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Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva é feito de tons mais escuros, com uma piscadela de olho ao Vinho do Porto e camadas suaves de tons de rosa.

Encontrei estes sapatos de noiva em camurça, com salto médio e uma cor fantástica. Um tom de rosa quase gelado de morango, mas mais seco e por isso, mais discreto e elegante.
E com um salto deste tamanho, até acreditamos que dão para dançar toda a noite, certo?

Vamos ao bolo dos noivos! Já repararam bem nestas bolachas com creme de caramelo e framboesas frescas?
Que show stopper, é o que vos digo! O que vos parece esta opção de porções individuais, absolutamente incríveis, como substituto do tradicional bolo dos noivos, servido às fatias? Os olhos também comem e este gesto individual é, claramente, um luxo e um sinal de total dedicação à arte de bem receber e surpreender os convidados mais sofisticados.

Fechamos com um belo bouquet de noiva, com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus. Orgânico, despenteado, e com umas cores muito inesperadas, mas perfeitas.

Bolo dos noivos com framboesa

Sapatos de noiva rosa

Sapatos de noiva rosa

Bouquet de noiva em tons de vinho

De cima para baixo, bolo dos noivos em porções individuais, com bolacha de caramelo, mousse de caramelo e framboesas frescas, de Maja Chocolat; sapatos de noiva em camurça em tons de rosa e salto médio, na H&M, por 49,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas, ranúnculos, lilazes e heleborus, de Ava Flora.

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

Susana Pinto

Casamento em Viana do Castelo: Sandie + Ricardo

Fechamos esta semana com assomos de primavera, com um casamento em Viana de Castelo, fotografado pela Diana Nobre e filmado pela equipa The Breeders.

É o mais bonito dos dias da Sandie + Ricardo, cuja cerimónia aconteceu no incrível Santuário de Santa Luzia, com todo aquele cenário épico e vista para o rio Lima e o mar, que tão bem conhecemos.

O resto é uma história de amor doce e um dia para lá de bonito, cheio de emoção e festa. Pelo meio, palavras sábias da Sandie e um vestido que é mesmo muito bonito e tão fresco!

Vamos a isto? Bom fim-de-semana!

 

CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia CAsamento em Viana do Castelo, fotografia de Diana Nobre Fotografia

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
O Ricardo é uma caixinha de surpresas e consegue surpreender-me sempre. Organizou e planeou tudo ao pormenor: esperou pelo dia 12 de Outubro, quando eu ia completar trinta anos.
Esse dia,para além de ser o meu aniversário, ficou marcado como sendo o meu último jantar académico. Sempre fomos muito ligados à vida académica, mas a nossa vida estava prestes a mudar e os nossos planos levar-nos-iam para outro destino. Estava na hora de largar a cidade onde tudo começou.

Trajada, de capa traçada, fui chamada ao palco, à frente de tudo e de todos. Cantaram-me os parabéns, soprei as velas e… logo de seguida vejo o Ricardo a segura-me na mão. Olhou para mim, pronunciou algumas palavras, exibiu uma caixa e pediu-me em casamento. A emoção foi tanta que demorei até expressar o “Sim” mais certo a minha vida.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Falávamos sobre o assunto há algum tempo. Na altura, estávamos juntos há 8 anos e achámos que seria especial marcar a data do casamento quando estivéssemos prestes a festejar 10 anos de vida em comum. E assim foi! Tivémos um ano e meio para preparar, com calma, um dos dias mais felizes das nossas vidas.

 

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Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
Quisemos escolher o espaço e a igreja rapidamente. Somos pessoas muito decididas e fomos visitar apenas um espaço. Era um espaço que eu já conhecia e, assim que entrámos, não tivemos dúvidas de que era ali que iríamos viver um marco. Para a igreja foi, precisamente, a mesma coisa. Sempre idealizei o Santuário de Santa Luzia, posicionado no cimo do monte, com vista panorâmica sobre Viana e o mar. É lindíssimo e único.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
Completamente fiel! O resultado final reflectiu totalmente a nossa personalidade.
Tomámos decisões a dois, sempre. Sabíamos perfeitamente o que queríamos: um ambiente elegante e sofisticado mas que, ao mesmo tempo, fosse simples. Queríamos que todos os pormenores e decisões tomadas retractassem, de alguma forma, a nossa personalidade.

