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Susana Pinto

À conversa com: Flor de Laranjeira, decoração floral para casamentos

Esta semana conversamos com a Teresa Gonçalves, da Flor de Laranjeira, decoração floral para casamentos, sobre um dos assuntos que mais gosto: flores.

Nesta conversa, a Teresa conta-nos como começou o seu percurso profissional com designer de flores, e o que mais gosta neste universo natural, cheio de contrastes, texturas, liberdade criativa e desafios imprevisíveis.

Fiquem connosco, que esta é uma bela conversa!

O meu primeiro ramo de noiva foi para a minha madrinha, teria uns 16 anos. Pedi-lhe que me deixasse florir-lhe o dia e o sorriso que recebi de volta deixou-me de coração cheio.

Como começou o projecto Flor de Laranjeira?
Não sei bem quando começou nem como começou… sei que foi um processo muito natural, livre e feliz. Cresci no meio de flores (negócio de família há mais de 25 anos), tenho memórias de sair da escola e esperar pela hora do regresso a casa com os meus pais e enquanto a hora chegava e não chegava, ia brincando! Foi assim que começou o meu contacto com as flores! A brincar com elas, a observá-las, a dar-lhes vida e estórias. Aos poucos fui ajudando aqui e ali e, sem saber como, já fazia arranjos. Foi uma aprendizagem sempre muito livre e descomprometida, sem grandes regras, limitações e obrigações, mas ciente da responsabilidade e do compromisso que ia assumindo. Acho que foi esta leveza na aprendizagem que me foi cativando. Com o passar do tempo, trabalhar com flores passou a ser também um meio de mimo, de carinho para com aqueles que de algum modo eu sentia alguma ligação. O meu primeiro ramo de noiva foi para a minha madrinha, teria uns 16 anos. Pedi-lhe que me deixasse florir-lhe o dia e o sorriso que recebi de volta deixou-me de coração cheio.
Com a entrada na faculdade de Arquitectura em Lisboa, a minha presença diária pelo mundo das flores em Évora passou a ser apenas ao fim de semana, ou seja, em dias de casamento. Tudo era tão natural e presente, que nem tinha noção da importância que as flores tinham para mim.
Quando terminei a faculdade e comecei a trabalhar com designer de produto, nos últimos tempos, mais até como designer de interiores, fiquei sem tempo para as flores. Durante alguns anos andei longe de flores e casamentos. Até que as amigas começaram a casar e a pedir-me ajuda na parte gráfica do casamento e eu, apesar de as ajudar como podia, perguntava sempre… e as flores? Posso florir um pouco o vosso dia? E assim fui fazendo em casa, na cozinha, os primeiros ramos de noiva. Primeiro das amigas directas, depois para as amigas das amigas, e aos poucos para pessoas que nem conhecia. Percebi assim que através de casamentos, com hora e data marcada, era possível conjugar com a minha profissão e escolher e preparar o ramo. Mais uma vez sem saber como, estava a trabalhar com flores, mas desta vez ciente que precisava delas.
Por incentivo de bons amigos nasce a marca, surge o site, fazem-se os primeiros contactos e a necessidade de um espaço só para flores obrigada a uma decisão… e eu escolhi flores.

 

Como define a sua assinatura?
Não sei se tenho uma assinatura… preciso testar mais, explorar mais, amadurecer mais! Sei que gosto de trabalhar com flores naturais, de preferencia de época. Gosto de misturar flores com verduras e de muita variedade. Gosto de desafios e liberdade. Gosto do grande e do detalhe. Gosto do delicado e do exuberante. Procuro conhecer bens as flores com as quais trabalho e respeitá-las. Sei que há formas com as quais mais me identifico actualmente, mas também sei que estou sempre à procura de mais.

