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Marta Ramos

Um casamento DIY, por Flor de Laranjeira

A Catarina e o Tiago tiveram uma abordagem muito DIY ao seu casamento. «Mostraram desde o primeiro momento ser um casal muito cúmplice e com a ideia do que o mais importante era todos estarem felizes», conta-nos a Teresa, da Flor de Laranjeira, a quem os noivos confiaram o design floral do grande dia. De resto, muita da decoração foi idealizada e feita pela Catarina e pelos seus familiares.

No dia em que devia ter delegado tudo a terceiros para se poder preparar, a Catarina escolheu deixar o seu toque pessoal em vários pormenores – e isso tornou este casamento tão especial.

Um dos truques para se conseguir assumir, em mão própria, é ter uma grande capacidade de organização. E, segundo a Teresa, foi esse o caso: «A Catarina mostrou-se sempre muito prática e decidida nas suas escolhas, segura na sua capacidade de cumprir com as tarefas atempadamente.» Se estiverem a considerar o mesmo para o vosso casamento, não deixem de ler as nossas wise words dedicadas ao assunto, serão uma boa ajuda.

E quando teve que delegar, fê-lo também com confiança. «Confio no teu bom gosto» foi a indicação que deu à Teresa quando ao bouquet. Partindo do conheceimento da preferência da Catarina pela cor branca e por um toque suave de azul, a Flor de Laranjeira meteu mãos à obra e escolheu lisianthus brancos, rosas piano e verónicas, com uma mistura de eucaliptos e senécio.

Vamos ver as imagens, assinadas por Amare Photoart.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Flor de Laranjeira nasceu da união de dois amores: a designer de interiores por formação dá a mão à florista por criação e juntas dedicam-se ao desenho com flores. A inspiração vem da paixão: trabalham com flores frescas, de preferência sazonais e nacionais. Desde o ramo de noiva e complementos, aos locais de celebração e festa, tudo é permitido e possível, tendo como única condição o respeito pela essência da flor​. E do amor, claro.

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer em ouvir as vossas ideias e conhecer os vossos gostos, para depois traduzi-los em flores.

Marta Ramos

Novidades na Vestidus: colecção de vestidos de noiva La Sposa 2019

Hoje a Vestidus é notícia por duas razões: em primeiro lugar, porque renovou a sua imagem (e o seu site) e está ainda mais elegante e sedutora. Não deixem de visitar o site www.vestidus.com e de deixar lá uma palavra simpática à Sara por esta belíssima remodelação.

 

Nova imagem Vestidus Atelier 2019

 

Em segundo lugar, e porque estamos precisamente na época das novas colecções de vestidos, hoje queremos falar-vos um pouco sobre a colecção de vestidos de noiva La Sposa 2019, uma das linhas de topo da marca St. Patrick, que pertence ao Pronovias Fashion Group. Acabadinha de chegar à Vestidus, caracteriza-se, na opinião da Sara, por «uma combinação de romantismo e sensualidade que resulta numa colecção de vestidos de noiva maravilhosos.» Nós, por cá, valorizamos muito a opinião da Sara, e recomendamos que o façam também, pois nada melhor do que sermos aconselhados por verdadeiros especialistas quando temos de fazer escolhas tão importantes quanto esta.

Procuro ser moderadora. Acho que o papel de uma consultora, designer, wedding planner ou qualquer outro profissional de casamento deveria passar também por ser o de conselheiro e de moderador, para que as noivas possam fazer uma escolha acertada.

