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Susana Pinto

A pensar no vestido de noiva?

Quem já está a pensar comprar o vestido de noiva, ponha o dedo no ar!

Ora muito bem – agendámos para daqui a umas semanas um especial Dicas para Casar só sobre este assunto, mas, até lá, quero começar já a deixar-vos algumas pistas valiosas sobre este assunto tão especial.

 

Comprar um vestido de noiva é um investimento financeiro generoso, mas também muito emocional – faz parte dos sonhos de muitas meninas e de muitas mães, e a sua escolha tem um contexto todo ele muito especial: soma aspirações, números, opiniões, desejos, projecções e muitas emoções.

Há que respirar fundo, disfrutar da experiência e escolher bem – o que está dentro do orçamento, o que nos fica bem, o que é confortável e o que nos faz sorrir de forma instantânea.

 

Ora eu não sou a pessoa mais indicada para falar sobre este assunto, porque nunca sonhei casar-me de vestido (já uma blusa e uma saia ou uma blusa e umas calças…). Adoro conhecer os designers, adoro ver de perto como um vestido é feito, apreciar os materiais e a mestria do desenho, mas sou pouco sensível à emoção que carrega, porque sou muito pouco dada a vestidos!

Mas não há que temer, porque eu sei quem são as pessoas certas para vos dar os melhores conselhos e as perguntas importantes a fazer –  a Sara Silva, da Vestidus, sabe muito sobre este assunto, e foi com ela que falei.

A Sara, juntamente com a Conceição, atende e acompanha noivas na sua loja há mais de dez anos e, por isso, conhece bem os nervos, os processos de decisão, as dúvidas, as perguntas e, sobretudo, as respostas sábias capazes de acalmar qualquer menina.

 

Como comprar o vestido de noiva? Dicas da Vestidus Atelier. Como comprar o vestido de noiva? Dicas da Vestidus Atelier. Como comprar o vestido de noiva? Dicas da Vestidus Atelier.

Qual é a melhor altura para começar a procurar o vestido de noiva?

O ideal é escolher o vestido de noiva com cerca de oito a nove meses de antecedência. Pode parecer muito tempo, mas a verdade é que, por norma, o prazo de entrega do vestido após a encomenda está entre cinco a seis meses. A maioria das fábricas fecha entre Dezembro e Janeiro, pelo que no início do ano os prazos para entrega aumentam para seis a sete meses. Os meses que sobram até à data do casamento devem ser reservados para ajustes ou qualquer alteração que seja necessária fazer no vestido.

 

Três perguntas que a noiva não deve deixar de fazer…

Faça todas as perguntas que achar necessárias para se sentir confortável e confiante com a escolha que está a fazer. O vestido é uma parte muito importante do ser noiva, mas ainda mais importante é a relação que se estabelece com a loja ou atelier. São essas as pessoas que vão estar consigo durante meses e que a vão ajudar para que tudo fique perfeito.

Estas são algumas sugestões relevantes:

 

1) Estou a comprar um vestido novo ou este que estou a experimentar aqui na loja?

É importante que fique claro se vai ficar com um vestido de prova ou se o seu modelo vai ser encomendado. Muitas vezes as lojas fazem descontos em modelos descontinuados de coleções anteriores. Quase sempre são vestidos que são mantidos impecavelmente e cujo o preço, por ser um modelo da estação anterior, fica mais acessível.

Essa é uma decisão que deve ser só sua. Se não se sente confortável em ficar com um vestido de prova, tem esse direito e deve ser respeitado pela loja onde o vai comprar.

 

2) O preço do vestido inclui taxas e arranjos?

É importante confirmar se o preço do vestido inclui, ou não, os ajustes, para que não haja surpresas no final. Mesmo encomendando o seu tamanho, é natural que seja necessário fazer pequenos acertos, como a bainha, por exemplo. Se esses acertos ou mesmo alterações estão contemplados no preço final do vestido, cabe à loja decidir e informá-la.

 

3.) E se eu mudar de ideias ou se o casamento não se realizar?

Um bom fornecedor está consigo nos bons momentos e nos menos bons. Confirme com a loja a política de cancelamentos e devoluções: o que acontece no caso de desistir da encomenda do vestido de noiva, se o valor que deixou como depósito é reembolsável ou não.

 

É boa ideia experimentar um vestido que está acima do meu orçamento?

Não recomendamos, sobretudo se a diferença entre o preço do vestido e o valor do orçamento forem díspares. Se experimentar um vestido acima do orçamento e se ele for “o tal” vai tornar a busca de um vestido alternativo muito mais difícil. Há diferenças entre materiais, corte e estrutura entre os vestidos mais acessíveis e outros de gama mais alta, e isso é incontornável. Recomendamos que não o faça, a dose de frustração será grande e má conselheira, não é nada disso que se quer neste processo.

 

Quando devo fazer a última prova?

A data da última prova pode depender de vários factores e é sempre importante coordenar com a loja, em especial se costuma ter oscilações de peso, se o vestido sofreu muitas alterações face ao modelo inicial, se vai casar grávida, ou se vai ter de viajar para o local do casamento, por exemplo. Fazer a última prova duas semanas antes do casamento permite gerir estas oscilações e corrigir algum imprevisto que surja antes da entrega.

