Casamento na Quinta das Silveiras: Andrea + Emanuel
Esta semana temos um casamento que é todo ele feito de doçura e sorrisos maravilhosos.
É o mais bonito dos dias (garantidamente!) da Andrea + Emanuel, na Quinta das Silveiras em Leiria.
E sabem porque é que é tão especial?
Porque foi exactamente isso que a Andrea me contou, num email bonito e muito gentil. Escolheu no Simplesmente Branco os seus fornecedores perfeitos (contei cinco dos actuais e outros dois que já passaram por cá), e a satisfação foi total – fazia as mesmas escolhas outra vez!
É sempre um prazer imenso ouvir estes casos de amor: as histórias dos noivos e a sintonia com os profissionais. Saber que, de alguma forma, contibuímos um bocadinho para esse dia de sonho, é magnífico!
Deliciem-se com os sorrisos contagiantes da Andrea e do Emanuel. Com eles estiveram a Invite – Momentos Felizes, a Quinta das Silveira / Iguarias do Tempo, o Coro Génesis a surpreender a noiva na cerimónia, a Jukebox a animar a pista de dança, e a Teresa e o Dado da Arte Magna a fotografar.
Venham ver!
Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?
Sem dúvida, especial, queríamos que fosse o conto de fadas com que sempre sonhámos. Sabíamos exactamente o que queríamos, simplicidade, elegância e que cada pormenor tivesse um toque especial das nossas vivências, família e amigos.
Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?
Inicialmente, achámos que não estaríamos preparados para organizar um evento tão íntimo e em que cada pormenor conta. Mas desejávamos tanto este dia, que estávamos os dois focados para que fosse único e inesquecível. Mas, claro, há sempre alturas que nos deixam com aquele nervosismo, principalmente quando queremos tudo na perfeição. Mas, com a preciosa ajuda de todos os fornecedores, este caminho tornou-se mais simples e tranquilo. Toda a preparação já nos deixa saudades.
Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?
No momento em que escolhemos a quinta. Visitámos várias quintas, mas para nós era importante que o local espelhasse os nossos desejos. Após a visita à Quinta das Silveiras e falarmos com a Susana, o nosso sorriso disse tudo… era sem dúvida ali que seria o nosso dia.
O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?
O resultado final foi, sem dúvida, fiel ao que tínhamos idealizado. Sabíamos o que queríamos e o Simplesmente Branco ajudou-nos a encontrar os fornecedores ideais para o concretizar. Tivemos a sorte de nos cruzar com a Susana, que foi incansável na preparação do casamento. Sentimos que podíamos estar tranquilos, porque tudo ia estar perfeito.
Ainda assim, todos os fornecedores nos ajudaram a tornar este dia inesquecível. Contámos também com a ajuda de amigos e familiares.
O que era fundamental para vocês? E sem importância?
Primeiro, que desfrutássemos do nosso dia.
Depois, queríamos que os convidados sentissem que a festa também era para eles e que se sentissem parte deste dia.
O Emanuel é de Braga e estamos no Porto há 10 anos, por isso tínhamos convidados que fizeram cerca de 200 Km para poderem testemunhar este dia. Queríamos que, no final, sentissem que certos pormenores tinham sido pensados para eles.
Procurámos mimar todos os convidados com pequenos detalhes, desde os mais graúdos aos pequenotes. Queríamos que todo sentissem que a sua presença era importante para nós.
O catering também era fundamental para nós; queríamos que fosse cheio de sabor e que deliciasse os nossos convidados.
Sem importância? Após dois meses de casamento somos unânimes a dizer que achamos que não há nada sem importância. Se não é importante, é porque não é essencial.
O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?
Para os dois, durante a preparação, o mais fácil foi sem dúvida a escolha da quinta e dos fotógrafos Arte Magna.
Desde o primeiro momento, percebemos que, para além da qualidade fotográfica dos trabalhos da Teresa e do Dado, a sua personalidade divertida, mas ao mesmo tempo profissional e o seu à-vontade em todas as situações, foi tão importante para o nosso casamento, que temos a certeza que a nossa relação ultrapassou em muito a esfera profissional e os consideramos como convidados do nosso casamento.
A escolha do fato, gravata e sapatos para o noivo também foi uma tarefa fácil: saiu num dia e voltou com tudo comprado.
Já para mim, a escolha dos sapatos foi uma tarefa difícil, mas encontrei exactamente o que queria. Um sapato sofisticado, elegante, mas confortável (missão comprida, consegui usar o dia todo) e que pudesse usar em outras ocasiões. A escolha dos videógrafos também foi uma tarefa difícil. Inicialmente achamos que seria um investimento muito grande, mas logo percebemos que queríamos também captar todos os momentos em vídeo. Ficamos rendidos à qualidade da I Do Films, motivo pelo qual foi a nossa escolha.
