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Marta Ramos

Importa que seja amor, por Arte Magna

A Teresa e o Dado, o casal Arte Magna, afirmam que a fotografia é a sua vida e que não há sensação melhor do que criar memórias. Neste caso, criam-nas de raiz, fotografando uma sessão de inspiração cheia de pinta. A história que nos contam pode ser ficção, mas as sensações que nos transmitem são 100% reais. Nas suas palavras:

«Amor, não importa a forma nem o feitio, importa que seja amor. A nossa inspiração pretende demonstrar que o amor não é linear. Pode ser suave e áspero ao mesmo tempo, pode ser subtil mas cheio de intensidade. Nem sempre tem tons quentes mas o calor está lá presente e o amor é visível mesmo quando é discreto. Apesar de este editorial apresentar dois ambientes diferentes, ambos se complementam nesta história.»

Um casal que se ama prepara-se lado a lado para um dos momentos mais importantes da vida. Vão selar o que sentem um pelo outro num momento íntimo, mas cheio de amor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Repararam no bolo? É da Bakewell, que integra a nossa selecção de Novos Talentos.

Consultem a ficha de fornecedor seleccionado da Arte Magna, onde encontrarão mais informação sobre o seu trabalho e todos os contactos. Marquem uma visita, serão muito bem recebidos e poderão apreciar ao vivo algumas das suas belíssimas criações. E vão acompanhando as nossas publicações sobre eles.

A Teresa e o Dado orgulham-se muito de acompanhar quem os escolhe para fotografar o seu casamento e seguir as suas famílias ao longo dos anos. Criar laços com quem deposita tanta confiança no seu trabalho é algo único. Contem-lhes a vossa história – ah, e eles adoram viajar, por isso não hesitem em desafiá-los para vos fotografarem nos confins do mundo!

 

Créditos:

 

fotografia: Arte Magna

vídeo: Sublime Films

styling: Diana Vinha da Pretty Exquisite

modelos: Nelson Vieira e Renato Duran

maquilhagem: M’ and Makeup

cabelo: Barbearia Porto

jóias: FRAGA

espaço: Miss’opo

bolo: Bakewell

Marta Ramos

Damos as boas-vindas: Edgar Félix Videography!

As boas-vindas de hoje são dadas ao Edgar e à Rita e à sua Edgar Félix Videography!

 

O Edgar e a Rita são uma equipa a tempo inteiro, ou seja, tanto no trabalho como na vida – e isso, segundo eles, torna tudo mais fácil! Vivem com o Gaspar – um cão todo bonito. O Edgar adora cozinhar e a Rita, passar os dias em sites de moda. O Edgar conversa sem se cansar e faz disso um desporto; a Rita não sabe rir de olhos abertos e por isso faz da simpatia dela o maior dos seus trunfos.

Escolheram trabalhar nesta área porque se entusiasmam com as pessoas e as suas particularidades. Sentem-se privilegiados por viver o espaço e o tempo de quem sonha casar. E vão buscar inspiração às pessoas e à verdade dos momentos – dos gestos aos gostos: «Viajar bastante faz parte do alimento para a inspiração. Quebrar a rotina permanentemente e saber que permanentemente se pode tornar uma rotina.»

Os casamentos têm muitos traços comuns, mas a única coisa que os distingue totalmente é a história dos seus protagonistas — os noivos. Fazemos um trabalho que vai ao encontro de eternizar um passado que contém os dias que fazem a vossa história.

Oferecem um tipo de videografia que pretende criar uma recordação com valor artístico dos momentos mais importantes da vossa vida até ao dia do casamento. Para eles, é um desafio conhecer as pessoas mais relevantes dos vossos dias e isso faz deste estilo de videografia de casamento um desafio muito mais elevado. As histórias e os  actores são verdadeiros e essas são as principais ferramentas com que trabalham: «A nossa videografia de casamento é tão documental quanto estilística e criativa e procura contar uma história. A vossa história.»

 

Edgar Felix Videography - Vídeo de Casamento

 

 

 

 

Não deixem de consultar a ficha de fornecedor seleccionado de Edgar Félix Videography para ficarem a conhecer melhor o Edgar e a Rita e o seu trabalho.

