Dicas para casar: como escolher a lingerie para o casamento
Como escolher a lingerie para o casamento?
Nas dicas para casar de hoje é sobre isso que falamos. Pode, à primeira vista, parecer um assunto simples, mas para as meninas que não usam um comum 34 B, é toda uma outra história, e bem desafiante!
Já aqui vos falámos em detalhe sobre a escolha do vestido de noiva. Pois bem, o vestido é o centro em torno do qual tudo o resto se vai articular. O que se vê e o que não se vê. Aqui referimos a importância de fazer a primeira prova com soutien liso e sem alças, de preferência de cor neutra. Depois de escolhido o vestido de noiva – e antes das próximas provas -, é o momento certo para irmos às compras da roupa interior mais adequada ao modelo de vestido escolhido e ao vosso corpo. O conforto é uma prioridade, mas também a funcionalidade (um bom suporte), num dia tão longo e intenso.
Para um conjunto de bons conselhos, contámos com a ajuda preciosa da Ana Morais, da Dama de Copas, a marca que trouxe o assunto bra fitting para o quotidiano feminino. Nada como ouvirmos os insights de quem sabe muito sobre isto, para vos ajudarmos a fazer escolhas certas (e bonitas!).
Bra fitting é o nome dado pela Dama de Copas ao seu serviço gratuito de aconselhamento. No caso das noivas, o assunto será a escolha do soutien certo para o vestido de noiva e restante lingerie para o casamento, mas também para a noite de núpcias e a lua-de-mel (e ainda dicas sobre como cuidar da zona do decote para uma pele deslumbrante no grande dia).
Seja em que formato for, não se esqueçam de levar convosco bastantes imagens do vestido de noiva, para que a consultora possa orientar as vossas escolhas dispondo do máximo de informação possível. Se ainda não tiverem escolhido o vestido, serão igualmente bem-vindas! Aliás, uma coisa que poderá surpreender-vos é a seguinte recomendação das especialistas. Para que cada noiva saiba quais as melhores opções para si e para o seu peito, em qualquer ocasião, a Dama de Copas aconselha a que experimentem a lingerie antes de escolherem o vestido e, assim saberão as opções mais adequadas para o vosso corpo, enaltecendo a sua silhueta, mantendo o conforto.

Corpos diferentes exigem soutiens diferentes e, da mesma forma, vestidos diferentes pedem soutiens diferentes. Um vestido cai-cai com decote em coração exigirá um soutien cai-cai mais decotado. Mas se for um vestido cai-cai direito, o decote já não é necessário e poderão optar por um soutien também ele direito. Se o vestido tiver alças o soutien também poderá ter, desde que se harmonizem umas com as outras, claro – e aqui terão a vantagem acrescida de ficarem com uma peça de lingerie que usarão mais frequentemente.
E se o vestido não tiver costas? Não se preocupem, que também há soutiens sem costas (e sem alças). Claro que isto interfere com o trabalho que o soutien faz, uma vez que as costas representam cerca de 80% do suporte. Dependendo da profundidade do decote nas costas, no entanto, pode ser possível adaptar um acessório ao soutien normal, tornando-o imperceptível mas completamente eficaz no suporte.
Perguntámos também à Dama de Copas se o vestido de noiva e a noite de núpcias eram um só assunto ou se implicavam escolhas e argumentos distintos:
«A noite de núpcias é única. É o culminar de toda a festa, preparativos e cansaço do casamento! É, também, a primeira noite de uma nova fase para o casal e, por isso, deve receber uma atenção especial. Existem certos detalhes de romantismo e delicadeza que somente peças como um body ou uma camisa de noite podem ter! O ideal é escolher-se uma lingerie específica para o vestido e dia do casamento e outra para a noite de núpcias. Na Dama de Copas existe uma alargada gama de peças desenhadas especialmente para a noite de núpcias e para a lua-de-mel, para que todos os momentos sejam únicos e tenham memórias específicas.
A lingerie para a noite de núpcias deve, acima de tudo, ser confortável e fazer com que a noiva se sinta sexy, bonita e confiante. Existem peças para todos os gostos: dos tecidos acetinados aos transparentes, dos modelos lisos aos repletos de renda, das camisas longas ou curtas aos conjuntos de top e calção – sem esquecer o clássico body! Assim, poderão escolher a opção que melhor se adapta a vocês e à vossa personalidade.

