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Susana Pinto

À conversa com: Diana Nobre – fotografia de casamento

Hoje conversamos com a Diana Nobre, que faz fotografia de casamento a partir do Porto, para todo o país.

Sempre bem disposta, com um sorriso contagiante e uma doçura muito própria, a Diana tem esta capacidade inata de captar com a sua lente toda aquela energia fervilhante e cheia de amor que se propaga no mais bonito dos dias, o do vosso casamento. Basta espreitarem o seu portefólio para constatarem este facto!

Juntem-se a nós e fiquem a conhecê-la melhor: como chegou até aqui, o que mais gosta de fazer e o que a move e desafia nesta profissão.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Sempre quis fotografar moda e, no meu processo de procura de emprego, concorri para a Fnac. Quem recebeu a minha candidatura foi o fotógrafo João Almeida, que precisava de alguém para o acompanhar e comecei com ele. Estive em imensas empresas de fotografia de casamentos, chamava-me a mim própria a biscateira da fotografia, e se calhar foi o que me trouxe até aqui: ouvi muitas críticas, muitos raspanetes, mas também recebi muitos elogios. Cresci com essas críticas, que sempre entendi como construtivas, de modo a focar-me na correcção desses erros que me eram apontados.

Levo a minha máquina comigo para todo o lado e aprendi a ser muito exigente comigo própria, a puxar por mim ao máximo.
Durante este percurso, fiz, também, muitos álbuns de casamento para várias empresas: isso confrontou-me com muitos estilos diferentes de fotografia, muitos pontos de vista, os momentos importantes para cada fotógrafo. Absorvi tudo isso e desde sempre quis ter o meu negócio, a minha marca, fazer as coisas à minha maneira, como eu gostava. Para isso acontecer, tinha de aprender o máximo que podia com quem trabalhava, por isso devo muito a quem me ajudou, e tive muita sorte, foram muito bons nomes da fotografia de casamentos do nosso país.
Hoje em dia, tenho as minhas marcas, Diana Nobre e Little Joy, sou feliz com o trabalho que faço, com todo o meu percurso (tive quedas muito grandes, mas tive reviravoltas melhores ainda).

Continuo a falhar, a corrigir erros, a ser perfeccionista, demasiado exigente comigo própria. Tenho a sorte de ser casada com um fotógrafo e videógrafo que me ajuda a ver o que me escapa no meu trabalho (tanto para o bom como para o mau), e que me ensinou a fotografar por mim e para mim, mesmo que esteja a trabalhar para um casal – se eles vieram ter comigo, é porque gostaram do meu trabalho, e esse mesmo trabalho foi feito de dentro para fora, segundo os meus padrões de gosto, de feeling.

Posso dizer que sou bem feliz naquilo que faço, fotografo da forma como gosto, como me faz sentir algo, e espero que quem vê sinta algo com as minhas imagens: conseguir despertar sentimentos dentro de quem olha para o meu trabalho, é fazer arte!
Mesmo que tenha caído nesta profissão por acidente, adoro aquilo que faço. Adoro estar presente num dia tão feliz da vida das pessoas, gosto de ver os vários tipos de amor diferentes, as várias formas como o ser humano cuida e ama. Adoro fotografar seres humanos!

 

Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (10) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (7) Sessão fotográfica de Diana Nobre | Vestido de noiva Immaclé (2)

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Faço casamentos há cerca de nove anos. Aconteceu por acaso, ao trabalhar com outro fotógrafo, fui fotografando para várias empresas em simultâneo e comecei a ter os meus próprios clientes.

Não foi uma profissão que escolhi, eu é que acabei por ser escolhida por ela!

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Sou viciada em imagens! De outros fotógrafos, do Pinterest, Instagram, revistas, filmes, em todo o lado que possa ter cultura visual eu perco horas diariamente, a navegar só porque sim, não procuro algo específico, gosto simplesmente ver muita coisa.

 

Como construíste essa tua assinatura, como te defines?

Surgiu tudo de uma forma muito natural, muito genuína, não andei muito à procura de algo, simplesmente deixei fluir e procurei sempre fazer aquilo que realmente quero, gosto, e o que me faz sentir algo cá dentro, acho que é esse o intuito de uma imagem, transmitir algo.

