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Marta Ramos

Novo parceiro SB: APPDA Coimbra

Já conhecem os PARCEIROS SB? Criámos esta nova divisão na nossa casa no ano passado, aberta a instituições cujo trabalho admiramos, e continua a encher-nos de orgulho!

Sabemos que vocês valorizam muito cada um dos convidados do vosso casamento e que lhes querem agradecer a presença com uma oferta de coração. O que melhor do que contribuir, em nome deles, para o bem de quem mais precisa? Quando os vossos convidados receberem um bonito cartão ou um objecto a dizer-lhes que, por intermédio vosso, ajudaram um boa causa, vão saber que o mundo está um bocadinho melhor graças a todos vocês.

A nossa carteira de parceiros continua a crescer. A inaugurar as entradas da época, quero hoje falar-vos da APPDA Coimbra e do seu projecto Azul Mirtilo.

 

 

A APPDA Coimbra – Associação Portuguesa para as Perturbações do Desenvolvimento e Autismo de Coimbra é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, que nasce em Coimbra, em 1994, dada a inexistência de instituições de apoio e intervenção na área do autismo na Região Centro do país.

No decorrer dos anos, a APPDA Coimbra tem desenvolvido um conjunto de acções que visam um apoio abrangente, cobrindo todo o percurso de vida da pessoa com autismo, tais como: apoio à investigação; promoção da educação e formação dos sujeitos autistas, visando especialmente a sua integração na escola e na sociedade; e formação dos responsáveis por indivíduos com esta perturbação.

Neste momento, a APPDA Coimbra dispõe de quatro respostas sociais distintas: o Centro de Atividades Ocupacionais, o Centro de Atividades de Tempos Livres, o Centro de Formação e Integração Profissional e a Residência Autónoma.

O Azul Mirtilo é um projecto interno da APPDA Coimbra. A natureza deste conceito surge da ambição da criação de um projecto no qual os jovens da Associação se sentissem integrados e valorizados, promovendo as suas capacidades e os seus pontos fortes. O desafio passa por criar algo que seja passível de ser realizado pelos jovens, conciliando este requisito com um design atractivo e actual.​ Produzem ofertas e brindes personalizados para eventos, sendo que a totalidade dos lucros reverte para a melhoria das respostas das pessoas com perturbações do neurodesenvolvimento e do espetro do autismo.

Todos os produtos Azul Mirtilo são executados por jovens e adultos inseridos nas Respostas Sociais da instituição. Prezam o cuidado na apresentação, dedicam-se com amor a cada peça e adoram saber contribuíram para que os vossos dias felizes se tornem ainda mais especiais. ​

Saibam mais sobre esta instituição e sobre como podem transformar as lembranças para os vossos convidados em bonitas contribuições que podem melhorar significativamente muitas vidas.

Marta Ramos

Sapatinhos para um casamento boho-chic, por Pisamonas

Voltamos hoje a dedicar-nos aos convidados em ponto pequenino, que conseguem ser sempre estrelas nos casamentos – e nas fotografias! Sendo especialista em calçado infantil de qualidade, a Pisamonas desenhou uma colecção variada de sapatos de cerimónia, que alia conforto e elegância, com uma boa relação preço-qualidade: a Colecção Cerimónia da Pisamonas oferece uma ampla gama de modelos em diferentes estilos e cores. De certeza que irão encontrar aqui a opção perfeita de sapatos de cerimónia de criança, independentemente do estilo ou dress code do casamento.

Estão a pensar numa cerimónia em estilo boho-chic? Um casamento descontraído, ao ar livre, com a cerimónia a decorrer debaixo de árvores, ao entardecer?
Se for esse o caso, estas são as nossas sugestões para os pezinhos pequeninos:

 

 

 

 

 

Estilo e conforto reunidos em modelos de sapatos a que nem os miúdos irão resistir.

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Pisamonas para ficarem a conhecer melhor a sua oferta. E visitem o site da Pisamonas, para verem detalhadamente todos os modelos disponíveis. Uma das grandes vantagens de fazer compras na Pisamonas é o facto de a loja online oferecer portes grátis e trocas igualmente grátis nos envios para Portugal continental.
Para esclarecerem qualquer questão, falem com a equipa de atendimento ao cliente, que vos ajudará a completar as vossas compras tranquilamente. E se estiverem por Lisboa, então não deixem de visitar pessoalmente a recente loja Pisamonas em Telheiras.

