Renato Ribeiro Photography: nova galeria online!
Procuram um fotógrafo de casamento no Porto?
Daqueles que têm um trabalho muito bonito e um ponto de vista singular?
Então têm que espreitar a nova galeria do Renato Ribeiro, que acabámos agora mesmo de actualizar!
O Renato é portuense e um apaixonado pela vida e pelas pessoas. Sediado nesta bela cidade, conta as suas histórias de amor um pouco por todo o mundo. O seu trabalho é bastante cinematográfico e emocional: fascina-o explorar as conexões que as pessoas estabelecem entre si ao longo da vida.
Das suas imagens podem esperar uma constante procura dos pequenos detalhes, da interacção de olhares e dos gestos mais ternos que acontecem em qualquer história de amor.

Mais que caras e expressões, o Renato está interessado em captar sentimentos e emoções. Gosta de criar imagens que contam histórias e os casamentos encaixam-se perfeitamente nessa abordagem que procura para a sua fotografia, que é íntima e pessoal.
Agrada-lhe que esses registos tenham uma simplicidade poética e uma leveza natural e, por isso, dedica-se intensamente à procura da singularidade que cada ser humano traz consigo.
Se precisavam de motivos adicionais para visitar esta galeria, já os demonstrámos e ilustrámos com estas três belas imagens.
Contactem o Renato Ribeiro através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem o Renato directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
À conversa com: Jardin d’ Époque – flores para casamento
Hoje converso com a Ema Ramos, da Jardin D’ Époque – flores para casamento.
A primeira vez que vi o seu trabalho, fiquei curiosa: é desarrumado, esquisito, tem qualquer coisa de bicho – e foi mesmo isso que lhe disse. Ao segundo olhar, percebe-se a intenção, o caminho, a conversa, e isso é muito especial. Porque é novo, porque é inesperado, porque é original e porque é bonito. Exige de nós uma atenção redobrada, uma pausa e foco para entrarmos nesse belíssimo diálogo em que somos recompensados.
Com esta conversa, descobri que temos muito em comum: o rigor, a curiosidade variada e um certo desassombramento em relação ao nosso trabalho. Gostei muito, mesmo!
Fiquem com o trabalho da Jardin D’ Époque e, sobretudo, com as suas palavras. Façam uma pausa e deixem-se cativar!
A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.


Como é que nasce a Jardin d’ Époque?
A Jardin d’ Époque nasce no momento em que tomo a decisão de regressar a Portugal. Depois de ter vivido alguns anos em França, comecei a sentir a necessidade de me dedicar a um projecto totalmente meu, onde o infinito fosse o limite e onde a criatividade fosse a matéria prima primordial.
Como defines a assinatura da Jardin d’ Époque?
Gosto de definir o Jardin d’ Époque como um projecto descomprometido com as regras sedimentadas no mundo da arte floral e extremamente focado nas particularidades daqueles que me procuram e que confiam no meu trabalho. Há uma frase dos fundadores do FLO Atelier Botânico (Antonio Jotta e Carol Nóbrega), uma das minhas referência no mundo das flores, que trago sempre presente e que me ajuda a manter o rumo: “É essencial não se limitar a regras, nem levar tão a sério o que já foi escrito sobre como montar um arranjo. É importante trabalhar com ingredientes frescos, de boa qualidade, mas também com itens menos convencionais. Depois, use sua bagagem estética e privilegie o que combina com você, com seu estilo de vida.”
Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolheste para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Mais do que o ADN da marca, creio que este estilo é o meu próprio ADN. Desconstruir linguagens e processos de trabalho sempre foi transversal a todas as áreas profissionais em que estive envolvida. Do ballet clássico à produção cultural, do design à arquitectura… Conhecer a história, o que já existe, o que é produzido… E permitires-te experimentar e dessa forma evoluíres e definires o teu percurso e a tua identidade.