 

Esse estilo faz parte do ADN da marca ou é um conceito que escolhe para explorar e trabalhar este ano? Porquê?
Umas das coisas que mais me fascina nas flores é a sua imprevisibilidade, nunca podemos garantir que a flor abre, que o tempo não nos inverte os planos, que o frio atrase a cor. Este imprevisto que eu gosto, é muito complicado para o cliente, tem de haver muita confiança. Este voto de confiança é sagrado para mim, por isso procuro sempre criar algo com as flores, que contribua para a felicidade e o tal sorriso que não esqueço. O respeito pelas flores é aliado ao respeito pelo pedido do cliente. Quem me procura geralmente já conhece o meu trabalho e já haverá alguma identificação com ele. Talvez no ADN haja liberdade, curiosidade e experimentação.

 

Flor de Laranjeira - Fotos de Hugo Coelho Fotografia (13)

 

Flor de Laranjeira - Fotos de Hugo Coelho Fotografia (14)

 

Flor de Laranjeira - Fotos de Hugo Coelho Fotografia (16)

 

As tendências da estação… são um assunto de trabalho ou apenas fait divers?
Diria que permitem contextualizar o mercado, perceber o cliente. São guias de referência mas não me limitam a criatividade, alertam para novas flores, cores e formas.

 

E as estações do ano, o ritmo e produção de cada época, são influências, contingências ou indiferenças nestes tempos globais?
Nunca gostei de rotinas, preciso de alguma ordem e rigor, mas ritmos diferentes. Os casamentos são ainda muito sazonais e eu gosto disso. No inverno tenho mais tempo para refletir e organizar as ideias. Conhecer os clientes, preparar as propostas, preparar a “casa”, fazer editoriais, experimentação. No verão o ritmo acelera, a adrenalina aumenta e eu gosto dessa diversidade de ritmos. No que diz respeito às flores, as estações influenciam muito. Há flores nacionais que todos os dias nascem, mas há também muitas flores sazonais pelas quais temos de esperar uns meses para elas voltarem com todo o seu esplendor. Eu, pessoalmente, gosto disso, mas neste mundo global é cada vez mais fácil termos flores do outro lado do mundo onde será primavera e certas flores nascem. Com as redes sociais há cada vez mais uma procura de flores fora de época, porque viram tal flor e é mesmo aquela que adoram, sacrificando por vezes a qualidade em prol da referencia de sonho. São as dores do ofício e o preço desta abundância de referências e inspirações.

 

Tem espécies favoritas ou a beleza e potencial são características transversais a todas as flores e plantas?
Tenho as minhas preferências, que vão variando ao longo dos tempos, não tenho, no entanto, flores de que não gosto. Aprendi a trabalhar com todas e todas me provaram que no sítio certo, da forma certa, todas têm o seu encanto.

 

Trabalhar com flores e plantas é, para mim, muito relaxante, sedutor e de constante descoberta, não há duas flores iguais, nem dois arranjos iguais e isso é muito rico criativamente. O equilíbrio entre o lado criativo, estético, emocional e o lado racional, logístico e técnico é desafiante e muito sedutor.

 

Ter o controle das decisões é importante? Tem uma perspectiva perfeccionista e específica sobre o resultado e a forma como quer que o seu trabalho seja mostrado e vivido, ou é o prazer de discutir ideias, de criar e acompanhar o processo, que lhe interessa mais na relação com cada projecto, cada cliente?

O lado imprevisível da natureza pode trazer alterações de ultima hora. Por vezes brinda-nos com agradáveis supresas, outras troca-nos as voltas! Ter a capacidade de adaptação e decisão é fundamental. Estas decisões têm, no entanto, de seguir sempre o plano traçado inicialmente, sei qual é o resultado final que pretendo, sei o que quero transmitir com os arranjos e esse será sempre o foco. Procuro o equilíbrio entre o meu lado perfeccionista e meticuloso com o deixar fluir, e que as flores e cores se manifestem. Deixo que os ramos ganharem vida e forma através da rebeldia das flores.

 

Existem fórmulas vencedoras que aplica, ou cada projecto de decoração floral é pensado totalmente de raiz?

Há fórmulas vencedoras e muitas inspirações, referências e pedidos que acabam por levar a soluções já testadas e registadas. Há também o cliente que permite explorar novos caminhos e gosta de ser surpreendido, e aí é possível pensar a decoração floral de raiz .

