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Marta Ramos

Damos as boas-vindas: The Breeders!

As boas-vindas de hoje são dadas ao Vítor Barros e à sua The Breeders!

Vítor Barros trabalha como fotógrafo e videógrafo desde 2008, tendo desde então acumulado diferentes experiências e construído, com essas aprendizagens e com a sua própria intuição e percepção estética, uma abordagem pessoal aos casamentos. 2018 foi o ano de dar um grande passo e criar a sua marca, The Breeders, para poder pôr em prática a sua visão daquilo que devem ser as memórias em filme de um dia tão especial como o do vosso casamento: «Para mim, o mais importante é conseguir transmitir a felicidade que os noivos vivem, sendo o mais discreto possível. Sempre fiel à minha estética, mas adaptando-me a cada casal.»

Gostamos de captar momentos. Esses momentos que ficam guardados para sempre. Fazer parte de um momento tão especial é muito importante e gratificante para nós.

A equipa orgulha-se de fazer rir e chorar de felicidade com os seus trabalhos. Inspirando-se no trabalho de outros videógrafos, em cada casal e nas suas experiências diárias, querem continuar a contar histórias, as vossas histórias, sempre com o objectivo de se tornarem cada vez melhores.

 

A partir de agora, acompanhem também os nossos posts acerca do trabalho dos The Breeders.

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado The Breeders para verem mais vídeos e saberem um pouco mais sobre este nosso novo fornecedor sleccionado. E falem com o Vítor, ele está à espera de vos conhecer e de contar a vossa história.

 

Vítor, bem-vindo ao Simplesmente Branco!

Susana Pinto

À conversa com: Quinta da Quintã – espaço para casamentos

Hoje conversamos com a Joana Coelho, da Quinta da Quintã – espaço para casamentos.

E que bela conversa esta, como vão descobrir.

Conheci a Joana quando visitei uma das edições do seu Wedding Weekend, há uns anos largos. Fiquei impressionada com tudo o que vi – o investimento real, palpável, da apresentação da Quinta da Quintã aos seus potenciais clientes (flores frescas e bonitas, estacionário variado e completo, cocktail gostoso e acabado de confeccionar, bolos dos noivos para ver e para provar), o gosto nos detalhes, a qualidade e atenção do e no serviço.

Mantive o contacto e o namoro, e fiquei muito feliz quando decidiram juntar-se ao Simplesmente Branco. Porque prestam um serviço de excelência e têm um trabalho óptimo, e porque olhamos para muitas coisas (as fundamentais), da mesma forma.

No último ano temos conversado bastante sobre isto de trabalhar no mercado de casamentos, sobretudo nos dias de hoje, e vamos partilhando as nossas reflexões. Ler, com detalhe, sobre o caminho que percorreram, as escolhas que fazem e o que os move e entusiasma, é abrir a porta de uma casa de sonhos, a Quinta da Quintã, e uma bela lição de profissionalismo.

 

Sabermos ler bem o nosso cliente, estabelecermos com ele esta relação de grande empatia e confiança, e, até, sabermos antecipar as limitações com que nos vamos deparar no futuro para conseguirmos concretizar esta ou aquela visão que ele nos traga, são valências essenciais no nosso trabalho. Conseguirmos manter-nos à tona, com a frescura e o tempo que a relação com cada cliente exige, em tempos em que os eventos se sucedem rapidamente, são desafios diários que procuramos vencer com uma organização e uma cadência de comunicação eficientes.

 

Vem de uma área criativa e está à frente deste projecto ambicioso e de imensa qualidade que é a Quinta da Quintã. O que a trouxe até aqui?