 

Como e quando devo levar o meu vestido para casa e como devo acondicioná-lo?

Sugerimos que leve o vestido na semana antes do casamento, nunca na véspera, para que possa descansar e relaxar nesse dia. Deve deixá-lo acondicionado no saco de transporte, protegido do pó, de animais domésticos que possa ter e de qualquer outro olhar mais curioso!

 

Como comprar o vestido de noiva? Dicas da Vestidus Atelier. Como comprar o vestido de noiva? Dicas da Vestidus Atelier.

Aqui está uma mão cheia de bons conselhos para comprar o vestido de noiva, dados por quem sabe. Peguem na vossa companhia selecta (uma ou duas pessoas, é o ideal!), façam umas investigações na internet para se familiarizarem com as marcas e modelo,s e agendem as vossas visitas desde já.

 

Aproveitamos para vos mostrar as novidades da marca belga Rembo Styling, produzida e fotografada em Portugal, para 2020: estes vestidos super confortáveis e com um cair impecável (é um facto, conheço-os muito bem) estão à vossa espera na Vestidus.

 

Marquem uma visita com a Sara Silva e descubram os modelos bonitos que ela escolheu para as noivas de 2020.

Susana Pinto

À conversa com: João makes photos, fotografia de casamento

Hoje a conversa boa é com o João Pedro Correia, que assina como João makes photos – fotografia de casamento.

Conhecemo-nos por acaso, como tantas vezes acontece neste universo digital: uma referência num site que linka para outro site e tropeço no site do João makes photos. E mais do que as imagens, prenderam-me as palavras com que se apresentava. Iniciámos a nossa conversa e após longo namoro por escrito – porque estas coisas têm o seu momento certo -, demos as boas-vindas ao João Pedro aqui no Simplesmente Branco.

Gosto de conversar com o João, mesmo que falemos pouco. Gosto de o ouvir, tem voz de rádio (foi profissional da Renascença) , gosto de o ler e gosto muito do seu trabalho, que é, da mesma forma, claro, conciso, articulado, nítido. Tal como uma boa história deve ser contada.

 

Porque, especificamente nos casamentos, uma boa parte do que fazemos é isso: oferecer aos casais uma herança visual.

 

Conta-nos um pouco da tua viagem profissional até aqui, à fotografia de casamento.

Fui jornalista durante 10 anos, nos quais a fotografia foi uma segunda profissão. Mas, na verdade, o que sempre fui foi fotógrafo: fiz-me jornalista porque queria ser fotojornalista. Só que algures nesse percurso também gostei de contar histórias pelas palavras, e a imprensa e a rádio meteram-se no meu caminho.

 

Há quanto tempo fotografas? E porquê casamentos?

Há 10 anos, com especial enfoque nos casamentos há 5 anos. Os casamentos chegaram como acho que acontece a muitos de nós: um amigo pediu-nos para fotografar o seu dia. E aí percebi que podia aliar à fotografia o meu interesse por contar histórias e envolver-me com pessoas, que é o que mais gosto nesta área da profissão: o contacto com os casais, e a abordagem à fotografia do seu casamento como uma experiência que lhes proporciono ao longo do tempo, desde a sessão de namorados, à reportagem do dia do casamento, ao trabalho final.

 

Casamento na Quinta do Hespanhol, com fotografia de João makes photos

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vais buscar inspiração?

Uso um conjunto de fontes para me inspirar. Primeiro, ver o que me rodeia com um novo olhar todos os dias — a vida é muito curta, e acredito que se nos sentirmos agradecidos pelo privilégio que é viver em paz, com condições de subsistência, e ainda por cima num país com muita luz e um oceano a duas horas de distância, essa abordagem transforma o mais horrível dos cenários num mundo de novas perspectivas.

De seguida, através de um consumo disciplinado. Explico: adoro ver o trabalho de todos os meus colegas fotógrafos, e a Internet é essencial para os acompanhar. Mas as verdadeiras fontes de inspiração, para mim, estão na “fotografia de velocidade lenta”, isto é, nos livros. Consumo livros com fotografias e sobre fotografias e fotógrafos. Faço o mesmo com pintura, design e arquitectura. Dir-me-ás: mas de que formas usas essas referências quando fotografas um casamento? Poderei não as usar, mas educo-me para ter referências mais diversas, que estimulam a capacidade de abstracção.

Por fim, procuro inspirar-me no que é diferente do que vejo todos os dias, e para isso viajo. Não preciso de ir ao Índico ou ao Pacífico, posso muito bem ir a Trás os Montes ou ao Alentejo, caminhar e falar com pessoas. O que quero dizer é que é preciso — e gosto muito de — sair regularmente do local onde passamos a maioria do tempo, e mudar de ares. Acho que ninguém discorda disto.

 

Como construíste essa tua assinatura, como a defines?

O JOÃOMAKESPHOTOS, o João que faz fotografias e conta histórias, é a junção destes dois indivíduos: o curioso que se fez jornalista, o documentarista que anseia registar momentos e ajudar a criar uma herança visual. Porque, especificamente nos casamentos, uma boa parte do que fazemos é isso: oferecer aos casais uma herança visual.

 

Quando precisas de fazer reset, para onde olhas, o que fazes?