E depois de escolhidas todas as peças a usar no grande dia e nos momentos mais importantes que o acompanham, outra questão se levanta: como cuidar e acondicionar a lingerie para que possa ser guardada e estar impecável quando for usada?
«A lingerie para o casamento deverá receber o mesmo tipo de cuidados que a restante lingerie: deve ser lavada à mão, com um detergente suave (não agressivo para os materiais e que não contenha amaciador) e secada à sombra. Quando guardada, o ideal é que esteja numa gaveta ou armário com pérolas de silica aromatizadas, que não só ajudam a controlar o nível de humidade, como também oferecem um aroma agradável às peças. Na Dama de Copas existe o Kit de Beleza, composto pelo Lingerie Wash e o Lingerie Fragrance, que permitem oferecer estes cuidados.
Para além disto, as peças devem ser armazenadas com cuidado. Os soutiens que tenham enchimento devem ser guardados abertos, sem que se dobrem as copas. Os restantes soutiens, quer sejam de copa mole ou moldada, podem ser guardados abertos ou com uma copa dobrada por dentro da outra, garantindo que as mesmas se encontram perfeitamente lisas e encaixadas. Todas as peças de noiva vendidas na Dama de Copas, como por exemplo camisas e robes, vêm com uma caixa própria para armazenamento, onde devem ser mantidas quando não utilizadas. Deve ser prestado um especial cuidado às peças brancas: estão sujeitas à alteração de cor por influência tanto de luz natural como artificial e, por isso, devem ser guardadas nas respectivas caixas, sem excepção! Desta forma permanecerão bonitas e com a cor original ao longo do tempo.»
Muito obrigada à Ana Morais e à Dama de Copas por estes esclarecimentos. Se tiverem alguma dúvida, contactem a loja mais próxima de vocês, serão atendidas com simpatia e competência, e também com todas as novas regras de higiene e segurança. E não se esqueçam da ideia que referimos no início do artigo: experimentar a lingerie antes mesmo de escolher o vestido pode vir a revelar-se na melhor aposta para garantirem que terão o máximo conforto no dia do casamento.
Sobram dúvidas? Falem connosco! E não deixem de acompanhar todas as dicas para casar que vamos publicando, sempre à segunda-feira, que vos ajudarão a trilhar este caminho até ao mais bonito dos dias, de forma sabedora e tranquila!
Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!
Para o nosso trio de bolo dos noivos, bouquet de noiva e sapatos de noiva de hoje escolho tons de branco! Tudo singelo, delicado e muito feminino. Vamos espreitar?
Encontrei estas sandálias de tacão largo e tirinhas de atar no tornozelo, em tons de marfim, perfeitas para fazer a vez de sapatos de noiva e voltarem a ser usadas com frequência.
Este formato (tirinhas e tacão) está por todo o lado e estas são as mais giras que já vi (e também existem em rosa forte, com igual graça).
Gosto de tudo, o tacão médio, bem estável, sem ser demasiado largo e grosseiro, as tiras fininhas em forma de rolinhos, que são mais confortáveis, e a cor, que não é aquele branco papel e as torna mais neutras – estão mesmo a pedir um verniz bem colorido (já vos disse o quanto gosto deste tom da Chanel?). Além disso, ficam a matar com todos os vestidos fluidos e leves, como os da Rembo Styling.
Destes sapatinhos, saltamos para o bolo dos noivos, igualmente delicado e feminino: dois andares, cobertura irrepreensível em pasta de açúcar e estas flores meio abstractas, feitas de pétalas com textura e um olhinho dourado – gosto mesmo, mesmo muito, acho-o muito singular e incrivelmente elegante.
Fechamos com um bouquet de noiva campestre com peónias e rosas, tudo em tons de branco e marfim, e muitas hastes verdes, o que lhe dá logo um ar fresquíssimo e suave. A fita de seda acrescenta a sofisticação necessária e eleva tudo a outro patamar de riqueza e presença. É bem bonito, não é?