As tendências da estação… São um assunto de trabalho ou apenas fait divers?
Inevitavelmente as tendências estão quase sempre presentes. O Pinterest e o Instagram estão à distância de um clique para toda a gente e é muito comum receber e-mails com pedidos de orçamento acompanhados de “imagens tendência”. O grande desafio é desenvolveres um projecto a partir das premissas que são as expectativas daqueles que te procuram, em função do teu método de trabalho e das tuas convicções.
E as estações do ano, o ritmo de produção de cada época, são influências, contingências ou indiferenças nestes tempos globais?
O nome Jardin d’ Époque não foi escolhido de ânimo leve. Quis que o nome da marca fosse uma alusão directa à forma como gosto de trabalhar. E por isso, o ritmo e as características de cada estação do ano são, sem dúvida, a principal influência no meu trabalho.
Ter o controlo das decisões é importante? Tens uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como queres que o teu trabalho seja mostrado e vivido ou é o prazer de discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que te interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?
Sou extremamente perfeccionista e picuinhas. E é por isso mesmo que discutir ideias e desenvolver um processo de trabalho é de extrema importância para mim. Nos tempos de faculdade, quando estudava arquitectura, na disciplina de Projecto tínhamos assiduamente as chamadas “críticas comparadas” onde discutíamos os exercícios que estávamos a desenvolver. Eram momentos de exposição e discussão que nos faziam repensar o que estávamos a produzir e assimilar novas possibilidades que surgiam na partilha e na crítica. Tento trazer esta dinâmica, hoje, para o Jardin d’ Époque, esteja com um cliente ou com um outro profissional. A partilha permite-nos chegar muito mais longe.

Existem fórmulas vencedoras que aplicas ou cada projecto de decoração floral é pensado totalmente de raiz?
Não creio que aplique uma fórmula aos projectos. Desenvolvo-os, sim, de acordo com o meu método de trabalho e esse método evolui de acordo com as especificidades de cada desafio, criando propostas totalmente individualizadas e únicas.
Onde buscas inspiração para cada nova temporada de trabalho?
Ai… É muito difícil responder a esta pergunta! Sempre tive imensa dificuldade em focar-me apenas numa área porque tenho imensa curiosidade por uma série de temas, muitos deles, completamente díspares. E a inspiração tanto pode vir de uma peça gráfica ou arquitectónica da Bauhaus, como de um incrível espaço interior contemporâneo branquinho, com apontamentos de mármore de Estremoz e madeira clara de pinho… No fundo, ela pode espreitar de um qualquer pormenor que se cruze comigo nas tarefas diárias!
E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?
Esta é mais fácil! Pego na Margarida e na Bolota e vamos até à Praia da Luz… Eu tomo um café e elas fazem buracos na areia! É incrível o privilégio que temos na nossa localização geográfica. A proximidade com o mar é um bálsamo para os momentos mais intensos e o facto de ter vivido durante algum tempo longe dele, faz-me dar-lhe ainda mais valor.

Como é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com os teus clientes?
Gosto muito de conversar e, mesmo numa fase inicial, tento estar presencialmente com as pessoas que me contactam. Nem sempre são possíveis as visitas ao estúdio e por isso, muitas vezes, os contactos são feitos através de e-mail ou skype. Mesmo com as “imagens tendência” que referimos há pouco, é muito importante para mim perceber as expectativas, as estórias e os sonhos de cada um. E a partir daí, desenhar um plano. Começo pela definição de uma paleta de cores, selecção de espécies e construção das estruturas das peças florais no chamado mood board. E numa fase posterior, desenvolvo todo o processo através do desenho, fotografias e maquetas. Quando trabalhamos com elementos vegetais há coisas muito difíceis de definir… Não conseguimos adivinhar a dimensão exacta de determinada espécie… Nada nos garante que não existirá uma praga que colocará em causa a maturação “daquela” flor… Mas acredito que desenvolver um projecto de design floral à semelhança de um projecto de design de produto ou de arquitectura permite-me deixar portas abertas para soluções de eventuais problemas. E, acima de tudo, permite que os meus clientes percebam toda a minha dedicação e entrega.
Qual é a melhor parte de trabalhar com flores e plantas, em decoração? E o mais desafiante e difícil?
A melhor parte de trabalhar com flores e plantas é a energia que elas me dão. Claro que há momentos de tal forma intensos que a última coisa que quero fazer é levar flores para casa! Não sinto aquele cliché do “gosto tanto do que faço que não sinto que seja trabalho”. Eu gosto mesmo muito do que faço mas o sentido de responsabilidade que tenho para comigo e para com os meus clientes não me permite sentir este projecto como uma ocupação de Domingo à tarde. E é isso que torna o Jardin d’ Époque um desafio permanente.
Difícil, difícil… É ter de limpar o estúdio depois de dias intensos de trabalho em que todas as tesouras desapareceram e, afinal, estavam camufladas no meio dos desperdícios de folhas e pétalas!
Qual foi o casamento em que mais gostaste de trabalhar? Porquê?
O casamento que mais gostei de fazer foi precisamente o primeiro em que a primeira frase do e-mail de contacto dizia: “descobrimos o teu trabalho através do Simplesmente Branco”. Tinha terminado de empacotar as minhas coisas em França, a transportadora viria no dia seguinte e restava apenas o computador em cima de um pequeno aparador. O e-mail era escrito em francês! E de repente, comecei o projecto de um casamento na deliciosa Comporta!
Todo o processo foi maravilhoso, pelos lugares e pelas espécies que a Justine e o Paulo elegeram. E o mais incrível foi o privilégio de desenvolver o projecto de design floral para um espaço como o Sublime Comporta, onde a articulação com a arquitectura e com as peças de mobiliário contemporâneos me deixaram como peixe num oceano!
O facto do casamento ter sido bem longe do Porto também me permitiu perceber que a ambição que tenho de executar projectos em todo o país e mesmo fora dele é possível e exequível, se meticulosamente planeado e com os maravilhosos e incansáveis fornecedores de flores de corte com quem trabalho.