 

Onde busca inspiração para cada nova temporada de trabalho?

Sempre fui muito observadora. Gosto de contemplar e procurar novas perspectivas. Isto aplica-se a tudo, ambientes urbanos e humanos, mas a mãe natureza é a fonte de inspiração mais fértil para mim. Depois há um lado de pesquisa no mercado muito importante. Também há grandes nomes cujo trabalho me inspira imenso.

 

Flor de Laranjeira - bouquets de noiva e decoração floral para casamentos

 

Flor de Laranjeira - bouquets de noiva e decoração floral para casamentos

 

Flor de Laranjeira - bouquets de noiva e decoração floral para casamentos

 

E nos momentos de fadiga criativa, como refresca a mente e o olhar?

Parar, relaxar e saber esperar, acho fundamental. Há fases em que é necessário desligar mesmo e procurar novas conversas, passear, viajar, dançar… Tudo tem o seu tempo! Quando o pensamento descansa e os olhos olham livremente novas formas e ideias podem surgir.

 

Como é o seu processo de trabalho, como cria uma ligação com os seus clientes?

Geralmente o cliente, quando chega à Flor de Laranjeira, já viu o meu trabalho e já terá sentido alguma sintonia. Num primeiro contacto peço que partilhem comigo o pedido, o que desejam e os elementos que já foram escolhendo. Gosto de saber quem são os outros fornecedores, como é o vestido de noiva, o penteado, o convite… contextualizar ao máximo o pedido. Quanto mais elementos partilharem comigo, melhor, mas procuro não ser indiscreta e respeito a quantidade de informação que queiram partilhar. Uma conversa descomprometida, sem hora marcada para terminar, é para mim muito importante. Nela, tento analisar com o cliente flores, cores e formas. Este conhecimento do cliente é para mim fundamental para poder apresentar um projecto personalizado e nos momentos de escolhas saber a melhor opção para aquelas pessoas. Respeito muito o gosto de cada um e procuro não impor nunca o meu gosto pessoal. No entanto, tem de haver sintonia entre mim e o cliente, não faço trabalhos com os quais não me identifico, nem coisas contrariada. É fundamental para mim que o cliente se sinta confiante e feliz por escolher o meu trabalho.

 

Qual é a melhor parte de trabalhar com flores e plantas, em decoração? E o mais desafiante e difícil?

O lado imprevisível da natureza seduz-me e desafia-me. Assim como o lado estético e a matéria… tudo é tão perfeito, belo, rico e, em simultâneo, tão simples e delicado.
O mais difícil para mim será o lado físico deste trabalho, e o contra-relógio em que é preciso trabalhar. Não é possível começar com muita antecedência e é necessário um grande planeamento para evitar imprevistos e demoras desnecessárias, tudo tem de ser pensado ao pormenor. Por isso, o lado logístico é bastante trabalhoso, cansativo e pouco poético. O transporte dos arranjos é também desafiante e moroso, tem de ser bem planeado para não comprometer o resultado final. Esta corrida contra o tempo pode ser – e é – bastante stressante, mas também lhe dá um caracter muito prático e conclusivo. Não é possível prolongar eternamente estes trabalhos, há uma hora para começar e para terminar e isso faz com que não haja tempo para desgaste do projecto.
Trabalhar com flores e plantas é, para mim, muito relaxante, sedutor e de constante descoberta, não há duas flores iguais, nem dois arranjos iguais e isso é muito rico criativamente. O equilíbrio entre o lado criativo, estético, emocional e o lado racional, logístico e técnico é desafiante e muito sedutor.

 

Qual foi o casamento em que mais gostou de trabalhar? Porquê?

Não sei se consigo destacar um! Há casais com uma enorme cumplicidade e amor, há famílias muito envolvidas e felizes com aquele dia e é muito bom participar nessas histórias. É bom florir estes dias de celebração e amor. Depois existem também aqueles casamentos em que as flores, as cores e as formas são muito estimulantes criativamente. E ainda aqueles onde tenho uma ligação pessoal de amizade. Não consigo escolher um! Talvez o mais marcante de todos tenha sido o tal ramo de noiva para a minha madrinha, havia um laço emocional muito importante, a responsabilidade e alguma insegurança de quem está a começar, a liberdade criativa de quem é livre e o resultado final foi um momento feliz e isso é muito bom.