A Quinta da Quintã é uma quinta que está na minha família há muitos anos. A quinta original foi totalmente restaurada e ampliada para acolher a realização de eventos, projeto encabeçado pela minha mãe durante os primeiros anos. A dada altura eu e o João, que vimos ambos de áreas criativas, fomos desafiados pelos meus pais a integrar a equipa, a trazermos eventualmente uma abordagem refrescante a um projeto grande, num mercado imenso e cada vez mais exigente. Na altura tínhamos um atelier de design e outros projetos paralelos, também relacionados com as nossas áreas de estudo – eu tenho formação em design nas Belas Artes e o João em marketing e publicidade – e admito que foi uma decisão difícil, a de darmos este mergulho numa área que nos era um pouco estranha, o mercado dos eventos, e mais propriamente dos casamentos (na verdade, apesar de estarmos juntos há muitos anos, nem sequer éramos casados na altura). Mas o convite soou-nos a desafio, a mergulharmos juntos numa aventura nova – quase sempre trabalhámos juntos, curiosamente -, numa plataforma onde poderíamos aprender coisas, aplicar conhecimentos, dar asas à criatividade e trabalhar com amor, o Amor. Aqui podemos ser tantas coisas, podemos desenhar, esculpir, ilustrar, criar, conhecer pessoas, inspirar, concretizar visões e sonhos, sempre no plano do Amor. E assim foi: viemos já há 11 anos e foi-nos impossível não ficar.

 

 

 

 

A imagem de marca da Quinta da Quintã é, na minha opinião, um estilo moderno, elegante, muito romântico e versátil. Concorda com esta definição?

É muito interessante ouvir esta definição, vinda de alguém que respeitamos muito. A questão da definição de um estilo e de uma visão que oriente o nosso percurso é uma discussão muito interessante e que sempre me preocupou, quer no meu trabalho enquanto designer, quer no meu trabalho de organização e styling de eventos. Eu e o João conversamos bastante sobre esta dualidade que sentimos na decisão de manter um estilo definido ou de ir ao encontro das pretensões do cliente neste trabalho que, além de ter uma forte componente criativa, serve o propósito de uma outra pessoa que não o próprio criativo. É um facto que trabalhamos e criamos para alguém. Mas também é facto que em primeira instância trabalhamos para nós, construímos o nosso percurso, e temos de ser fiéis ao nosso estilo, à nossa verdade. Só assim conseguimos distinguir-nos como “marca”, afirmamos a nossa identidade num mercado tão saturado e nos oferecemos como uma alternativa para quem procura algo especial. Dito isto, creio que os conceitos de elegância, romantismo e versatilidade definem muito bem o que procuramos oferecer em todos os eventos que criamos. São conceitos base, e de natureza abrangentes, sobre os quais assentamos e concretizamos a visão de quem nos procura, obtendo neste diálogo resultados muitas vezes surpreendentes.

 

Esta assinatura faz parte do ADN do espaço, ou é algo que escolheram como tendência e tema para este ano? Porquê?

Creio que já faz parte da natureza do espaço, que se impõe muitas vezes como a base de construção do próprio evento, mas sem esquecer que o espaço também tem, ele próprio, vindo a evoluir, resultado da nossa leitura das tendências e da nossa própria evolução. Conhecemos instrinsecamente o que temos e sabemos o que não temos ou o que não queremos ter – não temos um celeiro em Inglaterra, nem uma esplanada na praia, pelo que não temos o objetivo irreal de oferecer todas as propostas, mesmo que estas surjam como tendências. Queremos que o nosso espaço surja como uma bela tela sobre a qual o cliente consiga projetar a sua visão e que, a par do espaço, o cliente encontre em nós os parceiros ideais e a inspiração para levá-la ainda mais além.

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait-divers?

As tendências são, sem dúvida, um assunto de trabalho. Cada vez mais, e ainda bem, eu diria. A área dos casamentos tem vindo a evoluir vertiginosamente ao longo dos últimos anos e muito por responsabilidade da democratização e crescente acesso à informação e às ditas tendências. Hoje estamos a um “clique” do que se faz hoje do outro lado do mundo. Estamos dentro das salas mais requintadas, assistimos aos eventos mais intimistas, aos mais glamorosos, e aos mais radicais. Isto ensina-nos coisas, faz-nos pensar nelas, abrir o nosso leque de possibilidades e, em última instância, refinar a nossa própria visão. Isto dá-nos muito mais trabalho, mas um trabalho mais interessante, mais desafiante. Abre-nos mesmo a possibilidade de sermos, nós próprios, definidores das tendências. Nós e o que projetamos do nosso trabalho, fruto da relação e do diálogo com os noivos. Naqueles momentos mágicos em que se alinham perfeitamente os gostos e as vontades, a nossa verdade, a visão e a capacidade de execução, alguma liberdade e em que todos os elementos se conjugam num resultado capaz até de nos surpreender, a nós, os intervenientes desta criação, surge algo incrível e digno de ser considerado como definidor de tendência, e está ao nosso alcance ocupar esse espaço.