Uma paleta de brancos e marfins, com muito verde, nunca passa de moda: é intemporal, e pode ser aplicada independentemente do tom da vossa festa ser mais formal, mais descontraído, mais romântico ou mais campestre. É uma fórmula ganhadora, de sucesso garantido!
De cima para baixo, bolo dos noivosem tons de branco com duas camadas, decorado com flores de açúcar, de Chasing Wang; sapatos de noiva brancos em pele, com tacão largo e tiras de atar no tornozelo, na H&M, por 49,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas e peónias, via Style me Pretty.
Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.
Bom domingo!
Casamento na Quinta da Eira: Aurore + Gaylor, uma festaça!
Fechamos a semana com uma festaça!
É o mais bonito dos dias de Aurore + Gaylord, um casal francês com raízes portuguesas, que escolheu a Quinta da Eira, perto do Porto, para casar.
As fotografias e o fantástico video ficaram a cargo da dupla feminina Lemonview, que também nos contam quão bonito e animado foi este dia.
“O casamento da Aurore e Gaylord decorreu na Quinta de Eira, dos preparativos até ao final da grande festa, em pleno mês de Agosto. A cerimónia civil foi realizada por um dos padrinhos, que é também um dos melhores amigos dos noivos.

São franceses, mas como a avó do Gaylord era portuguesa e sempre adoraram o Porto, quiseram celebrar cá. A eles juntaram-se a família e os amigos, vindos de França e Inglaterra, e foram um dos grupos mais animados e divertidos que já conhecemos. Aurore é bailarina e isso proporcionou todo um colorido adicional à festa!
Os brindes com champanhe começaram nos preparativos e todo o grupo estava muito animado e descontraído. Durante a cerimónia, com a leitura dos votos, sinceros e emocionados, houve um frissom de emoção, estes momentos são de arrepiar.
Sendo a Aurore bailarina profissional, sabíamos que nos esperava uma festa muito dançante, mas nunca imaginámos o dia que vivemos com eles.
Não paravam de acontecer coisas! Tivemos uma banda surpresa, os Farra Fanfarra, que apareceu durante o cocktail e pôs toda a gente a dançar!
Aproveitando a animação, a Aurore atirou o seu bouquet de noiva, que foi sendo sucessivamente atirado (com muito amor!) para a pessoa seguinte. Os seus animados amigos, que têm uma uma banda de jazz, prepararam uma flash mob surpresa que contou com a participação de todos os convidados depois do jantar, houve um concurso preparado pelos amigos, discursos, etc..
Era palpável no ar o carinho que todos nutriam uns pelos outros. São uma família e um grupo de amigos muita unido. Nos discursos durante a cerimónia notava-se toda essa emoção.”


Quando perguntei à Joana Deusdado quais os momentos mais marcantes desta casamento, a resposta veio sem hesitações:
“A dança durante o cocktail no meio do relvado, com velhos e novos de braço dado a dançar. Muitos dos amigos do casal são bailarinos, por isso foi um festival de dança!
A entrada para o jantar foi brilhante, Aurore + Gaylord percorreram as filas das mesas já a dançar e a incentivar os convidados para continuarem animação. Durante o jantar fizeram inúmeros agradecimentos que resultaram em imensas gargalhadas, brindes e a famosa “onda” percorrendo varias vezes as mesas.


O corte do bolo foi também muito dinâmico, com muita dança, e ainda houve tempo para uma dança surpresa, a flash mob que nem mesmo nós, a equipa de fotografia e vídeo, sabíamos e portanto fomos também apanhadas de surpresa. Todos os convidados dançaram a coreografia, juntando-se depois aos noivos que já estavam em lágrimas.
Passámos para o concurso, com imensas perguntas, vídeos, músicas, tudo feito pelos amigos e houve ainda um vôo do noivo e da noiva, aterrando em cima dos amigos (ficámos a saber que era uma brincadeira habitual no grupo de amigos). sempre com grandes passos de dança à mistura, durante toda a festa.”

