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Susana Pinto

Um casamento de inverno: Leisa + Jesse

Jesse + Leisa escolheram um casamento de inverno. E ao contrário do que possam estar a pensar, todos os ingredientes somaram para um dia glorioso e muito acolhedor. A arte está em escolher os detalhes certos que proporcionam uma experiência incrível: quando tudo converge na mesma direcção, o resultado é perfeito, mesmo quando é um casamento de inverno.

O espaço escolhido foi um dos pontos fortes:

“With multiple fireplaces and rustic country charm, it ticked all boxes for a snug winter wedding. The food also lent itself to that ‘Sunday roast with the family’ type vibe which we thought really brought the whole experience together. Contrasting with the wild and windy weather outside, the warm and softly lit setting was ideal for celebrating with friends and family.”

Junta-se a isto uma decoração floral incrível, opulenta, rica, intensa, com tons quentes e profundos (vermelhos e verdes escuros e aveludados, dourado para os detalhes), um catering cheio de sabores aconchegantes, fotografias muito bonitas e um vestidaço (e coroa dourada…!) que rematam a história. Bom gosto absoluto, cenário perfeito e acolhedor, um dia maravilhoso, independentemente das condições atmosféricas, partilhado à volta da mesa com as pessoas do coração.

É isto – podemos mudar o cenário, o dress code, a experiência gastronómica. Seja um casamento de verão ou um casamento de inverno. O core da festa mais bonita será sempre este, sem excepção: a celebração do amor, partilhada com as pessoas do coração.

O resto? Meros detalhes!

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Casamento de inverno.

 

Via Nouba, com fotografia de Lauren Campbell, vestido James Coviello, coroa Viktoria Novak e flores de Fleur and Threads.

 

Marta Ramos

Reencontros felizes, por Matilde Alçada

«A vida tem estas coisas boas», conta-nos a fotógrafa Matilde Alçada«Reencontrei o David após 15 anos, num casamento, onde conheci a querida Susanne. Anunciaram-me pouco tempo depois que estavam noivos e que vinham a Portugal celebrar o grande dia, fazendo questão que fosse eu a fotografá-lo. Não podia ter ficado mais feliz.

O local escolhido foi Quinta de Sant’Ana. Adorei a elegância e o lado rústico que a quinta conjuga. Os locais com história têm um carisma especial! As cores, os detalhes, as vinhas completam o cenário perfeito para fazermos uma reportagem bonita. Se juntarmos a essência de um casal apaixonado que celebra a sua união num ambiente íntimo, emotivo e irradiante de amor, só podemos acabar o dia felizes!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Para a Matilde, a melhor parte de fotografar casamentos «é só trabalhar com momentos felizes. Não temos noção de como somos privilegiados. Fazemos parte dos melhores momentos de vida de cada cliente. Quando se comprometem, quando se prometem e quando se constroem. Trabalho essencialmente com luz natural, com a qual me identifico mais e sobretudo tento não inventar muito! As fotografias devem ser intemporais, durar entre gerações. Se nos pusermos a utilizar filtros vintage provavelmente daqui a 5 anos estas imagens perdem carisma. Enquanto que, se trabalharmos com a luz natural, as cores reais, os contrastes certos são as fotografias que ficam. Orgulho-me de já me conhecerem pelas minhas cores. Serve portanto com isto a prova de que todas as horas em edições compensam! E são muitas, para que cada imagem saia perfeita.»
Para conhecerem um pouco melhor a Matilde Alçada, leiam a entrevista que lhe fizemos aqui. E não hesitem em falar com elaAcompanhem os posts que vamos publicando acerca dos seus trabalhos e deixem-se encantar pela cor e pela narrativa das suas fotografias.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Hugo Sousa Films!

As boas-vindas de hoje são dadas ao Hugo e à sua Hugo Sousa Films!

 

O objectivo de Hugo Sousa Films é respeitar o vosso dia, passar despercebido e conseguir contar a vossa estória com o máximo de detalhe, segundo uma estética própria. Com uma abordagem simples, câmaras silenciosas e pequenas e os mais leves acessórios disponíveis no mercado, Hugo Sousa consegue captar as emoções sentidas no vosso dia no seu estado mais natural. Sobre o videógrafo, podemos dizer-vos que adora o que faz. Valoriza a composição cinematográfica, linhas e a luz natural. Valoriza também poder quebrar as regras visuais impostas por uma determinada época ou tendência. Por isso, aponta para o infinito para que daqui a 20 anos o vosso filme seja tão especial como no dia em que o recebem.
Tudo isto serve um único propósito: o de contar a estória perfeita do vosso dia.