 

Edgar e Rita (e Gaspar), bem-vindos ao Simplesmente Branco!

Marta Ramos

Wise words: como poupar no casamento, versão smart saver

Com certeza que já encontraram muitos artigos publicados sob o tema ‘casamentos low-cost‘. É seguramente uma expressão apetecível, um chamador de leitores, e tem feito correr muita tinta (ou muitos caracteres) sem que isso se traduza em informação verdadeiramente válida para vocês, que estão em processo de organização do vosso casamento. A Susana já aqui abordou este assunto, na altura com base num artigo da revista Sábado para o qual ela foi consultada mas cujos contributos não foram tidos em conta na hora da publicação: «A mensagem que passou, é que todo este mercado é um absurdo e que contratar um fotógrafo amador no Facebook e comprar um vestido numa loja chinesa são o caminho certo para domar o orçamento. Pois não é – isso é uma visão miserabilista de um dia memorável. Todos, noivos, família, amigos, profissionais, merecem melhor.»

Ora, para casar são precisos, exactamente, 220 euros, no mínimo, e 390 euros, no máximo, conforme as opções legais escolhidas. O resto? O resto é uma festa, apenas isso e é essa perspectiva sob a qual deve ser olhada e debatida. – Susana Esteves Pinto

Então mas não se pode querer poupar? Pode, claro que sim! Gostamos da expressão smart saver e é sobre esse assunto que nos debruçamos nas nossas wise words de hoje. Ser um smart saver implica que se compreenda as diferenças entre poupança, que diz respeito a um custo (baixar um orçamento, por exemplo) e ganho, que diz respeito a valor (ter mais qualidade ou serviço, pelo mesmo preço).

Este é o conceito que pusemos em prática numa lista de sugestões, algumas nossas e outras sugeridas por profissionais do sector, que esperamos vos ajudem a ajustar o vosso sonho ao vosso orçamento, sem nunca comprometer a qualidade. Parece-vos tarefa impossível? Mas não é – tomem nota:

 

 

 

. Contactem o fornecedor com antecedência e proponham uma forma de pagamento mais apelativa: ficarão numa posição interessante para negociar e fará de vocês clientes mais apetecíveis;

. optem por uma festa pequena (exactamente à medida das vossas possibilidades) e com muito charme e qualidade. Para quem ficou de fora, e com muita pena, preparem mais tarde um mimo extra: um jantar num restaurante simpático e acolhedor (novamente, dentro do vosso orçamento), uma espécie de segunda festa mais descontraída mas igualmente feliz e comemorativa;

. encurtem o tempo da festa e logo, o consumo: apenas um delicioso jantar, com um leve cocktail de boas vindas, bolo dos noivos servido como sobremesa e uma ceia simpática se os vossos convidados forem mexidos e noctívagos;

. façam uma gestão criteriosa do menu e do bar, uma fatia generosa do vosso orçamento está aqui e qualquer poupança é multiplicada por muitas unidades. Construam um menu sensato, gostoso e equilibrado. Dispensem as variedades infinitas de doces, salgados, mariscos e aperitivos, e optem por produtos locais, de muita qualidade e apenas 2 ou 3 variedades. Será suficiente, não se preocupem! Se têm contactos privilegiados numa garrafeira, façam as contas às quantidades e levem o vosso próprio vinho: informem-se sobre a taxa de rolha (custo de abrir, preparar e servir). No bar, a mesma sugestão, pouca variedade e muita qualidade;

. façam uma gestão criteriosa dos materiais gráficos: tirem partido da matéria prima (um belo fine paper) e usem apenas uma cor, o resultado é luxuoso! Simplifiquem nas ementas (1 ou 2 por mesa, ou nenhuma, trocada por um belo quadro caligrafado), nos marcadores (um cartãozinho com um número) e noutros extras, mas não dispensem uns bonitos cartões de agradecimento;

. tirem partido de um espaço familiar ou de amigos que não se importem de o disponibilizar, esta é outra fatia gorda do orçamento. Garantam que o deixam impecável e gastem o que for necessário para que isso aconteça. Associações, jardins de museus e casas regionais serão também alternativas em conta;

