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Susana Pinto

Dicas para casar: a maquilhagem da noiva

Hoje falamos sobre maquilhagem de noiva nas nossas dicas para casar, sempre às segundas-feiras.

 

A maquilhagem da noiva é assunto importante e deve ser abordado com a devida atenção e tempo, dois fundamentais aliados.

A primeira recomendação é directa e simples: escolham um profissional.

As razões são várias e simples: é um dia muito longo, muito emotivo e com muitos beijos, abraços e algumas lágrimas. É um dia com muitos nervos e pouco tempo. São as imagens deste dia que vão ficar guardadas para sempre. Razões muito razoáveis, verdade?

 

Acreditamos muito na ideia de que a maquilhagem nos dá uma versão polida, apurada, de nós próprios – isso de “dar um jeitinho” não existe e um resultado bonito, orgânico, confortável e duradouro só é proporcionado por quem sabe o que faz: resulta de formação específica, horas de prática, produtos de qualidade, um sorriso pronto, atitude positiva e uma calma e tranquilidade a toda a prova, capazes de acalmar os nervos da noiva mais sensível.

 

Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz

Os melhores profissionais serão sempre os primeiros a ser contratados, e mesmo sendo possível acomodar mais do que um cliente no mesmo dia, a antecedência será sempre uma boa companheira nesta aventura: com data marcada, e ideias principais em ordem, a procura da equipa de maquilhagem e cabelo acompanham a do vestido. Outra razão adicional para este contacto ser feito no início, prende-se com a possível necessidade de tratar a pele, para que no grande dia esteja esplendorosa, bem hidratada e preparada para ser maquilhada.

 

Mantemos os princípios de que falamos sempre, no que toca a seleccionar um profissional de maquilhagem de noiva: façam uma busca pela internet, troquem impressões com as amigas que recorrem a este serviço com frequência ou com a amiga noiva que casou recentemente. Espreitem os respectivos portefólios e, caso vos agrade, entrem em contacto, com algum detalhe.

Façam uma selecção de cinco fornecedores e consultem três, sem esquecer de especificar a data e hora, local (cidade e onde a noiva se vai arranjar), e para quantas pessoas será o serviço (pode incluir, ou não, a mãe da noiva, a madrinha, a irmã, as amigas, e até o noivo – em caso de dúvidas sobre este assunto, basta perguntar, um tapa-olheiras ou um hidratante podem fazer uma diferença substancial!).

 

Ao receberem as respostas ao vosso contacto, deverão analisar os diferentes valores propostos, questionar cada fornecedor acerca da sua experiência e formação, analisar o portefólio com mais detalhe, esclarecer questões e fazer uma escolha consciente, com calma, sem pressão e sem dúvidas. Entrem em contacto telefónico e iniciem esta relação de confiança, que será longa e muito pessoal. O processo terá início com uma pequena consulta e um teste de maquilhagem. É o primeiro contacto com o profissional que estará convosco umas boas horas, no início do processo, quando os nervos estão em crescendo, e é a oportunidade ideal para conversar um pouco, conhecer gostos, ficar a par de ansiedades e trabalhar pormenores mais técnicos: tipo de rosto, tipo de pele, tipo de cabelo, corte, cuidados necessários.

Vai falar-se de intimidades e delicadezas, de sonhos, de vestidos, de bouquets, da visão para o grande dia. Vão ser dados bons conselhos e instruções. Há espaço para experimentar e corrigir, e mostra-se (com garantias), o que será o resultado final.

 

Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz Makeup de noiva com Ana Branco, da Pó de Arroz

Se a disponibilidade ou a distância não permitem este breve encontro, uma conversa séria e calma, com muitas perguntas e respostas, irá gerar a confiança necessária para que tudo corra como deve.
Portem-se bem e sigam as sugestões dadas, no que toca a cuidados de beleza: um bom produto faz magia, mas uma pele e um cabelo cuidados são a melhor matéria prima que se pode ter, o tempo para os tratar, cuidar e preparar pode ser muito relevante, com consequências visíveis no resultado e durabilidade da sua aplicação.