Lembrem-se de que deverão começar a procurar o vosso vestido com 9 meses de antecedência, para vestidos de catálogo, e de 6 a 8 quando se tratar de um vestido feito de raiz. O processo incluirá sempre várias provas (duas ou três, pelo menos), com a última nas semanas que antecedem o grande dia. E como fazê-lo? Responde a Sara«Pesquisar imagens, inspiração. É importante que pesquisem de forma a se identificarem com um determinado estilo ou corte. Numa primeira fase, não importa saber se esse é o estilo que mais a valoriza. Esse momento fica guardado para quando visitarem uma loja e tiverem oportunidade de experimentar os vestidos. Identifiquem o estilo que mais gostam e quais as lojas que têm esse tipo de modelo que vai ao encontro do vosso gosto, localização e orçamento. Depois é o momento de agendar visitas.»

Leiam as nossas wise words dedicadas a este assunto tão importante nesta fase das vossas vidas e verão que é tudo uma questão de método.

Mas, para já, espreitem connosco aquilo que a La Sposa tem para vos propor:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marquem um atendimento personalizado na Vestidus e leiam as nossas dicas sobre como preparar as provas para que corra tudo sobre rodas.
Fiquem a conhecer um pouco melhor a Sara lendo a entrevista que a Susana lhe fez há uns tempos. Vale a pena, também, navegar por todos os artigos que já publicámos sobre a Vestidus – pelas informações valiosas e, claro, pelas imagens felizes!

Susana Pinto

À conversa com: Foto de Sonho – fotografia de casamento

Hoje conversamos com o Hélio Cristovão e Marco Santos Marques, a dupla que assina como Foto de Sonho – fotografia de casamento.

É uma conversa longa e muito sumarenta, feita de reflexões ponderadas sobre a fotografia de casamento, a vida e o profissionalismo que tudo isto exige.

Razão e coração, a duas cabeças e quatro mãos, para um belo resultado final: as vossas fotografias de casamento.

Sabes aquele momento… a irmã da noiva agarra-a com força a felicitá-la, ou os noivos trocam votos nos olhos de cada um, ou a avó, que criou a menina que hoje é noiva, entra no quarto e basta um olhar. Esses são os momentos em que te sentes ‘na zona’, e é aí que queres estar. E tens a câmara em punho. Tens aquele pseudo-poder de eternizar algo belo, algo único, algo que te vai fazer estremecer o coração, essa cápsula do tempo. Um momento que não foi ensaiado, é real, é emotivo.

Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

A fotografia não foi a primeira profissão, no caso de ambos. O Marco, músico, guitarrista e comercial de pianos, o Hélio, topógrafo entre Lisboa e o Alentejo. No entanto, a fotografia era uma paixão que nos definia, e, cada vez mais, tomava conta das nossas vidas… Foi em 2007 que nos conhecemos, num workshop mítico da Primeira Luz (ex-Fotonature), sobre fotografia de paisagem natural. Na altura procurávamos a linguagem mais artística nesse estilo, que foi a nossa génese, a nossa escola, com muita aprendizagem auto-didacta e várias formações, mas essencialmente um desejo criativo, uma obsessão.
A fotografia de casamento surge a convite de alguns colegas, amigos, com os quais começámos a experienciar esse território incauto. Penso que será um percurso típico; eu sei, não é o caminho mais “romântico”, mas o que conta foi esse feeling que despontou em nós: um admirável mundo novo.
A vida deu uma volta e chegou o dia em que decidimos viver da fotografia. Nasceu a marca Foto de Sonho, em 2012. A meio de 2014, o Marco passou a dedicar-se a tempo inteiro ao projecto, que foi ganhando os contornos que tem hoje. Os anos de experiência, amadurecimento de ideias e procura de um estilo, fazem-nos acreditar neste projecto: é a nossa vida, a profissão que vamos construindo, uma aventura.

 

Há quanto tempo fotografam? E porquê casamentos?