. trabalhem com fornecedores locais, sempre que possível, a poupança estará nas deslocações e estadias, mas também no conhecimento e agilidade que têm na comunidade ou junto dos restantes fornecedores;

. façam algumas compras nos saldos, porque há oportunidades relevantes. Falamos da lingerie, da gravata, dos sapatos, acessórios e outras peças que não dependem de tendências ou colecções;

. explorem outras opções: os vestidos de noiva não passam de moda assim tão depressa e as colecções anteriores podem ter preços competitivos e modelos igualmente maravilhosos. Considerem também pronto a vestir de qualidade e materiais nobres: invistam nos acessórios certos e todo o modelo ganha vida e estatuto. E já ouviram falar de vestidos de noiva em segunda mão por uma boa causa?

. Falando ainda dos sapatos (de ambos): façam compras com vida longa. Isto aplica-se igualmente ao fato do noivo. Um belo fato escuro, bem cortado, uma camisa branca elegante, uma gravata de seda, são clássicos intemporais – peças que poderão ser vestidas muitas vezes, em ocasiões relevantes, nos próximos 5 anos;

. peçam emprestado (ou aluguem) pormenores secundários: um saiote, um véu;

. sempre que possível, optem pelo que já existe e completem com alguns detalhes personalizados, que acrescentem valor: é relevante na conta final. Quando não há, aluguem, não comprem, e esta regra vale para tudo (das mesas aos talheres, às jarrinhas, molduras e sofás!);

. e uma nota que excede o dia do casamento: poupem sabiamente na lua-de-mel! Muitas vezes, assoberbados com todas as decisões que têm que tomar para o grande dia, os casais escolhem o destino de viagem quase de véspera. Se decidirem isso logo no início do processo e fizerem as vossas reservas atempadamente, isso é dinheiro em caixa!

 

 

 

Por falar em lua-de-mel, lembram-se das vantagens de casar fora de época? Pois aqui está mais uma: viagens mais em conta, que podem permitir encurtar o custo ou alongar a distância ou a duração (ou seja, poupar ou ganhar).

«O meu melhor conselho é o mais simples de todos: saber é poder. A informação é o bem mais valioso, certifiquem-se de que estão bem informados, façam o vosso trabalho de casa com critério e discernimento. Perguntem, respondam. Parem para reflectir, não se deixem engolir pelo furacão das opiniões, pressões e aparências. Virem as costas ao absurdo, abracem o bom senso.» – Susana Esteves Pinto

É muito mais simples do que parece. Simples é, de facto, a palavra de ordem em todo o processo. Precisamos muito de lembrar-nos disso.

Fotos: Golden Days Wedding Photography

Susana Pinto

Bolo dos noivos, sapatos de noiva e um belo bouquet: um trio perfeito!

Hoje o trio de bolo dos noivos, sapatos de noiva e bouquet de noiva foi combinado tendo os sapatos como ponto de partida.

Encontrei estes incríveis botins bordados com atacadores de veludo na Zara e fiquei logo apaixonada! Poderão achar que sapatos de noiva pretos é uma péssima ideia, mas eu acho sempre que esta combinação, desde que bem feita na relação entre estilos e modelo, é o equivalente muito feminino ao clássico e irrepreensível smoking do noivo. É intemporal, e este sapatos agora de noiva, terão uma vida longa a seguir porque são muito espectaculares. O importante é que, em termos de styling, tenham a companhia do vestido certo, e neste caso, diria que pedem estrutura e pouca textura, nada que um belo mikado de seda não resolva.

 

Mantendo este espírito clássico, elegante e muito contido, juntei-lhe um bolo de noiva com 3 andares, e cobertura de fondant com texturas sobrepostas e um ligeiro degradé crescente para um muito ténue tom de rosa, quase inesperado, mas muito romântico e feminino.

O bouquet de noiva junta uns discretos apontamentos de preto e um lado orgânico que aquece e equilibra tudo, com ramos de jasmim, anémonas, peónias e rosas, que acrescentam também textura ao vestido que imaginámos ser estuturado e de linhas simples.

E vocês, meninas, arriscariam com uns belos sapatos pretos?