Como disse anteriormente: olho para fora da minha bolha. E neste momento olho para Lisboa. É que após mais de uma década a viver no centro da cidade mudei-me para a outra margem do rio, e do local onde estou agora vejo o Tejo e as sete colinas por inteiro a todas as horas do dia. Estar fora do bulício onde vivi durante mais de uma década está a ser revigorante.

 

Casamento na Quinta do Hespanhol, com fotografia de João makes photos

De Lisboa para o mundo, ou Portugal de lés a lés: fotografar estrangeiros é diferente de fotografar casamentos nacionais?

É diferente porque há menos tempo para me relacionar com os casais, que é um aspecto essencial na minha abordagem à fotografia de casamento. Eu procuro não ser um mero prestador de serviço, eu quero estar envolvido na história do dia e para isso preciso de tempo para entrar nesse círculo. Com casais estrangeiros há menos tempo para conseguir fazê-lo. No restante, é absolutamente igual: fotografamos pessoas apaixonadas que juntaram num dia os amigos e a família mais próximos, com tudo o que isso traz de boas energias.

 

Para todos os que ficam, de facto, interessados em ter-me como o seu fotógrafo eu procuro de imediato que nos conheçamos e nos sentemos a conversar. Uma boa ligação entre o fotógrafo e o casal é essencial, e eu procuro conhecer e dar-me a conhecer.

 

Qual é o teu processo de trabalho, como acontece a ligação com os teus clientes?

A maioria dos meus casais encontram-me de duas formas: através da recomendação de clientes anteriores, ou através da Internet: sobretudo o Simplesmente Branco e as redes sociais.

Para todos os que ficam, de facto, interessados em ter-me como o seu fotógrafo eu procuro de imediato que nos conheçamos e nos sentemos a conversar. Uma boa ligação entre o fotógrafo e o casal é essencial, e eu procuro conhecer e dar-me a conhecer.

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostas de fotografar?

Eu gosto de todos os tipos de festa. A minha perspectiva é simples: os casamentos são as pessoas, e se todos se permitirem expressar os seus sentimentos — dos noivos aos convidados, da família aos celebrantes — o dia será repleto de boas energias e de boas recordações. Nós, fotógrafos, só temos de conseguir envolver-nos e tornar-nos parte, e estar atentos para captar isso.

 

Qual é a melhor parte de ser um fotógrafo de casamento? E o mais desafiante e difícil?

É o privilégio de ser escolhido para registar momentos de intimidade, e para criar uma herança visual.

O mais desafiante é sempre o que está relacionado com as condições para fotografar: é um dia que passa a correr, com espaços e iluminações imprevisíveis, com a meteorologia que pode não colaborar, etc., e para tudo isso nós, fotógrafos, temos de encontrar soluções e conseguir, ainda, usar da nossa criatividade para, nos momentos que são mais do que documentais, criar imagens únicas para os nossos clientes.

 

Escolhe uma imagem favorita do teu portfolio e conta-nos porquê:

Uma das minhas imagens favoritas é uma fotografia que imediatamente após tê-la registado pensei “isto parece um momento Steve McCurry”. Explico: é uma fotografia vertical do conjunto de madrinhas a abraçar a noiva, escondendo-a no meio do turbilhão; os sapatos coloridos desarrumados na relva; estão todas de costas para mim; e uma brisa que soprou naquele momento. Essa fotografia assemelha-se a uma das minhas preferidas do Steve McCurry: a de um conjunto de meninas com vestes coloridas que, no meio de uma tempestade de areia, penso que na Índia, se abrigam juntado-se e abraçando-se. Foi pura coincidência, mas é uma imagem de que gosto muito, mais ainda pela comicidade que essa mesma comparação João / Steve McCurry suscita.

 

 

Os contactos detalhados do João makes photos, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, cheia de imagens bonitas e contactem-no directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

As imagens que escolhi para acompanhar esta conversa com o João Pedro Correia, são do belo casamento da Joana + Hendrik, na Quinta do Hespanhol. Vão lá espreitar o resto!

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!

 

Susana Pinto

Casamento molhado, casamento abençoado!

“Casamento molhado, casamento abençoado!”

Sempre ouvi este ditado, sobretudo como forma de aligeirar o ambiente, quando o mais bonito dos dias amanhece coberto de nuvens cor de chumbo.

A Patrícia e o João casaram num dia assim, em pleno verão, ninguém iria adivinhar (lembram-se de ontem termos falado na importância de ter um plano B para o vosso espaço?), mas nem por isso deixou de ser um dia glorioso e bonito. Afinal, o amor vence tudo e a sua manifestação palpável, os abraços apertados, os sorrisos, o brilhozinho nos olhos é muito mais do que suficiente para afastar qualquer nuvem e uns chuviscos.

 

A sessão fotográfica que a Diana Nobre, da Little Joy, lhes proporcionou, na praia, voltou a ter um tempo péssimo, mas resilientes e com um sorriso contagiante, a Patrícia e o João entregaram-se ao momento como se do mais belo dia de verão se tratasse! Segundo as palavras da Diana, são um casal incrível, simples e muito doce – e é precisamente isso que vemos nestas imagens captadas numa bonita praia nortenha, em pouco mais de vinte minutos, num dia de vendaval invernoso.