Susana Pinto

À conversa com: Ocaso – fotografia de casamento

Hoje conversamos com o Gil e a Joana, a dupla que assina com Ocaso – fotografia de casamento.

Estas conversas são sempre enriquecedoras e valiosas, porque falamos sobre métodos de trabalho, o caminho que leva cada profissional até onde está neste momento, os pontos de vista, e uma boa dose de detalhe pessoal e personalidade. Os Ocaso não foram excepção, e têm muita coisa interessante para dizer.

Façam uma pauda e conheçam-nos melhor!

Sem dúvida que o melhor sentimento, algo indescritível, do lado bom e belo de fotografar casamentos, é a satisfação única que vemos nos olhos dos casais quando estão a ver, rever e reviver os diferentes momentos presentes nas fotografias, acompanhado muitas vezes da frase “Eu nem me apercebi que isto aconteceu”.

Há quanto tempo fotografam? E porquê casamentos?

A fotografia de casamento apareceu nas nossas vidas de uma forma um pouco inesperada, através de um convite de um amigo. Inicialmente, era por nós observado como uma área cheia de clichés, de lugares comuns, tudo era demasiado igual e não raras as vezes o resultado era demasiado kitsch. Depois, começámos a observar uma nova onda de fotógrafos, vindos de áreas completamente diferentes, que claramente impulsionaram e trouxeram uma lufada de ar fresco para uma área que estava em claro declínio.

Como o Gil já era fotojornalista de desporto, o nosso amigo pediu para o ajudar num casamento e desde esse dia, mais ou menos em 2014, até agora, não conseguimos deixar de acompanhar histórias únicas de casais super apaixonados.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?

A nossa inspiração acaba por resultar de coisas muito simples, como um passeio na praia, pela floresta, pelas ruas mais campestres ou nas mais urbanas. A contemplação dos diferentes locais e das suas gentes serve não raras as vezes como um ponto partida para construirmos histórias, e acabar por sentir o que um possível casal desse local também sente.

Claro que filmes, séries, música, trabalhos de outros fotógrafos são igualmente um ponto de inspiração, mas numa vertente mais técnico-artistica, isto porque, numa análise mais concreta, a história e vivências sempre únicas dos noivos é que acabam por ter o maior peso na balança “inspiracional”.

 

O vosso trabalho é a duas mãos. Como o definem e como construíram a vossa assinatura?

Acompanhar um dos dias mais importantes na vida de outros casais não é tarefa nada, nada fácil.

Para nós não faria qualquer sentido estarmos dedicados a fotografar casamentos se aquilo que fazemos, da forma como fazemos não correspondesse ao que nós, enquanto casal, realmente somos. Daí, o nosso estilo é claramente muito sincero, simples e minimal. Adoramos contar histórias. Não trabalhamos por uma ou duas imagens por casamento, mas sim para que cada clique faça sentido na globalidade daquilo que foi todo o dia, criando uma ponte de emoções que represente o que são os nossos casais.

Queremos que revivam o dia ao ver e sentir cada fotografia. Acreditamos que na espontaneidade e autenticidade está a principal chave para alcançar o que desejamos num verdadeiro trabalho de fotorreportagem.

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Em todas as novas temporadas de casamento surge a fase do “reset”, onde tentamos, de alguma forma, limpar aquilo que sentimos que nos atrapalha a progressão, a capacidade de melhorar, de acrescentar algo diferente ao nosso trabalho.

Começamos sempre uma nova temporada com a criação de moodboards que reflitam o que consideramos que serão as tendências dos próximos 2 anos.

Neste processo acabamos por descobrir imensos estilos, linguagem, formas de expressão artística e de storytelling totalmente distintos e que nos ajudam a preparar para uma nova temporada.

 

Estão instalados em Vila Nova de Famalicão: o vosso trabalho é local ou claramente nacional?

Por incrível que pareça, são poucas as histórias que acompanhamos de casais de Famalicão. Não raras as vezes até estamos na nossa zona, mas a acompanhar alguém vindo de fora. Acho que se pensarmos um pouco ao fim de quase três anos de OCASO, uma mão sobra para contar o número de casais que são realmente locais.

