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Marta Ramos

Coro Génesis, um fornecedor Simplesmente Branco

O Coro Génesis é uma equipa de músicos profissionais fundada em 2005 e constituída por 8 cantores (4 vozes femininas e 4 vozes masculinas). Apresentam-se sempre acompanhados de um pianista ou de uma orquestra constituída por um quarteto de cordas (2 violinos, viola d’arco, e violoncelo), trompete e piano. Em certas circunstâncias, esta estrutura pode ser alterada, permitindo diferentes formações, com maior ou menor número de músicos. O Coro Génesis é hoje a referência em serviços de música na igreja em casamentos religiosos, sendo também muito requisitado para casamentos civis.

As suas prestações resultam maravilhosamente em todos os ambientes, desde igrejas até espaços abertos. A versatilidade da estrutura, logística e técnica desta equipa permite-lhe adaptar-se facilmente a vários ambientes e circunstâncias e, deste modo, executar vários géneros de repertório, desde os grandes clássicos como “Aleluia” de Häendel ou “Glória” de Vivaldi, passando pelos espirituais negros e Gospel, até à música pop. Não têm um repertório rígido e único, adaptando sempre os temas musicais em função dos desejos dos clientes. A orquestra pode mesmo actuar independentemente das vozes, para proporcionar música ambiente em alguns momentos do vosso casamento.
Escolheram ser profissionais de casamento porque consideraram que a música na cerimónia de casamento (litúrgica ou civil) necessitava de mais profissionalismo e de um tipo de grupo que apostasse em repertório de estilos variados, alegres e alternativos. Orgulham-se muito de terem feito parte, até hoje, de mais de mil casamentos, e de serem considerados um grupo de referência em Portugal na música para a igreja ou para a cerimónia civil de casamentos.
Vão procurar inspiração aos sorrisos e à emoção dos noivos provocados pela música na cerimónia, algo que, para o Coro Génesis, só esta arte consegue fazer. E vêem-se a ser cada vez mais exigentes, para que o Coro Génesis seja cada vez mais um grupo de qualidade, capaz de interpretar músicas que tocam as pessoas.

 

Coro Génesis, um fornecedor seleccionado Simplesmente Branco

 

 

ACOMPANHEM OS POSTS que vamos publicando acerca do Coro Génesis e contactem-nos para falar sobre a música que imaginam para o vosso dia. Encontrarão todos os contactos e informações relevantes da ficha de fornecedor seleccionado.

 

Coro Génesis: SB aprova!

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Um bolo glorioso abre o trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva de hoje.

4 andares cobertos de creme e uma imensidão de flores naturais em tons de outono a decorar, fazem deste bolo dos noivos , com quase um metro de altura, o foco da festa, com certeza!

Para não competir pela atenção, fui à procura de uns sapatos de noiva finíssimos e com interesse acrescido. A escolha apontou para estes pumps de veludo cristal dourado, da Mango e em promoção, por um belíssimo e muito apetecível preço (também vale para as convidadas da festa, que são bem giros e versáteis!): 19,99 euros, com as promoções da meia-estação a supreenderem-nos de forma muito simpática.

Fecho o trio com um épico bouquet de noiva orgânico, com tudo o que há de bonito: rosas, ramagens de jasmim e de ácer, peónias e uma variedade de espécies que não sei o que são, mas de que gosto muitíssimo. Grande, vistoso, muito elegante.

Na vossa opinião, que tipo de vestido de noiva esta combinação de sapatos de noiva, bolo dos noivos e bouquet de noiva está a pedir? Renda ou mikado? Boho ou clássico? Contem-me tudo!

 

Bolo dos noivos com 4 andares, cobertura naked e decoração com flores naturais Sapatos de noiva em veludo cristal dourado Bouquet de noiva orgânico com rosas e jasmim, em tons de outono

 

Isto é o outono em todo o seu esplendor. Não vos parece uma boa altura para casar? Nós achamos mesmo que sim!

De cima para baixo, bolo dos noivos  com 4 andares, cobertura cremosa em versão naked e decoração com muitas flores naturais, feito por Amy Cakes, via Junebug Weddings; sapatos de noiva em veludo cristal dourado, Mango, em promoção de outono, por 19,99 euros; bouquet de noiva orgânico com rosas e ramos de jasmim, de Jardine, via Nouba.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

 

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Susana Pinto

Casamento elegante no Porto: Rute + Diogo

Trazemos memórias de verão com um casamento elegante no Porto: é a festa da Rute + Diogo, elegantíssimos no seu fantástico dia!

