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Marta Ramos

Venham conhecer a nova casa Kabuki Makeup by Rita Amorim

A mudança é virtual: a Rita Amorim acaba de inaugurar o novíssimo site da sua Kabuki Makeup e convida-vos a todos para lhe fazerem uma visita e ficarem a conhecer melhor o seu trabalho: «A experiência de vários anos a trabalhar com diversas marcas na área da cosmética permitiu-me saber identificar diferentes tipos de pele e como respeitar cada um dos casos, com todos os cuidados que qualquer profissional da área deve ter.
A minha formação como maquilhadora iniciou-se em 2010, no Curso de Maquilhadores do Atelier Antónia Rosa. Desde então, fui adquirindo novas formações, pois a minha principal preocupação é estar actualizada numa área em constante evolução.»
Rita Amorim opta sempre por utilizar marcas topo de gama para garantir melhores resultados e um nível de confiança elevado nas suas clientes, do qual não prescinde. Para além disso, escolhe exclusivamente produtos vegan e cruelty free.

Acima de qualquer padrão de beleza, a maquilhagem dá-nos confiança e a nossa pele agradece, sempre, todo o cuidado que temos com ela.

Para além da maquilhagem para noivas, que inclui um mini-spa de rosto, oferece também workshops de auto-maquilhagem ao domicílio (um programa excelente para uma despedida de solteira).
Agora que estão feitas as apresentações, porque não fazerem-lhe uma visita?

 

Makeup de noiva: Kabuki Makeup by Rita Amorim Makeup de noiva: Kabuki Makeup by Rita Amorim Makeup de noiva: Kabuki Makeup by Rita Amorim

Não deixem de acompanhar os nossos posts acerca do trabalho da Kabuki Makeup by Rita Amorim – só coisas bonitas! Destaco dois artigos que vos serão particularmente úteis: as nossas wise words sobre maquilhagem da noiva, em que a Rita Amorim vos deixa informações muito valiosas; e a entrevista que a Susana fez à Rita, uma conversa boa que vos dará a conhecer melhor esta profissional tão atenta e dedicada.
E falem com a Rita: aquilo que ela faz melhor, a seguir a maquilhar, é ouvir!

Susana Pinto

À conversa com: Rita Santana Photography – fotografia de casamento

Hoje sentamo-nos à conversa com a simpática Rita Santana, fotógrafa de casamentos.

Conhecer o trabalho criativo de alguém, para onde olha, o que vê, é sempre muito interessante. Quando conhecemos também o autor, a pessoa, e fazemos essa ligação, acontece uma certa sedução e ficamos ainda mais encantados. É precisamente esse o caso com a Rita Santana Photography: hoje juntamos aqui as duas metades e o resultado é perfeito.
Tenho a certeza de que vão gostar muito de a conhecer!

A  melhor parte de ser fotógrafo de casamento é contribuir para o legado, de testemunhar dias felizes e de sermos recompensados com a amizade e carinho das pessoas que nos escolhem. O mais desafiante e difícil é conseguir conciliar com o nosso próprio legado, os nossos dias felizes e as nossas amizades.

Conte-nos um pouco da sua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.
Formei-me em Cardiopneumologia, o que se afasta muito e nada da fotografia de casamentos, porque a bem dizer, acho que sempre fui muito orientada para as matérias do coração. 

Há quanto tempo fotografa? E porquê casamentos?
Estou a fotografar casamentos desde 2014. Comecei como talvez muitos de nós começámos: a fotografar amigos, ocasiões de família, até que nos convidam para fotografar um baptizado e depois um casamento. Na altura integrava uma equipa, mas foi após a entrega do primeiro casamento que soube que fazer parte de um dos dias mais felizes da vida das pessoas e que seria muito feliz a contribuir para as memórias e os legados das famílias.

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vai buscar inspiração?
Por mais cliché e banal que possa parecer, procuro em filmes, músicas e outros fotógrafos. Quando descubro algo de que gosto acabo por quase estudar essa abordagem e procuro incorporar essas inspirações no meu trabalho.