 

O vosso amor é mágico, já cantavam os Expensive Soul, e o que um bom fotógrafo faz, é captá-lo assim, sem artifícios, ao natural, no seu estado mais puro.

E isso é sempre bonito e certo!

 

Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy Fotografia de casamento low cost no Port: Little Joy Photpgraphy

Espreitem o trabalho bonito da Little Joy: há sempre uma energia sorridente e contagiante nas suas fotografias – eu adoro isso!

Falem com a Diana Nobre, através da sua ficha de fornecedor, ela vai gostar de conversar convosco!

Susana Pinto

Dicas para casar: como encontrar o espaço certo para o casamento?

Hoje vamos dar sugestões para encontrar o espaço de casamento.

Depois de termos falado de orçamentos e de fornecedores, o passo que se segue é reservar o espaço que cumpre a visão que têm para o mais bonito dos dias. Nesta altura, já terão uma data preferida e um número de convidados alinhavado, o que ajuda a afinar as escolhas possíveis.

 

O espaço e o catering representam a fatia maior do orçamento, e isso pode ser um bocadinho assustador. Neste caso, a antecedência joga a vosso favor, não só porque há mais oferta disponível, como também vos permite ir reunindo um pé-de-meia com maior tranquilidade.

É muito comum planear este passo com um ano de antecedência. Se estão de olho num espaço particularmente concorrido e nas datas mais procuradas (como os dois primeiros fins-de-semana de Setembro), convém alargar esse timming, para garantir que conseguem o cenário que querem, como o querem.

Por outro lado, se a vossa agenda é mais apertada, uma das soluções passará por flexibilizar a data do grande dia: as sextas-feiras, os domingos, alguns feriados a meio da semana e os meses menos concorridos podem significar diferenças interessantes no orçamento final e assegurar a disponibilidade do espaço dos vossos sonhos – e tudo isto é, claro, válido igualmente para os restantes fornecedores.

 

Espaços para casar: Quinta do Hespanhol Espaços para casar: Quinta do Hespanhol Espaços para casar: Quinta do Hespanhol

Dominado este trio de agenda, data e número de convidados, passamos ao ambiente e decoração. O que procuram, qual é a vossa visão para este belo dia?

As possibilidades são quase ilimitadas: interior, exterior ou ambos? Um hotel urbano e moderno, um restaurante na praia, uma quinta rústica e com vinha, uma galeria  de arte ou sala bonita, um palácio, um jardim, uma casa de família, um monte no Alentejo?

Podemos dizer que qualquer sítio, desde que reúna as condições apropriadas, pode ser transformado no vosso local ideal para casar.

Mantemos a nossa recomendação de sempre, para qualquer tomada de decisão: saber é poder, por isso, façam as vossas pesquisas de fornecedores,  escolham cinco, contactem três. Se não encontram o que procuram à primeira, repitam o esquema.

 

O ponto de partida para sustentar a vossa decisão devem ser os números. A dimensão e tipologia da vossa lista de convidados irá, logo de início, excluir algumas opções, ou porque são muitos, ou porque são poucos. A seguir, o caminho divide-se, grosso modo, em dois: uma oferta do pacote completo ou um desafiante cenário em branco, onde a vossa visão e investimento (de tempo, dinheiro e energia) fará a magia. Ambos têm potencial e resultarão num dia espantoso, cabe-vos apenas perceber o que vos serve melhor, com mais conforto e menos dificuldades e angústias no processo.

 

Na hora de começar as visitas, não saiam de casa sem uma lista de perguntas e questões a esclarecer. Estas são algumas, que achamos fundamentais:

 

  • capacidade da sala;
  • o que está e não está incluído no valor;
  • hora de início e de fim de festa;
  • têm catering próprio ou permitem outros fornecedores da vossa escolha;
  • confirmem o que o espaço permite e o que proíbe (como decoração feita por terceiros ou aluguer de mobiliário extra, por exemplo). Se não gostam, não aceitem a “decoração da casa” com o argumento de que é tendência ou única opção, o diálogo e flexibilidade são sempre o melhor caminho;
  • se pretendem que a cerimónia decorra no mesmo espaço da festa, verifiquem a capacidade dos espaços exteriores, nomeadamente a oferta de sombra (façam contas à posição solar na hora da cerimónia);
  • inspeccionem casas de banho, acessos (estacionamento incluído) e espaços exteriores (sem esquecer, novamente, os pontos de sombra!) Tomem nota também do mobiliário de apoio, aquecimentos para as noites mais frescas, dimensões dos espaços e alguns detalhes de segurança, por causa dos mais pequenos e dos mais velhos;
  • peçam para ver as opções de atoalhados e loiça; caso tenham um ar desgastado, perguntem se é possível alugar outros (o custo deverá estar sempre do lado do fornecedor); e vejam também uma mesa montada, completa.
  • avaliem devidamente o espaço: se é escuro e está em mau estado, a decoração não resolverá tudo, há situações estruturais que não têm solução.

 

Esta visita deverá ser feita com tempo e calma, façam algumas fotografias e tomem notas. É fundamental que inquiram sobre todos os itens e anotem de tudo aquilo de que gostaram mais e menos. E, claro, estejam atentos à forma como vos recebem e como acolhem as vossas dúvidas e sugestões.

