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• Marta Ramos

As flores do Verão, por KCKliKO

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.
Em dia de Santo António, quando já sentimos o Verão ali mesmo ao virar da esquina, fomos saber junto da Albane quais são as flores que exibem o seu melhor na altura mais quente do ano:
«Sob o sol do Verão, no meio do zumbido dos insectos, ouve-se estalar o fruto do rícino, planta mágica, que liberta uma semente marmoreada. A scabiosa e o gerânio de jardim, quase pretos, casam-se lindamente com as hortênsias lilases ou azuis. A sinuosa madressilva parece dançar. Os românticos lisianthus com filas de pétalas infinitas e a sua paleta de cores muito variada juntam-se à neblina branca da flor de ammi majus e à amarela do funcho… As formas redondas da folha acinzentada do eucalipto, da folha verde tenro da olaia, da moeda-do-papa fresca ou do dente-de-leão ainda por soprar unem-se com harmonia ao rícino de folhas dentadas vermelhas ou verdes.»

 

Ramo de verão, por KCKLIKO

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.

• Marta Ramos

Ana, Emanuel e A Pajarita: um casamento feliz

Hoje damos a palavra à Ana, que casou com o Emanuel em Outubro de 2018, e que encontrou no trabalho da Alexandra Barbosa — A Pajarita — a expressão exacta de todas as emoções que sentiu, que sentiram ambos, nessa fase bonita das suas vidas:

«Sempre sonhei, como qualquer mulher, casar. O Emanuel, nos seis anos de namoro, nunca me falou no casamento, sendo que eu sabia que algum dia iria chegar o anel. E chegou, no dia do meu aniversário. Nervoso, com o anel no bolso, o Emanuel soltou uma frase no fim do almoço que até hoje creio ser a coisa mais bonita que ouvi dele: “Queres ser a mãe dos meus filhos?”

Mais do que afirmar junto de quem mais gostamos o compromisso de nos amarmos e respeitarmos para o resto da vida, acho que o casamento teve um significado particular para nós. Sempre quisemos juntar numa sala todos aqueles que eram a nossa “família”. E assim foi, juntámos cerca de 168 pessoas numa sala para comemorar o que temos de melhor, a “família” e o AMOR que sentimos uns pelos outros.»

Encontrei por acaso a página d’ A Pajarita e senti que era mesmo o estilo que me cativava, simples, requintado e subtil. Para além do bom trabalho que é desempenhado, a querida Alexandra é uma pessoa fácil de se gostar.

«Imaginámos de imediato como seria o convite. Leve, claro e com um toque especial. E aí estava, o convite que idealizei e de que tanto gostamos, com um “esfumado” que revela a magia que este sonho representava para nós. De imediato percebi que teria que ser a Alexandra a encarregar-se também das flores. Confiei cegamente no seu trabalho, e hoje acho que foi o bouquet perfeito para mim. Desde o bouquet aos arranjos florais da igreja, senti que tudo tinha um “cunho” especial, cheio de carinho e dedicação, o que me fez sentir um bem-estar no dia mais especial da minha vida.»

Vamos ver o resultado final? As fotos são assinadas por Love and Thanks.

 

«Depois do “sim”, ali estávamos nós, casados e prontos para celebrar. O sonho tornou-se real e todos os de quem mais gostávamos estavam ali sentados, numa sala. Ficou na memória o rosto de cada convidado que transbordava felicidade e carinho por nós. Ficam as memórias, as fotografias e a alegria de ter feito o casamento dos meus sonhos e com as pessoas que hoje são a nossa FAMÍLIA. Obrigada!»

Todo o estacionário (convites, menus, etiquetas para as canecas do seating plan, cones), o porta-alianças, as flores e o bouquet têm assinatura A Pajarita . A fotografia e o vídeo ficaram a cargo de Love and Thanks. O espaço do casamento foi a Quinta Cristalina e a noiva vestia Pronovias, enquanto que o noivo vestia Prassa.

Não deixem de ler todos os artigos que já publicámos sobre o trabalho d’A Pajarita. E falem com a Alexandra sobre o tipo de casamento que imaginam; ela terá muito gosto em inspirar-se nos vossos desejos para dar asas à criatividade.

• Marta Ramos

Primavera, por Jardin d’Époque

Nas vésperas da chegada oficial da Primavera, a Quinta Casa Grande acolheu um Open Day que contou com a colaboração de alguns fornecedores seleccionados Simplesmente Branco. Como o Jardin d’ Époque, cuja participação vimos hoje mostrar-vos. «Desta vez», conta-nos Ema Ramos, «para além das flores, pensámos todo o styling da mesa de jantar que apresentámos.»

A Primavera deu-nos o mote, com as pequenas flores de pessegueiro que espreitam pelos quintais. A elas, juntámos flores mais nobres, sempre num registo ‘despenteado’, orgânico e, acima de tudo, intuitivo. Foi um processo mesmo muito especial, porque trabalhámos com tudo aquilo de que gostamos e demos forma a uma composição que espelha a nossa linguagem e a nossa identidade.