As imagens do casamento de Aurore + Gaylord são bem bonitas e deixam-nos antever como foi o dia, mas quando vemos o vídeo das Lemonview, bom, fica claro porque é que esta foi uma das festas mais felizes e divertidas da temporada!
Ora espreitem!
Que festaça, verdade? Já temos muitas saudades de dias assim, espero que possamos festejar em grande em breve!
Contactem a Lemonview através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias, feita de belas imagens e vídeos, e entrem em contacto directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática da Joana e da Sofia.
Como entregar os convites de casamento, por A Pajarita
Continuamos a partilhar o série “Preparar o caminho descomplicando-o“, criada pela Alexandra Barbosa, de A Pajarita, e publicada no seu site todas as semanas.
Hoje a Alexandra Barbosa fala-nos sobre como entregar os convites de casamento, que tem mais especificidades e desafios do que possa parecer!
O sim foi dito, o dia está marcado e estão em pulgas porque os vossos convites bonitos acabaram de chegar. Ansiosos por ver a reacção dos vossos convidados, vamos planear a sua entrega.
Peguem na vossa lista de convidados, a partir da qual fizeram as vossas contas e encomenda, e vamos lá.
A tradição manda entregar os convites de casamento em mão. Temos oportunidade de rever as pessoas, ver as suas caras ao abrir os envelopes e receber aquele primeiro abraço entusiasmado.
Mas com uma lista grande de convites para entregar (umas boas dezenas), convém ter um plano eficaz.
Se a entrega é manual, façam uma lista por ordem de distribuição, até para organizarem o vosso tempo livre com combinações que se calhar incluem almoços de família e deslocações. Se a vossa família é muito tradicional, os pais de ambos deverão ser os primeiros a receber os convites, seguindo-se os familiares mais próximos e assim, sucessivamente, até ao convidado mais formal.
Se a vossa família é mais descontraída e informal, dividir a lista de convidados por áreas geográficas ou de residência é a melhor opção.

A entrega não precisa de ser individualizada: podem ir de casa em casa ou organizar um jantar de família e de amigos, entregando os convites aos diferentes convidados, em simultâneo, o que vos simplifica a logística. Dependendo do número de convidados, esta tarefa pode ser mais ou menos longa e a ideia de um almoço ou jantar é óptima para grupos muito grandes.
Ir de casa em casa irá ocupar-vos alguns fins-de-semana, por isso é importante gerir o tempo livre e planear um roteiro generoso. Avisem os vossos convidados que os irão visitar, para serem esperados e não fazerem uma deslocação em vão. Gentilmente, expliquem que estão a fazer a entrega dos convites de casamento e, por isso, a visita é mais curta do que desejariam. Eles vão compreender e adorar a consideração do gesto.
Muitos casais confidenciam-me, sobretudo os que planeiam uma festa com muitos convidados, que é uma tarefa menos prazerosa, com muitas deslocações e intermináveis fins-de-semana dedicados às entregas. Não se trata de não gostar de visitar a família e os amigos, mas esta é uma fase em que o tempo livre é escasso e há inúmeras tarefas, solicitações e decisões, muitos nervos, enquanto a vida pessoal e profissional continuam a acontecer.
Se não têm muita disponibilidade ou trabalham ao fim-de-semana, podem optar por enviar os vossos convites por correio.
Pode ser apenas para os familiares e amigos que estão longe ou para todos os convidados. Neste cenário, não se esqueçam de contemplar os custos de envio no vosso orçamento.
O valor dos portes irá variar pouco consoante as vossas escolhas: peso, dimensões do envelope do convite e serviço de envio.
A normalização
Se decidirem entregar os convites de casamento atraavés dos CTT, devem ter em conta algumas caractristicas para evitar escolhas que pesem demasiado no vosso orçamento. O ideal é que tenham tomado esta decisão antecipadamente e a tenham partilhado com o vosso designer de convites.
Há essencialmente dois factores que fazem diferença: a cor e o formato do envelope. E como em tudo, a normalização é sempre mais barata do que a singularidade.
O envio de um envelope em papel branco ou de cor pálida e sem brilho é mais barato do que um envelope escuro, translúcido ou com cores fortes.
Os tamanhos normalizados mais recomendados são o DL (11x22cm), o DP (12×17,6cm) e o C5 (16,2×22,9cm). Se o vosso envelope bonito foge destas dimensões, considerem colocá-lo num segundo envelope, normalíssimo. Assim garantem também que chegará limpo, sem marcas, impecável e protegido, além de que acabam por gastar menos (os envelopes normalizados são processados automaticamente, enquanto que os não normalizados são processados manualmente). No site dos CTT encontram as várias opções de normalização.