 

Nas semanas anteriores, deliciem-se com um SPA integral num sítio com pinta (é meio caminho andado para se sentirem muito especiais, e é digno da ocasião): exfoliação corporal, limpeza de rosto, tratamento para o cabelo, tudo a que têm direito, seguindo as instruções dos vossos profissionais seleccionados. Mimem-se.
Nas vésperas, pés e mãos fecham o processo de beleza. Guardem tempo para uma massagem relaxante, fará diferença e é maravilhoso! Para fechar a lista, no dia, peçam à vossa melhor amiga que zele por vocês, relembrando, se for caso disso, para retocar o batom.

 

Voltamos a lembrar a importância das sinergias bem sintonizadas: no dia, há vários profissionais a trabalhar em simultâneo, em espaços pequenos e muita emoção no ar. Recebam todas as partes, apresentem-nas, criem bom ambiente para que tudo flua e ninguém se atropele. Acertem os detalhes previamente, troquem horários, moradas, dicas de acesso e contactos entre as várias equipas. Tenham a vossa (fada) madrinha por perto (que poderá fazer as honras da casa), disponível, atenta e tranquila.

 

E, como na prova do vestido, mais do que três companhias durante os preparativos da noiva é uma multidão. Os profissionais precisam de estar concentrados – e vocês, de relaxar e dominar os nervos. Isolem-se numa divisão confortável e espaçosa da casa (ou do sítio escolhido para o efeito), escolham uma música simpática e gozem o momento. Demorará o tempo necessário, que é algum (contabilizem esse momento, sem pressas, no plano do dia), por isso o conforto é essencial: uma boa cadeira, uma fonte de luz natural (para a maquilhadora), tomadas eléctricas e extenções (para a cabeleireira), e qualquer coisa para ir trincando e bebendo, enquanto a magia acontece.

 

 

As imagens são da Pó de Arroz – passem pela sua ficha de fornecedor, espreitem a galeria e entrem em contacto com a doce Ana Cristina Branco. Ela vai adorar conhecer-vos!

 

Acompanhem as nossas dicas para casar, sempre à segunda-feira.

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Para o nosso trio de bolo dos noivos, bouquet de noiva e sapatos de noiva de hoje, as escolhas são um clássico absoluto: branco sobre branco, uma ténue pincelada do mais claro dos azuis e peónias brancas esplendorosas!

 

Começo pelos sapatos de noiva brancos, uma opção que continua a ser tendência da estação: em todo o lado encontramos sapatos, de todas as formas e feitios, nesta cor. Os sapatos de noiva que vos trago hoje são umas sandálias de tacão largo e alto, em branco marfim, com um pormenor bonito na parte da frente: as duas tiras de rolinho dão um nó, ao centro. Vão lindamente a acompanhar uma bainha de renda, ou o mais austero dos mikados de seda – ou até um fantástico macacão de noiva, desde que devidamente acompanhados de um verniz colorido, suave (o meu coral favorito da Chanel ou um tom de rosa, como este Indian Pink, da Tom Ford).

 

Inspirada por estes bonitos sapatos de noiva brancos, escolhi este bolo dos noivos, também ele totalmente clássico e intemporal: uma só camada, coberura cremosa e decoração com flores naturais: rosas, ranúnculos e anémonas, tudo branco sobre branco. Cheio de classe e elegância, parece-me ser uma opção perfeita para um casamento pequenino e requintado, onde a atenção estará ainda mais em todos os detalhes, texturas e sabores. E com menos dispersão na quantidade, podemos concentrar o orçamento na qualidade cuidada de cada um dos pormenores que iremos escolher para celebrar o mais bonito dos dias.

 

Fechamos com o clássico absoluto: um belo bouquet de noiva com peónias brancas, abertas no seu ponto óptimo de maturação e senhoras de um perfume absolutamente maravilhoso! A acrescentar alguma textura visual, ranúnculos imaculados, ervilhas de cheiro e rosas, tudo atado com uma delicada fita de seda num incrível tom de azul – leve, leve!

 

Bolo dos noivos simples Sapatos de noiva brancos Sapatos de noiva brancos Bouquet de noiva com peónias brancas

Escolher clássicos não é sinónimo de dtado ou aborrecido, longe disso: são valores seguros, intemporais e lindos de morrer!