 

Escolha uma imagem favorita do seu portfolio e conte-nos porquê:

 

Flor de Laranjeira - bouquet de noiva e flores para casamentos

 

Mais uma vez! Não consigo escolher apenas uma! Estas duas fotografias são muito importantes e inspiradoras para mim!
Esta fotografia do Hugo Coelho remete-me para um dia muito feliz. Gosto muito da foto e traz-me memórias muito boas. É de uma sessão fotográfica, algo que adoro fazer porque tenho total liberdade criativa, posso arriscar sem medo e posso explorar novas técnicas. Foi muito desafiante este trabalho e foi muito bom trabalhar com esta equipa, admiro imenso o trabalho e talento de todos os envolvidos e foi um momento muito simples, bonito e autêntico. Marca uma fase muito importante no meu percurso profissional e continua a ser uma referência para mim.

 

 

O mesmo acontece com esta segunda fotografia, do Pedro Varela! Gosto muito da fotografia, e gosto muito do arranjo, das cores e da mistura das flores. Sinto harmonia entre o conceito e o lado estético do ramo que de dois se faz um. Há nele uma lado muito tradicional e português, mas também muito contemporâneo e provocador.

 

Os contactos detalhados de A Flor de Laranjeira, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, feita de imagens bonitas, e contactem a Teresa Gonçalves directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

Susana Pinto

Coríntios 13:4-8

“Love is patient, love is kind. It does not envy, it does not boast, it is not proud. It does not dishonor others, it is not self-seeking, it is not easily angered, it keeps no record of wrongs. Love does not delight in evil but rejoices with the truth. It always protects, always trusts, always hopes, always perseveres.”

Coríntios, 13:4-8

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Sergio + Geraldo, fotografados por Nikki Neswick, via Magnolia Rouge. Tal como estrelas de cinema de outra era, fotografados na sua e-session, antes do casamento, depois de 15 anos juntos. Tanto cool e tanto amor.

 

Marta Ramos

Um pedido de casamento, por Romã Eventos

Nos primeiros dias deste ano, fomos contactadas pelo Ricardo, que precisava de alguma ajuda para organizar o pedido de casamento à sua namorada. O Ricardo tinha tantas ideias e estava tão empenhado que foi um prazer dar-lhe algumas sugestões (adorámos saber, por exemplo, que queria que fosse tocada ao vivo uma canção que ele escrevera para ela)! Ficámos muito felizes quando, um mês depois, voltámos a receber notícias dele – desta vez, as perguntas já respeitavam à organização do casamento, pelo que pudemos constatar que ela tinha dito sim!

Hoje ficamos a saber um pouco mais sobre estes dois, porque, em boa hora, o Ricardo seguiu uma das nossas sugestões e contactou a Romã Eventos para garantir que a pergunta de todas as perguntas era feita exactamente como ele a sonhara. Conta-nos a Rute: «Existem ocasiões que não sabemos muito bem como descrever, esta foi uma delas. Pensamos que momentos assim só existem no cinema, mas este foi bem real. Fomos surpreendidos pelo contacto do Ricardo: pedir em casamento a mulher da sua vida num dia de Inverno num terraço perto do mar, ao som de uma música com uma letra a preceito! O resultado não poderia ter sido melhor. Ficámos encantados por poder testemunhar a felicidade do momento. Desejamos que sejam felizes para a vida toda!»

O design floral deste pedido de casamento ficou a cargo de outro fornecedor seleccionado SB, Jardin d’Époque. Testemunhem também a magia sonhada pelo Ricardo e orquestrada por esta gente tão talentosa – o vídeo e as fotografias ficaram a cargo dos StoryTellers.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Créditos:

 

concepção, styling e planeamento: Romã Eventos
design floral: Jardin d’Époque
música: Música na Igreja
fotografia e vídeo: Storytellers

 

Ora aqui está um casamento que teremos muito gosto em partilhar, daqui a uns tempos. A avaliar por esta amostra, temos conto de fadas à vista!