 

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O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Ao longo de toda a organização tivemos sempre o cuidado de pensar no bem-estar dos nossos convidados. Fazia sentido, para nós, que as pessoas se sentissem confortáveis e felizes nesse dia. Articulámos tudo dessa forma, mesmo os alojamentos, de modo a simplificar a deslocação de todos. Enquanto noivos, era fundamental que nos sentíssemos confortáveis e elegantes. Tínhamos de nos sentir bem e sem limitações.

Não demos muita importância ao momento de atirar o bouquet! Optámos pelo formato tradicional.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
A igreja e o local da festa. O vestido e o fato. A decoração e o ramo. Tivemos ano e meio para pensar naquilo que não queríamos e quando chegou a hora de escolher… foi tudo muito fácil. Somos organizados e decididos.

Por outro lado, levei imenso tempo a encontrar as sandálias que idealizei! Sabia, exactamente, o que queria e, por vezes, isso pode dificultar-nos a tarefa. No meio de tanta procura e persistência consegui. Consegui as sandálias de sonho. Foi a única loucura que cometi, no meio de tantas escolhas, confesso.
O plano de mesa, também, não foi assim tão complexo! Requer alguma atenção mas foi simples de se fazer. No entanto, a gestão da lista dos convidados é bem mais complicada. É muito mais difícil priorizar e perceber quem é realmente essencial!

 

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Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A igreja. É impressionante a emoção que sentimos quando entramos na igreja. Ali estavam todos os que nos são queridos. Muitos viajaram horas para poderem estar presentes. O amor e estima que sentimos são imensos. Mas o momento em que nos olhamos, no altar, é o pico. Não há nada igual. É mágico e único.

 

E o pico de diversão?
Sem dúvida, a festa. A música e o ambiente festivo que todos proporcionaram. Nunca largámos a pista. Foram horas a dançar, a rir, a abraçar, a chorar e a brindar. Houve vários momentos surpresas, tal como a venda da liga (uma tradição que vem da família e do país onde nasci), o vídeo surpresa e um pedido de casamento! É verdade… se tinha de acontecer, tinha de ser no nosso casamento!

 

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Um pormenor especial…
Foram vários mas, o facto de ter sido penteada pela minha mãe no dia do meu casamento, foi muito especial. Penteou imensas noivas mas, nesse dia, estava a pentear a filha. Foi um momento só nosso.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Mudávamos. Lamentámos a atitude de um dos nossos fornecedores, num dia tão importante para nós. Tivemos de lidar com uma situação muito complicada e difícil de gerir emocionalmente. Mas… após algumas lágrimas e reconforto, por parte de alguns amigos, continuámos a festa!
Apesar de tudo, no que diz respeito ao resultado final, não temos nada a apontar.

 

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Algumas words of advice para as próximas noivas…
Keep it simple and keep calm… Sejam fiéis a vocês. Façam as vossas escolhas consoante o que idealizaram. É um dia que não se volta a repetir. No dia, deixem os pormenores de fora porque ninguém vai reparar neles, a não ser vocês. Aproveitem, ao máximo, a presença de todos. O dia é vosso!
A escolha dos fornecedores é muito, muito importante. Esclareçam tudo e tenham tudo muito bem definido e escrito, de forma a salvaguardarem-se em situações complexas.

 

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Os fornecedores envolvidos:

 

convites, materiais gráficos e lembranças para os convidados: DialReset;

espaço para casamento e decoração: Quinta Santo André:

catering e bolo dos noivos: Banquetes António Duarte;

fato do noivo e acessórios: Kapital (Homem);

vestido de noiva e sapatos: vestido Noiva Lusa e sapatos Guess;

maquilhagem: Márcia Dinora Makeup;

cabelos: Bia Cabeleireiras;

bouquet: Florista Bibela;

fotografia: Diana Nobre;

vídeo: The Breeders;

luzes, som e Dj: NR85-Wedding&Events.

 

Susana Pinto

Open day na Quinta da Casa Grande: estão todos convidados!