 

De cima para baixo, bolo dos noivos com uma camada, cobertura de creme e decorado com flores naturais, via Style me Pretty; sapatos de noiva brancos, com tacão alto e largo, na Mango, por 29,99 euros; bouquet de noiva com peónias brancas, rosas, ranúnculos e ervilhas de cheiro, via Style me Pretty.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

Susana Pinto

Um casamento em tempos de pandemia: Sandra + Sérgio

Hoje partilhamos convosco um momento muito especial: um casamento em tempos de pandemia, que foi o mais bonito dos dias da Sandra +Sérgio, fotografados pelo António Brito, da AZULCLARO.

 

Apanhados pela reviravolta do mundo em vésperas da data escolhida, optaram por celebrar esse dia tão especial à sua maneira, adiando a festa maior para Outubro. Em versão minimalista e muito intíma – apenas com os pais e padrinhos, em pleno campo, abrigados por um frondoso carvalho, trocaram votos de lágrimas nos olhos. A Sandra escolheu o vestido de noiva da mãe para casar e surpreendeu o Sérgio.

 

E foi muito, muito especial…

 

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginávamos um dia extremamente feliz na companhia das pessoas que nos são mais queridas. Um dia de partilha de amor e muitas borboletas no estômago.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Nove anos após o primeiro “Sim”, sentíamo-nos mais do que preparados. No entanto, e com muitos nervos à mistura, era um dia e um objetivo que ambos almejávamos há vários meses.

 

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

Perante a mudança de cenário, em que momento começaram a repensar o plano?

As dúvidas começaram a surgir logo em Março, mas não perdemos a esperança de realizar o casamento tal como estava idealizado e no dia escolhido. Cerca de um mês antes do grande dia, apercebemo-nos que a situação piorava e que o planeado não iria ser viável.

 

Como geriram esse processo e tomada de decisão? Foi mais difícil o processo logístico ou a decisão pessoal?

O processo não foi difícil. Na prática contactámos todos os nossos fornecedores e convidados, e escolhemos uma nova data para o “Sim” oficial (31 de Outubro de 2020). Todavia, na impossibilidade de oficializar a data a 30 de maio de 2020, e não conseguindo deixá-lo passar em branco, pusemos mãos à obra. Reunimos os familiares mais próximos (pais e padrinhos), falamos com o António Brito, da AZULCLARO, que se disponibilizou de imediato para fotografar. Escolhemos um local e preparámos uma breve cerimónia com a ajuda dos convidados envolvidos.

 

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

O resultado é fiel às ideias iniciais ou acaba por ser muito diferente?

Não foi na quinta escolhida, não estiveram presentes todos os convidados, mas fizemos o que, para nós, representa o casamento. Trocámos os votos, as alianças e celebrámos o amor com as pessoas mais próximas. Acabou por ser muito diferente do inicialmente planeado, mas fiel às nossas ideias e, acima de tudo, com a emoção que esperávamos para o momento.

 

Para vocês, o que era fundamental? E sem importância?

Era fundamental a presença dos mais queridos! Era fundamental a presença dos dois! Era fundamental transmitir um ao outro aquilo que sentíamos e, principalmente, divertirmo-nos.

Afinal a decoração, um espaço amplo e arranjado não define a essência que pretendíamos dar ao dia do nosso casamento. Foi simples, lindo e muito emotivo.

 

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

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Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Não tivemos grandes dificuldades com o processo. Fomos racionais, percebemos a realidade na qual estamos todos a viver e não houve margem para dúvidas. Adiar a data da assinatura oficial era a melhor das hipóteses. A essência do casamento não era a assinatura desse documento, mas sim viver e sentir o momento.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Sem dúvida que a leitura dos votos foi algo que nos deixou emocionados e com a lágrima no canto do olho. Somos muito reservados, mas por momentos esquecemos o que tínhamos à nossa volta e o momento fluiu.

 

Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia Elopement em Portugal, com fotografia de Azul Claro Fotografia

Um pormenor especial…

O meu vestido de noiva. Desde criança que sonhava casar com o vestido de noiva da minha mãe. Sem conhecimento do Sérgio arranjei o vestido e surpreendi-o.

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Não desistam.

Não dramatizem.

Escolham uma nova data para o vosso casamento oficial mas não deixem passar em branco o dia que, nos vossos corações, foi o dia escolhido.