Escolhe uma imagem favorita do teu portefolio e conta-nos porquê.
Esta imagem é uma das minhas favoritas por várias razões. Foi o bouquet que construí para o primeiro editorial para o qual me convidaram a participar. A primeira vez que senti e vivi o trabalho de equipa entre vários fornecedores de serviços do mundo dos casamentos e a incrível confiança e liberdade que depositaram no meu trabalho. Liberdade que me permitiu construir uma peça “descabelada”, mesmo como eu gosto, utilizando flores de compra e amoras silvestres que colhi numa tarde de Agosto e às quais retirei todos os espinhos, bagas de campos abandonados, dálias oriundas de bolbos que já estiveram no jardim da minha avó e que a minha mãe replantou, hortênsias do jardim de casa dos meus pais… É uma imagem que me traz memórias e estórias.

Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Vejam aqui as últimas publicações da Jardin D’Époque!
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
Casamento no Solar da Levada: Joana + Duarte, um dia tão feliz
Hoje temos um casamento no Solar da Levada: o glorioso dia da Joana + Duarte.
A Joana procurava um ambiente rústico, com alguma sofisticação. O seu par perfeito foi a Alexandra Barbosa, A Pajarita, que pegou nesta visão e a transformou em realidade – tratou de todo o estacionário e dos detalhes florais, o suporte para as alianças, o travessão, as flores de lapela do noivo e dos padrinhos, as pulseiras das madrinhas e um fantástico bouquet de noiva cheio de textura e cores quentes.
A dupla Arte Magna Fotografia captou estas imagens belíssimas do mais bonito dos dias da Joana + Duarte: tudo é caloroso e intimista, pensado (e concretizado!) para ser à imagem do casal. Há aqui muitos detalhes bonitos – os sapatos da noiva, o vestido, com umas fantásticas costas de renda, o elegantíssimo fato do noivo, todo o espaço, com um pé direito majestoso e uma luz velada, os convites personalizados aos padrinhos e, claro, toda a alegria pálpável e visível a cada fotografia.
O mais bonito dos dias é assim!

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Imaginámos o nosso dia ao nosso estilo: simples, mas cuidado. Tentando deixar a nossa marca em cada pormenor.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Sentimos-nos preparados no sentido em que estávamos seguros em relação às nossas escolhas, ao estilo pretendido e aos fornecedores contratados. Os nervos vieram com a aproximação da data e com a ansiedade de que tudo corresse dentro do planeado.

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quando visitámos a quinta onde decidimos casar. Fez todo o sentido, era exactamente o que procurávamos. Um espaço impactante, com linhas rústicas, um pé direito alto, mas ao mesmo tempo actual.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado correu o conforme estava planeado. O que nos deixou bastantes confiantes com o decorrer do dia, permitindo que aproveitássemos o dia ao máximo.
Nós fomos os nossos próprios wedding planners, mas fomos contando com dicas e conselhos por parte dos nossos fornecedores, em especial da Teresa Guerreiro da Arte Magna e da Alexandra Barbosa, d´A Pajarita. Foram preciosas para conseguirmos o resultado pretendido.