Para a festa perfeita, os noivos empenharam-se convictamente no seu planeamento, como nos contam em detalhe, e contaram com uma bela lista de fornecedores seleccionados Simplesmente Branco: a Lounge Fotografia fez a fotografia, as meninas da Invite – Momentos Felizes trataram dos detalhes gráficos, a LSS – Produção de Eventos animou a pista de dança noite fora e a We Love Film tratou do vídeo.

Sem mais demoras, fiquem com este casamento elegante no Porto e leiam com atenção os conselhos finais: são óptimos!

Bom fim-de-semana.

 

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Imaginámos um dia concebido para nós a 100% e, também, para toda a nossa família e amigos. Sempre pensámos num casamento mais restrito e em que conseguíssemos dar atenção a todos os convidados, partilhando, verdadeiramente, o nosso dia com todos eles. O conseguir estar um pouquinho que fosse com todos, tornando-os ainda mais especiais no nosso dia, era essencial para nós.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

 Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Apesar de termos alguns receios, a preparação foi vivida com calma e segurança. Sentimo-nos sempre bastante certos das escolhas dos fornecedores, do que pretendíamos em relação ao espaço escolhido, à decoração, ao alinhamento do dia, etc.

Apesar disso, temos que admitir que os últimos dias, nomeadamente as duas semanas que antecedem o casamento, são de uma intensidade brutal. Até a mais segura das pessoas demonstrará, nesses dias, alguma ansiedade. Seja com o aproximar do dia, com alguma escolha que motive dúvida…  Este nervosismo faz, contudo, parte deste ritual de preparação e torna a chegada do grande dia ainda mais especial.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Sempre que pensávamos em algo, surgia a questão: “Será mesmo isto?”, “Será a opção certa?”. A dúvida é sempre algo que nos vai acompanhando durante o processo. Claro que existem processos mais fáceis e em que a decisão é imediata. Mas, mesmo assim, nos dias finais, a dúvida regressa sempre: “Será que escolhemos bem?”, “Será que vai resultar?”. O facto de se tratar de um dia irrepetível faz com que pensemos e repensemos os assuntos, isto, claro, até ao momento em que, perante os inúmeros dossiês e decisões em aberto, temos que colocar o sentido pragmático em acção.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Podemos dizer que o resultado final foi bastante fiel às nossas ideias iniciais. Existiram, naturalmente, alguns pormenores que “fugiram” àquilo que idealizámos. Pensámos, por exemplo, em realizar votos durante a cerimónia religiosa e, na última semana, não nos autorizaram a fazê-lo. Ficámos um bocadinho desanimados, mas aceitámos o “contratempo” e, hoje, percebemos que a cerimónia tem, além de um fio condutor, uma intensidade única só por si.

No que se refere à festa, tirando um ou outro aspecto, foi tudo concebido exatamente como tínhamos sonhado. Embarcámos, na última semana, na loucura de construir uma parede de origamis, que ficou “a meio,” tendo em conta as mil prioridades que tínhamos. Ainda assim, conseguimos ter, não uma parede, mas alguns “passarinhos” com a ajuda de alguns amigos e com os decoradores do Palácio.

Tratando-se de um dia tão “nosso”, a tendência para gerirmos todos os processos é enorme. Teimamos em não delegar tarefas e a não aceitar ajuda (mesmo do outro membro do casal, neste caso, do noivo). E a verdade é que os amigos e a família são (e, no meu caso, foram) importantíssimos neste processo. A família porque soube ouvir as ideias, os progressos e retrocessos e esteve sempre lá para apoiar e mimar. Os amigos por tudo isso e, ainda, porque nos ajudaram na conceção dos convites (obrigada Joana Lopes), na decoração floral da igreja, nos últimos preparativos (cones de arroz, fitinhas para os carros), etc. Pequenos pormenores, mas que nos tiram preocupações da mente.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Criarmos um dia especial e com o qual nos identificássemos. Foi, desde o primeiro dia, a nossa preocupação. Queríamos que a cerimónia tivesse uma música especial para nós, que a festa representasse a nossa essência e que espelhasse o nosso gosto pessoal – os tons claros, a luz ambiente, as velas, etc. Queríamos, ainda, que os nossos familiares e amigos soubessem que estavam a participar de um dia que havia sido preparado, não apenas para nós, mas também para eles.