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

Actualmente, uma grande parte dos nossos casais já vêm com referências bastante vincadas de quem somos, como trabalhamos e qual a nossa abordagem, o que é um excelente ponto de partida para uma bela conversa. Muitas vezes sabem claramente com maior detalhe Quem/O que é o OCASO do que nós a história do casal.

Procuramos sempre conhecer a história que os guiou até ao grande pedido, transmitir absoluta confiança aos noivos que nos vejam como uns amigos, pois se não existir essa conexão, se formos visto apenas como os “tipos que vão tirar as fotos”, o resultado estará muito longe de ir ao encontro dos seus corações.

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Ocaso - fotografia de casamento

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de registar?

Adoramos estar próximos das pessoas, ter oportunidade de ouvir as suas histórias e conseguir capturar a verdadeira essência que compõe a história do casal. Por isso, temos uma clara preferência por casamentos mais intimistas, são inclusive um desafio maior à nossa capacidade de “camuflagem”. Passar despercebido num casamento com trezentas pessoas é fácil, mas certamente o resultado final não será tão apaixonante como um com cinquenta, em que ficamos quase amigos de cada convidado.

 

Qual é a melhor parte de fotografar e filmar casamentos? E o mais desafiante e difícil?

Sem dúvida que o melhor sentimento, algo indescritível, do lado bom e belo de fotografar casamentos, é a satisfação única que vemos nos olhos dos casais quando estão a ver, rever e reviver os diferentes momentos presentes nas fotografias, acompanhado muitas vezes da frase “Eu nem me apercebi que isto aconteceu”.

Já o grande e maior desafio acaba por estar ligado aos dias que estamos longe da família, o sacrifício e ausência em datas especiais que só são compensadas pelo agradecimento genuíno dos casais.

 

Escolham uma imagem favorita do vosso portfolio e contem-nos porquê:

 

Ocaso - fotografia de casamentos

 

Uma das nossas história favoritas, da qual resultou esta imagem, mais pelo lado sentimental, foi capturada em 2017 na ilha do Pico. Pela ligação forte ao arquipélago, pelos noivos, pelo facto de esta imagem existir nas nossas cabeças muito antes sequer de sabermos que iria existir este casamento, acabamos por sentir uma conexão única inclusive pela preparação do grande dia.

A nossa noiva, uns meses antes do grande dia, veio a Braga procurar um vestido que por uma ou outra razão não aparecia, sendo que, no dia seguinte regressaria aos Açores. Como é óbvio,  era notório o desalento total por não encontrar o vestido que preenchia a sua imaginação.

Por puro engano, um outro casal de noivos ligou-nos, inclusive já não falávamos pelo menos à meio ano, e nesse preciso momento lembrámo-nos de perguntar onde tinha sido escolhido o vestido, e partilhámos de imediato o contacto.

De tão desanimada que estava, a noiva que procurava o vestido só se queria irr embora, nós insistimos para que tentasse o contacto, apesar da hora já tardia.

Na loja, a pessoa responsável tinha se esquecido de algumas coisas e regressou momentaneamente ao espaço. A sua reacção a toda a história foi tal, que recebeu a noiva de imediato e o final só poderia ser feliz!

 

 

Os contactos detalhados da dupla Ocaso – True Love Stories estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de belas imagens, e contactem a o Gil e a Joana directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Marta Ramos

Ainda as flores de maio, por Flor de Laranjeira

Na Flor de Laranjeira, distâncias não são problema. «Só conheci pessoalmente a Joana quando lhe entreguei o ramo de noiva», conta-nos a Teresa, «e foi um momento realmente inesquecível pois a reacção dela foi um mix de nervosismo e encanto.» Até àquela altura, noiva e designer floral tinham comunicado apenas através de ecrãs: «As nossas reunião por Skype terminaram sempre com a agradável sensação de confiança e liberdade criativa. E quando chegou a hora, antes mesmo de verificar se estava mesmo tudo como ela queria, a Joana já estava apaixonada pelas cores vibrantes das flores, típicas das flores de Maio, naturalmente volumosas e vibrantes. No ar daquele dia conseguíamos respirar alegria e felicidade.»