O fecho do envelope
Como dissemos acima, a opção de usar um segundo envelope é uma óptima solução para proteger o convite original. Isto faz sentido, sobretudo quando há papéis mais sensíveis, acabamentos delicados e com requinte, ou volume. Ao investirem num fecho de envelope bem bonito, como o lacre, flores secas ou um laço de fita, vão querer que o vosso convite chegue aos seus destinatários tal como saiu das vossas mãos. Neste caso, aconselho que enviem o convite com um segundo envelope ou numa caixinha para evitar que se danifique.
Endereçar o convite
Os envelopes podem ser endereçados manualmente, impressos com o mesmo tipo de letra do convite (tenham em atenção a sua legibilidade, não o queremos devolvido!) ou etiquetados.
se este trabalho é feito por vocês, peçam ao vosso fornecedor uma pequena reserva (mais ou menos uma dezena) de envelopes a mais, para os acidentes que possam acontecer.
Nunca se esqueçam de colocar a vossa morada no remetente (por causa das devoluções) e certifiquem-se de que todas as moradas dos destinatários estão actualizadas, correctamente escritas e com o código postal completo. É uma trabalheira, mas com tanto mimo depositado neste singelo objecto que conta o início da vossa história, queremos garantir o sucesso total!
Usar selos personalizados
Num envelope tão bonito, ou que contenha um convite tão delicado, não vamos querer usar aqueles selos brancos que saiem da máquina ao balcão, onde a única coisa que se vê é o valor, certo?
Podem explorar os catálogos de selos e escolher uma das coleções, que combine até com as cores que estão a usar, ou um tema que tenha a ver convosco (os Correios Portugueses têm selos absolutamente lindos, muitos deles de artistas, designers e fotógrafos).
Mas se forem fãs da personalização, saibam que podem optar por personalizar os vossos selos e, assim, combinar toda a vossa linha gráfica.

O prazo de entrega
Ao entregar os convites de casamento, tenham em atenção o modo como o vão fazer e o tempo que vão demorar neste processo (um mês tem quatro fins-de-semana, o que dá, por exemplo, para 100 convidados, um compromisso de entrega de 25 exemplares de cada vez… já estão a ver o cenário, certo?)
Os convites devem ser entregues com seis meses de antecedência, no entanto, se têm familiares que viajam de longe, alarguem este prazo para um ano. Lembrem-se que esses convidados vão precisar de tempo para procurar voos, alojamento e marcar férias para esta ocasião, a antecedência será uma grande ajuda, e a mesma lógica aplica-se aos noivos que queiram casar for a da sua região ou no estrangeiro.
Com a entrega feita, em mão ou à distância, vão absorver as reacções dos vossos convidados e acredito que ficarão de coração cheio a aguardar as confirmações.
As confirmações
As resposta são muito ansiadas, e muitos familiares até as tomam como garantidas.
Para evitar equívocos e facilitar o vosso planeamento (têm de confirmar os números com o espaço, o serviço de catering, a decoração e passar a lista final ao vosso designer de estacionário), um mês antes da data do vosso dia tão desejado, entrem em contacto com todos os convidados que não deram uma resposta clara.
Não se sintam constrangidos com esta acção, façam um telefonema simpático e confirmem se os vossos convidados receberam o convite (caso o tenham enviado por correio) e se vos darão o prazer de estarem presentes no grande dia. A falta de resposta não é sinónimo de falta de interesse, não fiquem desconcertados.
Há sempre quem se tenha distraído com o tempo da resposta, quem só se consiga organizar e tomar uma decisão mais próximo da data ou quem tenha algum constrangimento, não possa ir e não saiba como vos dar a notícia.
Something Borrowed – organização de casamentos: nova galeria!
Estas semanas têm sido de primavera também por aqui: chegaram-nos inúmeras galerias novas!
Hoje damos destaque às imagens do trabalho mais recente da Something Borrowed, que faz organização de casamentos nacionais e internacionais.
A Teresa Perdigão e a sua equipa sabem que, na altura de festejar um momento especial, nenhum detalhe pode ser deixado ao acaso. Têm para vos “emprestar” a sua dedicação, criatividade e know-how; e estão prontíssimas para vos ajudar a criar um dia onde cada detalhe é pensado à vossa medida. Do convite ao menu, do espaço à decoração, da animação às memórias captadas numa só imagem, garantem que tudo esteja, no mínimo… perfeito!

