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Susana Pinto

The Knot Wedding Photography, em detalhe

 

Hoje deixo-vos com a dupla The Knot | Wedding Photography, com os pontos de vista do Miguel Cachapa e do Walter Branco.

Venham comigo e fiquem a conhecê-los um pouco melhor e ao trabalho que fazem, com uma luz magnífica!

 

 

 

Apresentem-se…!

Somos o Miguel Cachapa e Walter Branco, uma dupla de amigos e fotógrafos profissionais a tempo inteiro.

 

O que vos faz fotografar?

A Luz e tudo o que nos rodeia é uma inspiração que se torna uma forma de estar, viver e até de respirar. Aqui, são as emoções e o inesperado.

 

O que vos distingue da multidão?

A luz e o registo inesperado… à parte disso, we blend in!

 

 

 

Como definiriam o vosso tipo de abordagem/fotografia?

Somos apaixonados pelo que fazemos e consideramos que é tão natural como respirar.
É assim que abordamos todos os trabalhos, de uma forma descontraída e dedicada, desde o mais delicado pormenor aos momentos de felicidade de um longo dia.
Procuramos a emoção, a história, o gesto singular e fazemos por agarrar o momento autêntico e carregado de luz.

 

Como mantém a vossa perspectiva fresca e inspirada?

O maior desafio está na constante procura em inovar enquanto captamos as histórias dos outros. Vem de tudo o que nos rodeia, do que procuramos e assimilamos em experiências vividas, do trabalho de outros colegas, das emoções genuínas e de todo o percurso dedicado a momentos especiais.

 

Como e com que antecedência devem os noivos contactar-vos?

Por e-mail ou telefone e de preferência 6 meses antes. É o ideal para conseguimos conciliar disponibilidades de planeamento com os noivos e de agendas.

 

 

 

Que tipo de serviços poderão contratar?

O serviço base é a reportagem fotográfica, por exemplo, desde a preparação dos noivos até à noite. É um serviço ajustado às necessidades dos noivos, assegurando que todos os momentos especiais sejam contemplados: sessões, foto-reportagem, pré-cerimónia, recepção e retratos. Além disso, fazemos ainda Sessão de Noivado e Sessões especiais (Boudoir, despedidas de solteiro/a, Trash the Dress, e Photo Booth).

 

Quanto tempo, após o casamento, esperam os noivos  pelo resultado final?

Fazemos por entregar o trabalho editado em 2 semanas, mas em época alta pode levar 3 semanas. Os álbuns demoram sempre mais tempo, porque contemplam tempo de escolha de materiais, selecção de imagens, paginação, aprovação e produção; cerca de 3 meses em época baixa, 5 meses em época alta.

 

Qual é o processo de trabalho, como criam cumplicidade com o casal a fotografar?

A cumplicidade surge a partir do momento em os noivos vêm o nosso trabalho online e se identificam com o que acabaram de ver. É importante conversar e manter o contacto estabelecendo reuniões, troca de mails, onde nos damos a conhecer e procuramos demonstrar a boa disposição e dedicação com que abordamos todo o processo de trabalho. Estabelecemos confiança com trocas de experiências, gostos e forma de estar.

Consideramos que as sessões de noivado são uma boa forma de criar cumplicidades, porque se exploram momentos em que os noivos estão sem a pressão do dia da cerimónia e conseguimos trabalhar estarem mais libertos para o dia deles.

 

 

 

O vosso trabalho é local, regional, nacional?

Neste momento é nacional, mas estamos abertos a propostas internacionais.

 

Escolham uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê.

Por tudo! Por representar aquilo que nos faz fazer o que fazemos. Pelos noivos e todas as palhaçadas e desafios que surgiram nos momentos e sessões que partilhámos com eles… e os amigos que ficaram.

Tem a nossa luz. Tem o que nos distingue dos outros, espelha a paixão e a magia do encanto do noivos.

 

 

3 conselhos para os noivos…

Façam do dia, verdadeiramente o VOSSO DIA sem obrigações, sem preconceitos e sem medos, com a vossa assinatura.
Percebam que a fotografia pode ser o mais importante a seguir ao SIM, porque regista o vosso tempo, a vossa emoção, o vosso compromisso, o vosso dia único… abracem-no.
E oiçam os conselhos dos fotógrafos,… estes profissionais já foram a mais casamentos do que vocês possam imaginar!

 

Mais três…

O que vos inspira?

Toda a cultura visual que carregamos e procuramos alimentar; o sentir de cada um de nós em relação ao que nos rodeia, às pessoas e às emoções que transbordam. E a luz…. principalmente a luz natural.

 

 

 

Como seria o casamento perfeito para fotografar?

Embora consideremos que em algumas situações uma boa luz natural seja determinante, sabemos também que num dia escuro, cheio de chuva e sem luz se conseguem resultados muito interessantes. Por isso, achamos que não há um casamento perfeito. Isso iria tirar o factor surpresa que os torna singulares. Somos sempre surpreendidos; procuramos o improvável e felizmente acabam por surgir situações que nos permitem explorar ideias e agarrar momentos tão peculiares que ajudam a enriquecer as nossas imagens.