Não elaborem demasiado, as coisas mais simples são as mais bonitas.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos por nós;

jantar: Quinta de Cedovezas, Lousada;

bolo: Liliana Barbosa (uma fornecdora muito querida que transformou o bolo original numa versão miniatura);

fato do noivo e acessórios: roupa casual;

vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva da mãe;

maquilhagem: Vera Rocha – Makeup, Lousada;

cabelos: Zélia Moreira Cabeleireiros, Lousada;

bouquet e decoração: feito pela tia, com as flores do quintal da avó;

fotografia: AZULCLARO;

Susana Pinto

Oferta dos noivos aos convidados: que tal uma bela fotografia?

Falamos com frequência por aqui, sobre as ofertas dos noivos aos convidados.

A nossa sugestão favorita é um donativo de 1% do vosso orçamento à instituição que vos é mais próxima do coração, acompanhada de um pequeno cartão com palavras doces, nominal ou colectivo, colocado nas mesas dos convidados, onde é descrito o vosso gesto e agradecimento.

 

Para os convidados mais próximos e especiais, pais de ambos, padrinhos, avós e família geograficamente ausente, uma bonita fotografia – do dia do casamento ou da prévia sessão de namoro -, é uma bela ideia, acessível e repleta de valor afectivo, com a vantagem de que pode facilmente seguir por correio ou por mãos amigas, se fôr o caso.

Ora um presente tão especial e cheio de significado vai merecer uma apresentação igualmente distinta, que reflicta o conteúdo e o gesto cheio de amor e consideração.

 

Encontrei esta sugestão simples e delicada para envolver as fotografias que irão oferecer: gosto muito da ideia do papel vegetal, que desvenda e protege, mas é como um véu – não mostra tudo de uma vez, intui, sugere e antecipa a surpresa que ali vem. O lacre, sela com cuidado, pronto a ser quebrado pelo receptor de tal mensagem, tão cuidada e única.

Não é uma combinação perfeita? As melhores ideias são muitas vezes assim: tão simples que nos deixam a pensar “como é que não me ocorreu isto…?

 

Mas atenção, sendo uma ideia tão simples, a sua execução é cuidada e pensada com intenção. O papel pode seguir o tom do vosso estacionário de casamento, ser liso, de cor ou impresso, pode ser translúcido ou opaco e ricamente texturado, pode ser fechado com o mesmo lacre que usaram nos vossos convites,ou com um autocolante personalizado, uma fitinha de cetim ou um fio de algodão colorido ou rústico, pode incluir flores secas ou cartão com uma mensagem. As opções não têm fim, e o custo desta oferta tão bonita é muito acessível.

 

Oferta dos noivos aos convidados

No cenário que atravessamos, pode ser também uma boa forma, doce e especial, de, casando no registo e apenas a dois, comunicar à família mais próxima a notícia. Mesmo que não seja o casamento com que sonharam, a festa poderá ficar para depois. Até lá, partilham o vosso momento e data com quem queriam ter convosco, quando as circunstâncias não o permitiram.

 

Se vos agrada esta ideia de oferta dos noivos aos convidados, tanto a Joana Duarte, da Molde Design Weddings, como a Alexandra Barbosa, de A Pajarita, são capazes de vos criar o mais bonito packaging para as vossas fotografias especiais.

Contactem-nas e deliciem-se com os respectivos portefólios e excelentes ideias!

 

Convites de Paula Lee Calligraphy.

 

Susana Pinto

A entrega das flores mais bonitas, por A Pajarita

Continuamos a partilhar o série “Preparar o caminho descomplicando-o“, criada pela Alexandra Barbosa, de A Pajarita, e publicada no seu site todas as semanas.

 

Hoje a Alexandra Barbosa fala-nos sobre como faz a entrega das suas bonitas flores: bouquets de noiva, corsages, flores de lapela.

 

A entrega das flores mais bonitas

O serviço principal do estúdio criativo A Pajarita é estacionário de casamento.

No entanto, como qualquer artista, também me interesso por outros materiais e meios para expressar a minha criatividade: todos os anos aceito um punhado de  projectos florais.

E como os adoro! Estes projectos fazem todo o sentido quando são criados no seguimento do estacionário que já desenhei. Criar um prolongamento desta linguagem é empolgante, dando seguimento ao conceito, às cores, às texturas e à história que estamos a contar, agora com elementos mais esculturais e naturais.