A Teresa Perdigão quis ser profissional de casamento porque, juntamente com a sua equipa, adora ajudar a escrever um capítulo da história dos casais com quem se cruza. Quiseram, desde o início, emprestar um pouco da sua natureza, do seu romantismo e ideias, da sua capacidade de organização e daquilo que adoram fazer, ao processo de organização do casamento.
Ouvir é o segredo do seu sucesso: é certo que falam pelos cotovelos, e quando se entusiasmam num brainstorming criativo, é um desafio travar as ideias… Mas gostam sobretudo de ouvir: as vossas ideias, os sonhos que contam, o que vos deixa ansiosos e como podem tornar esta vossa viagem mais tranquila.
A inspiração da Something Borrowed surge aqui e ali. Em revistas, nas horas a fio passadas em blogs e no Instagram. A Teresa Perdigão confessa que tem uma ligeira obsessão pelo Pinterest (como eu a compreendo!) e acompanha quem faz bonito, quem faz bem.
Passem pela refrescada ficha de fornecedor da Something Borrowed, espreitem o portefólio e entrem em contacto com a Teresa Perdigão, através do formulário, que vos vai ajudar a navegar estes tempos e a pensar no mais bonito casamento de outono ou inverno!
À conversa com: Sílvia Pontes – encadernação personalizada
Hoje conversamos com a doce Sílvia Pontes, que cria, manualmente, bonitos livros de honra, álbuns fotográficos e outras espécies de guardiões de memórias.
Eu e a Sílvia conhecemo-nos há mais de dez anos (pelo menos!), através de uma cliente comum. Eu fiz-lhe os convites, a Sílvia, o livro de honra. Na altura, para que o trabalho ficasse perfeito e a pedido da nossa noiva, pusemo-nos em contacto. Eu enviei-lhe a ilustração do convite e mais algumas indicações sobre a fonte e as cores usadas, e a Sílvia criou de raiz um livro de honra lindo, incorporando esses elementos no seu trabalho. A cliente ficou deliciada.
Criámos uma ligação imediata: partilhamos uma ética de trabalho e forma de estar, temos cabeças parecidas e um imenso respeito e admiração pelo trabalho de cada uma. Ver o caminho feito e os passos certeiros, tanto em termos de gestão de negócio como no design de novos produtos e linhas, tem sido muito entusiasmante, e é um prazer imenso receber a Sílvia no nosso showcase anual: é garantido que trará peças novas incrivelmente bonitas e que fez o seu trabalho de casa de forma muito profissional, com muitos visitantes à espera para conversar, marcar reuniões e ver de perto o seu trabalho único.
O tempo é sempre pouco para pormos a conversa em dia: quando vou de visita a Guimarães, ao seu atelier, é como se entrasse num mundo mágico. Sob a luz bonita que entra pelas janelas, no meio das aparas de papel, há um gato felpudo que dorme numa das longas mesas de trabalho. Puxo de uma cadeira e a Sílvia mostra-me o que planeou para vocês este ano, os novos formatos, os texteis e papeis, as cores. Tudo sempre incrivelmente bem feito, pronto a receber as mais bonitas memórias.

Experimentaste várias áreas antes de chegar ao que fazes hoje. De onde vem esta tua paixão pela manufactura e detalhe?
Experienciei muitas coisas, mas nenhuma em contacto directo com esta área. Surgiu do somatório de percurso, venho de uma linhagem de artesãos, do saber fazer e isso dá-nos vantagem.
Passei grande parte da infância com a minha avó, uma excelente costureira. Aprendi a paciência e a perícia. Marcar os tecidos, cortar pelas linhas de contorno, depois cosê-los à mão, leva tempo… Eu ficava com as “xitinhas”, as sobras da obra dos clientes que aproveitava para fazer os vestidos das minhas bonecas.
A primeira aventura séria aconteceu por volta dos 11 anos, quando entrei para o Conservatório de Piano. Trabalhei a sensibilidade, delicadeza e dureza dos dedos e mãos, como assim o próprio piano o exige.
Como gostava muito de desenho livre e era criativa, aos 17, os meus pais incentivaram a inscrever-me na Escola Profissional Academia de Moda – Artes e Técnicas, do Porto. Muita da bagagem que uso hoje é resultado dessa experiência. Ainda não existiam computadores nas escolas, todas as ilustrações, planificações, portefólios eram feitos manualmente, muitas vezes com recortes, colagens e letras de decalque. Não tinha acesso a grandes formatos de materiais para fazer as capas de dossiers, portanto o desafio colocava-me à prova.
Mais tarde fiz formação em desenho técnico e tive oportunidade de viver o dia-a-dia em gabinetes de arquitectura. Desenvolvi o rigor, a perfeição.
Depois de saltear várias experiências, senti que seria mais feliz se fosse dona do meu próprio tempo, juntei todos os ingredientes que tinha até então e segui em frente, sem medo. Tudo que sei e disponibilizo hoje como serviço, aprendi-o com o apoio de livros e muitas horas com as mãos na massa. O álbum de casamento dos meus pais serviu de cobaia e foi desfeito para analisar o processo. Há uns tempos, comprometi-me e ofereci-lhes um novo e a dívida foi saldada!