Uma boa equipa apresenta diferentes fórmulas e soluções: cada casal tem expectativas diferentes, vivências diferentes e culturas diferentes, e um bom profissional saberá ouvir, interpretar e ler o seu cliente.

E por falar em equipa, assegurem-se de que existe uma articulação bem oleada entre o espaço e todos os outros fornecedores envolvidos.

 

Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol Espaços para casamento: Quinta do Hespanhol

Se a decoração é por vossa conta (particular ou de um profissional contratado), sejam exigentes e claros, façam as devidas apresentações antecipadamente e afinem e promovam a sintonia entre todas as partes. Detalhar é importante, e por isso acertar responsabilidades, tarefas, timmings e contactos é fundamental para que tudo flua de modo sereno, profissional e ágil. Não se esqueçam de confirmar horários e disponibilidades para as montagens e desmontagens dos fornecedores externos.

E, claro, para que não haja surpresas desagradáveis, deverão sempre conversar sobre um plano B. Certamente estão a pensar em dias soalheiros e temperaturas amenas, mas se o plano principal é ao ar livre, certifiquem-se de que há uma opção alternativa no interior, à vossa disposição e em perfeitas condições de utilização. Confiram a meteorologia na semana anterior, não confiem demasiado na sorte, e se for caso disso, ponham em marcha as alternativas planeadas.

 

Depois de visitarem os espaços que elegeram durante as pesquisas, listem prós e contras de cada um deles. Retomem o contacto com quem vos recebeu, para esclarecer dúvidas e considerar outras opções que não vos tenham ocorrido durante a visita. Façam-no por telefone, que é mais produtivo e poderão trocar ideias na hora, em vez de perder tempo a trocar e-mails.

Com a vossa decisão tomada, vamos às formalidades: confirmem que tudo o que negociaram está no papel, incluíndo informação detalhada sobre cancelamentos, imprevistos, responsabilidades de parte a parte e as condições e formato de pagamento. Se se sentem confortáveis com tudo o que está listado, assinem o vosso contrato.

 

Quinta do Hespanhol - espaco para casamentos

Espaço para casamentos - Quinta do Hespanhol

Na nossa romântica opinião, existe um espaço à medida de cada casamento, grande, pequeno, intimista, festivo, exuberante, singelo. E vocês vão encontrá-lo, não duvidem!
Estejam atentos a todos os detalhes de que falámos – é um investimento demasiado volumoso para ser decidido sem ponderação. Mas escutem, também, o bater dos vossos corações: se acelerar ao entrarem num espaço em particular, se conseguirem ver-vos, e aos vossos convidados, naquelas salas e naqueles jardins, se sentirem um aperto emocionado no peito ao imaginar a primeira dança daquele cenário, se é o sítio onde o “sim” vos põe uma lágrima no canto do olho… então, muito provavelmente, está encontrado o espaço dos vossos sonhos!

 

Sobram dúvidas? Falem connosco, têm a caixa dos comentários inteiramente à vossa disposição. E não deixem de acompanhar todas as dicas para casar que vamos publicando, sempre à segunda-feira.

 

Estas imagens bonitas são da Quinta do Hespanhol, um magnífico espaço nos arredores de Lisboa. Espreitem a sua ficha de fornecedor e marquem uma visita com a Ana Thomaz.

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Susana Pinto

Casamento no Rio do Prado: Pippa + Josep

É com um animadíssimo casamento no Rio do Prado que fechamos esta semana em que o Outono se instalou.

É o mais bonito dos dias da Pippa + Josep, Portugal e Espanha de mãos dadas, captado por Little Joy e com animada pista de dança a cargo da Jukebox, ambos fornecedores seleccionados Simplesmente Branco.

Estes noivos queriam um dia solto, sem formalismos, muito emotivo e simbólico – conseguiram-no, encontrando o espaço certo, em redor do qual tudo o resto se foi encaixando na perfeição.

Vamos a isto? tenham um óptimo fim-de-semana!

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Quando a resposta foi “sim!”, como é que imaginaram o vosso dia?

Acho que o imaginámos como foi, mas não tão tão bom, foi ainda melhor! Rodeado das pessoas que amamos, muito descontraído, bonito, sincero, muito autêntico e natural, com toda a gente na mesma onda, a divertir-se, sem formalismos nem momentos de “tem de ser”. Tudo completamente à vontade, e todos a desfrutarem de momentos óptimos.

 

Sentiam-se preparados ou foi um caminho com muitos nervos?

Mais ou menos. Como a noiva não queria nada parecido com o típico casamento, os nervos foram alguns, mas trabalhámos com os parceiros certos que nos ajudaram muitíssimo ao longo dos preparativos.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Em que momento da organização do casamento é que sentiram, «é mesmo isto»?

Encontrar o sítio ideal que fosse a nossa cara, para organizar a festa, já foi um primeiro momento de tranquilidade. Isso aconteceu assim que conheci o Telmo, do Rio do Prado. O conceito deles estava perfeitamente alinhado com o que pretendíamos.

 

O resultado é fiel às ideias iniciais ou muito diferente? Contaram com alguma ajuda?

Completamente fiel, apesar de muito ter sido criado e decidido ao longo dos preparativos. Mas o resultado foi muito além e precisamente alinhado com o que tínhamos imaginado.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

O que era fundamental para vocês? E sem importância?