O que era fundamental para vocês? E sem importância?
O essencial era, sem dúvida, que o casamento fosse notado e lembrado como o casamento da Joana e do Duarte, que fosse o nosso casamento e não mais um casamento, que os convidados apreciassem, se divertissem e comessem bem. E era importante deixar essa marca desde o inicio, com a dos convites, já que era este o primeiro contacto que os convidados teriam com o nosso casamento, tinham de ser à nossa imagem, e criar curiosidade e expectativa. E felizmente encontrámos A Pajarita que nos entendeu na primeira chamada, e fez um belíssimo trabalho. Muito importante também, era poder ficar com bons registos para a vida, poder reviver aquele dia sempre que nos apetecesse, por isso era importante termos boas equipas de fotógrafos e videógrafos. E não podíamos ter escolhido melhores. Todos os fornecedores foram escolhidos a dedo, tínhamos de ter confiança e segurança em quem contratávamos, acreditávamos que só desta maneira seria possível aproveitar o dia ao máximo.
Sem importância foram todos os extras que não acrescentariam valor ao nosso casamento.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
O mais difícil foram os ensaios da dança! Comandar quatro pés esquerdos não foi fácil, mas no final correu tudo bem.
O mais fácil, foi a escolha de fornecedores.

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A cerimónia. É inevitável não ter as emoções à flor da pele.
E o pico de diversão?
Para além termos estado em sintonia ao longo do dia, as emoções são muito pessoais. Para mim, Joana, o pico de diversão foi a entrada na sala do jantar. Para o Duarte, foi logo após o final da dança de abertura de baile.

Um pormenor especial…
Um pormenor especial é que todos os nossos fornecedores foram os primeiros da lista e os primeiros a ser contactados.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Manteríamos tudo exactamente igual, e, se fosse possível, repetiríamos.

Algumas words of advice para as próximas noivas…
Organizem-se, definam prioridades e escolham um ponto de partida. Antecedência é muito importante para que consigam contratar os fornecedores com quem gostariam de trabalhar, e não apenas os que estão disponíveis.

Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos, toucado, flores de lapela, pulseiras das madrinhas e bouquet de noiva: A Pajarita;
espaço, decoração e catering: Solar da Levada;
fato do noivo e acessórios: fato Manuel Teles Alfaiataria, com tecidos Ermenegildo Zegna; sapatos Carlos Santos Shoes;
vestido de noiva e sapatos: vestido Rosa Clará; sapatos Crème Caviar;
cabelo: Diana Dias;
maquilhagem: Eugénia Fernandes;
fotografia: Arte Magna Fotografia;
vídeo: Vanessa & Ivo Handmade Films;
Dj: Mario Kitty;
dança: Rita Almeida – Academia Gindança.
Acompanhem o trabalho delicado de A Pajarita e espreitem os últimos trabalhos da dupla Arte Magna Fotografia.
À conversa com: Kabuki Makeup by Rita Amorim, maquilhagem para noivas
Hoje falamos com a Rita Amorim, que assina como Kabuki Makeup by Rita Amorim, sobre sobre maquilhagem de noiva.
A Rita é nossa fornecedora seleccionada há alguns anos, eu já tive a oportunidade de ser maquilhada por ela e, desde o primeiro momento, tem sido um genuíno prazer trabalharmos juntas.
Nesta conversa falamos do seu percurso até aqui, sobre ideais de beleza e a importância da maquilhagem no mais bonito dos dias, mas também no quotidiano. Há por aqui dicas importantes e, caso estejam já à procura da vossa maquilhadora para o mais bonito dos dias, sejm noivas, madrinhas ou amigas, falem com a Rita Amorim, ela vai gostar de vos conhecer e terá óptimos conselhos e ideias para vos deixar ainda mais bonitas.
Fiquem a conhecê-la – e ao seu trabalho bonito – em detalhe!

Como chegaste a este universo da beleza feminina?
O universo da cosmética esteve presente na minha vida, desde muito cedo, sendo um universo muito familiar lá em casa. A minha mãe sempre trabalhou nesta área e o contacto permanente com produtos, amostras, ofertas, formação, dossiers sobre pele, todos os cuidados a ter, como mantê-la saudável e bem tratada, sempre foi um mundo muito aliciante. A curiosidade engraçada no meio disto tudo, é que a minha mãe, mesmo lidando com cosmética durante mais de 30 anos, a maquilhagem nunca foi a sua praia. E até aos dias de hoje me pergunta: “Como é que ficaste tão fascinada com o mundo da maquilhagem?”
Mais tarde, trabalhei directamente com duas marcas de cosmética, Helena Rubinstein e Biotherm, ambas distribuídas pelo grupo L’Óreal e desde aí o fascínio foi crescendo até aos dias de hoje.
Qual é a importância da maquilhagem, num dia tão especial? E nos dias comuns?
A maquilhagem está na moda. E é notório o aumento de interesse, ao longo dos últimos anos. Não me lembro de ser dada tanta importância a este assunto como agora. Basta estarmos atentas e vermos a explosão de marcas, 100% dedicadas a maquilhagem que abrem lojas em Portugal, como nunca antes visto. É sinal que há mercado, há procura, há interesse e há maior preocupação com a imagem. Agora é comum vermos jovens e jovens adultas, maquilhadas. E maquilharem-se passou a fazer parte da sua rotina diária, quer seja apenas para uma ida à escola ou para trabalhar. Usar maquilhagem só para ir a festas é coisa do passado. Agora o acto de maquilhar é tão rotineiro, como o de vestir ou calçar.
Por isto tudo e como imaginam, quando falamos de dias tão importantes, como a cerimónia de um casamento, tanto noiva, como as convidadas prestam uma atenção redobrada e primordial à sua pele e maquilhagem. Contudo, para não correrem qualquer tipo de risco, é essencial que recorram a profissionais na área. Não só porque é um factor de confiança no serviço e na qualidade dos produtos utilizados, como também haverá maior garantia da sua correcta aplicação, e isso irá favorecê-las tornando-as ainda mais bonitas.
Acima de tudo, a minha primeira preocupação é perceber em que estado se encontra a pele da noiva e caso possamos melhorá-la até há data da cerimónia, iniciamos um tratamento aconselhado e dedicado caso a caso.