Gosto de ter tempo para os pensar, para encetar um diálogo entre diferentes peças, combinando, por vezes, o mais improvável, sempre de uma forma simples e sustentável.

E no meu processo de trabalho, tenho uma regra básica, os projectos aceites nunca podem coincidir. Não tenho a ambição de fazer dois projectos florais no mesmo dia, nem em dias seguidos. O tempo não pode ser escasso nem corrido, afinal o vosso dia só acontece uma única vez e devo-vos a dedicação máxima.

Para mim, cada elemento deve ser feito de significados, seja a flor de lapela, que reflecte a personalidade do noivo, ou o bouquet, que é a expressão do sonho da noiva.

 

Muitos dos espaços têm decoração floral incluída. Neste contexto, o meu papel no fornecimento de serviços florais restringe-se à decoração da igreja e aos detalhes pessoais: os bouquets, os toucados ou coroas, os cestinhos,  os porta-alianças, as pulseiras e as flores de lapela.

Tenho o meu próprio processo de trabalho e, por isso, é imprescindível explicá-lo aos casais que me pedem para florir os seus dias mais bonitos.

Uma das minha preocupações é fazer todos os elementos florais o mais próximo possível do momento de entrega. Quanto mais frescas as flores estiverem, mais tempo vão durar. Nada deve ser apenas para aquele dia, gosto de pensar que terão uma segunda vida, alegrando um cantinho na vossa casa ou na casa dos vossos convidados. Como faço poucos projectos, tenho a possibilidade de optar por projectos que me aportem mais liberdade criativa, deixando de lado projecto com o qual não me identifico.

 

Como  e quando?

As flores chegam na véspera da data, frescas e radiantes, em pleno esplendor. De imediato, são colocadas em água e limpos os espinhos e as folhas que não serão necessárias.

Dependendo dos elementos a realizar e do volume de trabalho que tenho pela frente, calculo o momento ideal para começar a criar.

Marcamos antecipadamente uma hora para a entrega, sei que alguém me esperará abrindo-me a a porta e indicando os copos, jarras ou mesmo frascos com dois dedos de água fresca que pedi para estarem preparados para a minha chegada.

Mais do que manter as flores hidratadas, servem para evitar a quebra ou marca de pétalas, essas marcas, para mim, feias e acastanhadas. Cada flor foi escolhida por estar perfeita, cada pétala no seu esplendor, nada valeria a pena se pousássemos os ramo sobre o seu próprio peso.

 

Tenho um estilo generoso, o meu favorito nos ramos de noiva, cheio de flores e com pouca folhagem, só mesmo a indispensável, que faça – e quando faça – sentido.

Todos os detalhes florais com flores frescas são entregues em mão no dia do casamento, e eu estou sempre presente. Não prescindo de cumprir o meu papel até ao fim, gosto de rectificar se está tudo perfeito na acto da entrega. E, claro, não podia perder a primeira reacção, a primeira troca de olhares com a noiva ao receber o bouquet com que sonhou.

 

Tenho o mesmo cuidado com as flores de lapela, e disponibilizo-me sempre para as colocar, quando as entrego. Assim tenho a certeza que não rodaram ao sabor da festa e se manterão sobre o coração palpitante do noivo, do seu pai, padrinho ou amigo.

Se os casacos não estiverem disponíveis, demonstro sempre como devem ser colocadas as flores de lapela e certifico-me que ficam colocadas em água, à espera do seu momento.

Os restantes elementos que pela sua natureza estrutural não podem ser colocados em água como o porta-alianças, as pulseiras, as coroas de flores ou os tocados, devem permanecer à sombra, num local fresco e resguardado de mexidas e encontrões.

 

No caso da decoração floral da cerimónia, seja ela religiosa ou civil, os arranjos são todos preparados e iniciados no nosso atelier e transportados e finalizados no local, de forma a mantermos a limpeza e organização locais, mas não só – esta forma de trabalhar permite-nos afinar, da melhor forma, todas as peças que criámos em estúdio, quando colocadas no seu sítio final. Acrescentamos ou removemos volume, completamos o que possa faltar e retiramos o que possa estar a mais, para que no fim, quando olhamos, tudo esteja em perfeita harmonia!