Fundamental era ser descontraído, natural, sem exageros, com qualidade mas sem formalismos. Respeitar o meio ambiente o mais possível num cenário de natureza sem estragar nada, comida de boa qualidade, portuguesa com um twist, ingredientes de grande qualidade e tanto quanto possível de proveniência local, ou pelo menos com um significado que fizesse sentido (vinho dos pais da noiva, outro vinho de produção de amigos da Catalunha, presunto da terra do noivo).

Também na fotografia era fundamental que fosse natural, tudo autêntico tal como é, nada forçado, enfoque nos detalhes, pois muita coisa foi pensada ao pormenor para reflectir bem a nossa história (fotos penduradas de pessoas queridas que não puderam estar presentes, gifts de oliveirinhas-bebé colocadas junto a uma oliveira, mesas com nomes específicos e escritos a mão, tabuletas a contar a história dos vinhos e do presunto). Para nós não era importante enaltecer o nosso protagonismo (parece um comentário sem importância, mas normalmente nos casamentos a realidade é outra), não ter grande decoração e deixar tudo ao natural (o sitio em si já era lindo, acentuá-lo mais só iria causar o efeito oposto), não era também importante ter fotografias com toda a gente e toda a família, etc.

Optámos por deixar as coisas acontecerem e, por isso, preferimos ter tudo ao natural ainda que possam faltar registos fotográficos de algumas pessoas, do que despender muito tempo com filas e fotos posadas sem fim…

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

O que foi mais fácil? E o que foi mais difícil?

Foi fácil o setup da festa excepto a cerimónia. Foi fácil escolher os fotógrafos e o DJ. Foi fácil também escolher o menu. Foi difícil definir o alinhamento da cerimónia pois queríamos realmente algo diferente, informal, com significado (o circulo, we are one, a conectividade sem hierarquias nem partidos). Foi difícil saber como iria ser o vestido da noiva. Foi difícil achar uma solução para o momento do bolo, pois a noiva não queria nada que lembrasse o típico casamento e é difícil fazer algo totalmente diferente em relação ao bolo que tantas pessoas valorizam… E foi muito trabalhoso decidir as mesas, exactamente onde sentar toda a gente. Mas no final este esforço foi reconhecido por muitos convidados, o que nos deixa radiantes.

 

Qual foi o pico sentimental do vosso dia?

O primeiro pico sentimental da noiva foi um presente oferecido enquanto se arranjava… Eram objectos dos avós paternos que já não não estão vivos. O anel de rubis acabou por ser usado pela noiva durante todo o casamento. Também, claro, a nossa chegada à cerimonia, sendo que os noivos chegaram ao mesmo tempo e acompanhados das três filhas (biologicamente só do noivo, daí também o grande significado de duas delas acompanharem a noiva). Ver a compilação de vídeos que o pai da noiva teve tanto trabalho e dedicação a criar e que gerou um monte de comentários divertidos por parte dos convidados.  A parte em que a noiva cantou foi outro pico sentimental para os dois e o terceiro pico foi quando uma nossa amiga cantou inesperadamente à capela.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

E o pico de diversão?

Dançar, entre os noivos, com as nossas filhas, amigos. Conversar, rir, fazer palhaçadas e estar com amigos que não víamos há muito tempo, que vivem do outro lado do mundo. A sessão fotográfica a dois foi também super divertida e uma desculpa para estarmos juntos. E, para a noiva, cantar foi também um pico de diversão.

 

Um pormenor especial…

Termos inesperadamente aparecido no princípio da festa com outra roupa e depois às escondidas trocar de roupa e ir para o meio do pomar sem que o noivo e a noiva se vissem. Os discursos dos nossos três queridos amigos e o partir do copo, parte da tradição judaica da família da noiva.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

Agora que já aconteceu, mudavam alguma coisa?

Nem por isso… Podíamos ter treinado a dinâmica da cerimónia, para saber melhor o que acontece e quando, entre a conservadora, os meninos das alianças, as músicas…

 

Algumas words of advice para as próximas noivas…

De um modo geral diria, escolham os parceiros certos, pelo feeling e menos por portefolios que possam ver. Trust your guts!

Encontrar o espaço certo, de acordo com o que imaginaram, é essencial e meio caminho andado para ser o vosso casamento de sonho.

 

Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy Casamento no Rio do Prado, com fotografia de Little Joy

 

Os fornecedores envolvidos:

 

convites e materiais gráficos: tudo handmade pelos noivos, mas muito minimalista e prático;

espaço para casamento, catering, decoração e bolo dos noivos: Rio do Prado;

bolo dos noivos: Teresa de Óbidos;

vestido de noiva e sapatos: By Ana Menezes;

maquilhagem e cabelos: Milen Lopez & Carolina;

ofertas aos convidados: Planfor;

fotografia e vídeo: Little Joy;

música ao vivo: violino e toda a organização foi feita pela Maria da Rocha Gonçalves e a banda “Mary and the Freak Brothers”;

luzes, som e Dj: Jukebox.

Susana Pinto

The W Experience: Showcase of Unique and Creative Weddings

É em Fevereiro, o mês do amor, que se estreia The W Experience: Showcase of Unique and Creative Weddings.