A questão do carro, por exemplo, foi uma decisão um pouco mais acessória, mas ainda assim, algo que nos consumiu algum tempo de análise e decisão. Acho mesmo que, tratando-se de um dia tão importante, irrepetível, nenhuma noiva consegue ter um item na categoria “sem importância”.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

A escolha dos padrinhos, o conceito do dia, o estilo do vestido de noiva e do fato, as alianças… Estes aspectos essenciais estavam muito bem definidos. Claro que as inseguranças surgem e pensamos se tomamos a decisão certa e se era mesmo isso que pretendíamos. Mas, tirando algumas dúvidas existenciais, esses aspectos foram pacíficos.

A gestão do tempo foi o aspecto mais difícil, mesmo no nosso caso, que preparámos o casamento com alguma margem (cerca de 14 meses). O facto de sabermos que tínhamos um período razoável para planear os processos fez com que, no início, demorássemos imenso tempo a tomar qualquer decisão, o que acabou por nos desgastar em diversos momentos. Mesmo na entrega dos convites – em que tínhamos que gerir as nossas agendas com a dos convidados –, foi, uma vez mais, o factor tempo que nos causou mais stress. Nas semanas finais – em que temos imensos processos para finalizar, imensas reuniões, decisões para tomar, tudo isto a juntar aos compromissos profissionais – o stress atinge-nos de tal forma que é praticamente impossível impedir que as lágrimas de nervosismo apareçam.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

Sem dúvida, a entrada na Igreja. Apesar de, no nosso caso, nos termos preparado no mesmo local (em divisões distintas, naturalmente), existe sempre aquele espaço de tempo (minutos apenas) em que estamos sozinhas e que pensamos: “É agora”. Fazemos todo o caminho até à Igreja a pensar no momento em que nos iremos encontrar no altar e, também, nas pessoas queridas que iremos vislumbrar nesse caminho. Apesar da curtíssima separação, é nesse momento que reencontramos a pessoa, aquela que aceitou partilhar a sua vida connosco… E isso é, sem dúvida, a melhor e mais intensa sensação, não só do dia, como da vida.

O momento em que nos dirigimos para o corte do bolo (e em que passámos, em conjunto, por todos os nossos amigos e família) e a mensagem surpresa preparada pelos nossos padrinhos foram, sem dúvida, outro dos momentos que mais nos marcaram e que guardamos com mais carinho no coração.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

E o pico de diversão?

Acho que não conseguimos eleger apenas um. O dia foi recheado de momentos divertidos: desde a preparação da parte da manhã – em que conseguimos reunir família e amigos –, até à abertura da pista. Ainda assim, acho que a nossa entrada na sala, imediatamente antes do momento do jantar, deverá ter sido um dos momentos mais engraçados. O facto de não termos preparado absolutamente nada tornou o momento espontâneo e muito divertido. Decidimos improvisar, dançar, interagir com os convidados… Que saudades…

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Um pormenor especial…

Tentámos que o nosso dia fosse “a nossa cara” e, por isso, empenhámo-nos em personalizá-lo em alguns aspectos, por exemplo com os origamis, com as placas que os meninos usaram na igreja ou mesmo com os vasinhos das lembranças, que foram preparados por nós nos dias anteriores.

Temos que destacar, contudo, o design floral, que estava perfeito e que fez toda a diferença; a mensagem criada para os sparkles: “Deixem o amor brilhar”, que os convidados adoraram e partilharam imenso nas redes socais; e, ainda, as polaroids. Todos os convidados conseguiram levar, assim, no final da noite, uma lembrança “sua”…

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Durante o processo, falávamos muito sobre como correria o dia. No dia seguinte, quando abordámos esse assunto, confessámos que o dia tinha sido ainda mais perfeito do que aquilo que tínhamos sonhado. Foi um dia único, o mais feliz das nossas vidas, com todos os pormenores previsíveis e imprevisíveis …

Olhando para trás, acho que, por vezes, a solução passa mesmo por simplificar. Para os noivos, e principalmente para a noiva, todos os pormenores são pensados e repensados, e isto quando falamos mesmo apenas de um pequeno pormenor. A verdade é que acabámos por nos desgastar com pormenores sem grande importância, ao invés de estarmos focados em nós e no nosso dia. Dito isto, acho que, se fosse hoje, decidiria ser apenas um pouco mais relaxada em alguns aspectos.