 

Qual é a parte melhor de ser um fotógrafo de casamentos?

Lidar com o inesperado, as pessoas diferentes e as experiências que partilhamos com elas num dia tão especial… Sabe bem saber que damos o nosso melhor com aquilo que gostamos mais de fazer; um contributo para um momento da história de uma vida carregada de emoções.

 

 

Para conhecer melhor o trabalho da dupla The Knot | Wedding Photography e falar com o Miguel Cachapa ou com o Walter Branco, liguem para  914 047 915  ou 919 586 443, ou enviem um email.

 

A The Knot | Wedding Photography  é fornecedor seleccionado do Simplesmente Branco. Para mais detalhes, consultar a sua ficha de fornecedor, arquivada em Fotografia.

 

Susana Pinto

Think outside the box!

Este fim de semana fui espreitar a nova colecção da Zara e é absolutamente magnífica.

Sou fã da marca há anos, e, embora progressivamente descontente com a qualidade de materiais e acabamentos de algumas das linhas, continua a deixar-me deslumbrada, a cada nova remessa de novidades.

A  Primavera chegou e com ela, muitos florais e cores delicadas, mas a parte que me agarrou foi seguramente a secção de brancos, cremes e metálicos: vestidos, blusas, blazers, saias, calças e camisolas são magníficos, delicados e muitíssimo sofisticados!

 

São várias as peças que facilmente usaria para me casar, como um vestido e um blazer em particular, mas as blusas de seda são igualmente tentadoras.

Querem ver?

 

 

Este é um dos meus vestidos favoritos e custa 39,95 euros. Para fazer um upgrade übber chic, emparelhei-o com umas sandálias Miu Miu (à esquerda, por 490 euros, no Net-a-Porter), ou uns sapatos Uterqüe (à direita, por 89,95 euros, nas lojas da marca).

Para terminar, um belo cinto, da Asos, em pele, por 27,95 euros. O total soma 557,90 euros na primeira opção e 157,85 euros, na segunda…

Interessante, verdade?

 

 

Para o segundo mix, camisa por 29,95 euros, emparelhada com uns sapatos Valentino (à esquerda, por 845 euros, no Net-a-Porter) ou umas sandálias Miu Miu em verniz nude (à direita, por 475 euros, no Net-a-Porter).

O cinto de verniz é também da Asos, e custa 9,78 euros!

O total soma 884,73 euros e 514,73 euros, respectivamente.

 

Para uma noiva urbana e casamento civil, são peças no mínimo muito interessantes e que funcionam como base para belos e luxuosos acessórios, que irão ser usados e rentabilizados muitas vezes.

Esta é uma forma inteligente de abordar um orçamento!

 

Susana Pinto

Sunday shoes, by Amor às Riscas

 

With great shoes comes great responsibility

Não acham que a frase encaixa na perfeição com as imagens?
A referência é um pouco geek mas os sapatos, de geek não têm mesmo nada! Assim que os vi, pensei que seriam perfeitos para este guest post que a Susana me desafiou a fazer.
Os requisitos para usar estes sapatos do outro mundo? Ser uma autêntica rock star bride e ter muita, mas mesmo muita atitude.

 

Imagem via Green Wedding Shoes, sapatos ModCloth.

 

Susana Pinto

Cake!

+ +

 

Giro! Corações de açúcar em degradé, mais doce é difícil!

Visto no Wedding Chicks (assim como as instruções para os fazer!)

 

Susana Pinto

Elisabete + João: tsurus, bom design e momentos cheios!

Hoje temos o casamento giro, giro, da Elisabete e do João, fotografados pelo fantástico Pedro Vilela.

A Elisabete e o João são designers e vão ver as coisas fantásticas que eles criaram para um dia tão especial…

Love is in the details, seguramente!

 

 

 

 

Como foi o teu pedido de casamento?

Foi no dia em que comemorámos 10 anos de namoro. Fomos jantar fora, como sempre fazemos no nosso aniversário, e no regresso a casa passámos pela faculdade, ele pára o carro, liga os quatro piscas e diz-me: “Lembras-te? Foi aqui que nos conhecemos…” enquanto mostra uma caixa. Não o levei a sério e a minha reacção foi: “A caixa está vazia não está?“ Quando vi o anel percebi que era mesmo a sério e não mais uma brincadeira dele. Disse-me “o anel tem 9 brilhantes, 1 por cada ano de namoro, ao décimo casamos…Queres casar comigo?” Claro que a resposta foi sim!

 

Como te organizaste? Por onde começaste, com que antecedência?

Já tínhamos falado em casar e gostávamos que fosse naquele ano. O pedido foi em Março, casámos em Outubro. Como queríamos fazer uma cerimónia pequena e simples que reflectisse aquilo que somos e do que gostamos, só nos preocupámos em marcar a Igreja e a Quinta. Pensámos num tema e o resto foi surgindo com o tempo.