 

 

 

 

Ter o controle das decisões é importante? Tem uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como quer que o seu espaço e trabalho sejam mostrados e vividos, ou é o prazer discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que lhe interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

Tenho alguma dificuldade em dar uma resposta simples a esta pergunta. Se por um lado, a Quinta da Quintã sempre se posicionou no mercado como um espaço em que o convite feito aos noivos é o de personalizarem – definirem como querem que seja a relação e o percurso connosco, escolherem as equipas com que querem trabalhar, terem um voto sobre a maioria dos aspectos do nosso trabalho, desenharem connosco o seu dia à sua imagem – e que surge ele próprio como o resultado de um diálogo constante entre mim e o João, e entre nós e os outros, tenho uma tendência perfeccionista e de controlo e sinto, admito, dificuldade em assumir as cedências a que esta flexibilidade que oferecemos nos obriga por vezes. É certo que nem sempre nos identificamos com esta ou aquela escolha dos noivos, mas acredito que nos cabe a nós dirigir esta relação de forma a encontrar o equilíbrio entre os dois universos, sempre que eles se desencontram. É aqui que reside o maior desafio do nosso trabalho e é neste equilíbrio que nos conseguimos afirmar como uma alternativa distintiva, na qual a relação com o cliente é primordial.

Não posso, porém, deixar de admitir que uma das nossas vontades neste momento é dirigir o projeto Quinta da Quintã para uma posição em que alcancemos o melhor dos dois mundos: chegar cada vez mais aos clientes com que mais nos identificamos, aqueles que partilham a nossa visão, o gosto e o estilo que temos traçados para o futuro da Quinta da Quintã e com eles viver esta experiência de discutir, crescer e aprender ainda mais sobre o que queremos para este projeto. Fazer cada vez menos cedências, estreitar cada vez mais as escolhas, obter resultados cada vez mais diferenciadores e uma identidade cada vez mais coesa.

 

Onde busca inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Sempre fui uma pessoa muito distraída dos detalhes do que me rodeia mas ao longo do tempo fui-me forçando a prestar-lhes mais atenção. Pode parecer uma afirmação idílica ou cliché mas a natureza é uma grande fonte de inspiração, se soubermos como olhar. Os quadros naturais oferecem-nos imagens incríveis, ao nível da combinação de cores e da composição, por exemplo. Muito do que se faz e do que está na moda não são mais do que reinterpretações interessantes do que nos rodeia, aplicadas a diferentes contextos e em diferentes locais. Além disso devoro imagens, novas propostas, o que se faz bem, lá fora e cá dentro, – o Simplesmente Branco é um excelente exemplo disso – quer no âmbito dos casamentos, quer noutras áreas artísticas. Inspiro-me no trabalho dos meus amigos, no design, na moda, na arquitetura, na modelação de espaços. Inspiro-me nos clássicos, que correm sempre bem e que perduram no tempo. Inpiro-me nas minhas conversas com o João. E por último, e não menos importante, inspiro-me nos meus noivos, no que me trazem de novo, nas suas ideias mais pessoais. Gosto de percorrer lojas, de procurar novidades e de encontrar soluções para materializar essas ideias.

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refresca a mente e o olhar?