É já este sábado, entre as 15h e as 21h, que a Quinta da Casa Grande, em Melres, Gondomar, abre as suas portas e dá as boas vindas à Primavera e a todos os noivos de casamento marcado.

Este open day irá apresentar os novos menus do Palace Catering, dar a conhecer o espaço, com design de interiores de Paulo Lobo, e mostrar o trabalho bonito dos parceiros habituais.

Das 15h às 21h, vão poder degustar algumas das especialidades do Palace Catering, conhecer o seu serviço e ver propostas de decoração dos fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, como a Inspirarte, Por Magia, Romã Eventos e Jardin d’Époque, o trabalho fotográfico da dupla Lounge Fotografia e o fantástico serviço de iluminação de ambientes da Porto Festa.

Também vão estar presentes a Pilar Eventos, Crachá Wedding Agency, Saiotes, Sweet Soul, Music Beats, Jesus Peiro, Alecrim Flores e 50:50 Partytecture.

Resumindo, uma oferta de qualidade top num espaço a descobrir, com vista para o rio Douro. Prevê-se um dia cheio de sol, a entrada é livre, por isso, não deixem de passar por lá – vai ser óptimo!

 

casamento na QUinta da Casa Grande, em Gondomar.

 

Marta Ramos

Can you love me most: um vídeo We Love Film

Aviso: este é, possivelmente, o vídeo com mais lágrimas que alguma vez publicámos no Simplesmente Branco. Por isso, lencinhos à mão antes de carregarem no play – acreditem em mim. O ponto alto será, provavelmente, a reacção do noivo à entrada da noiva na igreja… mas o que não falta são emoções fortes! O próprio César, videógrafo da We Love Film, avisa: «Nos preparativos notávamos que algo muito especial iria acontecer, já havia nessa altura muitas emoções à flor da pele. A cerimónia foi, possivelmente, a mais emotiva que presenciámos até hoje. Para completar este dia de forma perfeita, fomos abençoados com uma luz maravilhosa.»
A Laíssa e o Villy decidiram celebrar a sua união num casamento intimista, na presença da família e dos amigos mais próximos, e escolheram Portugal para o fazer. O nosso país tem um significado especial para o casal brasileiro, porque foi sinónimo de separação entre os dois, durante os seus estudos – e agora é o local que volta a uni-los.
Escolheram a encantadora vila de Cortegaça, à beira-mar, no concelho de Ovar, pela hospitalidade que ali sentiram e pelo encanto que neles exerceu a Igreja de Santa Marinha, com a sua história (que remonta ao século XII) e a sua beleza. O facto do aniversário da padroeira coincidir com o aniversário da noiva foi o último sinal de que precisaram para tomar a decisão.
Cortegaça tem, de facto, tudo: a imponência do Atlântico, o aconchego das pequenas vilas portuguesas, a magnificiência do verde no Parque Ambiental do Buçaquinho, a história. A dada altura, no filme, poderão ver a impressionante fachada da igreja, toda revestida por azulejos azuis e brancos, representando São Pedro e São Paulo, São João Bosco, São Francisco de Assis, o Coração de Jesus e o Coração de Maria. É belíssima, um exemplar distinto da tendência que, desde o século XIX, se manifestou de forma particular na região de Ovar, onde grande parte das fachadas dos edifícios foram revestidas por azulejos.
Já há algum tempo que não tínhamos notícias do César Sousa, por bons motivos, por isso hoje é com grande entusiasmo que vos trazemos esta publicação. Não deixem de ver outros trabalhos We Love Film já aqui publicados – e falem com o César, ele vai adorar ouvir-vos e filmar-vos.
Preparados? Vamos a isto!