Marta Ramos

Um olhar delicado sobre as anémonas, de Por Magia

A paixão pelas flores, por ouvir histórias e conhecer novas pessoas, levou a Andreia e o Bruno Ribeiro a dedicarem-se a criar dias memoráveis. Juntos interpretam sonhos e reinventam ideias. Desenham todos os detalhes da vossa festa do início ao fim, desde o bouquet à decoração dos centros de mesa ou à total decoração do evento, trabalhando cuidadosamente todas as texturas, cores e tecidos para que o conjunto se reflicta em pormenores elegantes e distintos. Já contamos há algum tempo com a Por Magia entre os nossos fornecedores seleccionados, na área da decoração para casamentos. Recentemente, duplicámos a dose, com a Andreia e o Nuno a estenderem a sua paixão à fotografia. Assim nasceu a Por Magia Photography, que defende uma imagem simples, elegante, intemporal, que nos transporta para dias vividos de uma forma autêntica.

As imagens que vos trazemos hoje são o resultado de um momento de liberdade criativa da Andreia e do Bruno. Depois de um trabalho com anémonas, não resistiram a criar uns quadros inspiradores e a fotografá-los com delicadeza: «Anémonas… São delicadas e com uma natureza selvagem, são enigmáticas e com um toque obscuro! Prendem o olhar e fazem-nos sentir atraídos, transportam-nos para um ambiente etéreo e mágico… São fabulosas aos nossos olhos!»

 

 

 

 

 

 

 

Quanta doçura e quanto carácter!
Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Por Magia Photography para ficarem a conhecer melhor o seu trabalho, assim como o seu portefólio de decoração para casamento. E falem com a Andreia e o Bruno sobre as vossas ideias e os vossos sonhos. Eles terão muito prazer em dar-lhes vida.

Marta Ramos

Wise words: catering consciente para um casamento sem desperdício

A organização do casamento vai levantar muitas questões e obrigar-vos a fazer muitas escolhas. Há uns tempos, escrevemos aqui sobre 5 pequenos passos para um casamento sustentável, com o objectivo de vos ajudarmos a fazer escolhas sustentáveis para que o vosso dia feliz seja também leve, em termos ambientais. Estamos todos muito conscientes do impacto que as nossas acções têm no planeta e todos os gestos, por mais pequenos que possam parecer, são importantes.

Mas nem só vocês, os noivos, estão atentos a estas mudanças de paradigma. Também os nossos fornecedores seleccionados se preocupam cada vez mais com os desperdícios (tão associados a este tipo de celebrações) e procuram formas de evitá-los. Para as nossas WISE WORDS de hoje, consultámos a Silva Carvalho Catering para sabermos mais sobre as estratégias da empresa no sentido de prestar um serviço tão eficiente quanto consciente.

Uma das maiores preocupações da Silva Carvalho Catering, como empresa socialmente responsável, é a de diminuir os excedentes de alimentos confeccionados nos eventos. Mas, ainda assim, acontece sobrar comida que não chega a ser consumida. Nesses casos, a nossa prioridade é encaminhar essa comida, que continua em perfeitas condições, para quem dela mais necessita.

Ou seja: para combater o desperdício alimentar, há que começar pelo início, isto é, produzir menos. É certo que, em dias de festa, e num casamento, sobretudo, gostamos de ver mesas bonitas e recheadas – a abundância está muito enraizada na nossa mentalidade como sendo condição sine qua non para que os convidados se sintam bem recebidos. «Há ainda alguns noivos que ficam receosos quanto à quantidade de comida», confirma Cristina Barros. «Este receio prende-se, sobretudo, com a ideia de que os bons anfitriões põem mesas fartas. Mas fará sentido aumentar as quantidades para lá do que se sabe que será, efectivamente, consumido, sabendo de antemão que grande parte do que esteve exposto irá para o lixo? Valerá a pena?»