 

E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre

Achas que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que vês num trabalho de um profissional masculino?

Nunca pensei muito nisso, honestamente, acho que o que tem muita influência, é o facto de eu trabalhar em moda, que faz com que seja muito perfeccionista. Quando faço editoriais, tudo é preparado uma forma estudada, com moodboards e escolha de vestidos e makeup, mas também sigo muito o instinto do que sinto no momento. Acho que isso é igual tanto para homem como para mulher, não faço distinção de género, à sua maneira, os homens também têm o seu gosto, a sua leitura, a sua forma de ver o mundo.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Tenho um pouco dificuldade em fazer reset. No quotidiano, a minha cabeça não pára de imaginar fotografias, tipos de luz, cores, etc.. Quando preciso mesmo, desligo do mundo, sem redes sociais, sem revistas, apenas com os meus livros. É a melhor forma de olhar para dentro e desligar.

 

O mundo no Porto ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Para mim é igual, são duas pessoas a celebrar o amor, mesmo que numa língua diferente. Podem mudar os costumes, as roupas, a celebração em si, mas a essência do momento é a mesma.

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

Quando fotografo um casamento, o meu objectivo é deixar o casal feliz com o resultado, mantendo-me sempre fiel a mim naquilo que gosto de fazer, na forma como gosto de fotografar, na minha linha estética e ponto de vista.
Quando aparece um cliente que tem já muito definido aquilo que procura e, a meu ver, eu não me enquadro, digo isso mesmo. Não é arrogância, é porque o dia mais feliz da vida de alguém merece ter tudo da forma como foi idealizado. Se se o meu trabalho não se enquadra, eu prefiro dizê-lo e perder um potencial cliente, a ganhar o dinheiro e no fim ter um casal desgostoso com o resultado, isso não faz sentido nenhum para mim, por isso tento dar aos clientes que cá chegam aquilo que gostava que fizessem comigo: se me enquadro, ok, vamos lá fazer gente feliz, se não sou a combinação certa, prefiro que contratem outro colega.

 

Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre Casamento no Palácio de São Marcos em Coimbra, com fotografia de Diana Nobre

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Aquelas que são mesmo difíceis de apanhar, os casamentos alternativos planeados com um mês de antecedência, em que é tudo descontraído, com churrasco e pé descalço! Adoro!

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Sou uma pessoa muito sensível, adoro seres humanos, adoro observar a forma como se tratam, cuidam, relacionam, e num casamento vemos todo o tipo de relações: as amorosas, as familiares, as de amizade, e adoro ver como as pessoas cuidam umas as outras.

Falando por mim, acho que os casamentos me acrescentam algo como ser humano, puxando em mim o lado mais humano. No fundo, queremos todos o mesmo: amar e ser amados.

O mais desafiante é termos que nos desenrascar com as condições que temos, casas e igrejas pequenas e, escuras, locais que não têm graça ou fotogenia, tudo a acontecer muito rapidamente e não podemos pedir ao padre para repetir o momento das alianças ou o beijo dos noivos, simplesmente temos que correr e estar sempre com as antenas bem ligadas para que nada escape.

Todos estes desafios obrigam a puxar mais pela cabeça, obrigam a fazer magia. Umas vezes corre melhor do que outras, mas é isso que faz a experiência e o que vai formando essa linguagem que é tua, mais ninguém irá ver o mundo igual a ti, porque somos todos seres humanos e diferentes, todos vemos o mundo ao nosso jeito.

O mais difícil… quando sinto que não há amor entre o casal, quando me apercebo, no decorrer do dia, que há algo que não está lá, que aquele casamento está acontecer por muitos motivos menos por amor verdadeiro: isso é, para mim, muito difícil, não gosto de ver dois seres humanos a não se tratarem como os seus maiores heróis.