Um rosto é uma tela ou há todo um conjunto de regras firmes sobre este assunto? Depende da ocasião?
Sim, o rosto é uma tela, mas há que ter muita atenção à sua anatomia. Há diferentes tipos de rostos e o seu desenho depende do formato da face e da estrutura maxilo-facial. Em Portugal os tipo de rosto mais comum são o quadrado, redondo e triângulo invertido. E sobre cada tipo de rosto há que aplicar correctamente as tonalidades de base, blush, iluminador, de forma a tirar partido, da melhor forma, das suas características naturais.
As tendências da estação são importantes, ou não contam para a maquilhagem de noiva?
Sim, as tendências são importantes, mas não são de todo mandatórias. Estou e devo estar atenta às tendências (é imprescindível estar actualizada no mundo da maquilhagem, porque está em constante evolução), mas os factores decisores são o tom dos olhos, do cabelo e da pele, pois o equilíbrio e harmonia dos tons irão beneficiar o resultado final.
Há que ter bom senso, não faz sentido sujeitar uma noiva à tendência do momento, se isso não a favorece. As ideias servem como ponto de partida para uma boa conversa, cujo objectivo é elevar a beleza natural.
É essencial que haja esta conversa, de forma sensata, saudável e frutuosa.
Onde buscas inspiração para o teu trabalho de makeup artist?
Em muitos locais: em revistas da especialidade, com outras makeup artists, em sites das marcas ou blogs, nas lojas de maquilhagem, em conversas inspiradoras, em espaços, em passeios ao ar livre, em acessórios, em decoração, em desenhos… tudo o que sirva para alimentar a minha imaginação e deixar a inspiração mais rica.

E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o espírito?
Saio de casa, junto-me com amigos, apanho ar puro e passeio pela praia, nada como oxigenar o corpo e a mente para tudo fluir com muito mais nitidez e clareza de espirito. A minha pratica de yoga também me ajuda a equilibrar o meu bem-estar.
Também dás formação regular, com os teus workshops de auto-maquilhagem. Sentes que fazes diferença no quotidiano de quem te procura?
Sim, sem dúvida, os workshops fazem toda a diferença. As principais conclusões a que chego, com cada participante que já tive ao longo destes anos, assentam em três pontos:
- o workshop ajuda muito a desmistificar que a maquilhagem não é um bicho de sete-cabeças. Em poucos gestos podem aprender quais os pontos essenciais do rosto que são beneficiados com a maquilhagem;
- com o workshop, cada participante perde o receio de se maquilhar de forma errada, sabendo que o seu maior objectivo é aprender os passos certos;
- depois da participação, o entusiasmo pelo resultado final faz com que as rotinas mudem e a maquilhagem passe a fazer parte do quotidiano. Makeup só em ocasiões especiais, já era!
Qual é o teu processo de trabalho, como crias uma ligação com as tuas clientes?
Esse é um ponto que faz parte do meu segredo profissional! Mas adianto que sou muito atenta às preocupações e receios naturais que as noivas ou outras clientes demonstram. Estar por perto é essencial, e tento criar uma relação de proximidade, para criar laços que permitam gerar confiança mútua.