 

Créditos:
vídeo: We Love Film
fotografia: Luis Efigénio Photography
cabelo: Vanessa Campos Hair,Make Up&ArtNails
maquilhagem: Pretty exquisite Image Consulting
véu: Miss Mano
vestido de noiva: Almerinda Maria
terço: Mayra Gaibar Terços Exclusivos
fato do noivo: Aramis Menswear
camisa do noivo: Ricardo Almeida
laço do noivo: Borboletas by Lis
sapatos da noiva: Schutz

Marta Ramos

Alianças de platina, o rei dos metais precisos

A platina é um metal mais raro do que o ouro ou a prata, sendo classificada como metal nobre, e o seu processo de extracção também é particularmente trabalhoso, uma vez que se apresenta, na maior parte das vezes, misturada com outros metais. Estão reunidas as condições para que seja um metal bastante desejado mas também com valores mais elevados do que o ouro, por exemplo, a escolha mais frequente para as alianças de casamento.
Ainda assim, assinala-se a tendência crescente da escolha de alianças de casamento em platina – sobretudo pelos casais que preferem a cor prateada à cor dourada. A platina apresenta algumas vantagens em relação ao ouro branco: o seu tom natural prateado é muito bonito e intenso, não necessita de banho de ródio para ficar brilhante e oxida muito dificilmente, pelo que as alianças se mantêm como novas à medida que o tempo passa.

A platina tem o estatuto de rei dos metais preciosos, é mais duradouro que o ouro e é considerado um metal cheio de magia. – Romantis

A Romantis inclui no seu catálogo uma colecção de alianças de platina com modelos muito elegantes, diferenciados por pequenos detalhes, para que encontrem exactamente aquilo que procuram.
Aliança de casamento de Platina da Romantis Aliança de casamento de Platina da Romantis Aliança de casamento de Platina da Romantis Aliança de casamento de Platina da Romantis Aliança de casamento de Platina da Romantis Aliança de casamento de Platina da Romantis
Nascida no seio de uma empresa joalheira portuguesa com meio século de história, a Romantis é uma marca de jóias que apresenta colecções particularmente românticas, destacando-se as alianças de casamento e anéis de noivado. A alta qualidade, o desenho moderno, a cravação perfeita, as formas volumosas e o acabamento cuidado são os argumentos principais para a distinção desta marca. As alianças de casamento e os anéis de noivado Romantis são produzidos em diferentes metais e com diferentes tons: ouro branco, amarelo e rosa, com ou sem diamantes e diversas texturas.
Para além das colecções que a marca vai lançando, poderão sempre confiar-lhes a criação de peças personalizadas. Únicas. Perfeito, não vos parece? Falem com eles!

Susana Pinto

À conversa com: Pedro Filipe Fotografia – fotografia de casamento

Hoje a conversa longa é com a dupla Pedro Filipe Fotografia, a Cátia e o Pedro.

Falamos sobre o seu trabalho, como chegaram a este assunto da fotografia de casamento e o que os move nesta grande aventura de captar o mais bonito dos dias de cada casal.

Procuramos ser e agir como se fôssemos convidados do casamento e registar os momentos e emoções com a maior fidelidade e naturalidade possível. Mas queremos dar sempre um toque de fine art ao nosso trabalho, que deve ser fiel, mas também artístico e único.

Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Desde cedo estive ligado à arte, mais concretamente à música. Estudei violino desde os sete anos até entrar para a faculdade. Frequentei o curso de engenharia mecânica enquanto a Cátia fazia o mestrado de engenharia civil. Para a tese da Cátia foi necessário registar umas fotografias de uma igreja e como não tínhamos máquina, pedi a velhinha Canon 300D ao meu irmão. Desde esse momento decidi não voltar a pousar uma DSLR. Talvez a combinação do espírito de engenheiro com o background da música tenha feito com que quisesse ver e aprender mais e mais. Depois de algumas experiências, rapidamente apareceu uma oportunidade para trabalhar como segundo fotógrafo, e daí a perceber que queria criar o meu percurso, foi um ápice. A Cátia juntou-se a fotografar no nosso primeiro casamento como Pedro Filipe Fotografia com uma 20D usada e que foi comprada uns dias antes desse casamento. A partir daí e até ao dia de hoje atingimos um crescimento e uma visibilidade que não estava na nossa mente nem nos nossos melhores sonhos.

 

Há quanto tempo fotografam? E porquê casamento?

Este ano de 2019 será o nosso quinto ano como fotógrafos de casamentos.

O início foi um bocadinho por acaso e uma série de eventos levou-nos a ter a nossa primeira oportunidade profissional num casamento. Já tinha feito vários casamentos como segundo fotógrafo e na altura também tinha um Trio para música de cerimónia de casamentos, por isso, era um mercado que já conhecia bastante bem e que gostava. Tal como tantos outros fotógrafos, vou fazendo algumas experiências noutras áreas da fotografia, mas sem a dedicação e a paixão que temos pela fotografia de casamento.