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Planeamento: Planear, planear, planear. Apesar do planeamento inicial sofrer, invariavelmente, mil alterações, é muito importante termos os aspectos gerais muito bem definidos na nossa cabeça, passando-os depois para o papel. Os esquemas ajudam sempre imenso…

Confiança: Confiarmos nas nossas escolhas e na nossa intuição é, sem dúvida, um dos pontos mais importantes. Só dessa forma conseguimos fazer um “check” definitivo num ponto e avançar para os seguintes.

Partilha: Trata-se de um dia único também para o noivo. É importante ouvir as expectativas do outro e encontrar um equilíbrio. Em conjunto as ideias fluem muito mais e as decisões tornam-se mais simples.

Serenidade: Para aproveitar ao máximo cada etapa e cada momento, principalmente porque o casamento é um processo super exigente, mas que passa a correr e que deixa imensas saudades…

Amor: Colocar todo o amor e dedicação na mais pequena tarefa. Quando damos o melhor de nós, só pode correr bem!

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Casamento elegante no Porto - Lounge Fotografia

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e ementas: conceito criativo da nossa querida amiga Joana Lopes e impressão gentilmente oferecida pela Vinil Forma;

marcadores de mesa e placa boas-vindas: Invite – Momentos Felizes;

sinalética dos pajens (entrada na igreja) e photoboth: Cor Púrpura;

local, catering e decoração: Palácio da Igreja Velha, em Famalicão;

bolo: Casa das Natas;

fato do noivo e acessórios: fato Gio Rodrigues, sapatos Aldo, boutonnière Rute Moreda;

vestido de noiva e sapatos: vestido Manuela Noivas, sapatos Haity;

maquilhagem: Patrícia Lima;

cabelos: Pedro Ferreira;

bouquet: Rute Moreda;

ofertas aos convidados: polaroids feitas pela Lounge Fotografia,  suculentas da Jardiland, com personalização feita por nós e lollipops chocolate da Chocolataria Equador;

fotografia: Lounge Fotografia;

vídeo: We Love Film;

luzes, som e Dj: LSS.

 

Marta Ramos

Amor escrito à mão, por Caramelo

O pedido foi feito, o sim foi dado, e agora é preciso dar as boas notícias às famílias e dar início à viagem que aí vem: o ideal é um delicioso almoço ou jantar com os pais de ambos.
A seguir, os padrinhos: outro belo almoço ou jantar, já com datas alinhavadas, para alinhar agendas. A partir daqui, já podem contar a novidade a toda a gente!

Dizem as regras que os convites de casamento deverão ser feitos e enviados com uma antecedência de 6 a 3 meses, mas outros intervalos serão ainda bastante aceitáveis. O importante é que tenham em conta a logística (o espaço e o catering), e os números finais, em tempo útil: quanto mais convidados tiverem, maior deverá ser o prazo que separa a confirmação da resposta em relação à data do evento, para que tudo se organize da melhor forma.

No que toca a quantidades, a encomenda de convites deverá ser de, aproximadamente, metade do número de convidados que têm na vossa lista (façam as contas a um convite por família, por casal sem filhos e por cada solteiro, com direito a acompanhante). Juntem mais uma boa dezena para imprevistos e não se esqueçam de guardar o vosso próprio exemplar!
O texto deve incluir, de forma clara, data, hora e local, a sequência dos eventos e indicações para lá chegar. Nos dias de hoje, os mapas têm vindo a ser substituídos por coordenadas GPS (mas podem prever os dois, para chegarem a toda a gente). A data e contactos para confirmação da presença do convidado também devem vir bem legíveis.

E quanto à forma? A Caramelo tem uma proposta que, para mim, é irresistível: caligrafia! Não há melhor maneira de dar uma notícia tão boa, tão feliz, do que com letras cuidadosamente desenhadas à mão.

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Caramelo - convites de casamento e caligrafia

 

Nesta última imagem vemos um rótulo personalizado – lembram-se dos brindes de que falámos no início do texto? Se quiserem tornar o anúncio do vosso casamento memorável, preparem-no com alguma antecedência para depois poderem oferecer a pais, padrinhos e restantes pessoas dos vossos corações o solene momento de abrir uma garrafa que conta a vossa história. Uma garrafa única. Como vocês os dois.

Vejam mais artigos sobre o trabalho da Caramelo e falem com eles. Há todo um mundo de detalhes que podem personalizar para que a vossa festa seja, de facto, a vossa cara.

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Romã Eventos!

As boas-vindas de hoje são dadas à Rute Carvalho e à sua Romã Eventos!