Na nossa opinião, não – e acreditamos que concordam connosco. Tendo em conta que o catering corresponde à maior fatia do vosso orçamento para o casamento, vale a pena ponderar bem este assunto e fazer escolhas informadas e sensatas. Gastar dinheiro a mais e deixar que se desperdice comida são duas coisas a evitar.

Como é que a Silva Carvalho Catering vos pode ajudar a evitá-las? «Começamos por apresentar um aperitivo (volante e buffet) em que apostamos na variedade e na quantidade calculadas em função do número de pessoas esperado. Fazemos os cálculos internos com base num rácio de cerca de 12 peças (unidades ou gramas) por pessoa. Uma vez que apostamos num bom aperitivo, sugerimos um menu com uma entrada de peixe, um prato principal e o bolo dos noivos como sobremesa. Não nos parece necessário mais , temos buffets de frutas, queijos e doces de seguida e uma ceia para os mais resistentes! Não pode faltar bebida… et voilá: um casamento sem sobras!»

Exactamente porque produz q.b., a Silva Carvalho Catering tem conseguido evitar sobras exageradas nos seus serviços. No entanto, e porque ainda acontece restar alguma coisa (sobretudo, doces do buffet), existem algumas práticas a serem adoptadas, mas sempre com muito rigor, pois estamos a falar de alimentos, com tempos de exposição e intervalos de temperatura a cumprir.
Por exemplo, se os clientes quiserem levar consigo o que sobrar no final da festa, são convidados a fazê-lo, desde que tratem dos recipientes e assinem um termo de responsabilidade: «Somos uma empresa certificada em HACCP e não nos podemos responsabilizar pelo acondicionamento que noivos ou familiares farão dos produtos que recolherem.»

 

 

 

 

Quando há comida a sobrar e ninguém para a levar, então a estratégia da Silva Carvalho Catering passa por contactar uma instituição que possa fazer a recolha em boas condições e dar-lhe utilidade junto das populações mais carenciadas. Às vezes é possível prever isso bem cedo, quando há faltas de convidados (não é tão frequente nos casamentos, mas nos congressos, por exemplo, acontece com regularidade). Actualmente, a instituição com que trabalham é o Coração da Cidade.

E assim se consegue que tudo esteja bem quando acaba bem! A sugestão deixada por Cristina Barros para quem está agora a planear o casamento é a de que abordem este assunto junto das empresas de catering que contactarem. Acrescentem a preocupação com o desperdício à vossa lista de requisitos. Enquanto cidadãos, a nossa melhor ferramenta para melhorar o mundo é esta, precisamente: a de consumirmos com responsabilidade, privilegiando produtos e empresas conscientes.

Não deixem de ler o nosso artigo de wise words sobre a ementa do casamento e de conhecer os 5 pequenos passos para um casamento sustentável que já aqui vos sugerimos. E partilhem connosco as vossas ideias, também: boas ideias nunca são demais!

Susana Pinto

Casamento intimista na Quinta da Quintã: Joana + Vasco

Hoje celebramos um maravilhoso casamento intimista na Quinta da Quintã: é a festa da Joana + Vasco.

Parece feita às avessas, umas coisas primeiro que as outras, numa ordem que desafia o cenário habitual, mas vistas bem as coisas, que importância isso terá?

Uma festa de casamento celebra o amor. A forma como damos corpo a isso, é um detalhe à medida de cada casal. Mais elaborada e sofisticada, mais singela e intimista, mais divertida, mais emocional ou mais protocolar, são visões singulares dos noivos. No caso da Joana + Vasco, tudo é amor: dos pequeninos aos mais velhos, o fio condutor que liga e une todos é um imenso amor partilhado, feito de felicidade, abraços, sorrisos e algumas lágrimas.

Tudo lindo e tão doce, e a ajudá-los a pôr de pé este épico dia, estiveram a Quinta da Quintã e todo o seu staff impecável, a dupla de fotógrafos Menino conhece Menina, os Pixel ao comando do vídeo e se virem com atenção, vão descobrir um dos bonitos bastidores para as alianças, bordados com andorinhas, da Jubela.