Qual é a melhor parte de ser responsável pela beleza da noiva no seu dia? E o mais desafiante e difícil?
A melhor parte, é poder superar as expectativas. Quando as noivas se olham ao espelho, abrem aquele sorriso satisfeito e trocam um olhar cúmplice a revelar o seu agrado, é muito especial. Só este gesto vale mais que mil palavras.
O aspecto mais desafiante, mas nem por isso difícil, é quando alguma noiva, logo no primeiro contacto, tem uma pele complicada a precisar de alguns cuidados. A solução é iniciarmos um tratamento ao longo dos meses que antecedem a data e aguardar o seu feedback e a satisfação ao ver que a pele responde de forma mais equilibrada e com um aspecto mais saudável. Cuidar da pele é garantia para o sucesso de uma maquilhagem magnífica no dia do casamento.
Quem gostarias de maquilhar? E por quem gostarias de ser maquilhada?
Gostava de maquilhar a Kelly Bailey e a Cara Delevingne. E gostava de ser maquilhada pela Joana Moreira e pela Path McGrath.
Quando as noivas se olham ao espelho, abrem aquele sorriso satisfeito e trocam um olhar cúmplice a revelar o seu agrado, é muito especial. Só este gesto vale mais que mil palavras.
Os contactos detalhados Kabuki Makeup by Rita Amorim estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, com o seu trabalho mais recente e contactem directamente a Rita Amorim através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Para o nosso trio de bolo dos noivos, bouquet de noiva e sapatos de noiva de hoje, continuamos a dar as boas vindas ao outono, devagarinho.
Como os dias continuam amenos e calorosos, mesmo que um bocadinho mais curtos, mudamos a paleta de cores para tons mais secos e alinhados com as mudanças naturais da paisagem.
À procura de uns sapatos de noiva, encontrei estas sandálias compensadas, de camurça, no mais bonito dos tons – um nude queimado, café com leite, que, sugerindo dias mais frios, combina lindamente com tudo e é totalmente intemporal. Possivelmente pedirão umas boas palmilhas de gel, e ficam prontas para dançar toda a noite. Quanto a vernizes, sugiro o Indian Pink de Tom Ford, ou o Coralium, da Chanel: tons coloridos, mas suaves.
Passamos para o bolo dos noivos: a escolha de hoje é um bocadinho mais dramática, já que este bolo não tem qualquer tipo de decoração. No entanto, com a sua austeridade singular, prende-nos o olhar. Primeiro estranha-se, olha-se uma segunda e terceira vez, e acabamos por ficar fascinados.
Este bonito bolo de dois andares vive da textura e da cor cremosa – não será para todos os gostos e pede um cenário que o complemente de forma mais rica. Ainda assim, é um show stopper!
Fechamos com um bouquet de noiva muito campestre, que segue a tendência da estação: uma mistura de flores naturais com flores secas, todas na mesma paleta de cores, que vai do branco marfim ao ferrugem, com todos os meios-tons de rosa pelo meio.
É muito delicado e especial e, possivelmente, poderá ser conservado de forma bonita durante muitos anos.

O que acham disto tudo, meninas? Agrada-vos este tipo de paleta mais delicada e menos vibrante, mas com muitas texturas e meios-tons?
De cima para baixo, bolo dos noivos texturado com dois andares sem decoração, de Jasmine Rae Cakes; sandálias de noiva em camurça nude, compensadas e com tacão alto, da Uterqüe, por 89 euros; bouquet de noiva campestre com mistura de flores naturais e flores secas, de Hart Floral Design.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento na Quinta da Quintã: Daniela + Miguel, sorrisos sem fim!
Hoje mostramos um casamento na Quinta da Quintã: é o mais bonito dos dias da Daniela + Miguel, que casaram num belo dia de verão.
Este dia foi pensado com muita dedicação e carinho, para que fosse perfeito – e foi! Há muitas festas, muitos sorrisos, dois patudos fofíssimos e, sobretudo, muito carinho a flutuar no ar.
As fotografias bonitas são do Pedro Lopes Photography e todo o cenário, organização, comida deliciosa e decoração são da responsabilidade da equipa fantástica da Quinta da Quintã.
Deliciem-se!

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Sabíamos que queríamos construir um dia que espelhasse a nossa essência. Da igreja à Quinta, foi tudo pensado ao pormenor, para tornar o dia especial não só para nós, mas para todos os nossos convidados.

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Nós preparámos tudo com bastante antecedência e contámos com profissionais de elevada qualidade em todo este processo, mas claro que há sempre receio que falhe alguma coisa. É um dia no qual investimos muito do nosso tempo e dedicação, mas a certeza do que estávamos a fazer foi-nos dando sempre muita calma e confiança.