Fotografamos há cerca de quinze anos. Dedicamo-nos à fotografia de casamento há sete.
Sabes aquele momento… a irmã da noiva agarra-a com força a felicitá-la, ou os noivos trocam votos nos olhos de cada um, ou a avó, que criou a menina que hoje é noiva, entra no quarto e basta um olhar. Esses são os momentos em que te sentes ‘na zona’, e é aí que queres estar. E tens a câmera em punho. Tens aquele pseudo-poder de eternizar algo belo, algo único, algo que te vai fazer estremecer o coração, essa cápsula do tempo. Um momento que não foi ensaiado, é real, é emotivo.
A nosso ver, a fotografia de casamento não é só feita de rosas, é muito duro e desafiante, mas é um desafio único para registar histórias impactantes. A criação da história é algo que vivemos com muita paixão.

 

O vosso trabalho é feito a duas mãos. Como o definem e como construíram essa assinatura?

Definimo-lo como um equilíbrio entre fotografia espontânea, fotojornalismo, e doses de direção criativa, na procura de um retrato artístico.
Queremos contar uma história emocionante. Durante grande parte do dia estamos em modo ‘fotojornalismo’, a reagir ao desenrolar dos acontecimentos. Isso permite-nos uma reportagem honesta, directa, e captar momentos autênticos. Depois vivemos num limbo. Em parte do dia, especialmente na sessão com os noivos, gostamos de juntar alguma dose de direcção criativa, ao sugerir a melhor luz, local, e criar um ambiente mais controlado, longe do caos da vida real. Isso permite-nos trabalhar composições cuidadas, com poses naturais e românticas, que invoquem uma contemplação do momento.

A assinatura é fruto de trabalharmos em equipa para ao produto final, as ideias, a história; mas também entender que há o espaço para o autor individual. Temos sim, visões e interpretações diferentes, e diria que se complementam, o que só enriquece o sumo do nosso trabalho.

 

 

Achas que os detalhes que escolhes fotografar e como o fazes, a narrativa que constróis, é diferente das escolhas que o Marco faz, quando estão em acção? Como convergem?

Por muitas influências e gostos em comum que tenhamos, naturalmente que somos pessoas diferentes, cada autor terá a sua interpretação; isto, na nossa opinião, favorece a diversidade do trabalho. No entanto, por trabalharmos juntos há tantos anos, estamos imbuídos de um espírito criativo comum, sabemos o caminho da nossa narrativa, o que gostamos e o que não gostamos. O fio condutor será sempre a discussão do bom gosto, e o que melhor enaltece o motivo e cada momento!
Um problema de muitos artistas são os egos. Há que ser humilde, há muito tempo que nos separámos dessa individualidade e somos os críticos um do outro; isso permitiu-nos uma habituação aos estilos de cada um, e convergir para o estilo da marca.
Esta convergência também vem de um lugar mais antigo, vem das nossas próprias raízes. De trabalhar com luz natural, luz dourada, influências gémeas. Esta linguagem está na origem de tudo, e no nosso entendimento, que é quase telepático por vezes. E, além disso, antes de entregar o nosso produto, temos um procedimento de “crivo final” (sim, nós temos nomes para estas coisas), onde verificamos uma por uma, cada imagem, passando um último filtro e selecção na narrativa que constrói essa história.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?

É um aspecto pertinente este, quem nós somos e se nos preocupamos verdadeiramente com essa velocidade vertiginosa de consumo, que é um facto. Se simplesmente tentamos fazer “a nossa cena”… O que acaba por ser contraditório, pois o standard do fotógrafo deve ser criar: imagens intemporais (que grande responsabilidade esta) num tempo em que muito se consome num piscar de olhos, modo instantâneo, muito é efémero.

A inspiração tanto pode vir de um dia de luz difusa e céu dramático de nuvens sobre a serra, como de um sol brilhante, da última luz dourada do fim da tarde. A paisagem natural, e ainda alguma fotografia que aqui exercemos é uma fonte rica, que nos traz ideias e refresca o espírito.

Quanto ao consumo vertiginoso, o tempo é o melhor filtro, e, honestamente, dez anos passados de experiência de redes sociais… we´ve had enough. Atualmente não nos focamos tanto nas coisas da internet e social media. Seguimos alguns autores, fotógrafos que admiramos, um punhado de blogs.