 

 

Contactem a Diana Nobre, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

No vale das laranjas, por Diana Nobre

Hoje a fotógrafa Diana Nobre convida-nos a um passeio até ao Minho para assistirmos, através das suas imagens, ao casamento da Ivone e do Luís, que teve lugar no passado Outono, no Solar da Levada, em Amares. Se não conhecem esta zona, num bonito vale formado pelos rios Cávado e Homem, aconselho-vos vivamente que programem um passeio até lá, mais ainda nesta altura do ano, em que a paisagem está exuberante. Para além do verde, cor que sabemos tinge todo o Minho, há outra cor generosamente distribuída pela paisagem de Amares, sobretudo entre Maio e Agosto, e que corresponde a um sabor divinal. Será que nunca ouviram falar nas laranjas de Amares? São verdadeiras obras de arte, sumarentas, deliciosas! É um dos produtos principais da região, a par, claro está, do Vinho Verde. Devo dizer-vos que, há muitos anos, bebi em Amares uma sangria de vinho verde e laranjas que nunca consegui igualar.

Bem, não sei se houve desta sangria específica no casamento da Ivone e do Luís, até porque casaram em Outubro e essa época já não corresponde ao auge das laranjas locais, mas terá certamente havido Vinho Verde. Conta-nos a Diana que, apesar de ter chovido bastante nesse dia, foi uma festa muito alegre e muito envolvente, com todos os familiares e amigos do casal a partilhar da sua felicidade. E o casal não se deixou intimidar pelas condições atmosféricas, levando a fotógrafa a segui-los num pequeno passeio a dois até à belíssima ponte granítica do Porto, sobre o Rio Cávado, construída no séc. XIV e classificada como Monumento Nacional.

Vamos espreitar? E brindar com eles, claro!

 

Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana NobreCasamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana NobreCasamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana NobreCasamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre Casamento no outono, fotografado por Diana Nobre

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Diana Nobre para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ela,  contem-lhe as vossas ideias e aquilo que gostavam de ver imortalizado em imagens. Se há coisa de que a Diana gosta é de um bom desafio.

Marta Ramos

Miramar, praia das rosas, com Diana Nobre

Sempre que penso na Praia de Miramar, em Gaia, vêm-me à ideia duas coisas: uma, claro, aquela cinematográfica Capela do Senhor da Pedra, assente num rochedo em pleno areal, a fazer lembrar o magnífico Monte Saint Michel, na Normandia; e — já que falei em cinema  — um misterioso documentário curto que Manoel de Oliveira ali rodou nos anos 30 do século passado, narrado pela calorosa voz de Fernando Pessa, do qual, durante muito tempo, se desconheceu o paradeiro. Não sei se alguma vez chegou a ser encontrada uma cópia desse «Miramar, Praia das Rosas», mas imagino sempre que ouço a voz de Pessa quando olho para aquela capela a ser abraçada pelo mar.
Foi neste cenário algo fantástico que Diana Nobre fotografou a e-session da Marta e do Luís,  na véspera do seu casamento:
«Um casal incrível, é impossível não reparar na química que existe entre os dois, a maior parte do tempo foi como se eu nem ali estivesse. Sentíamos o amor, a felicidade destes dois. A Marta é uma mulher fora de série, super brincalhona, sem formalidades, e o Luís é super simples, brincalhão e tranquilo. Foi muito fácil fotografá-los, sempre divertidos e à vontade, e isso, sim, é o que dá magia às imagens, sem dúvida alguma!
E o casamento, que depois irei partilhar convosco, ficou melhor ainda!»

 

E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre E-Session fotografada por Diana Nobre

Já escolheram o cenário para a vossa sessão fotográfica pré-casamento? Optem por um local onde ambos se sintam descontraídos e procurem ignorar ao máximo a câmara: aquilo que quererão recordar daqui a muitos anos é aquela luminosidade que rodeia os casais nesta fase tão especial das suas vidas, e isso não precisa de nenhuma pose especial. Só precisa que sejam vocês mesmos.

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Diana Nobre para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ela,  contem-lhe as vossas ideias e aquilo que gostavam de ver imortalizado em imagens. Se há coisa de que a Diana gosta é de um bom desafio.