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
O momento que nos fez sentir “é mesmo isto” foi o dia do Wedding Weekend da Quinta da Quintã. Foi aí que vimos como poderia ser a decoração, conhecemos alguns dos fornecedores que depois acabámos por contratar e tivemos uma ideia de como poderia resultar o ambiente no dia do nosso casamento.

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado ficou acima das nossas expectativas! Sentimos que tudo foi feito com muito carinho e bom gosto. Para este sentimento, em muito contribuiu a nossa equipa de wedding planners da Quintã, a Joana Coelho e Tânia Almeida, que nos deram sempre uma preciosa orientação nas nossas escolhas.

O que era fundamental para vocês? E sem importância?
A parte da celebração religiosa foi muito importante: escolhemos o padre, as leituras e as músicas com especial carinho.
Depois, achámos importante pontuar a festa com alguns detalhes que sabíamos que poderiam divertir os nossos convidados, mas sem que fosse algo forçado, sempre de uma forma subtil e natural.

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Bom, tudo requer muita ponderação, mas talvez a escolha dos fotógrafos e dos videógrafos tenha sido o mais fácil, até porque já acompanhávamos o trabalho deles desde os tempos da faculdade. O mais difícil foi sem dúvida a escolha do vestido de noiva, e o seating plan dos nossos convidados.

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
Na igreja, depois da entrega do ramo à Nossa Senhora, fomos entregar um ramo às nossas mães. Foi um momento muito emotivo, não só por ter sido surpresa para todos, mas também pelas palavras que o padre dirigiu nesse momento.
Na Quinta, fomos surpreendidos com um vídeo feito pela minha irmã, com imagens nossas e dos nossos amigos, acompanhados de músicas que sempre nos foram especiais.
E o pico de diversão?
Talvez o momento em que pegámos no microfone e fomos para o meio da pista agradecer aos nossos convidados por estarem a viver aquele dia connosco. Depois disso começámos a dançar, mas como não ensaiámos nada, nem sabemos se correu bem ou mal, só podemos dizer que estávamos muito felizes e apenas a disfrutar aquele momento!

Um pormenor especial…
Humm… um é pouco! A oferta aos convidados foi uma caixa com macarrons, carinhosamente confeccionados e embalados pela irmã da Daniela. Durante a refeição tivémos a atuação do Trio Town & Country que deu um toque muito especial ao jantar.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Não, nada. É sem dúvida um dia muito especial para ser vivido, recheado de muitas coisas boas e a única coisa que dá vontade de mudar é o facto de já ter passado!


Algumas words of advice para as próximas noivas…
Bem, pensem no que é essencial nesse dia: que todos estejam presentes, felizes e divertidos (incluindo os noivos)!
Para isso, devem deixar todo o stress na altura dos preparativos, para que no dia estejam calmos e serenos para conseguirem aproveitar todos os detalhes que escolheram com tanto carinho, divertirem-se e partilharem o amor com todos os que escolherem para estar presentes!
Os fornecedores envolvidos:
convites, materiais gráficos, espaço, decoração, catering e bolo dos noivos: Quinta da Quintã;
fato do noivo e acessórios: Hugo Boss;
vestido de noiva e sapatos: vestido Pronovias, sapatos feitos pelo pai da Daniela e jóias Barbara Goyri Jewellery;
maquilhagem: Daniela Reis Makeup Artist;
cabelos: Natália Moreira Cabeleireiros;
bouquet de noiva e decoração em casa: Florista Casa Orquídea;
decoração da igreja: Horto Flor do Campo;
ofertas aos convidados: Pão-de-Law (irmã da noiva);
fotografia: Pedro Lopes Photography;
vídeo: Edgar Félix Videos;
luzes, som e Dj: Dj Fi (André Montenegro) e Trio Town and Country.
À conversa com: Hugo Coelho – fotografia de casamento
Hoje conversamos com o Hugo Coelho, fotógrafo de casamentos, que assina como Hugo Coelho Fotografia.
Com a chegada de Setembro, retomamos a série de conversas longas com os fornecedores seleccionados Simplesmente Branco. Posso dizer que é uma das minhas rúbricas favoritas, porque é sempre fascinante conhecer o percurso de cada pessoa, as suas escolhas, a visão que tem sobre o seu trabalho e sobre o mundo, e como mostra tudo isso, naquilo que é a sua assinatura.
E é, também, uma óptima forma de vocês os ficarem a conhecer melhor e balizarem as vossas escolhas de fornecedor – feita esta primeira apresentação, o contacto que se segue já não será tão impessoal e estarão mais sabedores daquilo que gostam no seu trabalho.
Gosto muito da forma como o Hugo Coelho conta a história de cada casal, como constrói a narrativa do dia e nos passeia por ele, como se lá tivéssemos estado. Quando vejo as imagens que escolhe captar, para as preparar para a edição de um artigo, a selecção é sempre uma tarefa difícil, que exige tempo e desapego, mas faço-o com um imenso entusiasmo e expectativa, porque o ponto de vista do Hugo Coelho é fortíssimo e todos os elementos são essenciais e têm o seu lugar, não há uma hierarquia, nem uma formatação prévia, mas sim uma magnífica soma das partes: uma narrativa. Não há festas feias nem festas bonitas. Há pessoas, uma história, intuição, trabalho e talento.
Tem sido um imenso prazer ver o Hugo Coelho a traçar o seu rumo, em nome próprio. Aguardo os resultados desta época com imensa expectativa – serão sempre bonitas histórias de amor, tenho a certeza!


Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.
Estudei fotografia durante três anos na ETIC e quando terminei o curso fui estagiar para a Global Imagens, do grupo Diário de Notícias. Na altura não era bem a minha paixão, mas acabei por me deixar levar pelo fotojornalismo que se tornou uma boa base para o que faço hoje: documentar histórias bonitas.
Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?
Sempre fotografei e gostei de fotografia de reportagem, trabalhei como fotojornalista e talvez daí tenha vindo a paixão pelos casamentos. Lembro-me de que, no jornal, era raro o serviço que fazia em que as pessoas quisessem ser fotografadas. Num casamento é diferente, todos estão lá para um propósito e os convidados gostam ser fotografados. Com esta premissa, é mais fácil trabalhar.
Este é o meu sexto ano a fotografar casamentos a tempo inteiro!
Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?
Quando comecei a fotografar, via muitos blogs, participava em grupos de fotografia e consumia muita fotografia de casamento, mas acabei por me distanciar um pouco e ganhar espaço para não pensar em trabalho ou pontos de comparação (que nos fazem sempre duvidar do nosso trabalho). Penso que isso é o mais importante para mim. Gosto muito de pintura, de ver exposições e cinema (em casa e sem pipocas a estalar nos ouvidos), gosto de andar de mota e encontrar sítios perdidos para fotografar e, claro, a família e os amigos, são a melhor inspiração.

O teu trabalho tem sempre uma narrativa e um ponto de vista que eu acho muito especial. Como construíste essa tua assinatura?
Acho que não inventei nada, apenas descobri uma fórmula que resulta para mim, que me faz sentir mais realizado e que tem sentido para mim enquanto fotógrafo. Tento dar a perspectiva de um convidado muito próximo do casal, que está em todos os momentos importantes do dia. Não procuro uma fotografia “sem palavras”, procuro uma história contada em imagens que seja coerente e agradável de ver.
Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?
Boa pergunta, o pequenino cá de casa faz as delícias para uma boa pausa no trabalho. Observar uma criança a explorar e sentir coisas pela primeira vez é um bom passatempo!
De Lisboa para o mundo, ou o mundo em Lisboa: fotografar fora do país é diferente de fotografar cá dentro?
Existem tradições diferentes e isso é um dos pontos fascinantes neste assunto, mas acima de tudo penso que sejam os locais, adoro viajar e conhecer novos sítios! Por vezes estar sempre a ver a mesma coisa por mais bela que seja atrapalha a (minha) criatividade!


Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?
Tento ser o mais sincero naquilo que faço e como consequência, o tipo de clientes que vêm ter comigo são os que se revêem nas minhas fotografias. Acho que essa é a melhor maneira de criar uma primeira ligação.
Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?
Prefiro os casamentos mais pequenos, são mais intimistas. Tenho vindo, cada vez mais, a fotografar sozinho e acaba por ser mais difícil fotografar eventos grandes. Cerimónias emotivas são genuínas, a minha fotografia vai muito em busca disso e duma boa festa, claro!
Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?
A melhor parte, sem dúvida, é conhecer outras pessoas e estar em sítios novos. O mais difícil é perder alguns momentos com aqueles de quem gostamos. Cada vez mais tento fazer um bom equilíbrio entre estes dois planos, pessoal e profissional.
Não procuro uma fotografia “sem palavras”, procuro uma história contada em imagens.
Os contactos detalhados do Hugo Coelho Fotografia estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, com o seu trabalho mais recente e contactem directamente o Hugo Coelho através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!