Ema convidou a Oceânica Photography para registar o processo e o resultado do projecto que pensou para aquele dia. Acontece que, no dia seguinte, ainda sob o efeito da magia das rosas café au lait, foram procurar antigos lavadouros comunitários na zona rural de Vila Nova de Gaia para experimentar novas composições e cenários alternativos: «Estes momentos de criação e experimentação alimentam-nos a alma e dão-nos um novo fôlego para nos superarmos.»
Fiquem então na companhia das bonitas imagens da Oceânica Photography, que nos guia ao longo da criação do Jardin d’Époque para o evento da Quinta Casa Grande, terminando com uma espreitadela às experiências criativas do dia seguinte. Uma boa escapadinha para a hora de almoço deste dia cinzento!

 

Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica PhotographyFlores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography Flores Jardin d'Époque - Fotos Oceanica Photography

Os contactos detalhados da Jardin D’ Époque estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, vejam as imagens bonitas e contactem directamente a Ema Ramos através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.
E acompanhem todos os nossos artigos acerca do seu trabalho, sempre delicado e encantador.

• Marta Ramos

As flores da Primavera, por KCKliKO

Têm nome de papoila (do francês, coquelicot), o que sugere de imediato um misto de delicadeza e força, de natureza selvagem com sofisticação. É uma boa forma de descrever o trabalho da Albane e do Luís, o casal KCKliKO. Inspirados pelas estações do ano, concebem ramos de flores espontâneos e bravios, com ênfase em espécies singulares, valorizando os recursos naturais e locais. Respeitam sempre a sazonalidade das plantas. Gostam de misturar flores grandes com outras mais pequenas, flores de cultivo e silvestres, tanto abertas como em botão e por vezes carregadas das suas sementes, permitindo ao ramo continuar a evoluir. As sementes e algumas das plantas que usam podem ser semeadas ou plantadas mais tarde.
Agora que damos as boas-vindas à Primavera, fomos saber quais são as flores desta primeira estação do ano:
«A Primavera, com a sua exuberância de flores, traz cores e perfumes que nos enchem de alegria. A papoila, de aparência frágil que perde rapidamente as suas pétalas se a colhermos, regala os olhos salpicando do seu carmim os campos!As ervilhas-de-cheiro violáceas, as papoilas-da-califórnia laranjas, o jasmim e os trevos, tal como as anémonas, as frésias e os ranúnculos multicores misturam-se com os milhares de pequenos detalhes verdes das gramíneas. A dramática e fascinante nigella também faz parte da paisagem desta estação. As esplêndidas peónias despertam só durante um mês debaixo de uma chuva de pétalas de rosas cor-de-rosa.»
Inspirem-se nas bonitas fotografias de arranjos KCKliKO.

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da KCKliKO para ficarem a conhecer melhor a Albane, o Luís e o seu trabalho. E falem com eles, aconselhem-se acerca das melhores flores para usar na época do vosso casamento.
Acompanhem também os artigos que vamos publicando acerca do trabalho magnífico da KCKliKO.

• Marta Ramos

As cores do entardecer, por A Pajarita

No passado fim-de-semana, Alexandra Barbosa levou A Pajarita a um evento de apresentação de serviços para casamentos em Lousada e, para nossa sorte, os fotógrafos da Lovati Photography registaram minuciosamente a sua presença.

Esta foi a minha proposta, longe do Pantone do ano: cores mais escuras e fortes, típicas de um entardecer, e papéis manuais, tinta-da-china e aguarela. O papel de inspiração foi um floral pictórico que recorda uma bela natureza morta a óleo. A decoração floral, pitoresca, prima pelas texturas.

Pajarita é uma palavra espanhola que define origami em forma de pequeno pássaro, gravata borboleta ou a planta Linaria Vulgaris. Uma palavra tão versátil como a equipa d’A Pajarita, composta por diversas mãos talentosas que ajudam Alexandra Barbosa, a directora criativa, a criar o estacionário, a decoração e todos os outros detalhes para o vosso dia.
A Alexandra é formada em Arte e fascinada pela perfeição, e começa sempre todos os seus projectos do zero, longe da estandardização e à imagem de quem comemora o que de mais belo a vida tem.
Vamos ver as imagens desta proposta quente e texturada da Alexandra?

Não deixem de ler todos os artigos que já publicámos sobre o trabalho d’A Pajarita: para além de haver muita coisa bonita de se ver, há também bons conselhos e reflexões importantes: «Eu tenho alguns problemas com o desperdício, evito-o tanto a nível pessoal como profissional, por isso, tenho sempre especial atenção à gestão dos materiais e à qualidade dos mesmos. No estacionário, só usamos papeis livres de ácidos e gerimos a produção de modo a minimizar ao máximo o desperdício de papel, aconselhando sempre medidas que optimizam a área de impressão.»
E falem com a Alexandra sobre o tipo de casamento que imaginam: a equipa d’ A Pajarita terá muito gosto em inspirar-se nos vossos desejos para dar asas à criatividade.