Somos feitos da papinha que nos alimenta. E o que mais nos têm inspirado e influenciado nos últimos tempos é a arte clássica, pintura, a música que devoramos e a leitura. A arte cria um campo imaginário que trazemos para a realidade. Na pintura, o Marco tem andado particularmente inspirado pela obra de Caravaggio, Velasquez e Monet, o seu leque predilecto; no meu caso, ando inspirado pelo universo da literatura de José Luís Peixoto e Fernando Ribeiro (Moonspell), e na música, com ambientes metálicos e mais pesados, sobre os quais escrevo e também fotografo.

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Viajar é um espetacular remédio. Nada que um tempo de qualidade em família, o nosso refúgio, não supere! Ter aquele tempo maior, que podes passar juntos dos filhos, aquele tempo que é liberdade. Esse é um reset feito em condições.
Temos um certo refúgio ainda na fotografia de paisagem natural, que exercemos a título próprio, e permite mudar algumas frequências na “vida normal”, e depois, temos os mini-resets do dia-a-dia, o Hélio pratica bicicleta de montanha nos trilhos da serra de Sintra, e frequenta concertos de heavy metal, o Marco vai para o ginásio e gosta de conhecer museus.

 

 

 

 

De Lisboa para o mundo, ou Portugal de lés a lés: fotografar casamentos estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

Sim. Nos casamentos nacionais podemos afirmar que há um sentimento de proximidade com a nossa cultura, a alma portuguesa, a tradição. Falamos a nossa língua e há um carácter familiar, sentimos essa ligação. Mas não podemos generalizar, pois de certo modo, todos os casamentos são realmente diferentes.
Ao fotografar casamentos estrangeiros, acontece por vezes conhecermos pessoalmente os casais no próprio dia ou de véspera, e por tal partimos para um total registo freestyle, o que é um desafio não menos interessante.
Mas há muitos aspetos de diferença em casamentos internacionais, variando consoante as culturas, enquanto um casamento indiano terá todos os rituais de uma cerimónia hindu, um casamento nigeriano apropria-se dos rituais étnicos, que são sempre histórias muito próprias.
De um modo geral, sentimos que nos casamentos estrangeiros, especialmente os destination weddings, as pessoas estão num registo altamente descontraído, a aproveitando a viagem, é toda uma experiência, e é espectacular absorver isso e captá-lo no casamento.

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

Gostamos de dar o melhor, como um mandamento essencial que rege o nosso trabalho. Essa ligação com o cliente é, para nós, e para o trabalho que gostamos de criar, um factor maior, pois a fotografia de casamento será sempre algo de autor, algo muito pessoal.

É muito importante desde o primeiro contacto, haver uma conversa telefónica com o cliente. No caso dos casais que estão no estrangeiro, tentamos sempre agendar algo. Acreditamos que essa conversa poderá ser o início dessa ligação, quando ela existe, se tiver de existir. Futuramente uma reunião presencial, será mesmo o melhor. Gostamos de estar com as pessoas, é aí que a ligação acontece.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de registar?

Seja uma festa com 300 convidados ou 30, num palácio ou num pátio da cidade, diria que que o tipo de casamento que mais gostamos de registar é mesmo aquele em que temos uma excelente empatia com os noivos, e quando testemunhamos que estão a viver um dia pleno de emoções. Uma boa história pode acontecer em qualquer sítio.

 

Foto de Sonho - fotografia de casamento

 

Foto de Sonho - fotografia de casamento

 

Foto de Sonho - fotografia de casamento

 

Qual é a melhor parte de fotografar casamentos? E o mais desafiante e difícil?