Não é fácil desligar-me do trabalho, já que quase tudo à minha volta parece estar ligado a este mundo dos casamentos. Trabalho com o meu marido, o João, com a Tânia – minha cunhada e melhor amiga -, com a minha irmã Diana. A minha outra irmã, Ana, e o meu cunhado Zé, têm um projeto de vídeo também ligado à mesma área. O espaço tem ligações inegáveis à família. A própria equipa QQ já vem, quase na íntegra, dos primeiros tempos do projeto, pelo que é quase uma segunda família. Mantenho relações de amizade com muitos dos meus clientes. Mas é muito importante para mim conseguir por vezes desligar esta ficha. Viver a minha filha. Viver o meu marido. Viver os meus amigos. Conviver, sair, conhecer sítios novos, ter experiências diferentes, envolver-me em projetos noutras áreas, com outras pessoas, continuar o trabalho como designer gráfica, desenhar. No fundo parar, fazer coisas que nada (e tudo) tenham a ver com este universo, ajuda-me a voltar mais leve, com uma ideia mais clara do que pretendo fazer aqui, e a regressar sempre a esse caminho das intenções, do qual às vezes nos desviamos por força da intensidade do trabalho. Mesmo no que respeita à Quinta enquanto espaço físico, optamos por parar todos os anos durante uns meses de forma conseguirmos um distanciamento que nos permita lançar um olhar crítico e limpo sobre o espaço e a imagem. Paramos, pensamos e agimos em conformidade com o que pretendemos obter no espaço, isto sob a forma de pequenas (ou grandes) remodelações e alterações. Este sistema permite-nos assegurar uma evolução constante e refrescar a nossa própria experiência, que é por vezes demasiado intensa.

 

 

 

 

Como é o seu processo de trabalho, como cria uma ligação aos seus clientes?

Quem conhece a forma de trabalharmos, sabe que uma das componentes mais importantes e substanciais da nossa afirmação como equipa, é a relação que desenvolvemos com os noivos. Isto vale desde a primeira abordagem, feita pelo João, que recebe tão bem todos os clientes e potenciais clientes, e que acaba por ser o nosso rosto, a primeira impressão que a Quinta da Quintã deixa em quem nos procura; passa pelo acompanhamento dos noivos, organização e styling do evento, a meu cargo e da Tânia Almeida, pelos elementos que integram as nossas equipas de apoio comercial, manutenção, decoração e cozinha – tão importante -, e culmina na relação que os nossos colaboradores de sala estabelecem com noivos e convidados no dia do evento. Somos um espaço absolutamente aberto a todas as pessoas e procuramos desenvolver uma relação próxima com quem nos procura para realizar um dia tão importante na sua vida, e que acaba por acontecer de forma muito natural. Compreendo quem opte por manter a ligação com o cliente numa esfera mais profissional, mas nós não somos assim. Nós queremos sentir-nos próximos. Esta é uma área de atividade muito intensa e exigente, quer física, quer emocionalmente, em que o nível de drama é sempre muito elevado. Em boa verdade, estamos sempre a trabalhar para o dia mais importante da vida de alguém e essa carga é incontornável. Um relacionamento de proximidade atenua esta dimensão, anula eventuais barreiras e traz uma excelente energia ao trabalho. Sabermos ler bem o nosso cliente, estabelecermos com ele esta relação de grande empatia e confiança, e, até, sabermos antecipar as limitações com que nos vamos deparar no futuro para conseguirmos concretizar esta ou aquela visão que ele nos traga, são valências essenciais no nosso trabalho. Conseguirmos manter-nos à tona, com a frescura e o tempo que a relação com cada cliente exige, em tempos em que os eventos se sucedem rapidamente, são desafios diários que procuramos vencer com uma organização e uma cadência de comunicação eficientes. No final de contas, podemos orgulhar-nos de dizer que já fizemos muitos e bons amigos junto dos nossos noivos, e creio que esta afirmação será mútua.

 

Qual é a melhor parte de decorar um casamento? E o mais desafiante e difícil?

Para mim é o processo de pegar num fio que nos é dado pelos clientes e desenrolá-lo com mestria até onde conseguirmos, com vista a um resultado surpreendente. É juntarmos um conjunto de ideias e elementos e construirmos algo coeso, bonito, uma imagem, um ambiente, a base para uma festa de sonho. É a reação dos noivos quando chegam e vêem o nosso trabalho. É o telefonema que recebemos no dia seguinte. É a nostalgia boa que fica. E é percebermos que o nosso trabalho toca a vida de muitas pessoas de uma forma boa, bela. Que ajudamos a criar dias únicos, irrepetíveis, marcados por muita cumplicidade e amor. O mais difícil é contornar as limitações que o mundo real impõe, conseguir o equilíbrio entre o que é instagrammable e o casamento real, com um serviço real e muito sério, com convidados reais e um mundo de detalhes e esforços que têm de fluir e funcionar.

 

Qual foi o casamento em que mais gostou de trabalhar? Porquê?