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Como construiu a sua assinatura, como se define?
Gosto de pensar que sou espontânea e romântica e tento reflectir essa espontaneidade e romance nas minhas imagens.  Tem sido um processo em constante evolução e felizmente consigo encontrar casais que se identificam com a minha linguagem: descontraída e honesta.

Acha que o ponto de vista feminino, os detalhes que escolhe fotografar e como o faz, a narrativa que constrói, é diferente das escolhas que vê no trabalho de um profissional masculino?
Vou ser completamente sincera e dizer que quando comecei achava que a diferença era bem maior do que sinto que seja hoje. Quando comecei a fotografar focava-me muito nos coisas pequenas e na proximidade; hoje em dia procuro também dar um passo atrás e afastar-me para ver a “the bigger picture” por forma a contar a história da melhor maneira possível. Também disso se fazem os detalhes.

Quando precisa de fazer reset, para onde olha, o que faz?
Revejo filmes que adoro, desfruto da companhia do meu namorado Miguel, vou nadar, passear com a Miura, a minha cadela, canto num coro – na Sociedade “Loureiros”, em Palmela – e vou ao Teatro O Bando, ver espetáculos, estar com amigos e participar das formações de teatro.

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

O mundo em Lisboa ou Portugal de lés-a-lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?
É diferente na medida que cada casamento me enriquece culturalmente à sua maneira. Seja na maneira de ser das pessoas, nas tradições que me são novas, na comida que oferecem no dia do casamento, no desafio de falar outra língua.

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos clientes?
O processo passa por ser eu mesma. Sinto que tem  início na forma como me apresento no meu site, nas redes sociais, nos portais e nas relações com outros fornecedores. Procuro que os noivos me conheçam  numa reunião, para conversarmos sobre tudo e mais alguma coisa, para que me vejam, me oiçam a voz e me sintam o entusiasmo. Depois, uma sessão que antecede o casamento – ou a minha desculpa para passar mais um pouco de tempo com os noivos, num ambiente descontraído, onde podemos ser nós próprios, e, no final de contas, sacar algumas fotografias.

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gosta de fotografar?
Mais uma vez, e de forma cliché, gosto de todos os casamentos. Os grandes porque são um loucura, super desafiantes, os pequenos porque são íntimos e acabo por sentir que conheço toda a gente; os nacionais porque me sinto em casa, os estrangeiros porque me sinto fora de casa; as cerimónias emotivas porque acabo a chorar com eles e as festas de arromba porque – come on – quem não gosta de um bom festão?

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?
A  melhor parte de ser fotógrafo de casamento é contribuir para o legado, de testemunhar dias felizes e de sermos recompensados com a amizade e carinho das pessoas que nos escolhem. O mais desafiante e difícil é conseguir conciliar com o nosso próprio legado, os nossos dias felizes e as nossas amizades.

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Rita Santana Photography - fotografia de casamento em Lisboa

Escolha uma imagem favorita do seu portfolio e conte-nos porquê.
Hoje, esta é a minha imagem favorita porque me traz memórias felizes de um dia maravilhoso e de que no final de tudo me senti muito orgulhosa de mim mesma e do meu trabalho. 

Casamento de inverno na Quinta da Bichinha, fotografado por Rita Santana Photography

Contactem a Rita Santana através da sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a Rita directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

Marta Ramos

Um casamento em tons de rosa e beringela, com Jardin d’Époque

Ana e Marc casaram no dia 1 de Setembro de 2018 no Palácio do Freixo e fizeram da sua festa uma verdadeira celebração cosmopolita. Ana é portuguesa, Marc é alemão, e vivem em Hong Kong. Para decorar o seu grande dia, escolheram uma dupla de wedding planners muito conceituada do mercado brasileiro: Fábio Borgatto e Telma Hayashi. E foi esta dupla que contactou Ema Ramos, do Jardin d’Époque, a quem confiou a curadoria, a selecção das espécies de flores e folhagens e o desenho e execução das peças de design floral.