Quando saímos porta fora rumo ao dia, criamos expectativas. Acredito que seja como um artista antes de subir ao palco e começar a actuar. Iniciando o trabalho, isso passa. Partir desta expectativa e ver a história a ganhar forma é muito gratificante. Pelo meio, partilhamos momentos especiais com os noivos e famílias. E isso é um privilégio, tendo feito de nós pessoas melhores. Cada momento tem o seu próprio carisma ao longo do dia.
As melhores partes: os preparativos da noiva – um momento realmente místico – as felicitações após a cerimónia, as demonstrações de afecto. Nós somos atraídos por esses momentos. Depois, a sessão fotográfica com os noivos pode ser um acontecimento mágico.

O mais desafiante e difícil, diria o esforço físico e mental que esta profissão implica. Chegamos a fotografar casamentos de 20 horas, e a concentração e acabeça fresca implica muita resiliência e uma entrega apaixonante. Sobretudo quando temos outro trabalho no dia seguinte.

 

Escolham uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê:

 

 

Foto de Sonho - fotografia de casamento

Marco: escolher uma fotografia favorita do nosso trabalho, não é fácil. Mas por tudo que representa, escolhi esta fotografia do casamento da Ester e Nelson. Há muito tempo que perseguia uma fotografia que representasse o quão espetacular é fotografar um casamento. Por mais diverso e desafiante que seja o dia, procuramos, no dia de casamento, ser fiéis aos momentos e aquela fotografia que resume o que os noivos são enquanto casal.
Por isso, enviamos um questionário para os noivos, com perguntas detalhadas sobre a história deles, as suas relações familiares e amigos. Também tentamos estar com eles o maior número de vezes possível antes do dia do casamento.
Percebemos que são fatores muito importantes para conseguirmos um trabalho único, original e de um dia de absoluta confiança, sem quaisquer preocupações.
Com a Ester e Nelson tivemos essa felicidade, tínhamos conhecimento de como eles eram, a sua família os seus amigos e como tudo se iria passar no grande dia.
Esta fotografia resume isso tudo, a alegria e entusiasmo representados pela expressão de ambos ao ver e partilhar o momento com os convidados. Culminado com o fogo em forma de coração, como se fosse o pedido deles.
Ficamos muito felizes por eles e por nós.

 

Foto de Sonho - fotografia de casamento

 

Hélio: citando o mestre Joe Buissink, não há fotografias perfeitas, apenas momentos perfeitos. Escolhi esta fotografia, não porque tem um cenário grandioso, não porque poderia ser tecnicamente perfeita ou a luz seria tão brutal e espectacular, mas porque este momento ficará para sempre na minha memória. Não vale a pena inventar: a vida não ficará melhor que isto. O amor de uma irmã que agarra a noiva num momento autêntico e genuíno como nunca seria possível encenar. A cerimónia e trocas de votos ficou uns minutos para trás, e no calor do momento, esta fotografia representa a emoção e autenticidade com que procuramos contar a história.

 

 

Os contactos detalhados da dupla Foto de Sonho estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem o Hélio Cristovão directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Boas-vindas ao Outono, por A Pajarita

A Cláudia e o Miguel sonharam com um casamento descontraído e intimista e escolheram A Pajarita para cuidar dos detalhes gráficos e florais. Uma das primeiras informações que a Cláudia deu à Alexandra Barbosa foi que não queria um ramo de noiva tradicional: «Em conversa surgiu a possibilidade de levar um aro em vime com flores desidratadas e, no seguimento dessa escolha, o Miguel e todos os cavalheiros convidados levaram uma flor de lapela com flores igualmente desidratadas. O porta-alianças seguiu a mesma forma e materiais do ramo da noiva e o topo de bolo foi feito igualmente em flores desidratadas.»

Este casamento, para mim, representa como que as boas-vindas ao Outono. – Alexandra Barbosa

Para o convite, o casal optou por um papel bege 100% de algodão, com um desenho orgânico que depois se funde com manchas de aguarela que variam em o lilás e o roxo. A Pajarita concebeu também, nos mesmos moldes, o documento que foi assinado por noivos e padrinhos, oficializando a união civil, para que pudessem guardá-lo como uma recordação desse momento tão bonito e tão emotivo.