• Marta Ramos

Um casamento em tons de rosa e beringela, com Jardin d’Époque

Ana e Marc casaram no dia 1 de Setembro de 2018 no Palácio do Freixo e fizeram da sua festa uma verdadeira celebração cosmopolita. Ana é portuguesa, Marc é alemão, e vivem em Hong Kong. Para decorar o seu grande dia, escolheram uma dupla de wedding planners muito conceituada do mercado brasileiro: Fábio Borgatto e Telma Hayashi. E foi esta dupla que contactou Ema Ramos, do Jardin d’Époque, a quem confiou a curadoria, a selecção das espécies de flores e folhagens e o desenho e execução das peças de design floral.

Reuni presencialmente com o Fábio e a Telma no início de Março e houve uma empatia imediata, talvez por eu ter um carinho muito grande pela cultura brasileira e por ‘aquele’ sotaque adocicado que me recorda os tempos que passei por terras de Vera Cruz e os amigos especiais que ainda tenho por lá. – Ema Ramos

Começaram por definir uma paleta de tons rosa e beringela suaves e quentes, aos quais adicionaram toques de verde e castanho: «Pretendíamos peças florais ricas em texturas, com uma estrutura orgânica e uma linguagem assumidamente ‘despenteada’. Às rosas inglesas, às nigella, às scabiosa e a uma série de outras espécies vindas de longe, juntámos bagas, dálias, ramos de carvalho e de magnólia dos jardins de pequenos produtores nacionais.»
Foram mais de cinquenta mil pés de flores e folhagem que se transformaram no cenário do dia feliz de Ana e Marc: instalações suspensas na tenda montada no jardim; um arco quebrado e assimétrico meticulosamente colocado no jardim italiano de forma a que o Rio Douro fosse o seu horizonte; arranjos com mais de um metro de largura que emolduraram a mesa dos doces; jarrões que pontuavam os percursos e os nichos dos muros do palácio. Às flores, juntaram-se cerca de quarenta oliveiras estrategicamente colocadas na tenda em vasos gigantes de terracota, segundo o projecto dos decoradores, balizando áreas de estar, a zona de jantar e a pista de dança.

«O trabalho em equipa foi crucial», conta Ema Ramos. «Estar rodeada de pessoas imbuídas do mesmo espírito, sensíveis, com um sentido estético apurado e totalmente disponíveis foi, definitivamente, o meu verdadeiro braço direito. A equipa do Jardin d’Époque foi composta por doze pessoas que, ao longo de uma semana intensiva, tornaram possível este projecto. E foi igualmente maravilhoso partilhar o momento de construção de algumas peças florais com a mestria do Fábio. A partilha de técnicas de trabalho e de métodos de construção e organização não tem preço e poder fazê-lo com profissionais tão talentosos foi um verdadeiro privilégio.»

Créditos:

fotografia: Inga Freitas
planeamento e decoração: Fábio Borgatto e Telma Hayashi
flores: Jardin d’Époque
espaço: Palácio do Freixo
apoio à produção: Romã Eventos
aluguer de materiais: Saiotes / O Saltimbanco

• Marta Ramos

Um casamento feito de flores, por Flor de Laranjeira

Pouco mais de uma dezena de pessoas especiais foi o necessário para tornar o dia da Maria e do Tomé o mais feliz das suas vidas. A Flor de Laranjeira desempenhou um papel fundamental neste casamento tão intimista em que as flores assumiram um lugar de destaque, já que todos os convidados teriam flores: todas as mulheres levavam flores no cabelo e os homens na lapela; a lembrança oferecida aos convidados foi um raminho de flores; e a noiva levava, para além do bouquet, flores no cabelo e uma pregadeira no ombro.

Conta-nos a Teresa: «Divertidos e descontraídos, a Maria e o Tomé sabiam que queriam arranjos coloridos de cores quentes. Optámos por gerberas, lisianthus, dálias, narcisos, frésias, cameleira, monstera e uvas. O resultado foi quente e vibrante – e o mais importante para os noivos foi estar com os familiares num fim-de-semana tão especial.»

O casamento decorreu na Quinta do Vento, em Palmela, e a fotografia ficou a cargo da Amarephotoart.

 

 

 

 

 

 

 

A Flor de Laranjeira nasceu da união de dois amores: a designer de interiores por formação dá a mão à florista por criação e juntas dedicam-se ao desenho com flores. A inspiração vem da paixão: trabalham com flores frescas, de preferência sazonais e nacionais. Desde o ramo de noiva e complementos, aos locais de celebração e festa, tudo é permitido e possível, tendo como única condição o respeito pela essência da flor​. E do amor, claro.

Vejam aqui OUTROS TRABALHOS DA FLOR DE LARANJEIRA e FALEM COM A TERESA. Ela terá todo o prazer em ouvir as vossas ideias e conhecer os vossos gostos, para depois traduzi-los em flores.