Reuni presencialmente com o Fábio e a Telma no início de Março e houve uma empatia imediata, talvez por eu ter um carinho muito grande pela cultura brasileira e por ‘aquele’ sotaque adocicado que me recorda os tempos que passei por terras de Vera Cruz e os amigos especiais que ainda tenho por lá. – Ema Ramos

Começaram por definir uma paleta de tons rosa e beringela suaves e quentes, aos quais adicionaram toques de verde e castanho: «Pretendíamos peças florais ricas em texturas, com uma estrutura orgânica e uma linguagem assumidamente ‘despenteada’. Às rosas inglesas, às nigella, às scabiosa e a uma série de outras espécies vindas de longe, juntámos bagas, dálias, ramos de carvalho e de magnólia dos jardins de pequenos produtores nacionais.»
Foram mais de cinquenta mil pés de flores e folhagem que se transformaram no cenário do dia feliz de Ana e Marc: instalações suspensas na tenda montada no jardim; um arco quebrado e assimétrico meticulosamente colocado no jardim italiano de forma a que o Rio Douro fosse o seu horizonte; arranjos com mais de um metro de largura que emolduraram a mesa dos doces; jarrões que pontuavam os percursos e os nichos dos muros do palácio. Às flores, juntaram-se cerca de quarenta oliveiras estrategicamente colocadas na tenda em vasos gigantes de terracota, segundo o projecto dos decoradores, balizando áreas de estar, a zona de jantar e a pista de dança.

«O trabalho em equipa foi crucial», conta Ema Ramos. «Estar rodeada de pessoas imbuídas do mesmo espírito, sensíveis, com um sentido estético apurado e totalmente disponíveis foi, definitivamente, o meu verdadeiro braço direito. A equipa do Jardin d’Époque foi composta por doze pessoas que, ao longo de uma semana intensiva, tornaram possível este projecto. E foi igualmente maravilhoso partilhar o momento de construção de algumas peças florais com a mestria do Fábio. A partilha de técnicas de trabalho e de métodos de construção e organização não tem preço e poder fazê-lo com profissionais tão talentosos foi um verdadeiro privilégio.»

Créditos:

fotografia: Inga Freitas
planeamento e decoração: Fábio Borgatto e Telma Hayashi
flores: Jardin d’Époque
espaço: Palácio do Freixo
apoio à produção: Romã Eventos
aluguer de materiais: Saiotes / O Saltimbanco

Marta Ramos

Nova montra Por Magia: flores e emoções

As galerias das fichas de fornecedor seleccionado são como montras do trabalho dos profissionais que escolhemos para vos recomendar. Hoje destacamos a renovação da montra Por Magia – decoração de casamentos.

A paixão pelas flores, por ouvir histórias e conhecer novas pessoas, motivou a dupla Por Magia a aceitar o desafio de transformar momentos especiais em dias memoráveis. Juntos interpretam sonhos, reinventam ideias e acrescentam magia a dias absolutamente únicos! Desenham todos os detalhes do início ao fim, desde o bouquet à decoração dos centros de mesa ou à total decoração do evento, trabalhando cuidadosamente todas as texturas, cores e tecidos para que o conjunto se reflicta em pormenores elegantes e distintos.
A Andreia e o Bruno escolheram trabalhar nesta área porque se consideram eternos apaixonados: pela natureza, pela vida, pelos momentos vividos especialmente a dois, pelo amor. Acreditam na magia da história de cada casal. Gostam da partilha, dos sonhos, do entusiasmo. São felizes por terem a oportunidade de juntar cada palavra, cada sorriso, cada lágrima e poderem trabalhá-las cuidadosamente através das texturas, cores e tecidos – e sobretudo através das flores.
Orgulham-se de se entregarem inteiramente a cada momento, a cada dia, a cada casal. Orgulham-se de serem sonhadores e entusiastas, de viverem intensamente cada história e de a traduzirem de forma mágica! Orgulham-se de serem lamechas, românticos e coração mole; e de muitas vezes soltarem lágrimas de emoção enquanto preparam ambientes lindos e sofisticados, únicos, onde as memórias passarão a ser eternas.
Seleccionámos algumas das imagens fresquinhas que a Por Magia adicionou recentemente à sua galeria – mas não deixem de ir à ficha de fornecedor para ver o conjunto completo.