Marta Ramos

Lado B, por Diana Nobre

Hoje trago-vos o “lado B” de uma sessão protagonizada pela Cátia e pelo Miguel e fotografada pela Diana Nobreo lado A já mostrei aqui, quase precisamente há um mês:

Ao fim de 10 anos a fotografar, sinto cada vez mais vontade e liberdade para fazer arte. Quero que as minhas fotografias façam sentir algo, seja o que for, mas que façam sentir algo a quem as vê. Se nos transmite um sentimento, se nos leva para algum lado, é arte, e é nisso que me tenho focado. Cada vez mais. Em ser pura, genuína, verdadeira comigo mesma. É incrível como tudo parte de dentro e flui, simplesmente.

Sessão fotográfica por Diana NobreSessão fotográfica por Diana Nobre Sessão fotográfica por Diana Nobre Sessão fotográfica por Diana Nobre Sessão fotográfica por Diana NobreSessão fotográfica por Diana Nobre Sessão fotográfica por Diana NobreSessão fotográfica por Diana Nobre

Vejam também o lado A deste bonito dia no campo que, apesar de ter sido logisticamente desafiante, foi sobretudo descontraído, uma vez que todos os envolvidos estavam empenhados em divertir-se, em usufruir da liberdade criativa de estarem a criar algo de raiz, sem terem que cumprir expectativas de terceiros.

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Diana Nobre para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ela,  contem-lhe as vossas ideias e aquilo que gostavam de ver imortalizado em imagens. Se há coisa de que a Diana gosta é de um bom desafio.

Marta Ramos

Convites Diana Nobre: colecção Flower and Nature

Continuando a mostrar-vos os convites de casamento Diana Nobre 2019, hoje destaco a colecção Flower and Nature. Neste caso em concreto, os layouts são escolhidos do catálogo e apenas os textos são personalizados. Os convites terão as medidas standard de 10X5 centímetros e o prazo de entrega é entre 5 e 15 dias. Esta é uma das vantagens inegáveis dos convites do catálogo, a rapidez na entrega – e, claro, o valor, necessariamente mais reduzido do que o das criações de raiz.
Mas há outra vantagem: todas as terceiras segundas-feiras do mês, Diana Nobre escolhe três modelos de convites da sua colecção e atribui-lhes uma redução de 15%. Como é que podem usufruir desta promoção? Em primeiro lugar, acompanhando o Instagram da Diana – é nas stories que ela revela, todos os meses, quais são os convites aos quais atribuiu a redução. Em segundo lugar, têm que ser rápidos a decidir, pois só têm dois dias para aproveitar as condições especiais. Se quiserem comprar um desses três modelos com 15% de desconto, terão que fazê-lo na quarta-feira seguinte ao anúncio. E pronto, está feito. Após o pagamento, os convites demorarão de três a seis dias para estarem prontos a ser-vos entregues.
Dia 15 é a terceira segunda-feira de Abril, logo, estejam atentos às stories… e boa sorte!

 

Convites de casamento Diana Nobre: colecção Flower and Nature Convites de casamento Diana Nobre: colecção Flower and Nature Convites de casamento Diana Nobre: colecção Flower and Nature Convites de casamento Diana Nobre: colecção Flower and Nature Convites de casamento Diana Nobre: colecção Flower and Nature

 

Se ainda não conhecem esta outra faceta da fotógrafa Diana Nobre, leiam o artigo de apresentação da sua colecção de convites de casamento para 2019. A criatividade não tem limites e o portefólio da Diana Nobre confirma isto mesmo. Para além dos convites, podem contar com a sua assinatura em todo o material gráfico para o vosso casamento: ementas, marcadores de mesa, seating plans, lembranças, monogramas e logótipos, etc.
E caso não encontrem no catálogo exactamente aquilo que procurem, não se preocupem, que a Diana também cria convites e restante estacionário de raiz. Uma das características distintivas do seu trabalho é o desenho à mão e a pintura com aguarela.
Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da Diana Nobre|Convites para verem mais imagens bonitas. Qualquer dúvida, falem com ela através do formulário de contacto.

