houve alguns momentos de desespero e num destes acabámos por marcar na “típica Quinta de casamentos”, “chave na mão”, que era precisamente o que não queríamos. Passaram meses e a ideia nunca nos agradou muito até que, a 7 meses do casamento, voltámos à Casa da Camarinha, apaixonámo-nos de novo, e numa semana mudámos literalmente tudo. Perdemos o sinal da Quinta, refizemos e re-imprimimos convites, tudo de novo, mas de facto aquela magnífica Casa do início do século XX ia muito mais de encontro ao que queríamos….
Que ambiente quiseram criar? Como o fizeram?
Queríamos uma festa de passagem de ano, black tie, que celebrasse o nosso casamento. Acima de tudo uma festa diferente e única, sem comparações com os inúmeros casamentos “modulares/chave na mão/impessoais” a que fomos.
O ambiente estava claro na nossa cabeça: Old Hollywood, vintage 50′s, como homenagem aos nossos pais (tanto os meus pais como a mãe da noiva são da década de 50); um ambiente sofisticado, preto e branco, minimalista mas clássico em simultâneo; Sem swarovski’s, plumas, talhas douradas, brilhos ou qualquer outro bling bling que tão pouco tem a ver connosco. Uma festa de passagem de ano, que não nos envergonharia caso a Audrey Hepburn, o Fred Astaire, a Rita Hayworth, a Grace Kelly ou o James Dean decidissem passar por lá…
Da ideia à execução, a foram várias as noites perdidas e as fontes de inspiração. A colaboração do B foi sempre permanente, e depois fomos conjugando ideias nossas com as hábeis mãos de todos os que nos rodeavam…
A opção “feito por ti” surgiu porquê?
Casar na passagem de ano significa ouvir muitos nãos e ter que assumir à partida que tudo será inflacionado tendo em conta a data. Se a isto somarmos a nossa ousadia em querermos ser diferentes, não nos restou outra alternativa que não arregaçar as mangas, falar com dezenas de pessoas, pedir ajuda a outras tantas e em última instância, pormos em prática o que efectivamente queríamos…
Tiveram ajuda?
Para além dos mais próximos, tivemos a enorme sorte de encontrar os fornecedores certos: desde a Ariana, da Camarinha, que aturou as nossas inúmeras e consecutivas visitas à Casa, passando pela Cristina Manso Preto que ouviu as nossas longas dúvidas quanto ao Catering ou pela Susana, da Inspirarte que teve que fazer e refazer a proposta vezes sem conta , o certo é que todas estas pessoas nos ajudaram imenso e acabaram por carinhosamente apadrinhar a nossa festa, o nosso dia.
O que era o mais importante para vocês?
Era importantíssimo que as pessoas gostassem e efectivamente se divertissem, dado que não se espera outra coisa numa noite de passagem de ano. De casamentos chatos e sem graça estamos todos cheios, certo? Esta questão era-nos particularmente desafiante tendo em conta que a nossa lista de convidados foi significativamente reduzida e portanto acabamos por ter, entre amigos da família e os nossos amigos de sempre, um fosso grande de idades entre os convidados. Agradar a gregos e troianos não é fácil, mas até hoje, continuamos ainda com a certeza que todos se divertiram!
E secundário?
Entre a nossa vontade de fugir dos estereótipos e a necessária restrição orçamental, assumimos à partida que iríamos abdicar de uma serie de coisas: vídeo, álbum de fotografia tradicional, missais, lembranças aos convidados, menus individuais, entre outros…
Onde gastaram mais dinheiro?
Já o dissemos e é efectivamente verdade: casar na passagem de ano, a não ser que tenhamos a maior estrelinha de sorte do mundo, é um pesadelo orçamental… Ainda assim, mesmo depois de muita atenção e carinho, o certo é que o catering e o espaço assumiram uma quota grande do nosso orçamento, mas o certo é que não abdicaríamos da Camarinha e do catering da Cristina!
Onde gastaram menos?
Quando falámos pela primeira vez com a Susana da Inspirarte, fomos muito claros e deixámos desde logo expresso que o que tínhamos a propor-lhe era um enorme desafio: Altas expectativas e um tiny budget (a Susana certamente ainda se lembrará da nossa pergunta: “e se estas velas forem substituídas por velas do IKEA…?”).
É certo que o orçamento não foi tão “light” quanto queríamos mas é também verdade que a Susana fez um verdadeiro milagre e não poderíamos ter gostado mais do resultado.
O que foi mais fácil?
Tirando as dúvidas existenciais entre opções mais inovadoras e a necessidade de agradar a todos, o catering da Cristina nunca sequer nos levantou questões. Sabíamos à cabeça que tudo o que a Cristina nos apresentasse seria óptimo, e a prova disto é que nem sequer provámos antecipadamente o prato de peixe que servimos no casamento.
Igualmente fácil foi a escolha do DJ. Sabíamos que seria o Zé Tó e mesmo tendo “reservado” a data com uns meses de antecedência, só mesmo a 3 semanas do casamento é que sequer reunimos com ele…
O que foi mais difícil?