O ramo em causa, solto e descontraído, inclui peónias, rosas piano, eryngium, protea agulha, ficus e ningella. Deliciem-se com as fotos, assinadas por outro fornecedor SB, João Makes Photos. A equipa do casamento da Joana e do Hendrik incluiu ainda mais uma escolha cá da casa: a festa decorreu na Quinta do Hespanhol.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Flor de Laranjeira nasceu da união de dois amores: a designer de interiores por formação dá a mão à florista por criação e juntas dedicam-se ao desenho com flores. A inspiração vem da paixão: trabalham com flores frescas, de preferência sazonais e nacionais. Desde o ramo de noiva e complementos, aos locais de celebração e festa, tudo é permitido e possível, tendo como única condição o respeito pela essência da flor​. E do amor, claro. Todo o trabalho da Flor de Laranjeira resulta do diálogo com o cliente, atendendo aos seus desejos, gostos e aspirações, respeitando as suas necessidades e o seu orçamento. E tal como no amor, querem que cada ramo tenha uma harmonia que gere felicidade…

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer em ouvir as vossas ideias e conhecer os vossos gostos, para depois traduzi-los em flores.

Susana Pinto

O Negócio: conferência sobre o mercado de casamentos em Portugal

O post de hoje é para os profissionais (maduros, jovens ou aspirantes) do mercado de casamentos em Portugal.
Andamos há muito tempo a pensar neste evento: na necessidade que existe de um diálogo aberto, claro, experiente e também inspirador, entre nós.

Falamos pouco, ouvimos ainda menos, sempre engolidos pela azáfama da época, depois demasiado cansados para assuntos que pedem reflexão e, por fim, desligados de tudo, porque é preciso ganhar energia para a estação seguinte.  E passa-se o tempo, sem que estejamos de facto a criar uma comunidade profissional, que fala a uma voz e que se apoia de forma estruturada com objectivos comuns e de longo prazo.

O mercado de casamentos em Portugal reúne centenas de pessoas criativas, empenhadas, e que prestam serviços de grande qualidade. É um mercado competitivo e este assunto de casar, é algo muito apelativo no momento actual – todos querem falar dele, todos querem uma parte dele, todos querem estar nele.

Foi neste contexto que desenhámos a primeira edição de O Negócio: conferência sobre o mercado de casamentos em Portugal.

O Negócio - conferência sobre o mercado de casamentos em PortugalOuvir é o mote desta estreia.
Ouvir histórias de sucesso, ouvir as dúvidas, as estratégias e as soluções. Ouvir as experiências, as boas práticas e ouvir os erros também.
Ouvirmo-nos na narrativa de cada um. Ouvirmo-nos como colectivo de profissionais de casamento.
Convidámos para esta edição um conjunto de profissionais de quem queríamos, precisamente, ouvir o relato da sua viagem do ponto A, quando começaram, ao ponto B, onde se encontram agora.
Todos eles tiveram a capacidade de olhar para o seu negócio e antever a mudança.
Fizeram escolhas transformativas e certeiras, algumas arriscadas. Não lhes faltou a confiança para acreditar que iria correr bem, porque trabalham para isso, todos os dias. São, aos olhos dos seus pares, casos de sucesso, e por isso (mas não só), vamos ouvi-los.

Juntem-se a nós, no próximo dia 26 de Novembro, na Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa, em Lisboa (junto ao Coliseu dos Recreios), para um dia inteiro de histórias, experiências, reflexões e inspiração.

Todos os detalhes – programa, oradores, inscrição e informações variadas -, estão no site. Podem acompanhar a página do evento no Facebook e a conta no Instagram.

Se estão curiosos, mas não têm a certeza se vos interessa, se é relevante, se vale a pena, falem connosco, teremos todo o gosto e vos explicar o que este dia vai ter de valioso e estimulante!O Negócio - conferência sobre o mercado de casamentos em Portugal

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Deambulando!

As boas-vindas de hoje são dadas à Elisa e ao Paulo e à sua Deambulando!

 

A Deambulando é a casa da Elisa e do Paulo – e o que eles fazem é contar a vossa história. Fazem-no de uma forma natural e genuína. Adoram emoções, histórias de amor e, sobretudo, a forma como cada história ganha forma através das suas câmaras e do seu olhar. «Porque as melhores histórias são as de amor, nós deambulamos de imagem em imagem para contar a vossa.»
Escolheram trabalhar na área dos casamentos porque se sentem atraídos pela ideia de estarem a marcar a vida das pessoas: «Estamos a criar memórias que vão passar de geração em geração.»