Fotografar casamentos é uma experiência incrível. É verdade que trabalhamos horas e horas a fio, mas o que obtemos de um casamento é tão enriquecedor. Temos a sorte enorme de conhecer tantas pessoas novas e incríveis, de ver em tempo real histórias de amor e famílias a serem criadas, de ver sorrisos, choros, gargalhadas e ainda somos pagos para isso. Não é uma sorte incrível? Mas é, também, uma sorte que dá muito trabalho a manter.

 

Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?

Vivemos num tempo de informação constante e a toda a hora. Conseguimos ver e ter acesso às imagens e trabalhos de outros profissionais e isso é incrível. Vemos tanta coisa boa e tanta coisa má e recolhemos informação e inspiração em ambos os lados. Toda esta globalidade faz uma concorrência natural em que só há um caminho a seguir. O de não parar. O de criar alianças. O de aprender e ouvir com os melhores. A verdade é que procuramos inspiração um bocadinho em tudo o que nos rodeia. Vemos muitas imagens dos nossos colegas que têm criado e construído trabalhos tão bons. Vemos filmes e séries. E viajamos muito! Sempre que podemos, vamos viajar. Quando chegamos de uma viagem vimos sempre mais ricos. Trazemos connosco as pessoas, as cores, a luz, os cheiros, a cultura e muitas fotografias que nos ajudam a avivar a nossa memória. Toda esta riqueza humana e experiencial ajuda-nos muito e inspira-nos a fazermos mais e melhor.

 

Como construiram a vossa assinatura, como a definem?

A nossa assinatura não está nem nunca estará efectivamente terminada. Até porque não achamos que tenhamos de a ter para sempre. Vamo-nos moldando com o nosso gosto e com a própria globalidade em si.

Gostamos muito de ser fotojornalistas de casamento. Por um lado, porque temos personalidades muito discretas e por outro porque adoramos a genuinidade deste tipo de fotografia. Procuramos ser e agir como se fôssemos convidados do casamento e registar os momentos e emoções com a maior fidelidade e naturalidade possível. Mas queremos dar sempre um toque de fine art ao nosso trabalho, que deve ser fiel, mas também artístico e único. Somos descontraídos, calmos e entregamo-nos por completo a cada casamento e julgo que é aqui que colocamos a nossa assinatura muito própria. Queremos que as nossas imagens mostrem aquilo que gostamos: naturalidade, luz, genuinidade, sorrisos e amor.

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Depois de uma temporada com vinte e cinco casamentos sem parar, de aniversários perdidos e de tantos “Não podemos…” para jantar com os amigos, a verdade é que de vez em quando precisamos de fazer um reset ou uma pequena hibernação de casamentos. A prioridade sempre que possível é viajar. Quer seja para fora de Portugal ou mesmo cá. O que importa é ir e conhecer novas pessoas e novos locais, adoramos comer e beber um bom vinho.
Oura coisa que fazemos sempre que possível é ir ver concertos. Maioritariamente de música clássica, mas também de outros géneros musicais.
Ambos também gostamos de jogar ténis e o desporto também ajuda a libertar a mente.

 

Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento Pedro Filipe Fotografia_fotografia de casamento

Da Costa Norte para o mundo, ou Portugal de lés-a-lés: fotografar casamentos estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Cada vez menos sentimos essa diferença. Hoje em dia vivemos num mundo global e os nossos noivos também o são e vão buscar informação a todo o lado. Os nossos casais são cidadãos do mundo e se há alguns anos havia o estigma de que os portugueses estavam na cauda da Europa, a verdade é que hoje em dia não sentimos isso. Fazendo uma rápida análise dos nossos casais deste ano de 2019 vemos que quase todos eles ou trabalham ou trabalharam durante vários anos fora de Portugal. Praticamente todos viajam regularmente e são pessoas informadas. Em quase todos os casamentos temos convidados de outros países. Juntando tudo isto e falando do nosso caso em concreto, não vemos grandes diferenças entre os nossos casamentos estrangeiros e os nacionais.