 

Na Romã Eventos reúnem-se designers, arquitectos, fotógrafos, videógrafos, entre outros. Todos contadores de histórias, todos com a mesma vontade: concretizar sonhos. Ao leme, de coração doce e lágrima fácil, encontramos a Rute. Levada sempre pelas emoções, é perita em surpreender todos com os seus detalhes e mimos. Designer gráfica de profissão e com uma vasta experiência na coordenação de projectos e eventos da área, é uma entusiasta defensora da beleza e da harmonia:

«Assim começamos este caminho. Dando ouvidos ao instinto e à voz interior. Dando tempo ao tempo. Sabendo que o caminho certo é o de seguir o sonho.»

Acreditam que, como diz Valter Hugo Mãe, “amar é um trabalho bom”. E trabalhar por amor e com amor não só é um privilégio como também é uma benção. Reunindo várias paixões numa só missão procuram, através do design e inovação, criar experiências extraordinárias, ricas em estilo e requinte. Orgulham-se dar ouvidos à voz interior, dar tempo ao tempo. «Assim é o amor e assim é a Romã: desenhamos cada sonho em conjunto com quem nos procura, desde o projecto e criação do evento ao design e decoração.»

Procuram inspiração onde a inspiração os encontra! Seja numa conversa em família ou numa viagem com amigos, num disco que ouvem ou no pormenor de uma fachada… «A inspiração rodeia-nos e conta-nos uma história. Também nós procuramos contar uma história com o nosso trabalho, deixando transparecer a autenticidade e harmonia.»

E no futuro vêem-se a eternizar ainda mais cerimónias com as sementes da autenticidade, da vida e da união. Ajudar a construir sonhos, criando memórias únicas e inesquecíveis. Sempre de coração cheio.

 

 

 

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado da Romã Eventos para ficarem a conhecer melhor a Rute, a sua equipa e o seu trabalho.

 

Rute, bem-vinda ao Simplesmente Branco!

Susana Pinto

O meu dinheiro vale mais do que o teu

Parece um daqueles títulos em formato clickbait, não é? E parece igualmente uma forma um pouco intensa (para não usar outra expressão), de começar esta minha crónica de quarta-feira. Mas não se preocupem, que já o troco por miúdos, mesmo sabendo que será um assunto inevitavelmente quente: esta é uma batalha geracional, como as tivemos com os nossos pais, e eles com os seus. E são vocês, queridos leitores, os interlocutores que estão do outro lado: os millennials.

De acordo com o Merriam-Webster, esta definição é aplicada às pessoas nascidas na década de 80, até aos anos 2000, e tem outros tantos sinónimos, sendo este o nome mais comum.

E porque é assunto de crónica? Porque este é o grupo demográfico dos nossos noivos, dos nossos clientes actuais, e tem umas especificidades, comportamentais e de consumo, que são incrivelmente desafiantes: é recorrente o seu debate, entre fornecedores, e por isso tão importante falarmos sobre isto.

Num artigo do Jornal Económico, do início do ano, a consultora Eduarda Carvalho escrevia o seguinte:

“A geração Millennial nasceu entre 1980 e 1996, quer tudo sem pagar nada, exige alta qualidade mas vive em mutação constante, e o que gosta hoje pode não gostar amanhã.”

E do lado de cá, pensei – pois é, é isto mesmo que tenho observado.

“Para os Millennials, o importante está na experiência, mais do que no ter, mas também no ser. Esta é uma geração que quer ‘bom e barato’, assim como ecológico e socialmente responsável. Uma marca que não o seja pode perder neste segmento muitos adeptos. (…)  Como é óbvio, tudo isto tem de estar disponível online. Não esqueçamos que esta é uma geração de nativos digitais que cresceram com teclados. São filhos da globalização.

(…)

São mais empreendedores do que os seus antecessores e muito mais racionais a consumir. Mas também são menos fiéis.”

 

E daqui sigo para os os pontos-chave deste exercício de hoje: consumo racional (muito mais ponderado e cerebral, por oposição a impetuoso e por impulso) e qualidade a preço baixo. (algo que não existe).

 

 

O primeiro ponto tem impacto directo no negócio, tal como sempre o conhecemos. A forma como se consome hoje em dia, e que não é exclusiva da geração millennial, porque a grande crise dos últimos anos teve esse efeito, é bem mais frugal e pensada. Se voltámos a um certo nível de conforto financeiro que já usufruímos noutros tempos, não gastamos da mesma forma leve e pouco pensada. Discutimos preço, queremos saber em detalhe de que é feita a soma e compreender os números. E o mercado de casamento em Portugal tem sentido isso, os fornecedores têm sentido isso. Não é que os orçamentos disponíveis tenham encolhido, a forma como o dinheiro é investido e a importância que cada elemento e parcela tem, na grande ordem das coisas, é que mudou, e todos teremos de nos ajustar e mudar também. Sem grandes queixas, de forma consciente e estratégica, e o negócio continuará a acontecer, a crescer e a ser saudável. Se o cenário muda, só temos que mudar com ele, se queremos seguir viagem.