Vamos ver as fotos, assinadas por Node Studio – Wedding Photography.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Falem com a Alexandra Barbosa sobre o tipo de casamento que imaginam: a equipa d’ A Pajarita terá muito gosto em tornar os vossos sonhos realidade. E não deixem de ler todos os artigos que já publicámos sobre o trabalho d’A Pajarita.

Marta Ramos

Workshops de auto-maquilhagem, por Kabuki Makeup by Rita Amorim

A Rita Amorim, da Kabuki Makeup, está a organizar mais dois dos seus já famosos workshops de auto-maquilhagem. Acreditem em mim quando vos digo que a Rita faz absolutos milagres!

O rosto é uma tela, mas há que ter muita atenção à sua anatomia. Há diferentes tipos de rostos e o seu desenho depende do formato da face e da estrutura maxilo-facial. Em Portugal os tipo de rosto mais comum são o quadrado, redondo e triângulo invertido. E sobre cada tipo de rosto há que aplicar correctamente as tonalidades de base, blush, iluminador, de forma a tirar partido, da melhor forma, das suas características naturais. –  Rita Amorim

E o que é que podem aprender nestes workshops?

. A anatomia da sobrancelha e a sua importância, identificando o formato de cada rosto;
. pontos de luz e como potenciar o formato dos olhos com a maquilhagem;
. quais os tons adequados para conjugar sombras e os que favorecem a cor dos vossos olhos – a Roda da Cores;
. os passos certos para uma maquilhagem de sucesso;
. técnicas para aplicar corrector, base, batom, blush, eyeliner/lápis e sombras;
. saber realçar o melhor do vosso rosto;
. make up natural de dia e make up de noite.

No final do workshop, cada aluna receberá um certificado de presença e um produto de maquilhagem de oferta. Não têm que se preocupar com o vosso nível de conhecimentos nem com o material necessário, pois a Kabuki disponibiliza tudo – e devo realçar que só trabalha com marcas de referência, para assim garantir um nível de qualidade elevado e um maior grau de satisfação entre as participantes.

As duas datas previstas são dia 27 de Outubro (atenção que é já o próximo sábado) e dia 10 de Novembro, em Campo de Ourique, sempre às 15h e com duração aproximada de três horas. Podem pedir mais informações e inscrever-se através do email kabuki.ritamorim@gmail.com ou do whatsapp 966 517 174.

 

Maquilhagem para noivas, por Kabuki Makeup by Rita Amorim.

 

 

 

Já leram a entrevista que a Rita Amorim nos deu? Não percam a oportunidade de conhecê-la melhor – e, claro, naveguem por todos os artigos que já publicámos com assinatura Kabuki.

Marta Ramos

Wise words: os procedimentos legais do casamento

Agora que estão de data marcada, está na altura de vos lembrar que o casamento obedece a algumas regras e procedimentos para fique tudo dentro da legalidade. No nosso país, os dois tipos de união mais frequentes são o casamento civil e o casamento católico – mas desde 2007 que está prevista na lei a modalidade de casamento civil sob a forma religiosa, que reconhece, no âmbito da lei de liberdade religiosa, as uniões celebradas em (para já) sete grupos religiosos radicados em Portugal: Comunidade Judaica de Lisboa, Comunidade Islâmica de Lisboa, Aliança Evangélica Portuguesa, Comunidade Bahá”í, União Adventista, Centro Cristão Vida Abundante e Assembleia de Deus de Viseu.

Vamos, então, debruçar-nos sobre estes três processos e os passos a dar em cada um deles nas nas wise words de hoje.

Comecemos pelos timings, para que possam já tomar nota na agenda: com três meses de antecedência, no mínimo, e seis, no máximo, devem começar a tratar da papelada. E o que é que isto quer dizer, exactamente?