Ainda não o mencionámos mas a nossa ideia inicial era uma cerimónia civil apenas, sendo que decidimos avançar para a cerimonia religiosa a pouco mais de um mês de distância. Arranjar um padre, uma igreja e tudo o que um casamento religioso significa com tão pouca antecedência foi certamente um sprint que não esperávamos (mas não nos arrependemos nem por um instante)!
O que vos deu mais prazer criar?
Tudo! O brainstorming para o Save the Date (que acabou por ficar um íman para o frigorífico), por exemplo, deu-nos um enorme prazer.
O casamento que planearam, é a vossa cara, ou foram fazendo cedências pelo caminho?
Foi efectivamente a nossa cara (com o bom e mau!), mas claro que fomos fazendo cedências. Ou porque não estava disponível na passagem de ano, ou porque o orçamento implicava um buraco orçamental do tamanho do Mónaco, o certo é que nem tudo pôde avançar… Mas a verdade é que o resultado final não nos envergonhou em momento nenhum e não nos arrependemos de nada.
Um pormenor especial?
Para personificar o mood, cruzámo-nos com uns chapéus engraçadíssimos (tipo fedora do Sinatra) na H&M e comprámos um na brincadeira. O mesmo com uma bandolete espampanante na Parfois. De um de cada até 50 de cada foram pouco mais de duas horas. A decisão foi rápida e apesar de termos calcorreado todas as H&M e Parfois do Porto, o certo é que nunca esperámos que todos os convidados aderissem de tão bom grado a esta nossa loucura. Toda a gente fez questão de guardar os chapéus e as bandoletes como recordação, o “efeito” na festa foi espectacular, e as fotos ficaram giríssimas.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Se tivéssemos tratado da cerimonia religiosa com mais tempo, teríamos tido certamente oportunidade de “reservar” uma cerimónia mais tarde. [Queríamos às 18h e acabamos por ter de ceder às 15h30]. Isto ter-nos-ia permitido começar a festa já de noite e eventualmente contornado uns momentos menos animados nos quais tivemos que inventar. Tirando isto, não mudaríamos nada.
Algumas words of advice?
Parece cliché, mas é verdade: O dia passa mesmo a correr! Portanto em vez de um ficam dois conselhos: aproveitem cada momento da organização porque esses duram meses e a festa meia dúzia de horas, e façam questão de desligar o “complicómetro” e efectivamente aproveitar a vossa festa!
Os nossos fornecedores:
convites e materiais gráficos – Bárbara Castelo Branco
igreja: Mosteiro de Grijó
local e catering: Casa da Camarinha com catering Cristina Manso Preto
fato do noivo e acessórios: Ermenegildo Zegna
vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva Aire Barcelona, segundo vestido Carolina Herrera e sapatos Aldo
anel de noivado, alianças e brincos: tudo joalheira amiga da família, excepto colar Eugénio Campos by Rafael Freitas
maquilhagem e cabelos: Centro Paula Lage
bouquet: Vitória Régia
lembranças para os convidados: chapéus H&M e bandoletes Parfois
decoração e flores: Inspirarte
fotografia: Luminosidades
luzes, som e DJ: Terapia do Som (Zé Tó)
E para o grande final, bolos e coisas doces de comer!
Bolos via Brides, Essential Ingredient, Griottes, 100 Layer Cake, Pinterest, 100 Layer Cake, Pinterest, Martha Stewart Weddings, Martha Stewart Weddings e Style me Pretty.
Depois dos vestidos de pailletes, quis escolher acessórios mais contemporâneos e com muito estilo!
Colar Cornelia Molded, via Asos, pulseira Üterque, pulseira Asos, colar Oscar de la Renta, via Net-a-Porter, brincos Üterque, colar Marc by Marc Jacobs, via Net-a-Porter, pulseira Sophia Kokosalaki, via Net-a-Porter, colar Made,via Asos, anel Bario Neal e pulseira Juicy Couture, via Asos.
Hoje temos uma golden extravaganza! A inspiração começou com este magnífico vestido da colecção Spring 2013 da Sarah Seven e daqui para os acessórios e a seguir coisas boas de comer (porque andam por aí uns bolos dourados, lindos, lindos!), foi um pulinho!
Se a extravaganza da semana passada era mais acessível e imediata, a de hoje tem uma palavra de ordem: é para sonhar!
Vamos a isso?
Vestido Sarah Seven, via Green Wedding Shoes, vestido BHLDN, via Style me Pretty, vestido Rachel Gilbert, via Green Wedding Shoes, Asos, Asos, vestido Monique Lhuiller, via The Wedding Chicks, vestido Oscar de la Renta, via Pinterest, vestido Moschino, via Net-a-Porter, vestido Rochas, via Net-a-Porter e vestido Oscar de la Renta, via Net-a-Porter.
Lindo, lindo, este pequeno vídeo do Etsy.
Cada namorada tem a sua personalidade, gosto, estilo e expectativas, por isso, rapazes, comecemos os trabalhos de casa: observar e tomar notas!
A seguir, window shopping e algumas dicas pelo caminho, para ver se estão perto ou longe do que é esperado. No fim, atenção ao orçamento e uma verdade universal, conta mais o conteúdo do que a forma!
Boas compras!
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