Este evento para noivos e profissionais do mercado de casamento acontece nos dias 14, 15 e 16 de Fevereiro, na Lx Factory, em Lisboa, por isso reservem já esta data nas vossas agendas.

 

Pensado e organizado pela dupla Miguel Pintão e Raquel Pintão, da Love Stories Weddings, e com o nosso suporte e entusiasmo desde o primeiro minuto, apresenta-se como um showcase inovador e diferente, direccionado para o mercado dos casamentos em Portugal.

The W Experience é um evento criado para noivos e fornecedores que procuram e produzem casamentos personalizados, exclusivos e criativos. A organização promete um ambiente actual, moderno, cosmopolita, trendy e urbano.

 

Vão ser mostradas as tendências para o mercado dos casamentos 2020, haverá expositores escolhidos a dedo, num conjunto seleccionado e diversificado, e será um espaço de partilha de ideias, conceitos e, sobretudo, experiências para todos (noivos e profissionais). Haverá ainda concertos e workshops para ambos os públicos.

Dos três dias de evento, um (dia 14) é dedicado aos profissionais, com programação própria e muito espaço para networking, e dois (15 e 16) são dedicados integralmente aos noivos.

 

Evento para noivos: The W Experience Evento para noivos: The W Experience Evento para noivos: The W Experience

Este é o evento que todos (fornecedores e noivos) desejamos há muito tempo: moderno, vibrante, fresco.

Dou desde já os parabéns à dupla Love Stories Weddings pela visão e coragem de pôr de pé um evento deste calibre: depois de dez edições do showcase You + Us = Fun!, sei exactamente o que isto significa e o golpe de asa (e trabalho) que representa.

É obrigação nossa, como profissionais do mercado de casamento nacional, dar todo o suporte e apoio a este projecto: participando, visitando, partilhando a comunicação. Porque de facto fazia falta e alguém o está a criar para todos nós.

 

Anotem então na vossa agenda, 14 a 16 de Fevereiro, na Lx Factory, em Lisboa. Para acompanhar as novidades, consultar o programa e conhecer os participantes, visitem o site e acompanhem as contas do Facebook e Instagram.
Os fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, Design Events, Molde Design Weddings, A Pajarita, Rituais, Leds4Dance, Amor e Lima e Feel Creations estão já confirmados!

Vemo-nos lá?

Susana Pinto

À conversa com: FullCut, filmes de casamento

Hoje sentamo-nos com a dupla FullCut, que faz filmes de casamento e tem um tabalho muito bonito, como vão ver.

Conheci o Hugo Teregeira e o João Ramos, pessoalmente, Há vários anos, quando lhes pedi que fizessem um pequeno vídeo do evento de lançamento do nosso livro “Queres casar comigo? – guia prático para um dia muito feliz”. Dei-lhes um briefing muito singelo, que apenas registassem o momento, da forma que entendessem. Era, para mim e para a Maria João Soares, uma ocasião de festa e de partilha, junto das nossas pessoas que nos acompanharam nesta aventura, mas também um momento profissional, que queríamos celebrar e mostrar a toda a gente. Chegaram com quase uma hora de avanço, apresentámo-nos, falámos um breve minuto sobre o que era preciso e o que se queria, e foram à sua vida, fazer a repérage do local. Não dei mais por eles, absorvida pelo momento e pela quantidade de amor na sala, engolida pelos abraços apertados dos amigos, da família, dos clientes. Uns dias depois, quando me chegou o pequeno vídeo, estava, tão só, perfeito. O Hugo e o João tinham captado a essência do momento, o que era valioso e especial, a energia da sala, os sorrisos contagiantes. Sem nos conhecermos, sem conhecerem o sítio, sem conhecerem a dinâmica da ocasião, sem conhecerem as pessoas. Esta foi a minha experiência com eles e foi óptima. E são simpáticos e tranquilos.

Estas são qualidades essenciais do e para o serviço que prestam. Fiquem agora a conhecê-los pelas suas próprias palavras (e imagens). Merecem, muito, o vosso tempo.

 

A melhor parte sobre ser um videógrafo de casamento é ser capaz de criar imagens que se tornarão heranças familiares para os outros, através da nossa visão. Sentimo-nos  realmente afortunados por fazer parte de um dos dias mais importantes para as pessoas e testemunhar tanta felicidade.

 

Contem-nos um pouco da vossa viagem profissional até aqui, ao video de casamento.

O Hugo tem o curso de edição de vídeo e composição de imagem da Etic e motion design da Restart, o João tirou pós-produção de vídeo na Restart e desenvolvimento de produtos multimédia no Iade, tal como música e novas tecnologias igualmente na Etic.

O engraçado disto tudo, é que não tivemos qualquer formação de como captar imagem, somos completamente autodidatas neste campo.

Trabalhámos em diversas empresas de ramos completamente distintos desde que acabámos os nossos cursos, sempre ligados ao audiovisual, até que finalmente os nossos caminhos acabaram por se cruzar, num dos sítios que ainda hoje guardamos com muito carinho por diversas razões, e foi lá que começámos a filmar, com muito  medo e nervosismo.