O segundo ponto é um problema, sério, porque é um reflexo disto: o meu dinheiro é mais importante (e valioso) que o teu.

O segundo ponto é um problema, sério, porque é um reflexo disto: o meu dinheiro é mais importante (e valioso) que o teu. O que eu quero vale X (e eu próprio valho esse X), mas o que me estás a vender não pode custar mais do que Z (porque o teu tempo, esforço, conhecimento, experiência não podem custar mais do que Z, e eu nem quero gastar verdadeiramente Z).
Vi isto escrito por um fotógrafo que se indignava publicamente nas redes sociais, que não lhe pedissem para baixar o preço da sua arte, que era o seu talento e o seu ganha-pão… e dias depois, o mesmo fotógrafo perguntava, no mesmo sítio e da mesma forma indignada, quem lhe recomendava um guia turístico (especializado) para um passeio longo e dedicado, porque o valor que lhe fora apresentado era – na sua opinião – um escândalo (80 euros).

 

Esta percepção duplo-padrão, do meu e do teu, é uma questão complicada destes tempos modernos, e é muito pouco justa.

Encosta a experiência, o conhecimento e a reputação a um canto, descarta-os como pormenores sem importância e dá espaço ao bullying cliente-fornecedor, à pressão para baixar o preço sem mexer no serviço. Porque eu não quero pagar mais. Ponto.
Quando esta discussão não tem argumentos do outro lado que sustentem a sua posição, não é possível um encontro de vontades, é apenas desigual e não é caminho para coisa nenhuma.

E na realidade, uma parte da culpa é mesmo nossa, dos prestadores de serviço, dos profissionais do mercado, que verbalizamos para a audiência que os nossos noivos são uns queridos, são nossos amigos, são os melhores do mundo, são família, uma simpatia (raramente os tratamos pelo que realmente são: clientes).

Ora, isto não é, genéricamente, verdade. E nós só vendemos um serviço, nada mais. Não estamos a salvar o mundo.

Ao darmos espaço de manobra para esse bullying se instalar, continuamos a baixar a fasquia, a oferecer mais e mais numa tentativa ingénua de agradar o cliente, e não o pomos na ordem quando a situação o exige. Começou a faltar-nos distanciamento na relação cliente/fornecedor, partimos logo para o “tu”, para a proximidade e isso tem consequências sérias, mesmo que aparentemente invisíveis. Estamos a passar a mensagem errada e há-que reflectir sobre isso e agir, se queremos que alguma coisa mude.

É bom que haja um espaço de formalidade que salvaguarda um pouco o lado de cá (e o lado de lá, que todas as relações saudáveis são bi-direccionais!).

Alimentar uma conversa/negociação que antevemos ser pouco frutuosa, é desgastante, custa tempo e disponibilidade. Saber dizer não e perder, é uma aprendizagem valiosa. Cada cliente com este perfil de bully que se perde, traz um ganho de tempo que pode ser alocado à actualização do portfolio, a pôr a contabilidade em dia, a ver as novidades da estação, a preparar conteúdos para divulgação, a pensar. Não é pouca coisa, pois não?

Isto não faz de nós pessoas brutas ou com má vontade. Somos profissionais. E só temos que o ser, verdadeiramente: porque dentro dessa definição estão naturalmente incluídos conceitos de cordialidade, educação, boas práticas, boas maneiras, etc..

Isto não faz de nós pessoas brutas ou com má vontade. Somos profissionais. E só temos que o ser, verdadeiramente: porque dentro dessa definição estão naturalmente incluídos conceitos de cordialidade, educação, boas práticas, boas maneiras, etc..

Afinal, o nosso dinheiro vale todo a mesma coisa (e é só dinheiro, não é alma ou algo superior): o meu, o teu e o nosso!

 

Imagem via Jasmine Dowling.

 

Duas vezes por mês, sempre às quartas-feiras, escrevo sobre assuntos que me fazem pensar, num artigo de opinião a que chamo O fio da meada.

Querem discuti-los comigo? Seria um prazer! Acompanhem-me aqui.

 

 

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