 

Bolo dos noivos com texturas de açúcar

 

Sapatos de noiva pretos bordados com flores e atacadores de veludo

 

Bouquet de noiva orgânico e clássico com peónias, anémonas, rosas e jasmim

 

Clássicos que nunca saem de moda e são apostas com alguma irreverência bonita e inesperada. Estes incríveis sapatos de noiva merecem uma oportunidade e esta combinação acaba de mostrar quão perfeitos podem ser para o mais bonito dos dias – o vosso casamento!

De cima para baixo, bolo dos noivos com texturas de açúcar, via Jen Huang Blog; sapatos de noiva pretos bordados com atacadores de veludo, Zara, por 49,95 euros; bouquet de noiva orgânico, com anémonas, jasmim, peónias e rosas, via 100 Layer Cake.

 

Para acompanhar estes nossos trios perfeitos que publicamos todos os domingos, basta que sigam as nossas etiquetas (a partir da homepage) ou aqui no topo do artigo: sapatos e sunday shoes; cake! e bolo; bouquet e um belo bouquet.

Bom domingo!

 

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Susana Pinto

Casamento rústico em Alenquer: Margarida + Joaquim

Esta semana trazemos o casamento rústico da Margarida + Joaquim, em Alenquer, uma festa clássica e impecável fotografada pela Matilde Alçada e com video de Live Wedding Video.

O caminho até aqui foi feito de muitos detalhes e muito foco, desde, literalmente, o primeiro minuto, como vão ver, já que a Margarida nos conta detalhadamente como foram os preparativos.

Reparem no fiel companheiro, que também participou na festa e na abertura da pista com as damas de honor: que maneira bonita de celebrar a amizade!

Vamos a isto?

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Quando o Joaquim me pediu em casamento, no próprio dia, comecei a enviar e-mails para quintas e hóteis para saber datas disponíveis, orçamentos, etc. Não tinha ideia de nada em concreto, sabia que queria primeiro assegurar os “básicos” e depois tratar dos pormenores. Tendo alguma experiência em organização de eventos, sabia que a data e o local eram o ponto de partida para qualquer outra coisa. Assim, foram 2 semanas de muitos e-mails, de muitos “nãos”, porque em Outubro a maior parte das quintas já não tinha sábados disponíveis para a altura do ano em que queríamos. Visitámos cerca de 10 locais, e no dia em que visitámos a Quinta de São Gonçalo ficámos apaixonados com o espaço, com a disponibilidade com que nos receberam, mas sobretudo com a confiança que nos transmitiram. No entanto, o último sábado disponível tinha acabado de ser marcado, e foi aí que decidimos que seria uma sexta-feira, dia 25 que é um número com significado para os dois, pois foi o dia em que começámos a namorar, e até aí acho que nunca conseguimos bem imaginar como seria o dia. Depois de confirmarmos o espaço, fomos logo à Basílica de Meca, onde foi a cerimónia, para marcarmos o dia e, aí sim, acho que foi o momento em que percebemos os dois “ok, vamos mesmo casar” e que conseguimos pela primeira vez imaginar! Lembro-me de olhar para o Joaquim à saída da igreja e de lhe dizer “vai ser aqui!!!” e de ele olhar para mim e se rir! A sensação de estar na igreja a marcar o dia penso que foi a que nos marcou mais, porque de repente tínhamos o dia e os locais fechados, e apenas a partir daí começámos a imaginar como seria.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Para o passo do casamento estávamos os dois preparados, já vivíamos juntos, por isso, estávamos muito calmos e serenos com a nossa decisão. Os nervos vieram, claro, mas porque tínhamos visões diferentes do dia, da organização e dos pormenores necessários para que tudo corresse como imaginávamos. Somos os dois muito perfeccionistas e não queríamos, como qualquer pessoa, que nada falhasse. O Joaquim achava que muitos pormenores podiam correr mal, eu achava que poucos pormenores não tinham nada a ver connosco. No final, chegámos a um consenso, em que o resultado final foi o que os dois tínhamos imaginado.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Eu sou muito perfeccionista e (tenho o defeito) de reparar muito em detalhes. Perdi imenso tempo a ver vídeos de casamentos, a pesquisar centros de mesa, temas, decorações, etc. Por isso, na verdade, só senti o “é mesmo isto” no dia antes, quando fomos à quinta e estava tudo montado para o nosso casamento e lembro-me de entrar na sala e pensar exatamente “é mesmo isto”! Com o Joaquim foi a mesma coisa, acho que até aquele momento ele não sabia muito bem o que imaginar, como é normal nos homens. Por isso, acima de tudo, durante todo o processo, uma das minhas preocupações foi que o Joaquim se identificasse também com todas as escolhas, que por vezes os maridos ficam um pouco de fora, mas ele não, foi parte de tudo e dei-lhe tudo a escolher para que tal pudesse acontecer. Claro que, escusado será dizer, que ele estava já um pouco “farto” do tema, mas no dia ficou radiante e deu-me os parabéns.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Bem, na verdade, ao longo dos 11 meses de preparativos, existiram várias ideias… Todas à volta do mesmo estilo. Sabíamos que queríamos algo clássico, sóbrio e com elegância. Acho que essas 3 premissas foram cumpridas e o resultado ficou muito bonito e recebeu muitos elogios, o que nos deixou muito felizes. Acima de tudo, queríamos uma festa que fosse intemporal.