No dia, depois de atravessar a igreja, tudo se tornou fácil, porque tudo foi fluindo.
Qual foi o pico sentimental do vosso dia?
A entrada na igreja e o nosso olhar foi talvez o momento mais marcante. A partir dessa altura, tinha mesmo chegado o dia!
E o pico de diversão?
Logo após a cerimónia religiosa, quando nos juntámos aos nossos convidados, vivemos momentos de pura alegria e diversão. É difícil escolher só um, mas talvez a atuação da Tuna e a abertura da pista.
Um pormenor especial…
A escolha do coro, foi sem dúvida um pormenor especial, especialmente para mim, pois o Emanuel, desde o início, disse que seria uma surpresa e que ele trataria de tudo. Quando entrei na igreja e percebi que era o Coro Genesis fiquei muito emocionada e sem palavras. Já os tínhamos ouvido numa demonstração e eu tinha ficado deliciada, mas o Emanuel deu a ideia de ser a Tuna a cantar na Igreja e eu acreditei até ao último momento.
A adoração a Nossa Senhora, acompanhada pela Avé Maria de Bach/Gounod, foi um momento de grande sentimento.
Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?
Nada! Não conseguíamos imaginar um dia mais especial.
Algumas words of advice para as próximas noivas…
Falem atempadamente com os fornecedores e acima de tudo escolham aqueles com quem mais se identificarem, pois eles são fundamentais para tornar o vosso dia seja especial e como o idealizaram.
Vão certamente ouvir inúmeras vezes “o dia passa a correr” e é verdade! Tentem mesmo aproveitar o dia, relaxem e divirtam-se… Acima de tudo: o dia é vosso, por isso deleguem funções para que não estejam preocupadas. E no dia, tudo se resolve.
Os fornecedores envolvidos:
convites e materiais gráficos: Invite – Momentos Felizes e algumas coisas feitas pelos noivos;
local, catering e decoração: Quinta das Silveira / Iguarias do Tempo;
bolo dos noivos: Brisa Norte;
fato do noivo e acessórios: fato Hugo Boss, relógio de bolso Eletta e botões de punho do pai do noivo;
vestido de noiva e sapatos: vestido Rosa Clará, sapatos Rachel Simpson adquiridos na Pureza Mello Breyner e o toucado da Chapeauxik;
maquilhagem: Vânia Oliveira;
cabelos: Luísa (a minha cabeleireira desde criança);
bouquet de noiva: Fatiflor;
ofertas aos convidados: sabonetes de flores brancas da Fábrica Confiança com o grafismo da Invite – Momentos Felizes; livro de actividades com lápis de cera para os mais novos, feito pelos noivos; Photobooth da BoothCenter;
fotografia: Arte Magna;
vídeo: I Do Films;
coro da cerimónia: Coro Génesis;
luzes, som e Dj: Jukebox.
Uma história de amor na Bourgogne, por Pixel
O trabalho dos Pixel é a expressão documental da imensa paixão que o Zé, a Luísa e o João têm pelo cinema em particular, e pelas artes em geral. Acreditam que as histórias não se repetem e que nenhum detalhe é pequeno demais para ser documentado, pelo contrário, inúmeras vezes são estes que tornam as histórias únicas e irrepetíveis. Com base nesta crença, tentam conferir aos seus trabalhos uma linguagem despretensiosa, emocionalmente e visualmente carregadas e com uma profunda atenção ao pormenor.
Hoje viajamos com os Pixel até França, mais concretamente à região francesa que representa o verdadeiro prazer das coisas boas da vida: a Borgogne, terra de belas paisagens, terra generosa, vinhos sublimes e um requinte inato que faz com que as coisas mais simples adquiram estatuto de preciosidade. A Tessa e o Fred são Filipinos e vivem em Londres. Apaixonados pela Bourgogne, decidiram que seria ali o seu casamento.
O casamento foi pequeno, simples e intimista, mas os noivos pediram-nos que transformássemos o registo clássico do casamento num statement.
Os noivos pediram e os Pixel, evidentemente, cumpriram.
Não deixem de espreitar os outros trabalhos dos Pixel que já aqui publicámos. Para falarem com eles, encontrarão todos os contactos na respectiva ficha de fornecedor seleccionado.
Arte Magna, um fornecedor seleccionado Simplesmente Branco
A primeira morada da Arte Magna foi no rés-do-chão de casa dos avós de Teresa Guerreiro, fundada em 1976 pelo seu pai, Jorge Guerreiro, que fotografou várias gerações até Abril de 2011, ano que passou o testemunho à filha. Com algum medo, mas com um enorme orgulho, Teresa foi moldando a empresa ao seu estilo. E em 2013 entra em cena Dado Calabresi, com quem agora Teresa partilha a vida e a empresa que é o seu tesouro de família. Juntos (e felizes), Teresa e Dado querem estar ao vosso lado a fotografar (e a viver!) estes momentos especiais com as vossas famílias.