Orgulham-se de criar uma relação com os noivos, de sentir o feedback positivo depois da entrega final, de perceber que no final de cada trabalho cumpriram o seu objectivo de documentar o dia mais especial da vida daquele casal.
Procuram inspiração junto de outros fotógrafos e videógrafos de casamento, e também noutras áreas da fotografia e do cinema, de forma a tornarem o seu trabalho mais rico e inovador.
E onde se vêem a Elisa e o Paulo daqui a cinco anos? «A fazer aquilo que já fazemos mas ainda melhor!»

 

A partir de agora, acompanhem também os nossos posts acerca do trabalho da dupla Deambulando.

 

 

Deambulando - Fotografia de Casamento

 

 

Deambulando - Fotografia de Casamento

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado Deambulando para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho. E falem com a Elisa e o Paulo, eles estão à vossa espera para contar a vossa história.

 

Elisa e Paulo, bem-vindos ao Simplesmente Branco!

Marta Ramos

Wise words: Como encontrar o espaço perfeito para o casamento?

A partir do momento em que têm uma data em mente e um número de convidados definido, é chegada a hora de escolher o espaço para a vossa festa. Hoje as nossas wise words são dedicadas a essa escolha – e contamos com a colaboração das Histórias com Alma, da Ana e do Francisco, que vos trazem conselhos úteis e imagens bonitas da sua Casa Grande do Fontão.
Já que começámos por falar na data:

Hoje, a grande maioria dos espaços já terá as principais datas de 2020 reservadas. – Histórias com Alma

Assustador? A verdade é que este é um dos casos em que a antecedência vale ouro. Normalmente, um ano é o tempo que deverão acautelar entre a vossa escolha de espaço e a data do vosso casamento. Haverá quem estique esse intervalo, sobretudo para casar no pino do verão e num local particularmente concorrido. Por isso, se o vosso calendário é curto, uma das soluções passará por flexibilizar a data do grande dia: as sextas-feiras, os domingos, alguns feriados a meio da semana e os meses menos comuns podem significar diferenças interessantes no orçamento final e assegurar a disponibilidade do espaço dos vossos sonhos – e tudo isto é, claro, válido igualmente para os restantes fornecedores.

Se têm a agenda com folga e o dia não está aberto a discussão, então comecem o quanto antes. Com data e número de convidados em mente, o passo seguinte será definirem o ambiente que mais vos agrada. As possibilidades são quase ilimitadas: um hotel, um restaurante, uma quinta, uma galeria ou sala bonita, um palácio, um jardim, uma casa de família, podemos dizer que qualquer sítio, desde que reúna as condições apropriadas, pode ser transformado no vosso local ideal para casar. Uma casa, dissemos nós? Sim, e falaremos detalhadamente sobre essa possibilidade num dos póximos wise words. Hoje focamo-nos mais nos espaços dedicados a receber eventos.

 

 

 

 

 

O método que temos vindo a aconselhar para outras tomadas de decisão aplica-se também aqui. Já sabem: pesquisar, escolher cinco, contactar o top 3.

A oferta é muita e quase sempre acompanhada do serviço de catering, o que faz desta a maior fatia do vosso orçamento. O processo merece, por isso, tempo e ponderação na mesma medida. – Queres casar comigo?

O ponto de partida são os números. A vossa lista de convidados irá, logo de início, excluir algumas hipóteses, ou porque são muitos, ou porque são poucos. A seguir, o caminho divide-se, grosso modo, em dois: uma oferta do pacote completo ou um desafiante cenário em branco, onde a vossa visão e investimento (de tempo, dinheiro e energia) fará a magia. Ambos têm potencial e resultarão num dia espantoso, cabe-vos apenas perceber o que vos serve melhor, com mais conforto e menos dificuldades e angústias no processo.

Na hora de começar as visitas, não saiam de casa sem a vossa lista de perguntas a fazer e questões a esclarecer:

. A capacidade da sala;

. O que está e não está incluído no valor;

. Trabalham em exclusividade com o serviço de catering próprio ou permitem outros fornecedores da vossa escolha?