Marta Ramos

Country style, por Diana Nobre

Hoje vamos passear até ao campo, a convite da fotógrafa Diana Nobre e da equipa que se lhe juntou para criar um editorial muito especial. A Cátia, blogger, e o seu namorado, o Miguel, assumiram os papéis principais nesta fantasia em tons terra e com uma piscadela de olho aos gostos pessoais da fotógrafa:

Eu sou uma apaixonada pelos tons terra em fotografia, adoro fotografar noivas com um ar country, mais alternativos, grunge, adoro os tons laranjas, castanhos, tijolo, e todo o conjunto é algo que ainda é difícil de apanhar em trabalho aqui em Portugal, porque a moda ainda não chegou cá; então vou-me divertindo assim, planeando sessões com alguns fornecedores com quem me identifico, e vou sendo feliz a fotografar estilos de casamentos que tenho constantemente a pairar na minha cabeça.

Apesar de ter sido um dia logisticamente desafiante, o espírito que prevaleceu foi o da descontracção, uma vez que todos os envolvidos estavam empenhados em divertir-se, em usufruir da liberdade criativa de estarem a criar algo de raiz, sem terem que cumprir expectativas de terceiros. E o resultado é um belo mosaico em tons terra, que servirá certamente de inspiração para quem partilhar deste gosto com a Diana Nobre – quem sabe se em breve não a convidam para fotografar um casamento assim?

 

 

Créditos:

 

fotografia: Diana Nobre
flores: Isabel Castro Freitas
maquilhagem: Bárbara Brandão
vestido: Micaela Oliveira
bolo: Minimi Cake Party

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Diana Nobre para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com ela,  contem-lhe as vossas ideias e aquilo que gostavam de ver imortalizado em imagens. Se há coisa de que a Diana gosta é de um bom desafio.

Susana Pinto

Casamento em Viana do Castelo: Sandie + Ricardo

Fechamos esta semana com assomos de primavera, com um casamento em Viana de Castelo, fotografado pela Diana Nobre e filmado pela equipa The Breeders.

É o mais bonito dos dias da Sandie + Ricardo, cuja cerimónia aconteceu no incrível Santuário de Santa Luzia, com todo aquele cenário épico e vista para o rio Lima e o mar, que tão bem conhecemos.

O resto é uma história de amor doce e um dia para lá de bonito, cheio de emoção e festa. Pelo meio, palavras sábias da Sandie e um vestido que é mesmo muito bonito e tão fresco!

Vamos a isto? Bom fim-de-semana!

 

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Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
O Ricardo é uma caixinha de surpresas e consegue surpreender-me sempre. Organizou e planeou tudo ao pormenor: esperou pelo dia 12 de Outubro, quando eu ia completar trinta anos.
Esse dia,para além de ser o meu aniversário, ficou marcado como sendo o meu último jantar académico. Sempre fomos muito ligados à vida académica, mas a nossa vida estava prestes a mudar e os nossos planos levar-nos-iam para outro destino. Estava na hora de largar a cidade onde tudo começou.

Trajada, de capa traçada, fui chamada ao palco, à frente de tudo e de todos. Cantaram-me os parabéns, soprei as velas e… logo de seguida vejo o Ricardo a segura-me na mão. Olhou para mim, pronunciou algumas palavras, exibiu uma caixa e pediu-me em casamento. A emoção foi tanta que demorei até expressar o “Sim” mais certo a minha vida.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Falávamos sobre o assunto há algum tempo. Na altura, estávamos juntos há 8 anos e achámos que seria especial marcar a data do casamento quando estivéssemos prestes a festejar 10 anos de vida em comum. E assim foi! Tivémos um ano e meio para preparar, com calma, um dos dias mais felizes das nossas vidas.

 

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Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quisemos escolher o espaço e a igreja rapidamente. Somos pessoas muito decididas e fomos visitar apenas um espaço. Era um espaço que eu já conhecia e, assim que entrámos, não tivemos dúvidas de que era ali que iríamos viver um marco. Para a igreja foi, precisamente, a mesma coisa. Sempre idealizei o Santuário de Santa Luzia, posicionado no cimo do monte, com vista panorâmica sobre Viana e o mar. É lindíssimo e único.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Completamente fiel! O resultado final reflectiu totalmente a nossa personalidade.
Tomámos decisões a dois, sempre. Sabíamos perfeitamente o que queríamos: um ambiente elegante e sofisticado mas que, ao mesmo tempo, fosse simples. Queríamos que todos os pormenores e decisões tomadas retractassem, de alguma forma, a nossa personalidade.