Nunca pensámos em filmar casamentos, até que um dia o Hugo recebeu uma proposta de trabalho de um estúdio de fotografia, para edição de fotos. Nessa altura, começámos a perceber que esta  área tinha muito potencial e que havia espaço para criar, desenvolver e, principalmente, explorar a nossa criatividade. Começámos assim a dar os primeiros passos e, naturalmente, nasce a Fullcut.

 

Há quanto tempo filmam? E porquê casamentos?

Filmamos há cerca de 6 anos. Achamos que  a vida ganha mais cor com desafios. E realmente começou por ser isso mesmo, um desafio que acabou por se transformar em algo muito maior.

Hoje em dia é algo muito mais profundo e como muito mais significado, podemos dizer que o prazer e oportunidade de estarmos presentes neste dia e, principalmente, fazer parte da magia do dia, significa tudo para nós.

 

 

O vosso trabalho junta os pontos de vista de cada um de vocês. Como convergem?

Trabalhar como dupla é sempre muito interessante, tal como conciliar formas diferentes de olhar as pessoas e o amor. Convergimos duma forma muito natural, gostamos muito de ir experimentando novos métodos e explorando diferentes formas de fazer as coisas, trazendo o máximo de ideias possível a bordo.

“Crescendo errando”- Somos apologistas de que devemos experimentar o máximo de coisas, mesmo que no final o resultado não funcione da forma que esperávamos.

 

Como construíram a vossa assinatura? Como é que a definem?

A assinatura é algo em que pensamos muito, é a razão de ser de todo o projecto. A nossa assinatura remete-nos para um cenário figurativo, se as nossas lentes fossem um convidado todo o seu movimento e a sua observação seriam orgânicos e reais, é desse estado que nos tentamos aproximar. Para que este lado orgânico transpareça,  exploramos  o conceito de simplicidade no que toca a recursos materiais,  usando o mínimo de equipamentos no dia.

Uma outra analogia que revela a nossa assinatura, é a forma como recordamos as memórias de momentos. Normalmente lembramo-nos de momentos de uma forma aleatória e não sequencial, e dessa forma tentamos também explorar esse conceito no vídeo.

 

Nestes tempos globais, em que as imagens circulam a uma velocidade vertiginosa e todos temos acesso a tudo, a qualquer hora, onde vão buscar inspiração?

Ambos vemos muito cinema e documentários, para além disso,  o Vimeo é também uma óptima plataforma, onde  podemos encontrar  projectos muito  interessantes de variados campos. Não podemos esquecer a fotografia, que sempre foi uma grande inspiração para nós. Gostávamos também de salientar que  as melhores ideias vêm sempre de momentos inesperados, uma conversa, algo que acontece no caminho para o escritório, uma música, ou um momento de diversão.

 

 

Quando precisam de fazer reset, para onde olham, o que fazem?

Somos ambos muito ligados às nossas famílias e ao convívio, e gostamos de passar o máximo tempo possível junto de quem mais gostamos. Fora isso, o João passa algum tempo, sempre que pode, a tocar guitarra ou a cozinhar, e o Hugo a pedalar ou a fazer yoga.  O facto de termos um escritório e de termos um horário, ajuda bastante na altura de desligar do trabalho.

 

De Lisboa para o mundo, ou o mundo em Lisboa: filmar fora do país é diferente de filmar cá dentro?

Não vamos negar que conhecer sítios novos é totalmente inspirador e revitalizante. Aliar isso ao nosso trabalho é fantástico, diferente e, sem dúvida, uma enriquecedora experiência, no entanto   gostamos muito  de voltar para o nosso abrigo, junto de quem gostamos.

Hoje em dia com tantos “ destination weddings “ em Portugal não sentimos assim tanta necessidade de filmar fora do país.

 

Qual é o vosso processo de trabalho, como acontece a ligação ao cliente?

As ligações aos clientes são muito importantes, por isso achamos necessário que exista uma conversa inicial, para que possamos conhecer o casal e ajudá-lo no que precisa.

 

 

Casamentos grandes ou pequeninos, nacionais ou estrangeiros, cerimónias emotivas, festas de arromba – qual é o tipo de festa que mais gostam de registar?

Gostamos de todos os tipos de casamentos, mas preferimos, realmente, os mais pequenos porque sentimos que conseguimos ter uma maior conexão com um maior número de pessoas, o que facilita bastante o nosso trabalho.

 

Qual é a melhor parte de ser videógrafo de casamentos? E o mais desafiante e difícil?

A melhor parte sobre ser um videógrafo de casamento é ser capaz de criar imagens que se tornarão heranças familiares para os outros, através da nossa visão. Sentimo-nos  realmente afortunados por fazer parte de um dos dias mais importantes para as pessoas e testemunhar tanta felicidade.

O mais desafiante é, sem dúvida, corresponder às expectativas do cliente na mesa de edição, e o mais difícil são as dores de pernas e costas ao final do dia!

 

 

Os contactos detalhados da FullCut Wedding & Lifestyle Films, estão na sua ficha de fornecedor. Espreitem a galeria, maravilhem-se com os seus filmes de casamento e contactem-nos directamente através do formulário: é só preencher com os vossos dados e mensagem, e na volta do correio, terão uma resposta simpática.

 

Acompanhem estas nossas conversas longas com fornecedores seleccionados Simplesmente Branco, sempre à quarta-feira!