Quanto à ajuda, fiz tudo sozinha. Tive apenas ajuda para fazer os convites e, a partir daí, arranjei um programa online onde fiz as artes-finais de todas as peças e defini a decoração com a quinta.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Para nós existiram sempre 2 pontos fundamentais. O primeiro, era que a cerimónia na igreja fosse bonita, completa, mas sem ser muito demorada. Para tal preparámos com muito cuidado toda a cerimónia e, um ponto que fez toda a diferença, contratámos a fantástica Ana Brissos, que tem uma voz que não existem palavras para descrever. Lembro-me de passarmos uma noite inteira em casa dos meus pais a escolhermos o reportório, porque para nós, esse ponto era mesmo muito importante. Quanto à missa estávamos “descansados” pois quem nos casou foi um padre amigo da família do Joaquim e de quem já conhecíamos o registo e com o qual nos identificávamos.

O segundo ponto era que a comida e bebida fossem boass e em quantidade suficiente para todos os convidados. Para esse ponto, procurámos feedback sobre a quinta e mesmo amigos que já lá tinham ido e todos eram unânimes, excelente serviço. No dia, foi igual!

Sem importância não havia assim nada de que me lembre. Tentámos prestar atenção a tudo, mas chega a um ponto na preparação que existem pormenores que deixamos cair e acho que esses são os pontos sem importância.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

O mais difícil foi sem dúvida a fase inicial, encontrar os “básicos”, nomeadamente ajustar a escolha do local com datas. Sabíamos que não queríamos catering nem tenda e que tinha que ser em Agosto. A partir daí, tivemos alguma dificuldade em conciliar a disponibilidade dos espaços com os nossos requisitos e foi quando decidimos que seria a uma sexta-feira, essa também uma decisão difícil.

O mais fácil foi, sem dúvida, escolher a Matilde Alçada para fotógrafa do nosso casamento. Conhecíamos o trabalho dela de um casamento de uns amigos nossos e, lembro-me de estarmos a ver o álbum deles e comentarmos “um dia tem que que ser ela a fazer o nosso casamento!”, e assim foi.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O pico sentimental foi, sem dúvida, a entrada na igreja. Lembro-me da minha mãe me vir dar um abraço ao carro antes de entrar e do meu pai me dar um beijinho na testa imediatamente antes de abrirem a porta e de entrarmos. Quando abriram a porta, lembro-me de ouvir a Avé Maria de Schubert, de ver toda a gente a olhar para mim e, ao fundo, lá estava o Joaquim, lindo de morrer! Só me apetecia chegar ao altar o mais rapidamente possível e abraçá-lo! Ficámos os dois a olhar um para o outro até meio da passadeira, mas no mesmo momento, virámos os dois a cara para o lado para não começarmos a chorar, e conseguimos!

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

E o pico de diversão?

O pico de diversão foi, sem dúvida, a entrada na sala de jantar com as nossas madrinhas! Tivemos um vídeo nosso com imagens de uma sessão que fizemos com a Matilde, antes do casamento, que antecederam a entrada e depois entrámos com foguetes e balões com as nossas iniciais. Estava tudo escuro e quando entrámos acenderam a pista de LED’s, que fez um efeito muito giro e que ficará nas nossas memórias para sempre.