O teu trabalho é, essencialmente manual. Como é que esse compasso lento convive com a velocidade e imediatismo do mundo digital? Um serve o outro ou chocam de frente?
Assim como o próprio trabalho, educar o público nesse sentido levou tempo. Remei contra a maré muitas vezes e ainda não é tudo um mar de rosas, mas felizmente existem seres humanos que se identificam com esta forma de estar e de fazer. São clientes com gostos específicos que valorizam a qualidade, a essência e a forma tradicional como ainda se fazem estas coisas nos dias de hoje. Cada pormenor tem um traço pessoal e isso torna as peças únicas e especiais para quem idealizou cada detalhe por medida. O processo é lento e aprimorado e, para essas pessoas, são objectos como pedras preciosas. Para mim, é um prazer servir esses desejos.
Hoje, em geral sinto que existe respeito e um grande carinho para comigo. É um público simpático, compreensível e aguarda pacientemente. É bom sentir que temos esta liberdade para dar mais e melhor.
As tendências – como a cor Pantone do ano, por exemplo – têm influência no teu trabalho ou a sua existência é intemporal e exclusiva da tua cabeça?
Às vezes influencia, mas damos a volta da melhor forma que nos é possível. Como se utilizam bastante fitas de cetim, tentamos encontrar a tonalidade mais aproximada para que se inclua um pormenor e é o suficiente. Às vezes imprimimos as guardas dos livros e dos álbuns, e aí utilizamos o pantone desejado. Noutras situações, as cores dos tecidos são intemporais e então é fácil ultrapassar as tendências.
Conta-me como é o teu dia de trabalho…
Os bastidores são um autêntico jogo de cintura. Atender os pedidos que vão chegando e conciliar atendimento ao cliente, criação, produção, timings de entrega, etc., exige uma logística complexa, mas não transparece para fora quanto realmente o é. Dedicação extrema e disciplina a todos os níveis para ter sucesso é o ponto chave, e isso é contínuo. Existem dias previsíveis e outros que nos pregam algumas surpresas e podem ser boas ou menos boas, mas fazem sempre parte do ofício e da evolução. Diariamente tenta-se ao máximo seguir todos os requisitos e garantir que cada encomenda vai ter o tempo dedicado que merece.


De tudo o que fazes, de que é que gostas mais? E o que é mais desafiante e difícil?
Adoro quando tenho tempo extra (o que não tem sido fácil!) para pôr ideias em prática e fazer experiências com novos materiais. Adoro um bom desafio e quando há oportunidade de sair do padrão. Claro que nem todos os dias é possível ter bons desafios, porque sigo formatos de modo a simplificar ambas as partes (a maior fatia de encomendas surge à distância) e ter um bom fluxo de funcionamento, mas quando há essa possibilidade, abraço-a com grande prazer. Dá-nos orientação e combustível para continuar.
O mais difícil é conciliar tudo que já aprendemos, com toda a evolução e mudança constante a nível global. Acompanhar a informação, digerir e tentar melhorar a cada dia, se queremos manter-nos dentro da carruagem. Estar em equilíbrio com todas as adversidades que se cruzam connosco e ter a capacidade de nos ajustarmos constantemente.
Onde vais buscar inspiração?
A Internet é um universo ilimitado onde nos podemos mover livremente entre ideias, mas acima disso, sigo sempre a minha essência e tento ser fiel ao traço pessoal. Às vezes sai de forma espontânea. À parte da área profissional, sempre que possível, gosto de procurar e de me pôr a par de outras áreas para alargar horizontes e trazer outros ingredientes. Relaxar na natureza é também um fluir de ideias luminosas.
E nos momentos de fadiga criativa, como refrescas a mente e o olhar?
Quando acontece, a melhor forma de refrescar é fazer a mala, fechar a porta por uns dias e dar uma volta por lugares desconhecidos. Quanto mais longe melhor!
Em casos extremos, só me curo em contacto profundo com a natureza. Adoro pequenos refúgios onde me permito desligar de todo o ruído mental. É o melhor revigorante e energizante. Quando regresso, venho com ideias a fervilhar e volto a arregaçar mangas e a bulir.