E como o trabalho bonito não merece ser abandonado, todos os arranjos e flores que os noivos não ofereçam ao espaço, como as flores usadas para marcar as filas dos bancos, são distribuídas à saída da igreja pelos convidados enquanto todos se cumprimentam.

O mesmo faço quando decoramos a festa. Para evitar stress adicional para o espaço, naquelas horas contadas de montagem, com entradas e saídas de pessoas, cargas e descargas de material e um sem número de solicitações à equipa proprietária, levamos o máximo do trabalho feito no nosso atelier e finalizo apenas no local.

Há sempre uma flor que gostamos que esteja colocada de forma mais longa ou um ramo que descanse sobre a mesa, é imprescindível finalizarmos estes detalhes no próprio local. E tal como mencionámos acima, há sempre um ajuste entre o que idealizámos no estúdio e a posição de destaque que as flores têm na posição final que ocupam, já rodeadas dos outros elementos que as acompanham e no ambiente final do  espaço: estamos preparados para isso e a magia acontece mesmo no último toque.

No final da festa, gosto de recolher as flores usadas na decoração e oferecer a todas as convidadas um pequeno ramo, à despedida, para que a festa, com o seu perfume e beleza,  continue.

 

Quando trabalhamos com flores desidratadas em vez de flores frescas, para além da entrega em mão, podemos também enviá-las por transportadora – esta decisão irá depender da especificidade do projecto e da sua estabilidade. Se forem detalhes pequenos como um toucado ou flor de lapela, os riscos de um envio são mínimos e o nosso cuidado no embalamento é extremo, mas se forem arranjos mais delicados e irregulares na sua forma, continuo a preferir entregar em mão para garantir que chegam com a sua delicadeza e construção intactas, tal como foram imaginados e criados.

 

Preservar o que resiste ao grande dia

Depois da festa, as flores que se mantém em perfeito estado de conservação são muitas, demasiadas até para uma única casa! Só quem monta e desmonta decorações de casamento sabe o quanto nos parte o coração a ideia de as desperdiçar, por falta de quem as possa recolher.

A solução e conselho que damos com mais frequência é distribuí-las pelos convidados, dando-lhes uma segunda função e vida depois de embelezarem o vosso dia. Levem-nas para casa, troquem a água com frequência (e aparem os pés, sempre na diagonal), e terão flores bonitas durante uma ou duas semanas.

Algumas das espécies são facilmente desidratadas, como as rosas Santa Teresinha, o vivaz, o eucalipto (tudo o que não seja “carnudo”, como ranúnculos, túlipas, etc.).  Basta que coloquem as flores com o caule para cima numa zona seca, arejada e com pouca luz, como uma garagem, e deixem que sequem naturalmente. As cores irão alterar-se naturalmente, mas as memórias e a beleza natural da sua forma e selecção permanecerão.

 

Despeço-me deixando um conselho: não deixem nada ao acaso, mostrem as vossas escolhas ao fornecedor a quem confiaram a criação dos vossos elementos florais e estabeleçam um diálogo qualitativo. Conversem sobre o que gostam, espécies, formatos, estilos, tamanhos e alinhem os vossos desejos com o conhecimento técnico de um bom profissional.

As flores devem seguir a linha que traçaram para o vosso dia, e o conselho profissional guiará as escolhas certas. Quem trabalha com flores saberá as espécies e formatos certos, as dimensões e os estilos que fazem o par perfeito com o vestido, a escala certa das flores de lapela para determinado estilo de casaco, as espécies que resistirão melhor sem água para o toucado e a pulseira, e todos os pequenos grandes detalhes, que parecendo invisíveis ou menos importantes, somam para o resultado final mágico: o vosso dia mais bonito!

 

 

Este post foi originalmente publicado em A Pajarita.

Susana Pinto

À conversa com: DJ Nuno Rodrigues – Dj para casamentos

Hoje conversamos longamente com o DJ Nuno Rodrigues, DJ de casamentos, mas não só.

 

O Nuno Rodrigues é fornecedor seleccionado Simplesmente Branco há muito tempo e é presença activa nos showcases que temos organizado.

Hoje falamos sobre o seu percurso até aqui, sobre a importância de ter uma assinatura e posturas profissionais na pista de dança, e descobrimos o que gosta de ouvir.

Fiquem também a conhecê-lo melhor!