Bom fim-de-semana!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

O “sim” foi quase “imposto” por mim, porque um dia decidi ir ver vestidos de noiva e, sem estar à espera, apaixonei me por um vestido, que comprei. Logo a seguir ligo ao Vasco a dizer “Vamos casar para o ano, já comprei o vestido!”.

Depois disto, e o Vasco já recuperado do susto, imaginámos que teria de ser mais do que uma celebração da nossa união, mas sim uma celebração da família que construímos com os nossos filhos e um dia que marcasse todos os nossos convidados!

“O melhor casamento de sempre”, “o mais emocionante”, “um dia marcante para a vida de todos”, foram algumas das mensagens que fomos recebendo nos dias seguintes à nossa festa. E nós sentimos o mesmo.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Sim, preparados! Começámos a namorar em 99, fizemos um intervalo longo e voltámos a namorar em 2012. Já tínhamos vivido juntos na primeira fase do nosso namoro, em Coimbra, onde estudámos os dois e novamente desde 2012. Agora, os nossos filhos foram os nossos convidados super especiais. Há sempre nervos na preparação de um evento tão grande e num dia tão importante como este, mas sentimos que se não tivéssemos filhos e tivéssemos mais tempo teria sido mesmo muito tranquilo todo o processo.

E claro, a gestão do orçamento também traz algum stress, porque há coisas das quais não queríamos mesmo abdicar. Assim, fomos gerindo o processo melhor que soubemos e no fim conseguimos ter tudo o que queríamos, como os nossos fotógrafos e videógrafos preferidos: os Menino conhece Menina e os Pixel. E ainda bem que não abdicámos da sua presença, porque o trabalho de ambos ficou incrível!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Todas as partes do processo foram importantes, mas nas reuniões com a Joana, o João e a Tânia, sentimos muita segurança e uma cumplicidade muito grande com eles, que sempre nos tranquilizaram garantindo que tudo iria ser como queríamos. Aliás queríamos casar de novo, pelo processo das reuniões, estar na Quinta com eles e rirmos com todas as ideias “inovadoras” do Vasco. Divertimo-nos bastante em todo o processo, mas principalmente com eles!

A semana anterior ao casamento também se revelou espectacular. Foi como um ensaio para o grande dia. Conversávamos os dois e dizíamos “ainda bem que decidimos casar, porque receber tanto carinho e amor está a ser delicioso”!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Sim, muito fiel. O pessoal da Quinta da Quintã alinhou em tudo o que íamos planeando e ajudaram-nos imenso! Alinharam na nossa ideia de casarmos num laranjal da Quinta que não costuma ser usado para este efeito, alinharam na nossa entrada da sala de jantar pela cozinha com os nossos amigos a carregarem-nos em ombros, no flash mob que os nossos amigos preparam e que foi incrível e em muitos outros detalhes que fizeram da nossa festa um dia muito nosso! Confiei plenamente neles, mas no dia lembro-me de ter pensado que estava a ser muito melhor do que eu tinha imaginado!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Fundamental era personalizar, emocionar e eternizar determinados momentos na memória de todos e não ser “mais um casamento”. Também tentámos que todos os nossos convidados percebessem porque estavam ali e que se sentissem especiais por partilharem aquele momento connosco, em especial os nossos pais e filhos, avós, irmãos, cunhada, mas também todos os amigos e restante família.

Sem importância era obedecer a “regras”, como oferecer uma lembrança. Isto, para nós, era um gasto desnecessário, que preferimos investir num filme feito pelos Pixel que passou no dia do casamento e que vai ser uma das mais belas recordações que guardaremos para a vida e para deixar aos nossos filhos. Ainda hoje nos falam desse vídeo.