A fotografia é a nossa vida e não há sensação melhor do que criar memórias. Sabermos que o que criarmos se tornará numa herança de família enche os nossos corações e temos a certeza de que a vida não nos poderia ter dado profissão melhor.
A Teresa e o Dado orgulham-se muito de acompanhar quem os escolhe para fotografar o seu casamento e seguir as suas famílias ao longo dos anos. Criar laços com quem deposita tanta confiança no seu trabalho é algo único. Contem-lhes a vossa história – ah, e eles adoram viajar, por isso não hesitem em desafiá-los para vos fotografarem nos confins do mundo!









Para mais detalhes, consultem a ficha de fornecedor seleccionado da Arte Magna, onde encontrarão mais informação e todos os contactos. Falem com eles e marquem uma visita, serão muito bem recebidos e poderão apreciar ao vivo algumas das suas belíssimas criações.
E vão acompanhando as nossas publicações sobre o seu trabalho – só coisas bonitas!
Simplesmente Branco & White Wedding Weekend
No próximo sábado, 10 de Novembro, às 16.30h, a convite da White Wedding Weekend, vou estar à conversa convosco, juntamente com a Maria João Soares, da Design Events, e a Susana Abreu, da Inspirarte.
Dito o desejado “sim!”, quando o turbilhão de emoções assenta, marcamos uma data e contamos os meses que faltam. E agora, por onde começar?
É exactamente sobre isto que vamos conversar.
Com a ajuda da Maria João Soares, wedding planner, e da Susana Abreu, decoradora, vamos dar-vos algumas ferramentas, esclarecer mitos, sugerir boas práticas e algumas ideias para que a vossa viagem até ao grande dia seja descomplicada, informada e muito feliz.
Se, por timidez, vos faltarem as perguntas, estarei lá eu para as fazer.
Wedding planning e decoração são a mesma coisa ou dois assuntos e actividades totalmente distintas?
Porque é importante marcar uma primeira reunião para falar de orçamentos? Há valor acrescido numa conversa presencial, em vez de um e-mail impessoal? É tempo ganho ou tempo perdido?
Como se constrói um orçamento?
Como se gerem as tensões e as cedências? E a assertividade, quando toda a gente tem uma opinião?
Estas e outras questões – as vossas! – serão respondidas por nós: estão todos convidados para esta bela conversa.
E já que nos vêm visitar, aproveitem também para conversar e ficar a conhecer melhor o DJ Nuno Rodrigues, fornecedor seleccionado Simplesmente Branco, que também lá vai estar, pronto para vos receber e mostrar a sua arte.
White Wedding Weekend, na Alfândega do Porto, sábado, 10 de Novembro, às 16.30h.
Vemo-nos lá?
Ruben + Justine, um destination wedding Studio Victorias
Studio Victorias é uma agência de wedding planning dedicada a organizar casamentos na Europa – sejam eles de noivos locais ou destination weddings. Sediada em Lisboa, reúne uma equipa de profissionais qualificados e prima por um modelo de trabalho já por diversas vezes premiado. Fundada em 2012, tem já uma reputação sólida graças ao feedback extremamente positivo de todos os noivos que já viram o seu casamento de sonho tornado realidade por eles.
Hoje mostramos-vos um desses casos, um dia feliz cuidado ao mais pequeno pormenor pela equipa de wedding planners do Studio Victorias. Ruben, português, e Justine, americana, são ambos cientistas e vivem nos Estados Unidos – mas na hora de escolher o cenário do seu casamento, os seus corações preferiram Portugal. Aqui juntaram familiares e amigos dos dois países e celebraram a sua união na Quinta dos Machados com muito sol, muita alegria e muito bom gosto. Os tons azuis sobressaem nas flores e na decoração, rubricas a cargo da Decorelle, criando imagens que nos remetem para os tradicionais painéis de azulejos portugueses. A cultura, as tradições, o clima do nosso país, todos esses factores influenciaram a decisão do casal de casar em Portugal: e, claro, outro factor de peso foi a gastronomia!
Venham daí ver as fotos, assinadas por Zhenya Swan.
























Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado do Studio Victorias para ficarem a saber mais sobre a agência – e falem com a Viktoriia, ela terá todo o prazer em conhecer a vossa história e em acrescentar-lhe um capítulo bonito e emotivo.