 

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O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Ao longo de toda a organização tivemos sempre o cuidado de pensar no bem-estar dos nossos convidados. Fazia sentido, para nós, que as pessoas se sentissem confortáveis e felizes nesse dia. Articulámos tudo dessa forma, mesmo os alojamentos, de modo a simplificar a deslocação de todos. Enquanto noivos, era fundamental que nos sentíssemos confortáveis e elegantes. Tínhamos de nos sentir bem e sem limitações.

Não demos muita importância ao momento de atirar o bouquet! Optámos pelo formato tradicional.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
A igreja e o local da festa. O vestido e o fato. A decoração e o ramo. Tivemos ano e meio para pensar naquilo que não queríamos e quando chegou a hora de escolher… foi tudo muito fácil. Somos organizados e decididos.

Por outro lado, levei imenso tempo a encontrar as sandálias que idealizei! Sabia, exactamente, o que queria e, por vezes, isso pode dificultar-nos a tarefa. No meio de tanta procura e persistência consegui. Consegui as sandálias de sonho. Foi a única loucura que cometi, no meio de tantas escolhas, confesso.
O plano de mesa, também, não foi assim tão complexo! Requer alguma atenção mas foi simples de se fazer. No entanto, a gestão da lista dos convidados é bem mais complicada. É muito mais difícil priorizar e perceber quem é realmente essencial!

 

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Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A igreja. É impressionante a emoção que sentimos quando entramos na igreja. Ali estavam todos os que nos são queridos. Muitos viajaram horas para poderem estar presentes. O amor e estima que sentimos são imensos. Mas o momento em que nos olhamos, no altar, é o pico. Não há nada igual. É mágico e único.

 

E o pico de diversão?
Sem dúvida, a festa. A música e o ambiente festivo que todos proporcionaram. Nunca largámos a pista. Foram horas a dançar, a rir, a abraçar, a chorar e a brindar. Houve vários momentos surpresas, tal como a venda da liga (uma tradição que vem da família e do país onde nasci), o vídeo surpresa e um pedido de casamento! É verdade… se tinha de acontecer, tinha de ser no nosso casamento!

 

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Um pormenor especial…
Foram vários mas, o facto de ter sido penteada pela minha mãe no dia do meu casamento, foi muito especial. Penteou imensas noivas mas, nesse dia, estava a pentear a filha. Foi um momento só nosso.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Mudávamos. Lamentámos a atitude de um dos nossos fornecedores, num dia tão importante para nós. Tivemos de lidar com uma situação muito complicada e difícil de gerir emocionalmente. Mas… após algumas lágrimas e reconforto, por parte de alguns amigos, continuámos a festa!
Apesar de tudo, no que diz respeito ao resultado final, não temos nada a apontar.

 

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Algumas words of advice para as próximas noivas…
Keep it simple and keep calm… Sejam fiéis a vocês. Façam as vossas escolhas consoante o que idealizaram. É um dia que não se volta a repetir. No dia, deixem os pormenores de fora porque ninguém vai reparar neles, a não ser vocês. Aproveitem, ao máximo, a presença de todos. O dia é vosso!
A escolha dos fornecedores é muito, muito importante. Esclareçam tudo e tenham tudo muito bem definido e escrito, de forma a salvaguardarem-se em situações complexas.

 

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Os fornecedores envolvidos:

 

convites, materiais gráficos e lembranças para os convidados: DialReset;

espaço para casamento e decoração: Quinta Santo André:

catering e bolo dos noivos: Banquetes António Duarte;

fato do noivo e acessórios: Kapital (Homem);

vestido de noiva e sapatos: vestido Noiva Lusa e sapatos Guess;

maquilhagem: Márcia Dinora Makeup;

cabelos: Bia Cabeleireiras;

bouquet: Florista Bibela;

fotografia: Diana Nobre;

vídeo: The Breeders;

luzes, som e Dj: NR85-Wedding&Events.