Estás instalada num hub criativo e o teu atelier é um espaço maravilhoso, à tua imagem. Essa mudança teve impacto no teu quotidiano de trabalho, nos teus produtos e serviços?
É um espaço magnífico! A luz natural e a paz que se sente é incrível e são factores cruciais para o workflow de qualquer criativo. Há liberdade de movimentos e espaço para crescer. Deu-me impulso, mais visibilidade e transmite uma imagem profissional e mais credibilidade.
Os teus álbuns guardam de modo físico as memorias do mais bonito dos dias, atravessarão gerações. Pensas nisso alguma vez?
Muitas vezes.
Há alegria e amor nessas memórias. Tudo passa pelas minhas mãos e é algo que se sente ser especial para aquelas pessoas, mesmo à distância. É o meu contributo para tornar o momento ainda mais feliz e isso dá um grande alento.
Como guardas as tuas fotografias? Confirma-se o ditado, “em casa de ferreiro, espeto de pau”?
Bela pergunta! Acho que conseguem adivinhar a resposta. Não sou diferente do que diz o ditado, mas estou a tentar fazer progressos!
O trabalho impecável da Sílvia Pontes – encadernação personalizada pode ser visto com detalhe na galeria da sua ficha de fornecedor. Para além das imagens bonitas, podem contactá-la directamente, através do nosso formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão resposta atenciosa da Sílvia Pontes.
Lugar – Eventos e coisas mais: nova galeria!
Damos as boas-vindas à primavera que já sabe a verão, abrindo as portas do Lugar – Eventos e Coisas Mais, em Ponte de Lima.
Neste espaço magnífico, as simpáticas anfitriãs Maria João e Rita Novo irão receber-vos com estas palavras para lá de bonitas, que são um verdadeiro cartão de visita!
“Eis-vos chegados a este LUGAR, que é mais do que um espaço para casamentos: é um dia feliz, um sorriso no rosto, uma memória que não se pode repetir.
Na Casa Grande de Fontão, um solar do Minho com cantos e recantos especiais, prometemos materializar os vossos sonhos em cenários reais e inesquecíveis.
Em troca, esperamos presenciar as vossas histórias de amor e amizade, lágrimas de alegria e muitos felizes para sempre.
Assim o imaginamos: um LUGAR cheio, para eventos e outras coisas mais. Um lugar de partilha e de sentimentos.
Que este nosso LUGAR se torne o vosso também.”
Acabámos de receber a nova galeria deste espaço: a ficha de fornecedor está recheada de imagens de belas decorações de mesa e de ambiente. Os detalhes são delicados, românticos e de uma elegância quase minimalista, muito feminina. Tenho a certeza de que vão adorar! Eu tenho grandes expectativas sobre o trabalho que esta dupla irá fazer, na sua assinatura criativa há uma sensibilidade muito especial e elegante, que me deixa sempre a sorrir – e é disso que são feitos os sonhos do mais bonito dos dias!

A Maria João e a Rita decidiram trabalhar no mercado de casamentos porque, para elas, celebrar o amor é simultaneamente leve e profundo. Adoram a delicadeza e importância destes momentos e ter a oportunidade de traduzir isso em formas, cores, texturas e aromas, é algo que as deixa muito felizes.
Orgulham-se de colocar amor e dedicação em tudo o que fazem, como é bem visível nas imagens que vos mostramos aqui, e vão procurar inspiração aos detalhes que lhes captam a atenção e enchem de emoções. Todos os dias irão continuar a receber-vos, a celebrar convosco, a criar memórias. Hoje e sempre com o compromisso de vos dar o melhor.
Contactem o Lugar – eventos e coisas mais, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto com a Rita Novo, directamente através do formulário, para marcar uma visita: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.