Wise words: como desenhar o orçamento do casamento
Por onde é que se começa a fazer contas? Já decidiram casar, já contaram às pessoas que vos são mais chegadas, já confirmaram de quanto dinheiro é que dispõe para esta aventura e já sabem que contribuições poderão encaixar dos familiares, se for esse o (sempre simpático) caso. Está na hora de pôr tudo preto no branco. A bela e difícil arte de orçamentar é o tema das nossas wise words de hoje.
Neste assunto, como em tantos outros, uma das dúvidas costuma ser por onde começar. É fácil: definam o número máximo de convidados. Este valor irá crescer ou diminuir ao longo do processo, mas comecem com um número estável, redondinho e próximo da realidade.
Por esta altura, também já deverão ter tido umas belas conversas sobre a festa que querem, e algumas ideias já estarão mais fechadas e afinadas, como o ambiente desejado, extensível a toda a linha condutora do casamento.
Não se prendam a estilos, nesta fase, concentrem-se na visão geral, e definam genericamente o local: uma quinta em pleno campo, um restaurante à beira mar, um hotel de design contemporâneo e muito urbano, uma bela pousada, a casa de família no Alentejo? As escolhas são ilimitadas, mas o orçamento disponível encarregar-se-á de vos manter de pés bem assentes no chão. Atenção à geografia, que é um factor curioso, já que balança para os dois lados: fora dos grandes centros os valores são bem mais competitivos, mas cuidado com os custos associados e invisíveis (as necessárias deslocações frequentes, o desconforto para os convidados e menos oferta são alguns exemplos).
Com estas três ideias assentes – número de convidados, tipo de festa e de local – é o momento de reservar um bocado de tempo, pôr uma música simpática a tocar, pegar no Excel, na máquina de calcular e no caderno de notas.
Esta é a fase em que a clareza será uma imensa mais valia – cabeça fria e discernimento serão os vossos melhores companheiros. O que têm e o que podem gastar, se bem definidos, serão o vosso suporte nos momentos de dúvida, stresse e alguma frustração. A melhor maneira de saborear o processo e de se divertirem na companhia dos queridos ajudantes, ou de desfrutarem da sábia contratação do vosso wedding planner, é estarem preparados e conscientes do que querem e do que têm. Encontrado o número mágico, reservem 10% do vosso orçamento para imprevistos. Se este valor vos sobrar no final, depois de fechadas todas as contas, pois então estarão de parabéns! E como prémio por bom comportamento, marquem uma escapadinha a um sítio simpático!



Ora bem, então e como cortar as fatias do bolo? A sabedoria popular diz que 50% do orçamento do casamento deve ir para o espaço e comida, e que o resto deve ser devidamente distribuído de acordo com as prioridades.
A nossa sugestão é que listem as várias rubricas principais com algum detalhe: catering e espaço, decoração e flores, fotografia, vídeo, noiva, noivo e outros, e que definam, à frente de cada uma, o máximo a gastar.
Este acto tão simples tem uma importância fundamental – esta é a vossa “conta-ordenado”e convém que nada fique abaixo da linha de água, como dizem os comentadores da Bolsa. À medida que forem tendo respostas aos pedidos de orçamento e fechando os contratos, anotem tudo e confiram que, na soma final, nada fica a vermelho.
Tudo se começará a encaixar de forma harmoniosa e orgânica, sem grande esforço.
Importante: estabeleçam prioridades e limites no orçamento: o que é fundamental e o que é acessório; e detalhem o mais possível as várias parcelas, sem generalizar. Podem nomear um ‘árbitro’ com experiência, com bom senso e em quem ambos confiem plenamente, para os casos em que não estejam de acordo. Porque eles vão surgir, acreditem. E, vistos à distância, são pormenores insignificantes, mas na hora de pôr números definitivos tudo assume proporções gigantescas, com todo o stresse associado – de que vocês não precisam mesmo nada.
Até aqui, tudo bem? Óptimo, porque agora começa a parte divertida: vamos começar a procurar os fornecedores ideais. Se o vosso plano é encontrar bons fornecedores, do outro lado saibam que também se aprecia e procura os bons clientes. Este é um negócio muito exigente, com desgaste físico e grande investimento financeiro, sempre com nervos e emoções à flor da pele. Proporcionar com gosto e competência uma bela festa (da parte do fornecedor) e respeitar o custo e profissionalismo de quem executa (da parte dos noivos) são as duas faces da mesma moeda; quanto melhor e mais saudável for esta relação, mais perfeito será o dia, para todos. Vamos debruçar-nos sobre este assunto em detalhe para a semana.
Até lá, boas contas!
As fotografias deste artigo são da autoria de Hello Twiggs.
Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todos os artigos de wise words que vamos publicando, sempre à segunda-feira.























