Se a vossa escolha recai sobre o casamento civil, tudo o que há a tratar é entre vocês os dois e o Registo Civil. O primeiro passo será deslocarem-se ambos a uma Conservatória (qualquer) e declararem a vossa intenção de casar em determinada data. Há alternativas: podem fazer-se representar por alguém com uma Procuração para o efeito, ou ainda recorrer ao serviço online (basta terem convosco os Cartões de cidadão e o respectivo leitor). No caso de um dos noivos ser de nacionalidade estrangeira, deverá ter consigo também um certificado de capacidade matrimonial passado pelas autoridades competentes do seu país há menos de seis meses. Caso residam em Portugal, poderão obtê-lo contactando a Embaixada ou o Consulado do país de origem.

O que é que já têm que ter decidido antes: a data, o local e o regime de casamento (a comunhão geral é o mais comum, mas existem outros, que requerem a assinatura de uma convenção antenupcial na Conservatória do registo civil ou a celebração de uma escritura pública em Cartório notarial).

 

Deambulando - Fotografia de Casamento

 

Deambulando - Fotografia de Casamento

 

O casamento civil poderá ser celebrado nas Conservatórias do registo civil ou em qualquer outro local à vossa escolha, desde que seja um espaço acessível ao público. O dia e a hora também não constituem problema, terão apenas que ser previamente combinados, para que se encaixem na agenda da Conservatória.
Há já alguns espaços municipais disponibilizados para esse efeito – para já, são conhecidos os de Lisboa, que podem consultar aqui, e os de Albufeira, listados aqui. Neste caso, é mais um interveniente a ter em conta na hora de gerir agendas. Se não vão casar em nenhum destes dois concelhos e de repente vos ocorreu um espaço municipal absolutamente fabuloso para darem o nó, contactem a vossa Câmara municipal – quem sabe não abrem um precedente!

Ora bem, uma vez cumpridos estes passos, e assumindo que está tudo ok e que não existe qualquer impedimento legal ao vosso casamento, a Conservatória emite o despacho de autorização e têm, a partir dessa data, seis meses para casar. Se houver algum atraso, o despacho perde validade e terão que começar tudo do início.

No dia do casamento, caso se trate de um elopement, podem estar apenas os dois – já não é obrigatório apresentar testemunhas. Mas podem apresentá-las na mesma, entre duas a quatro pessoas – serão os vossos “padrinhos” e as vossas “madrinhas” e assinarão convosco. Lembrem-se de referir isto atempadamente na Conservatória.
Seja a dois ou a duzentos, o que é certo é que terão que estar num espaço acessível, de portas abertas, para que qualquer pessoa possa assistir ao casamento. Após as assinaturas feitas, muitos parabéns: são oficialmente marido e mulher.

 

Deambulando - Fotografia de Casamento

 

 

Vejamos agora os procedimentos em caso de optarem pelo casamento católico ou civil sob a forma religiosa. Também têm que organizar o processo preliminar de casamento em qualquer Conservatória, mas o meu conselho é que comecem por falar com o vosso pároco ou com o ministro do culto da vossa igreja ou comunidade religiosa. Isto porque, em muitos casos, são as igrejas ou as comunidades religiosas que intercedem junto das Conservatórias, mediante um requerimento próprio, para dar início ao processo. Se for este o caso, a Conservatória remete posteriormente à igreja ou comunidade religiosa o despacho de autorização. Paralelamente, claro, desenrolar-se-ão os procedimentos característicos de cada fé, sobre os quais deverão igualmente informar-se com tempo.

Se forem vocês a iniciar o processo na Conservatória, vale tudo o que já disse lá atrás, até à emissão do tal despacho, que deverão entregar na vossa igreja ou comunidade religiosa. Não deixem de perguntar ao vosso pároco ou ministro qual a antecedência com que terão que apresentar este documento relativamente à data do casamento, é importante.