Acho que é impossível destacar um só casamento. Ao longo destes anos houve muitos e maravilhosos eventos que me marcaram pelas mais variadas razões. Ou pelos noivos que conhecemos por aqui – temo-nos cruzado com pessoas verdadeiramente surpreendentes ao longo do nosso percurso na QQ – ou pelos que já conhecíamos – tivemos o privilégio de participar no casamento de grandes amigos e de alguns familiares queridos – ou por ter sido um evento difícil, com um nível de exigência mais desgastante, e que correu tão bem, ou por ter sido um projeto desafiante, em que conseguimos fazer algo realmente diferente, genuíno, marcante na nossa história.

 

 

 

 

Escolha uma imagem favorita do seu portfolio e conte-nos porquê:

A ter de escolher uma imagem, escolho esta fotografia do João Almeida, porque é bonita e homenageia de forma singela alguém muito especial, de quem nos lembramos sempre. Este foi um dia feliz.

 

Quinta da Quintã - espaço para casamentos

 

Os contactos detalhados da Quinta da Quintã estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem o João Carvalho de Almeida directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Um destination wedding em Sintra, por Flor de Laranjeira

A serra de Sintra por si só já é um cenário mágico, com recantos de se nos cortar a respiração. É difícil não nos perdermos por entre a beleza daquela vegetação mística. Foi exactamente isso que fez com que a Suzanne e o Raul, um casal muito descontraído e divertido que optou pelo nosso país para juntar os seus entes queridos vindos de dois lados opostos do planeta, se apaixonassem pela Quinta de São Thiago e quisessem, juntamente com os seus familiares e amigos, dizer ali o “sim”. «A Suzanne teve, como em todo o conto de fadas que se preze, uma fada-madrinha ajudante, a irmã, que durante todo o processo agilizou os pormenores e fez com que tudo ficasse ao gosto dos noivos», conta-nos a Teresa, da Flor de Laranjeira, escolhida pelos noivos para assegurar que o seu dia feliz tivesse as mais belas das flores.

E teve, mesmo: «Os noivos sabiam que queriam uma mistura de cores fortes para marcar e contrastar com a o verde da quinta: vermelhos escuros, salpicados a brancos, misturados com texturas e formas onde o azul profundo e o cinza das folhas de senécio se fizessem notar.  Foi uma cerimónia recheada de charme e bom gosto.»

Venham daí até Sintra, através da lente da Golden Days Wedding Photography.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Flor de Laranjeira nasceu da união de dois amores: a designer de interiores por formação dá a mão à florista por criação e juntas dedicam-se ao desenho com flores. A inspiração vem da paixão: trabalham com flores frescas, de preferência sazonais e nacionais. Desde o ramo de noiva e complementos, aos locais de celebração e festa, tudo é permitido e possível, tendo como única condição o respeito pela essência da flor​. E do amor, claro.

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer em ouvir as vossas ideias e conhecer os vossos gostos, para depois traduzi-los em flores.

Marta Ramos

Dança comigo, por Diana Nobre

Diana Nobre fotografa para expressar emoções, sentimentos e estados de espírito. Daí que se sinta privilegiada de cada vez que um cada casal que lhe dá a conhecer a sua história. Nessas histórias que capta, o seu objectivo, o seu maior desafio, é chegar a um resultado final que permita reviver todos aqueles sentimentos genuíno, puros, de duas pessoas que se amam e que estão tremendamente felizes.
A sessão que vos trazemos hoje foi fotografada nos arredores de Lisboa, num dia de um calor insuportável, e isso é relevante porque não há nada nestas imagens que denuncie o desconforto de estar em campo aberto, sem uma única sombra, debaixo de 47ºC. A boa disposição do casal superou as condições desagradáveis e depois, claro, o talento da Diana transformou todas essas energias num registo etéreo, ultra romântico e muito livre. “Livre” é a palavra-chave desta fase da carreira da fotógrafa, que tem procurado incutir cada vez mais nos seus trabalhos a sua visão do amor e do mundo: «Eles tinham um mimo incrível, não precisei de dizer quase nada, limitei-me a segui-los. Faziam tudo espontaneamente, estavam super à vontade, divertiram-se imenso com a sessão. Foi um prazer trabalhar com este casal e com a equipa fantástica que me acompanhou, num sítio que eu andava a namorar há tempos e que reproduz o tipo de cenário que eu procuro, sem clichés.»