 

 

 

 

Que ambiente quiseste criar? Como o fizeste?

Pensámos num ambiente que envolvesse os convidados, que participassem da nossa festa e da nossa alegria. Queríamos marcar a presença deles no nosso dia. Como o fizémos? Como o tema era o Origami  (arte japonesa de dobrar papel) pensámos em vários pormenores alusivos a esse tema e ao Oriente. Foi tudo pensado ao pormenor, começámos pelos convites desafiando os convidados na construção de um Tsuru (símbolo da felicidade) em origami. Ao chegarem à mesa tinham a indicação que teriam que colocar o tsuru no coração que se encontrava no local da festa. Na igreja colocámos saquinhos de arroz com um texto explicativo do porquê dessa tradição (tradição antiga da China). O suporte para as alianças era um tsuru, as ementas eram origamis do famoso jogo “quantos queres?”, o brinde feminino era chá e o brinde masculino sake, (bebidas mais tradicionais do Japão).

 

A opção “feito por ti” surgiu porquê?

Porque sendo uma cerimónia pequena (cerca de 80 convidados) o objectivo foi tornar a festa bastante pessoal e como somos designers (eu de comunicação e o João de equipamento e espaço) quisemos fazer tudo cheios de dedicação e pensando em todos os pormenores para que o nosso dia fosse mesmo “nosso”, à nossa maneira.

 

 

 

 

 

 

Tiveste ajuda?

As peças (convites, brindes, telas, tsurus, saquinhos, etc), fizemos tudo sozinhos! Desde imprimir, cortar colar, dobrar, etc, sim…tudo! Mas recorremos à ajuda de alguns familiares em certos detalhes, como distribuir os saquinhos de arroz na igreja, o tule para pôr no carro, pendurar os tsurus nos candeeiros, etc…E claro que não vou esquecer a ajuda de grandes profissionais nomeadamente: o fotógrafo Pedro Vilela, que desde o início percebeu aquilo que pretendíamos e a maquilhadora Kabuki – Rita Amorim, que teve uma paciência enorme pois como não tenho o hábito de me maquilhar ajudou-me imenso na escolha. 

 

O que era o mais importante para ti?

Proporcionar um dia feliz para nós e para todos os nossos familiares e amigos.

 

 

 

 

 

 

 

E secundário?

Se estávamos lindos e esbeltos… o importante era estarmos felizes e confortáveis!

 

Onde gastaste mais dinheiro?

No copo d’água.

 

 

 

 

 

Onde gastaste menos? 

Tudo o que fizemos (convites, lembranças e adereços).

 

O que foi mais fácil?

Tratar de tudo com João, trabalhamos super bem em equipa.

Ele participou em tudo, foi perfeito.

 

 

 

 

 

O que foi mais difícil?

Abdicar de alguns fins-de-semana de praia para maquetizar convites, embalar chás, etc…

 

O que te deu mais prazer criar?

Tudo o que fizemos pois funcionou na perfeição e o resultado final foi bastante elogiado.

 

O casamento que planeaste, é a vossa cara, ou foste fazendo cedências pelo caminho?

Fizemos algumas cedências económicas, pois fizemos questão de pagar tudo (igreja, copo d’água, vestuário, alianças, lua-de-mel, etc), mas sendo sempre a nossa cara!

 

 

 

 

Um pormenor especial?

De entre tantos especiais tenho que salientar o pendente que cozi na fita do meu bouquet.

É da minha avó que infelizmente se encontra com a doença de alzheimer e não pôde estar presente no meu casamento.

 

Agora que já aconteceu, mudavas alguma coisa?

Não…queremos recordá-lo tal e qual como aconteceu.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas?

Não queiram fazer tudo sozinhas. O melhor é fazê-lo a dois! É o vosso casamento e não o da noiva!

 

 

Os nossos fornecedores:

 

Convites e materiais gráficos NOZDIZAIN (os noivos)

Local e catering: Quinta de MonfalimImpério Catering

Fato do noivo e acessórios: Fato Zara + Ténis Adidas

Vestido de noiva e sapatos: Vestido Atelier Diagonal + Sapatos Bianca

Anel de noivado, alianças e brincos: Anel Espirit, Alianças First Day, Brincos Swarovski

Adereços: Fita para cabelo feita pela mãe da noiva com fio Claire’s + pulseira Claire’s

Maquilhagem: Kabuki – Make-up by Rita Amorim

Cabelos: Edith B – Ericeira

Flores: Bouquet –  Conceição Florista – Mercado da Ericeira

Lembranças para os convidados: NOZDIZAIN (os noivos)

Fotografia: Pedro Vilela Photography

Luzes, som e Dj: Amigos dos noivos

 

E para mais imagens e detalhes fantásticos, passem pelo site do Pedro!