A vossa união civil só será efectivada no dia do casamento religioso propriamente dito, mediante umas assinaturas no final da cerimónia. Esse documento será posteriormente remetido pela igreja ou comunidade religiosa à Conservatória competente (esclareçam bem este aspecto, não vá dar-se o caso de terem que ser vocês a fazer esta operação) e está assim concluído o processo legal.

Faltará apenas, para ficarem 100% legais, actualizar os respectivos Cartões de cidadão. Se muda apenas o estado civil, podem respirar de alívio: a actualização é automática e não têm que fazer mais nada. Mas se muda algum nome ou a morada, isso já requer que sejam vocês a informar os serviços. Agora aqui peço a vossa total atenção: o prazo legal para actualizar o Cartão de cidadão por mudança de morada é de apenas 15 dias – e o incumprimento dá direito a multa. Mas nem tudo são más notícias: podem actualizar a morada online.

Uma vez na posse do Cartão de cidadão actualizado, caso tenham feito alterações ao nome terão que actualizar também a Carta de condução (e o Documento único automóvel – este, seja por alteração do nome ou da morada). Já o recenseamento eleitoral é actualizado automaticamente a partir da alteração do Cartão de cidadão – mas caso mudem de freguesia, antes das próximas eleições não se esqueçam de consultar o vosso novo número de eleitor e o respectivo local de voto.

Ah, as alegrias das burocracias! Para desenjoar, passeiem pelos nossos outros artigos de wise words com temas mais empolgantes, como a escolha do vestido de noiva ou a lua-de-mel.

 

As fotografias deste artigo são da autoria de Deambulando.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Hoje, o nosso trio de sapatos de noiva, bolo dos noivos e bouquet de noiva suspira por primavera – e porque não?

Escolhemos tons gulosos e tradicionais: rosa claro, com bocadinhos de caramelo, framboesa e morango, numa combinação que é muito feminina e ligeiramente rústica, com um toque francês, já que incluímos os meus favoritos macarrons.

Ora de cima para baixo, uma mistura de macarrons de baunilha, rosa e framboesa, tudo sabores delicados, quase exóticos e crowd pleasers (sabiam que o sabor a framboesa é o favorito dos portugueses, segundo a melhor gelataria de Lisboa, Nannarella?)

Os macarrons podem ser uma alternativa ao tradicional bolo dos noivos (aconselhem-se com o vosso cake designer, mas contem pelo menos com 3 por pessoa), apresentados numa bela torre, podem ser servidos a acompanhar o café ou no fim da festa, como uma gulosa oferta dos noivos aos seus convidados, tirando partido dos sabores favoritos do casal.

Seguimos para os sapatos: estes não são épicos, mas o mais bonito dos dias não precisa de ser só feito de coisas épicas, basta serem as certas, na ocasião certa, e isso pode significar uns sigelos sapatos de noiva cor-de-rosa como estes, da Zara. Cumprem os requisitos: cor de menina, tacão médio e preço simpático.

Fechamos com um – este, sim – épico bouquet de noiva: uma explosão de flores, numa paleta espectacular e contida, feito de dálias café au lait, rosas variadas, equinácia, lisianthus, ervilha de cheiro, eucalipto e toda uma variedade de outras flores bonitas.

 

Macarrons para noivos

 

Sapatos de noiva cor de rosa.

 

Bouquet de noiva com dálias café au lait.

 

Um trio irresistível para meninas de gosto romântico e campestre. Aprovadíssimo!

De cima para baixo, macarrons a fazer a vez de bolo dos noivos, via Tatjana Zlatkovic; sapatos de noiva cor-de-rosa com tacão, da Zara, por 25,95 euros; bouquet de noiva orgânico com dálias café au lait, rosas, lisianthus, equinácia, ervilha-de-cheiro e eucalipto, de Nectar & Root.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!