O sítio, talvez tenham reparado, é o mesmo da última sessão da Diana Nobre que aqui vos trouxemos, lembram-se?

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Créditos:

 

fotografia: Diana Nobre

wedding planner e design: As you wish

maquilhagem: Sara Castro Make Up

vestido de noiva: Madbridal

flores: Magdala

brincos: Cata Vassalo

carro: Freixo Clássico

Marta Ramos

Wise words: Como escolher o vestido de noiva?

Este é um dos assuntos que mais espaço mental vos ocupa desde o dia do pedido – ou, muito possivelmente, desde antes disso. O vestido perfeito – eis aquilo com que todas as mulheres sonham para o dia do seu casamento. Mas como encontrá-lo? Hoje as nossas wise words são dedicadas a essa tarefa, e contamos com a assessoria de uma especialista na matéria, a Sara Silva, da Vestidus. As fotos são da colecção de vestidos de noiva Rembo Styling 2019, que a Sara já recebeu para vos dar a ver ao vivo.

Ora bem, mesmo que já tenham uma ideia do estilo de vestido que gostariam de usar, mesmo que até já tenham acompanhado uma amiga ou uma irmã ao longo do processo de escolha, das provas, etc, esta é a vossa hora da verdade. E, como em todas as rubricas contidas nos preparativos para o grande dia, o primeiro passo é tudo menos romântico – mas é incontornável: o orçamento. O custo do vestido de noiva não deve ultrapassar 10% do vosso orçamento total e deve ser definido desde o primeiro momento em que começaram a fazer contas. Sejam fiéis a esse valor e resistam à tentação de transgredir – por exemplo, procurando apenas vestidos dentro dos valores previstos.

Já têm o quanto; agora vamos ao quando: 9 meses de antecedência para vestidos de catálogo e de 6 a 8 quando se tratar de um vestido feito de raiz. O processo incluirá sempre várias provas (duas ou três, pelo menos), com a última nas semanas que antecedem o grande dia.

Quanto, quando… e como? Responde a Sara«Pesquisar imagens, inspiração. É importante que pesquisem de forma a se identificarem com um determinado estilo ou corte. Numa primeira fase, não importa saber se esse é o estilo que mais a valoriza. Esse momento fica guardado para quando visitarem uma loja e tiverem oportunidade de experimentar os vestidos. Identifiquem o estilo que mais gostam e quais as lojas que têm esse tipo de modelo que vai ao encontro do vosso gosto, localização e orçamento. Depois é o momento de agendar visitas.»

 

Vestido de Noiva Rembo Styling Colecção 2019 - na Vestidus Atelier

 

 

Tenham presente que as colecções começam a chegar às lojas no fim do verão, sendo essa a melhor altura do ano para lançar a ‘operação vestido’. Ainda agora anunciámos a chegada da colecção de vestidos de noiva La Sposa 2019 à Vestidus, repararam?
Bem, então e que tipo de informações devem fornecer quando marcarem um atendimento numa loja da especialidade? Na Vestidus, eis o que vos pedirão:
1. Que tenham confirmada a data do casamento.
Pode parecer óbvio, mas é o factor que pode determinar se um modelo está disponível ou não para entrega a tempo do grande dia.
2. Qual o orçamento máximo que definiram para o vestido de noiva.
3. Quais os modelos de que mais gostaram no site ou nas redes sociais da loja.
«O site e as páginas de Facebook ou Instagram são hoje o cartão de visita de um empresa e torna-se ainda mais importante no caso de uma loja de noivas. Pedimos sempre que nos enviem as imagens dos modelos que mais gostaram do nosso site e tentamos mantê-lo atualizado. Fazer essa pesquisa, mesmo no caso das lojas em que não lhe pedem essa informação, ajuda-a a ter uma ideia do tipo de modelo que vai encontrar e dessa forma seleccionar os modelos e as lojas com que mais se identifica», explica a Sara.

Quando chegar o dia da primeira ida à loja, levem mente aberta e disponível para experimentar as sugestões que vos apresentarem.