. Confirmem o que o espaço permite e o que proíbe (como decoração feita por terceiros ou aluguer de mobiliário extra, por exemplo). Não aceitem a “decoração da casa” com o argumento de que é tendência ou única opção, o diálogo e flexibilidade são sempre o melhor caminho;

. Hora de início e de fim da vossa festa;

. Se pretendem que a cerimónia decorra no mesmo espaço da festa, verifiquem a capacidade dos espaços exteriores, nomeadamente a oferta de sombra (façam contas à posição solar);

. Inspeccionem casas de banho, acessos (estacionamento incluído) e espaços exteriores (sem esquecer, novamente, os pontos de sombra!) Tomem nota também do mobiliário de apoio, aquecimentos para as noites mais frescas, dimensões dos espaços e alguns detalhes de segurança, por causa dos mais pequenos e dos mais velhos;

. Peçam para ver as opções de atoalhados e loiça; caso tenham um ar desgastado, perguntem se é possível alugar outros (o custo deverá estar sempre do lado do fornecedor); e vejam também uma mesa montada, completa.

. Avaliem devidamente o espaço: se é escuro e está em mau estado, a decoração não resolverá tudo, há situações estruturais que não têm solução.

 

 

 

 

 

Esta visita deverá ser feita com tempo e calma, máquina fotográfica na mão e caderno de notas a postos. É fundamental que inquiram sobre todos os itens e tomem nota de tudo aquilo de que gostaram mais e menos. E, claro, estejam atentos à forma como vos recebem e como acolhem as vossas dúvidas e sugestões.

Uma boa equipa de trabalho não é aquela nos que apresenta sempre as mesmas soluções e sempre as mesmas fórmulas. Para nós, cada cliente tem uma diferente expectativa, diferentes vivências e culturas e devemos saber ouvi-los e, a partir daí, começar a construir o seu evento, apresentando um projecto criativo e processos de personalização com os quais os clientes se identifiquem de forma gradual, profissional e simplificada. – Histórias com Alma

Uma coisa importante é também assegurarem a articulação entre o espaço e os outros fornecedores. Se a decoração é por vossa conta (particular ou de um profissional contratado), sejam exigentes e claros, façam as devidas apresentações antecipadamente e afinem e promovam a sintonia entre todas as partes. Detalhar é importante, e por isso acertar responsabilidades, tarefas, timmings e contactos é fundamental para que tudo flua de modo sereno, profissional e ágil. Não se esqueçam de confirmar horários e disponibilidades para as montagens e desmontagens dos fornecedores externos.

E, claro, para que não haja surpresas desagradáveis, deverão sempre conversar sobre um plano B. Certamente estão a pensar em dias soalheiros e temperaturas amenas, mas se o plano principal é ao ar livre, certifiquem-se de que há uma opção alternativa no interior, à vossa disposição e em perfeitas condições de utilização. Confiram a meteorologia na semana anterior, não confiem demasiado na sorte, e se for caso disso, ponham em marcha as alternativas planeadas.

 

 

 

 

 

Depois de visitarem os espaços que elegeram durante as pesquisas, pesem prós e contras de cada um deles. Retomem o contacto com quem vos recebeu para esclarecer dúvidas e considerar outras opções que não vos tenham ocorrido durante a visita; e façam-no por telefone, que é mais produtivo e poderão trocar ideias na hora, em vez de perder tempo a trocar e-mails.

Já decidiram? Óptimo! Confirmem que tudo o que negociaram está no papel. Se se sentem confortáveis com as propostas apresentadas, acertem e assinem o contrato.

Na nossa romântica opinião, pensamos que existe um espaço ideal para cada evento. Sentimos, quase de todas as vezes, que quem nos vem visitar e conhecer e se emociona com as nossas Histórias com Alma é o nosso cliente e vai eleger-nos como o seu espaço. – Histórias com Alma

Na nossa romântica opinião, concordamos com a Ana e o Francisco. Estejam atentos a todos os detalhes de que vos falámos – é um investimento demasiado importante para ser decidido de ânimo leve, claro. Mas escutem atentamente o bater dos vossos corações: se acelerar ao entrarem num espaço em particular, se conseguirem ver-vos, e aos vossos convidados, naquelas salas e naqueles jardins, se sentirem um aperto emocionado no peito ao imaginar a primeira dança daquele cenário… então, muito provavelmente, encontraram o eleito.

Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

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