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

 

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia

Styling e design floral para casamentos: Por Magia
Acompanhem os nossos posts acerca do trabalho da Por Magia e consultem também o seu portefólio de fotografia de casamento. E falem com a Andreia e o Bruno, que estão à vossa espera para acrescentar magia a dias absolutamente únicos!

Marta Ramos

Wise words: tudo sobre caligrafia, com Telmo Nunes

Na semana passada, as nossas wise words dedicaram-se aos votos de casamento. E em Janeiro falei-vos de convites de casamento. Dois bons assuntos para articular com esta preciosidade que vos trago hoje: a caligrafia de Telmo Nunes, que eleva esta arte de desenhar a escrita a um nível extraordinário: «Curiosamente, quando decidi entrar para o mundo da caligrafia a minha ideia era fazer convites de casamento. No entanto, o destino acabou por me apontar mais na direcção de eventos de luxo e habitualmente o que faço é escrever nomes ou moradas nos convites, e não desenhar o convite em si.»
Mas se quiserem um convite inteiramente caligrafado, é claro que é possível. Partindo do texto com todos os detalhes informativos, passa-se à escolha do estilo de letra. Tendo em conta que o tamanho mínimo aceitável para as letras minúsculas é de 3mm, as dimensões do convite não deverão ser inferiores a A5. Depois, discutem-se os elementos decorativos, os monogramas, mapas e outros, e com base em todos estes elementos Telmo Nunes cria um esboço para apresentar aos clientes.

São sempre convites com um aspecto clássico, com escrita essencialmente histórica, apesar de se poder fazer uma escrita mais moderna e contemporânea – mas nada que tenha a ver com as formas idiossincráticas da tipografia. As regras e os preceitos da caligrafia são algo que valorizo bastante.

Chegados ao formato final, o prazo ideal para produzir um convite seria uma semana: «Eu gostava de poder dizer que consigo ter prazos alargados para trabalhar com calma e tranquilidade, mas em geral 90% do que faço é com urgência, o que às vezes é extremamente stressante. Existe quase como que um ritual para começar a escrever, é preciso preparar a tinta, preparar a folha, o aparo, pensar como o texto vai ficar na folha, onde é que as linhas vão terminar no papel; temos de pensar qual a dimensão da letra, fazer a grelha onde toda a escrita vai assentar; a escrita em si é lenta, todas as letras têm de bater nas linhas para todas terem a mesma altura.» Já se falarmos em escrever as moradas nos envelopes, 200 moradas deveriam poder demorar três semanas a ser escritas. Não é que Telmo não o tenha já feito, e muito bem feito, em bastante menos tempo. Mas fica toda a gente a ganhar se houver espaço para respirar.
E quanto a valores? Quanto pode custar um trabalho destes e como é feito um orçamento, perguntam vocês? É impeditivo?
Não, de todo. «Após alguns anos a trabalhar unicamente com caligrafia e com uma grande ajuda do meu mentor, que é um dos melhores mestres calígrafos do mundo e me tem ensinado tudo o que existe para saber sobre caligrafia, já sei que a melhor forma de calcular qualquer orçamento para qualquer trabalho é o tempo. Eu sei que demoro X horas para produzir X trabalho é com base nisso que faço os orçamentos.»
Então, para terem uma ideia concreta, um convite caligrafado pode custar qualquer coisa desde 105€, dependendo do grau de complexidade da encomenda (decoração, monograma, cartão de confirmação, etc). Se a impressão ficar também a cargo de Telmo Nunes, esse valor é diluído pela quantidade de impressões e há todo um novo conjunto de factores a determinar o preço final do conjunto, como sendo o tipo de papel, se a impressão é digital ou letterpress, se querem usar um fio ou apenas tinta, entre outros. Contas feitas, na realidade, o valor não difere muito de um convite escrito em tipografia. E há um projecto em curso, em parceria com a Inpressed, para a criação de alguns modelos de convites caligrafados em catálogo, o que reduzirá, claro, os preços.