Temos muitas noivas que nos agradecem por sugerirmos vestidos que à partida não fariam parte da sua escolha, mas que acabam por ser os eleitos. – Sara Silva

Levem companhia, se quiserem partilhar a emoção e se precisarem de segundas opiniões: a mãe, a irmã, a melhor amiga ou quem mais sentido fizer para vocês. «Na Vestidus, não recomendamos mais do que 3 pessoas por prova. Partilhamos a opinião de várias lojas de vestidos de noiva internacionais, como a Kleinfeld Bridal do programa ‘Say yes to the dress’: “Bringing more than 3 others can take the focus off of you.”»

Levem também uns sapatos com a altura de salto que pretendem usar no dia do casamento, e lingerie confortável, de preferência cor de pele, sem alças e sem costuras. Nas últimas provas já deverão usar os acessórios definitivos, mas sobre isso receberão o devido aconselhamento na loja.

 

 

 

O que é que devem ter em conta, sempre? Aquilo que mais vos favorece, claro, e um bom especialista poderá aconselhar-vos mesmo antes de experimentarem seja o que for; o vosso conforto (afinal, vai ser um dia longo e muito activo); e aquilo que não vos transforme em algo que não são. Procurem ver no espelho, como canta tão bem a Fiona Apple, a better version of me. Temos um artigo de wise words dedicado às meninas plus size, com ideias muito boas da blogger e fotógrafa Joana Cardoso – não deixem de lê-lo.

Se não acertarem à primeira, nada de nervos, e essa ideia feita de que quando vestirem o vestido certo, saberão, é um mito: o vestido certo é tão só e apenas uma segunda pele. E isto significa que flui convosco e que vos deixa um sorriso e brilho no canto dos olhos. Se acontece à primeira, se precisa de 7 provas ou vários dias para decidir, não conta na equação e é apenas a vossa personalidade (e instinto!), a funcionar.

Ao reservarem o vestido, é-vos solicitado um depósito. A loja fará a encomenda ao fabricante e dir-vos-á a data estimada de chegada. Podem ser rápido ou demorar alguns meses, por isso não desesperem. Assim que o vestido chegar, serão contactadas para agendarem a prova, os ajustes e a entrega.

Chegaram aqui e esta conversa toda só vos cria anticorpos? Tules, rendas e vestidos de princesa não vos dizem nada…? Repetimos, nada de nervos! Este é um dia especial, e o que se quer, são as melhores versões de cada um dos envolvidos. – Queres casar comigo?

Se as lojas de vestidos de noiva não são a vossa cara, então têm aqui uma oportunidade de ouro para mergulhar nas colecções de pronto-a-vestir que sempre desejaram conhecer melhor. Escolham algumas marcas mais sofisticadas e materiais de qualidade superior, façam o vosso trabalho de campo e depois é só ir experimentar. Basta caprichar nos acessórios, poucos e bons, para que a magia aconteça!Save

Susana Pinto

Laura + Israel: do outro lado do Atlântico, com amor

O casamento bonito que vos trago hoje vem do outro lado do Atlântico. É o mais bonito dos dias da Laura + Israel, fotografado pelo Danilo Siqueira.

Sigo o trabalho do Danilo, fotógrafo brasileiro, há anos, à conta do vestido voador da Maria Paula, uma delícia de história e de imagem.

E se o trabalho é bom, a pessoa é ainda mais interessante: o Danilo tem um sentido de humor bestial e a pertinência e doçura dos  seus comentários mantém-me atenta ao que faz.

Foi assim que conheci a Laura + Israel: um relato live de uma sessão de namoro surpresa, gravado a partir de um telefone que descaíu no bolso apontando para o lado e toda uma história de amor bonita que o levou lá. Só visto!

Não resisti a esta história e trouxe-os até aqui. As diferenças de cá para lá são grandes , mas o amor é universal. E os sorrisos, os sorrisos…

Bom fim-de-semana!