O Hugo escolheu trabalhar na área dos casamentos porque já fez um pouco de tudo no audiovisual (promocionais, institucionais, publicidade, filmagem, edição, realização..) e nada, mas nada, lhe dá mais prazer do que filmar casamentos. Gosta de todo o processo. Desde o momento em que conhece o casal e trocam as primeiras impressões, até à entrega do seu filme. Orgulha-se muito de tentar sempre desenvolver um conceito, de ter uma visão em função dos noivos, mas mantendo o seu traço. É talvez o mais complicado (em vez de ter uma receita para todos) mas, segundo o Hugo, funciona.

 

Boas vindas Hugo Sousa Films

 

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Hugo Sousa Films para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ele sobre aquilo que têm em mente para o dia do vosso casamento – seguramente que será uma conversa muito frutífera!

 

Hugo, bem-vindo ao Simplesmente Branco!

Susana Pinto

À conversa com: Atmosfia, fotografia de casamento

Hoje sentámo-nos com a Raquel Castro, da Atmosfia –  fotografia de casamento, para conversar sobre o que é isto de fotografar, como se chega aqui, e o significado incrível que uma imagem pode ter.

O trabalho da Raquel é sempre muito feminino e luminoso, atento as muitos detalhes quem compõem a história do mais bonito dos dias. Vão gostar de a “ouvir”!

 

Os fotógrafos têm um privilégio muito grande de poder de ter parte do tempo nas suas mãos… A máquina do tempo existe e é a máquina fotográfica. Com ela conseguimos reter momentos no tempo que existiram verdadeiramente e que de outra forma não seria possível reviver ao detalhe.

 

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

A descoberta da fotografia profissional aconteceu numa altura de vida completamente inesperada. Com uma atividade profissional “fechada” ligada a números, cálculos, análises, gestão de informação, a necessidade de um escape mental surgiu com a oferta de uma máquina fotográfica no Natal de 2011. Nessa altura, com dois filhos pequenos, uma vida profissional que exigia uma disponibilidade que sobrepunha a uma vida pessoal, comecei a repensar muito no que tinha alcançado e como gostaria no futuro. Os workshops em fotografia, que fazia em horário pós-laboral, mantinham a minha mente sã e a visão optimista de que a vida não se perde se a agarrarmos, mesmo que a algo tão inesperado e tão incerto.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Sempre andei com uma máquina fotográfica atrás, assim como a maioria das pessoas, mas profissionalmente foi no início de 2014 que registo a minha atividade profissional. Tal como referi, sempre que possível tinha uma máquina fotográfica comigo e sempre que ia a casamentos como convidada, fazia a minha foto-reportagem que depois oferecia como cortesia aos noivos. Acontecia que os noivos mostravam a minha foto-reportagem em conjunto com a do fotógrafo contratado e e os comentários eram muito positivos. Sempre achei que nos casamentos há imensos assuntos interessantes para registar e sempre me foi muito natural e me senti à vontade em fazê-lo.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

A minha inspiração surge nas pessoas e nos lugares. Mas a luz, para mim é uma grande fonte de inspiração. A luz tem a capacidade de criar o cenário, iluminar rostos e expressões. Inspiram-me ambientes bonitos, cuidados, pessoas alegres e de bem com elas próprias e com os outros, descomplicadas. Também me inspiram situações mais cómicas ou invulgares.

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Como construíste essa tua assinatura, como te defines?

A minha assinatura está definida por imagens luminosas. O nome Atmosfia, inventado por mim, pois é uma palavra que não existe no vocabulário, é a conjugação de atmos (energia, luz) e fotografia.

 

Achas que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que vês num trabalho de um profissional masculino?