Sentir a energia do meu local de trabalho, na cabine, sentir  e ler o público, ver os sorrisos  na cara das pessoas, as emoções que conseguimos criar com cada tema que sai do sistema de som, sentir que tudo isto parte de mim… é fascinante!

Conte-nos um bocadinho do seu percurso, até às pistas de dança: como é que isso aconteceu?

Sempre gostei de muito de música, em casa dos meus pais tinha muitos problemas com os vizinhos, estava sempre a ouvir música bem alto para sentir o beat, organizava festas com os meus amigos e o DJ era sempre eu, adorava trabalhar com a música e mexer nos discos e cassetes, era o que se usava na altura e a magia do DJ era mais respeitada.

Lembro-me de uma festa de Carnaval que organizámos, acho que tinha uns dezasseis ou dezassete anos… convidámos muita gente, amigos, familiares, até fizemos publicidade e o evento correu muito bem até ao meio da noite, quando a aparelhagem que o meu pai me tinha oferecido ofereceu, queimou. O entusiasmo foi tanto que forcei demasiado o sistema de som, e a partir daí fiquei com a noção que o equipamento tem sempre razão!

 

Quando saía à noite ou ao domingo, para as matinés, ficava sempre ao lado da cabine do DJ, sempre!!! Ficava fascinado com todo o trabalho e dedicação que é posto na pista de dança.
Festas da escola, de garagem, lá estava eu, sempre na cabine! Não digo que nasci para ser DJ, mas descobri que o queria ser, que queria sentir a adrenalina de ver as pessoas a dançar à minha frente, com a minha selecção musical.
Quando tive a minha primeira oportunidade para pôr música num bar nocturno, aproveitei ao máximo, ainda que sem o aval dos meus pais por inteiro, lá fui eu.
Ao entrar na cabine, vi tantos discos, tanta música, senti uma responsabilidade enorme!

 

Depois, fui aprendendo a ser mesmo um DJ e a trabalhar realmente com a música, os gira-discos, a mesa de mistura, as luzes. A sentir a energia do meu local de trabalho, na cabine, sentir  e ler o público, ver os sorrisos  na cara das pessoas, as emoções que conseguimos criar com cada tema que sai do sistema de som, sentir que tudo isto parte de mim… é fascinante!
Aprendi também que, para que tudo aquilo seja possível, existe um trabalho de equipa, um trabalho prévio de preparação, pesquisa e elaboração de condições para que as pessoas sintam predisposição para se divertirem.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Animação noturna e casamentos –  sendo a música um assunto transversal, esta é uma ligação natural e inevitável?

O percurso da minha carreira como DJj, foi normal. Foi evoluindo, passei por vários espaços de diversão nocturna e eventos ao ar livre. Sempre gostei de ser residente e criar laços com os clientes, trabalhei numa rádio local, tinha parceria com algumas editoras de música para fazer distribuição de música promocional aqui no Norte, em bares e discotecas, recebia música nova em primeira mão.

 

Os casamentos vieram por mero acaso. No meu primeiro casamento, trabalhei com música em vinil, estávamos numa altura em que apareceram os CD e a transição de um formato para o outro não era fácil porque não existiam aparelhos onde conseguíssemos fazer misturas com a mesma facilidade.
Foi uma experiência diferente porque a música ao vivo era predominante naqueles tempos, e os convidados achavam estranho estar ali um tipo a passar música, não a cantar.

Inicialmente não gostava de pôr música em casamentos, nessa altura, o DJ não era bem visto neste tipo de eventos, e não era compatível com as discotecas e bares onde eu estava residente. Inevitavelmente, os convites começaram a surgir porque começou a ser diferente e a estar na moda ter um DJ num casamento, e o nosso trabalho foi valorizado por ser mais abrangente e versátil.
Comecei a ganhar gosto e a arranjar forma de conciliar casamentos com bares e discotecas. Estive ligado a duas empresas de animação durante muito tempo, mas deixei de me enquadrar no conceito e optei por entrar no mercado sozinho, criando a minha imagem, conceito e postura.

 

O que ouve quando não está a trabalhar? Separa lazer e profissão?