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos um dia cheio de pessoas queridas, com muita música, e que fizesse todos pensarem em Jesus, que é o centro do nosso relacionamento.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Não sabíamos o que viria pela frente durante a organização, mas nos sentíamos seguros porque contávamos com o apoio de nossas famílias e amigos, que realmente fizeram toda diferença!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

No dia 19 de Agosto de 2017. Foi o dia em que marcámos a data do casamento. Já tínhamos escolhido o salão, o buffet e o decorador, e precisávamos de uma data em que todos estivessem disponíveis. Queríamos em Setembro e o buffet já estava praticamente sem datas. Mas nesse dia, liguei para a dona do buffet (Juliana) e ela me disse que, na noite anterior, uma noiva havia cancelado sua reserva e eles poderiam nos atender no dia 8. Felizmente, os demais fornecedores também podiam e, assim, fechámos a data! Foi muito emocionante e tudo pareceu mais real a partir de então!

 

 

 

 

 

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

O resultado superou em muito o que esperávamos! Contámos com a ajuda de muitas pessoas, nossos familiares, padrinhos, floristas, pastores e outros amigos. Também contratámos uma cerimonialista e tivemos muita ajuda do nosso decorador, que é uma pessoa incrível.

 

 

 

 

 

 

 

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Era fundamental que tudo tivesse a nossa cara e que remetesse à nossa fé, que é o que temos de mais importante. Era essencial que a gente falasse de Jesus. Somos cristãos e entendemos que o casamento é bênção de Deus.

Não nos importávamos com luxo, nem fazíamos questão de requintes. No final das contas, tivemos muito mais do que esperávamos e a festa foi linda!

 

 

 

 

 

 

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Na organização, o que foi mais fácil foi a escolha de alguns fornecedores que já tínhamos em mente, ou que nos conquistaram logo de primeira. Deus foi encaixando tudo e colocou no nosso caminho profissionais e pessoas maravilhosas, que contribuíram demais para a alegria desse dia!

O mais difícil foi fazer a lista de convidados. Havia muitas pessoas que queríamos convidar, além das que de fato estiveram connosco no dia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

A hora de entrar na igreja e a hora de ler os votos. Estávamos esperando muito por isso, para nos encontrarmos e dizermos as palavras que preparámos para essa ocasião tão significativa!

 

 

 

 

 

 

 

 

E o pico de diversão?

O primeiro momento mais divertido foi quando nossos pais cantaram uma música juntos, antes da saída dos padrinhos, e todos na igreja se levantaram pra acompanhar. Foi contagiante e tinha tudo a ver com o que queríamos para a cerimónia. Outro momento muito especial foi o do ensaio de fotos entre a cerimónia e a recepção, que fizemos na igreja. Já estávamos mais tranquilos e muito muito felizes mesmo! Por fim, precisamos destacar a parte da festa em que o Israel, que é baterista, tocou com seus amigos músicos e todos se divertiram demais!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Um pormenor especial…

Algo muito especial foi a participação dos nossos avós nesse dia. Eles estavam sentados no primeiro banco da igreja e estavam verdadeiramente felizes connosco! Que presente incrível!

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Apenas voltaríamos no tempo para reviver tudo mais umas mil vezes! Foi absolutamente perfeito!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Aproveitem a fase de planeamento, mas, acima de tudo, pensem no que vem depois. O casamento não é (apenas) o evento, mas, principalmente, a convivência que se segue a ele. É muito importante que os noivos estejam preparados para as mudanças na rotina, para a dedicação mútua e para a edificação de um relacionamento saudável e duradouro, que pode demandar mais compromissos do que pensamos inicialmente. O casamento não serve pra “me fazer feliz”, mas é uma caminhada que se divide, somando-se as forças, multiplicando as alegrias e o crescimento de ambos na direção dos seus propósitos. Especialmente quando Deus faz parte disso.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Letícia Nakata;

local: Spazio A Eventos;

catering: Buffet Happy Night;

bolo dos noivos: Miriam Bueno;

bolo cenográfico e doces: Elizete Doces Finos;

fato do noivo e acessórios: Noivas Ideias;

vestido de noiva e sapatos: vestido Villa Novia, sapatos Carmen Steffens;

maquilhagem e cabelos: Juliana Mello;

bouquet de noiva e decoração: Mário Quatrina;

fotografia: Danilo Siqueira – Let’s Fotografar;

vídeo: Bruno Nogueira Filmes;

luzes, som e Dj: iluminação Dj Sidnei, som: Dj Caio, banda Kleber Gaudêncio, Fernando Lima, Douglas Michelini, Pedro Bueno, Fabíola Alcântara, Daniel Magalhães e Israel Reinaldo.