 

Um pormenor especial…

Quem nos entregou as alianças foi o nosso sobrinho Francisco, com apenas 2 meses. Foi um momento que teve muito significado e uma forma de ele estar já muito presente apesar de ser tão pequenino.

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Casamento rústico em Alenquer, com fotografia de Matilde Alçada

 

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Não, nada. O dia foi único, nosso e muito muito especial. Só gostávamos de o poder reviver outra vez!

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

Aproveitem bem os meses que antecedem o casamento. Divirtam-se com a preparação, porque apesar de dar imenso trabalho (na verdade, mais no último mês) depois é uma fase que deixa saudades! E, apesar dos homens não gostarem dos pormenores que nós teimamos em ter, não os deixem de fora, porque o dia é dos dois.

No dia do casamento, aproveitem bem a manhã, porque depois a partir do momento do inicio da cerimónia passa tudo a correr e, quando damos conta, já nos estamos a despedir das pessoas.

 

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: feitos pela noiva, com ajuda de uma amiga nos convites;

local, catering e bolo dos noivos: Quinta de São Gonçalo;

fato do noivo e acessórios: fraque Dielmar; camisa Hackett London, botões de punho: Montblanc; sapatos Sebago e relógio Smart Watch Fossil;

vestido de noiva e sapatos: vestido de noiva Rosa Clará, sapatos Gio Rodrigues e toucado Franc Sarabia;

maquilhagem: Susana Reimão, MAC;

cabelos: Ana Paula Roseiro, Sanjam Oeiras;

bouquet: Graça O’Neill;

ofertas aos convidados: Não oferecemos nada físico aos convidados, optámos por fazer uma doação no valor de 2€ por convidado, à União Zoófila;

fotografia: Matilde Alçada, acompanhada por Sofia Oliveira, LineWithLine;

vídeo: Live Wedding Video;

luzes, som e Dj: MCEventos.

 

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Marta Ramos

I coffee you, por Pedro Taborda

A Filipa e o João vão casar no dia 21 de Outubro e escolheram Pedro Taborda Fotografia para registar o grande dia. Entretanto, já fotografaram a sessão de solteiros, que decorreu num cenário muito especial para a história do casal: o Starbucks. Escolheram a loja de Belém e contam-nos que apenas tiveram de agendar com a Direcção de Marketing o dia e a hora. A loja manteve-se aberta ao público, mas escolheram um horário de pouco movimento.

E porquê ali? «Vivemos na Amadora e conhecemo-nos em Lisboa, num convívio de amigos. E posso dizer que foi amor à primeira vista! O Starbucks surgiu nas nossas vidas como o lugar de eleição para namorar, conversar, rir, descansar… Enfim, o nosso cantinho onde sabíamos que iríamos saborear de um excelente cappuccino mas ao mesmo tempo apreciar a companhia um do outro no final de um dia de trabalho.»

E foi então que chegou o dia do pedido – que aconteceu… no Starbucks, claro. «Eram dois cappuccinos, mas um deles trazia lá dentro apenas o anel e na parte de fora o pedido de casamento. Estava muito giro! Nós recriámos essa situação na sessão de solteiros.»

Fomos fotografados pelo Pedro Taborda e podemos dizer que a sessão não podia ter corrido melhor! O resultado final superou as nossas expectativas!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

As e-sessions são, de facto, um factor importante no processo de escolha dos fotógrafos do vosso casamento. Mesmo que já tenham decidido, não saltem essa parte. Para além de serem memórias acrescida, é uma oportunidade de ouro para interagirem com os profissionais que estarão encarregues de registar o dia do vosso casamento. Ganha-se à vontade e descontracção, que serão essenciais no grande dia; afinam-se vontades e expectativas; e, de repente, já vocês tratam as câmaras por tu e já elas vos conhecem de cor, de modo que tudo flui com muito mais naturalidade.

Vejam também outros trabalhos do Pedro Taborda já aqui publicados e falem com ele: o fotógrafo e a sua equipa querem muito surpreender-vos.