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Caligrafia para casamento Telmo Nunes

Depois há todo um mundo de suportes em que poderão utilizar o trabalho de Telmo Nunes: «Não só no caso dos monogramas, mas também com os convites ou qualquer outra coisa que a pessoa tenha em mente, caso queira imprimir ou fazer uma gravação a laser, o cliente recebe um ficheiro preparado e que pode ser aplicado em qualquer lado – aqui o limite é mesmo a imaginação. No caso do monograma que fiz para o meu casamento, gerou as medalhas em prata e o alfinete de lapela que foram gravados a laser. Foi uma ideia que surgiu já em cima da hora pela nossa amiga joalheira Sofia Trejeira, que tratou da produção destas peças. Deram umas prendas de casamento fantásticas que toda a gente adorou e ainda hoje vejo as pessoas a usá-las. O preço para uma prenda destas anda na casa dos 12€ a unidade, já incluindo o design do monograma. No caso das alianças, tanto o nome como a data foram escritas e gravadas a laser no interior, uma opção também interessante para os leitores do Simplesmente Branco.»
No fundo, o seu trabalho é uma missão: «Foram precisos mais de 2500 anos de desenvolvimento do nosso alfabeto para conseguirmos ter algo que realmente apela aos nossos sentidos e que tantas vezes negligenciamos. Portugal já não tinha um calígrafo há mais de 100 anos que honrasse todas as técnicas e preceitos da escrita histórica. Eu trabalho todos os dias para honrar essa história e deixar a minha marca no nosso país. Existem algumas coisas que gostava de fazer mais, ou com mais frequência, como certificados de casamento, os votos dos noivos, pedidos de casamento, árvores genealógicas… pode-se fazer tanta coisa com esta arte que era capaz de passar o dia a enunciar possibilidades. No fundo as que mencionei agora são aquelas que dão mais gozo produzir e que têm um impacto maior nas pessoas. Não precisam ser peças muito complexas, como o meu certificado de casamento, mas uma coisa simples fica lindíssimo e perdura uma vida inteira.»
Podem contactar o Telmo Nunes através do número 910 329 893 ou através do e-mail.E acompanhem-no também no Facebook e no Instagram, onde vão sendo publicadas as pequenas maravilhas que ele vai produzindo.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Hoje, o nosso trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva tem uma paleta neutra, mas é uma festa de texturas – toda uma outra forma de adicionar interesse visual ao cenário e elementos.

Ponham os olhos neste bolo dos noivos! São lascas de chocolate temperado, com vários tons cremosos e aspecto geométrico: inesperado e muito vistoso, não acham? Nem imagino como se parte uma fatia, mas digamos que isso agora não interessa nada, porque é mesmo muito espectacular.

Este é singelo, com duas camadas, mas já imaginaram com esta decoração espalhada por vários andares, até à altura dos olhos…? Pois, é isso: mágico!

Juntamos então uns sapatos de noiva que são deliciosos: estes pumps com presilha no tornozelo, em verniz café com leite, tacão largo e biqueira redondinha…? Um mimo!

Fechamos com um bouquet de noiva que é fantástico: campestre, orgânico, desalinhado mas tão singular e especial. Parece genuinamente colhido ali no campo (mas não é, claro), cheio de pequenas flores sem demasiada importância, mas que no seu conjunto são gloriosas. Gosto mesmo muito de bouquets assim, que pelos seus pares se elevam a um outro patamar de riqueza e interesse. Tudo isto é textura, dá vontade de lhe tocar…!

 

Bolo dos noivos com cobertura de lascas de chocolate.

 

Sapatos de noiva em verniz nude.

 

Bouquet de noiva campestre

 

Texturas em grande: geométricas, polidas e ásperas. No seu conjunto, tudo tem interesse e é inesperado!

 

De cima para baixo, bolo dos noivos coberto com lascas geométricas de chcolate temperado, de Creating Moments; sapatos de noiva em verniz café com leite, presilha no tornozelo e tacão, Adolfo Domiguez, por 94 euros; bouquet de noiva orgânico e campestre, de Knot Just Flowers.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!