A necessidade da procura de novidades e novos estilos é uma constante, mesmo em lazer. Estou sempre atento à música, seja no rádio do carro, em bares ou em casa. Com as novas tecnologias, torna-se tudo mais fácil, mas existem aqueles dias em que é preciso desligar para fazer um refresh. Aí, desligo completamente e não ouço nada.

A música é, para mim, um vício, gosto de estar no meu estúdio, em casa, a ouvir os discos da minha colecção, os CD que guardo com carinho, às vezes dou por mim e estou horas e horas a mexer nos discos. Ainda compro vinil daqueles temas e bandas de que gosto.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Gosta dançar ou prefere ouvir? Como se mantém actualizado?

Estou sempre actualizado com os temas actuais e os intemporais, e, estando no activo nocturno, leva-me a estar mais atento ainda, por isso tenho várias formas de o fazer. O formato digital é um grande facilitador.

Não sou muito de dançar, embora me divirta em trabalho, prefiro fazer as pessoas dançar, torna-se mais divertido. Mesmo quando saio com amigos, fico atento à música, mas divirto-me na mesma forma.

 

Trabalha com clientes corporativos e com clientes particulares: no dance floor somos todos iguais ou a vibe da festa é muito diferente?

Actualmente trabalho em vários segmentos do mercado: eventos corporativos, sociais, particulares e públicos. Na pista de dança não importa o tipo de festa, desde que as condições sejam boas, as pessoas libertam-se e divertem-se.
Num casamento, o ambiente é mais intimista, familiar, dois factores importantes para a pista de dança e, o que me fascina neste tipo de eventos, é que conhecemos pessoas e espaços diferentes, nunca é a mesma coisa.

 

O que faz uma grande noite (ou pista de dança)?

Uma grande noite faz-se com bom ambiente, boas condições para que pessoas estejam predispostas para a festa. A música faz o resto.

 

DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues DJ para casamentos no Porto: DJ Nuno Rodrigues

Qual é o seu processo de trabalho, como acontece a ligação aos vossos clientes?

Cada evento é um desafio, tornando-se gratificante porque criamos ligações e emoções a fazer as pessoas felizes e é assim que chego a novos clientes. 90% dos novos clientes chegam até a mim porque gostaram daquela festa, da minha postura, do meu conceito. Isto é a melhor publicidade!

 

Como cria a playlist para o seu cliente? É tudo trabalho prévio ou há espaço de improviso, um pesa mais do que outro?

Cada festa é uma festa, e são todas diferentes. Não tenho uma playlist para tudo, é um processo feito em tempo real e de improviso, respeitando os gostos e objectivos dos clientes. Existe sempre, também, um trabalho prévio de preparação para cada evento, e pesa significativamente, de outra maneira não fazia sentido.

 

Se voltasse a casar, com que música abria a pista?

Nat King Cole, L.O.V.E. Sempre me identifiquei com este tema e estilo musical, tem tudo haver com o momento.

 

Para fechar, qual é a música a que regressa sempre?

É um tema a que volto sempre e tem tudo relacionado com festa, amigos, dança e o quanto a vida é bela com música: Lionel Richie, All night long.

 

 

Contactem o Nuno Rodrigues, através da sua ficha de fornecedor. Espreitem as galerias e entrem em contacto, directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem e, na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Pratinhos para as alianças The Painted Press

Acabei de encontrar estes pratinhos para as alianças no Etsy e não resisti a mostra-vos… São uma doçura!

Feitos nos Estados Unidos, pela dupla de estudantes universitários Natalie & Josh, a partir de Fresno, California. A loja online chama-se The Painted Press.

Custam cerca de 20 euros (uns mais, outros menos), são feitos de pasta cerâmica e pintados à mão, totalmente personalizáveis.

 

Estes são os meus favoritos, mas passem por lá para espreitar tudo!

 

Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma Pratinho das Alianças com monograma

Um pequeno tesouro, não? Se estão à procura de pratinhos para as alianças, espreitem estes. E são tão especiais que terão vida longa depois, para guardar as peças pequeninas e preciosas: um par de brincos, um anel, um gancho, um alfinete.

 

Nas palavras de Natalie:

“Gift-giving is a dying art. In a world where automated manufacturing is taking over, finding something unique at an affordable price is nearly impossible. I created The Painted Press to ensure that gifts could still be personal, intentional, and affordable.”

 

Não podia estar mais de acordo!