Pessoalmente acho que sim e ainda bem. Há áreas da fotografia onde a visão homem e a visão mulher são muito próprias e se distinguem. Para mim, claramente, a nível profissional, sessões boudoir, despedida de solteira, sessões com bebés recém-nascidos são onde noto que as mulheres têm uma visão que se distingue do homem. Outros trabalhos, como o caso de fotografia de casamentos, a diferença pode não ser tão evidente.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Quando estou em modo fotógrafa profissional, entro numa esfera diferente da minha personalidade. É interessante perceber isso porque, acima de tudo, tenho muito respeito pelo meu trabalho, pelo meu tempo e naturalmente faço sentir isso nos outros. Não me deixo afetar por situações inesperadas ou desagradáveis, tenho a capacidade olhar a situação e rapidamente dar o passo à frente para fazer o que tem de ser feito. Quando preciso fazer um reset e se for conveniente assumo o reset e levo todos no meu reset… Assumo que não está a funcionar, repenso e assumo. Esta forma de estar funciona sempre bem porque é uma questão de autenticidade e energia, e, apenas vale a pena alimentar se for boa e isso sente-se.

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

O meu trabalho tem sido construído a um ritmo com alguma exigência mas que ainda assim torna possível o equilíbrio entre a vida profissional e a vida pessoal. Assim fui conquistando consistência e coerência que o cliente valoriza. Esta valorização por parte do cliente tem retorno na fidelização e em novos clientes, pela passagem de testemunho positivo.

 

O teu trabalho é local ou nacional?

O meu trabalho é local e nacional.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

As festas que mais gosto de fotografar são as festas em que as pessoas estão verdadeiramente envolvidas a nível emocional. E esse tipo de envolvimento, por norma, acontece em casamentos mais pequenos, em celebrações mais intimistas. Os casamentos mais intimistas permitem às pessoas desfrutar com mais calma do dia e partilhar esse momento com mais proximidade de todos os presentes. A festa acaba por ser de todos.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte é saber que fui a pessoa a quem confiaram a sua história de amor. E contar uma história através de imagens é uma grande responsabilidade que tem de ser aceite com todo o amor também. Eu dou o máximo sempre a pensar no que faz sentido para o casal. Também isso é desafiante porque envolve toda a parte social e psicológica que é saber lidar com pessoas e querer agradar. Existe um pré-conhecimento antes do dia do casamento, mas no dia em si há imprevistos até em relação ao próprio comportamento das pessoas que estão sob pressão e nervosas, e esta considero a parte mais difícil. A mais desafiante, e que mais me preenche, é exigência de estar constantemente a pensar rápido, é preciso ter o “olho treinado” para acompanhar as mudanças de luz bem como antecipar momentos que sabemos que estão prestes a acontecer e serão importantes registar.

Os fotógrafos têm um privilégio muito grande de poder de ter parte do tempo nas suas mãos… A máquina do tempo existe e é a máquina fotográfica. Com ela conseguimos reter momentos no tempo que existiram verdadeiramente e que de outra forma não seria possível reviver ao detalhe.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê:

Com tantos trabalhos e tantas memórias, é muito difícil escolher apenas uma imagem favorita. Escolhi um conjunto de duas imagens como gosto de fazer nas minhas publicações onde há sempre um detalhe a acrescentar… este conjunto é da sessão que fiz hoje e traduz muito do que me representa enquanto fotógrafa. É uma imagem onde se vê luz, alegria, romance e uma relação de confiança. Em resumo, quando ambas as partes se envolvem e estão em sintonia, o resultado é sempre feliz para todos.

 

Atmosfia - fotografia de casamento

 

Os contactos detalhados da Raquel Castro estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria e contactem-na directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

Marta Ramos

Um casamento colorido, por Flor de Laranjeira

A Ana e o Diogo pediram à Teresa, da Flor de Laranjeira, para pôr em prática as suas artes mágicas e encher de flores o dia do casamento deles.

A noiva, minha amiga do sorriso maravilhoso, é uma explosão de energia e alegria. Sempre muito sorridente, de gargalhada divertida, sonhava com um casamento divertido e colorido, com um registo mais sóbrio na decoração complementar e mais colorido e exuberante nas flores pessoais.