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação aos clientes?

Actualmente, quase todos os nossos primeiros contactos são feitos via email. A partir daí fazemos questão de ter sempre uma reunião, preferencialmente presencial e caso não seja de todo possível, via Skype ou WhatsApp ou qualquer outra forma de comunicação por vídeo chamada. Esta parte é fundamental, porque a empatia tem de existir. Os nossos casais têm de nos conhecer e ter total empatia connosco. Afinal vamos passar todo o dia do casamento com eles (desde que se começam a preparar até já não aguentarem estar em pé), mais o tempo que já estivemos juntos em reuniões, sessões e afins e ainda o tempo que estaremos depois para preparar álbuns e entregas. Sem empatia isto seria terrível, e por isso tem de ser um sentimento mútuo. Se não a sentirmos, como poderemos entregar e documentar o dia do casamento de forma genuína e fiel?

A nossa ligação aos nossos casais é feita de forma constante durante todas as etapas do casamento, mantendo contacto permanente e esclarecendo todos os passos a dar. Afirmamos com muito orgulho que mantemos contacto com os nossos noivos mesmo depois da entrega do trabalho. Temos casais em que já documentámos o casamento, a sessão de gravidez e baptizado.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de fotografar?

Essa pergunta é de difícil resposta, vamos por partes…

Nacionais ou estrangeiros para nós é totalmente indiferente. O que interessa é que o nosso casal esteja a disfrutar cada segundo do seu casamento. Que estejam tranquilos e a divertirem-se.

Também não temos preferência por uma cerimónia emotiva ou festa de arromba O que realmente gostamos é que seja genuína. Que transmita a realidade e que seja fiel aos noivos.

Casamentos grandes ou pequenos? Neste caso confesso que preferimos casamentos mais pequenos, porque conseguimos uma maior aproximação aos noivos. As emoções tendem a dispersar-se por menos pessoas e como tal, tudo fica mais concentrado e intenso. Sentimos que conseguimos contar a história de forma mais eficaz, mais próxima e ainda mais fiel.

 

Pedro Filipe Fotografia e Video_Video de casamento

Qual é a melhor parte de ser fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

Julgo que o mais desafiante é não ceder à tentação de usar sempre a mesma fórmula. Temos que procurar sempre mais e melhor e entregar sempre um trabalho com a nossa marca, mas personalizado para cada casal. É por isso que nunca paramos para saborear feitos ou sucessos. Para nós, apenas servem de motivação para continuar a inovar a buscar inspiração.

O mais difícil é sabermos que vamos estar com um casal no dia mais importante e feliz das suas vidas e não podemos falhar. Não podemos falhar imagens e não podemos falhar ao obter o melhor do dia do casamento. Esta dificuldade traz também o melhor de sermos fotógrafos de casamentos. A oportunidade de documentar um dia único e irrepetível. Enquanto fotografamos de casamentos é-nos concedida uma confiança absolutamente inacreditável e até viciante. Cabe-nos a nós contar cada bocadinho daquela história através das nossas imagens. Imagens essas que além de serem documentos fotográficos de um dia, são também obras de arte criadas por nós. Cada imagem registada por nós é uma obra nossa e feita através da nossa inspiração, arte e empenho. É um privilégio, não acham?

 

Escolha uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê…

 

Casamento na Serra da Freita, fotografia de Pedro Filipe Photography.

Ui… Escolher uma imagem favorita é muito complicado para mim. A forma como trabalhamos é de entrega total a cada casamento para conseguirmos contar a história de forma muito próxima e fidedigna e isso faz com que as nossas imagens favoritas acabem por ser aquelas que estamos a trabalhar no momento.

Mas tendo de escolher uma, esta saltou-me ao olhar. E por várias razões… Porque me lembro perfeitamente como foi um ambiente tão porreiro que tivemos com este casal na Serra da Freita, porque adoramos a luz e a descontracção da fotografia e porque olhamos para este casal e nos lembramos da boa onda e do amor profundo que ambos nutrem um pelo outro e que nos continua a inspirar.

 

Contactem o Pedro Filipe através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a dupla Pedro Filipe Fotografia directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!