A banda sonora de toda a cerimónia e o corte de bolo dos noivos também foram fundamentais para tudo se encaixar. Nos dias seguintes muitos amigos nos diziam que não conseguiam parar de ouvir as músicas e que com elas iam revivendo aquele dia tão especial.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Eu sempre gostei de espreitar blogs e páginas como o Simplesmente Branco e já tinha na minha cabeça que se um dia casasse, queria que fosse na Quinta da Quintã, cos Pixel e os Menino conhece Menina, tornando tudo muito fácil. Numa semana tínhamos tudo definido, inclusive o vestido de noiva. Tivemos sorte por estarem todos disponíveis, e, a partir daqui, só tivemos de nos preocupar com os pormenores. O mais difícil foi o Vasco encontrar o fato que queria. Foi uma longa procura mas que também acabou por correr bem! Contou com a ajuda do alfaiate Ayres Bspoke Tailor e o processo da escolha do tecido, forro e provas também foi muito giro.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Toda a cerimónia foi muito bonita, pela simplicidade e emoção à flor da pele, mas no final da festa ambos concordámos que o melhor momento foi o corte de bolo! Foi muito emocionante e bonito pelos discursos que dirigimos a todos os presentes num momento muito envolvente e tranquilo em que todos nos rodeavam no laranjal. Um dia, um amigo disse-nos que tinha sonhado que íamos todos viver um momento incrível num laranjal e este foi mesmo!! Muitos abraços, beijos, palavras de afecto e amor, lágrimas… Foi mesmo o pico sentimental do dia.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

E o pico de diversão?

Diversão à séria foi a coreografia inesperada, preparada pelos nossos melhores amigos e irmãos e que envolveu todos os convidados. Foi incrível, porque víamos os nossos amigos a dançarem com os nossos pais, os nossos tios mais velhos e os colegas de trabalho, tudo misturado, e não conseguíamos perceber como é que pessoas que não se conheciam tinham conseguido pôr 200 e muitas pessoas a dançar. Mal começou, a energia deles invadiu-nos e dançámos muitoooo!

Sentimo-nos duas crianças genuinamente felizes!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Um pormenor especial…

Durante a cerimónia quisemos homenagear os nossos avós, que já sabem o que é viver um Amor para a Vida Toda, com a ajuda da música da Carolina Deslandes. Abraçámos os avós em primeiro lugar e pedimos que todos abraçassem os seus amores naquele momento.

Este momento foi inspirado por uma missa Gospel a que assistimos em Nova York. Queríamos que as pessoas se movimentassem durante a cerimónia e não estivessem só a assitir, mas sim a participar e a reflectir sobre as suas próprias vidas.

Este momento terminou com um copo de champanhe e um brinde colectivo entre todos. Foi maravilhoso!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

O que não correu tão bem como tínhamos planeado foi o baile, mas já estávamos tão felizes que não alterou o nosso estado de espírito e o sentimento de que tudo estava como queríamos.

A Joana, da Quinta da Quintã, mais experiente, alertou-nos para isso, e devíamos ter seguido os conselhos dela.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Viverem o dia! Não sentimos que o dia passou a correr como muitos noivos dizem. Conseguimos saborear todos os momentos ao máximo, primeiro porque sabíamos que o nosso dia estava nas melhores mãos do mundo, a Joana, o João e a Tânia, e em nenhum momento do dia nos preocupámos com nada. Só vivemos intensamente o nosso dia de celebração.

Por isso, o melhor conselho, é investirem no mais importante e descomplicarem ao máximo!

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Casamento rústico na Quinta da Quintã, com fotografia Menino conhece Menina.

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: Filipa Viana, ilustradora + Joana Coelho (Quinta da Quintã);

espaço, decoração, catering e bolo dos noivos: Quinta da Quintã;

fato do noivo e acessórios: Ayres Bspoke Tailor, sapatos Camper;

vestido de noiva e sapatos: Rembo Styling (Borsini Noivas) Sapatos: Juliana Bicudo, Vila Madalena São Paulo, Brasil;

maquilhagem: Maria José, Secret Garden (Praia da Granja);

cabelos: Cabeleireiro Pente Novo (Praia da Granja);

bouquet: Célia (Quinta da Quintã);

fotografia: Menino Conhece Menina;

vídeo: Pixel;

luzes, som e Dj: Bizarros do Costume, Telmo Oliveira.