Para a cerimónia, que teve lugar no campo verde da Quinta do Perú, o casal queria apenas gypsophilas misturadas com verduras e fitas vermelhas. A Flor de Laranjeira criou um arco de verdes e gypsophilas, que formava uma moldura em torno dos noivos, e umas grinaldas que iam pontuando as cadeiras dos convidados, intercaladas com lanternas brancas. Para dar um apontamento de festa penduraram, nas áreas onde os convidados iriam passar, fitas nas árvores e alguns frascos com aquelas flores pequeninas e brancas de que a Ana tanto gostava.
Para as flores pessoais, queria-se muita cor, flores «amorosas» e «românticas» misturadas com flores campestres. Aqui, a opção recaiu sobre rosa David Austin, rosa piano, lizianthos, craspédia, celosia, erygium e uns pós de perlimpimpim com uma mistura de verduras. Para além do bouquet, havia também um acessório para o cabelo, que resultou num elemento sempre florido e colorido, a acrescentar graça à Ana durante todo o dia.
No salão, os centros de mesa combinavam elementos mais rústicos, como os pequenos marcadores de madeira, com jarras de vidro e um arranjo colorido. Sobre o menu de cada convidado, um raminho de alecrim. Um pormenor simples, perfumado, um miminho individual para cada convidado.
Vamos ver como foi? As fotografias são assinadas pela dupla Cheias de Graça.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer em pôr em prática as suas artes mágicas e encher igualmente de flores o dia do vosso casamento.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: KCKliKO!

As boas-vindas de hoje são dadas à Albane e ao Luís e à sua KCKliKO!

 

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde. Os ramos KCKliKO são abundantes em espécies diferentes mas é com cuidado que as recolhem.

Emocionamo-nos com o que fazemos e é com idêntica dedicação que abordamos um simples ramo ou um evento maior… Na KCKliKO cada ramo é feito com amor! Somos uma pequena empresa familiar. Somos respigadores. Procuramos uma forma delicada de tocar o mundo.

Escolheram trabalhar na área dos casamentos porque adoram viver rodeados por flores e pessoas apaixonadas. Orgulham-se muito de poder olhar com carinho e saudade para todos os casamentos que floriram e as amizades que deles nasceram. Vão procurar inspiração nos jardins involuntários que a natureza cria a cada oportunidade, nas texturas e cores de cada estação e em todas as espécies, da mais frondosa peónia ao trevo mais singelo. E daqui a cinco anos vêem-se, seguramente, a viver no campo e a ver crescer as flores que semearam.

 

 

 

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho.

 

Albane e Luís, bem-vindos ao Simplesmente Branco!

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

E estamos de regresso com os nossos trios perfeitos, compostos por bolo dos noivos, sapatos de noiva (ou noivo) e bouquet de noiva.
Inaguramos 2018 com uns sapatos de noiva rasos em cetim azul e decorados com brilhantes e pérolas: haverá combinação mais perfeita, “something blue” para a tradição (e um apontamento entusiasmante de cor!), baixinhos para o conforto e muitas horas de baile, e bilho e pérolas para sofisticação extra? Diria que este par junta tudo, e muito bem!

Vamos ao bolo dos noivos: por aqui, toda a gente sabe da minha predilecção por macarrons – e agora que abriu uma sucursal da Ladurée em Lisboa, já não é preciso apanhar um avião para os comer!. Mesmo que saiam de moda (vão e vêm), é sempre uma bela e deliciosa opção ao bolo dos noivos ou às lembranças para os convidados. São cenográficos, versáteis na combinação de cores e de sabores, e donos de uma delicadeza absoluta. Um total requinte gastronómico e um prazer para os sentidos. Que vos parece esta sugestão?

Fechamos em total animação, com um bouquet campestre e colorido. Uma explosão de cores e texturas, este bouquet despretensioso e muito singelo: é precisamente daí que vem a sua beleza delicada, parece que foi apanhado num passeio primaveril pelo campo.

 

Basta juntar um vestido romântico: rendas e tules é o que estas sugestões estão mesmo a pedir, e caso agrade ao noivo, muito à inglesa e norte da Europa, um fato azul royal. Esta é uma combinação infalível para um casamento de primavera!

 

Bolo dos noivos alternativo

 

Sapatos de noiva rasos de cetim azul

 

Sapatos de noiva rasos de cetim azul

 

Bouquet de noiva campestre e colorido

 

Romance primaveril: adorável!

De cima para baixo, macarrons Nectar & Stone, via The Neon Blog; sapatos de noiva rasos em cetim azul decorados com brilhantes e pérolas,  Zara, por 12,99 euros; bouquet de noiva campestre e colorido, de Bramble & Berry, via My lovely dress.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

 

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